História Secrets Dreams - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack
Tags Andy Biersack, Black Veil Brides, Romance
Exibições 85
Palavras 2.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Achei tão sexy essa foto do meu amorzinho *----* fico me perguntando de onde vem tanta beleza, esse homem é de mais para meus olhos puxados 😍😍😍😍
Boa leitura meus docinhos 💜

Capítulo 28 - Capítulo 27


Fanfic / Fanfiction Secrets Dreams - Capítulo 28 - Capítulo 27

Assim que chegamos no cinema não tinha filme de terror em cartaz então, escolhemos um filme qualquer. Felizmente viemos no carro de Amy. Começo a prestar atenção na conversa das duas. 

- Cara, você viu a cara de alívio da Amberly ao ver que íamos com seu carro? - Pergunta Misa rindo.  

- Provavelmente ela pegou trauma da primeira experiência com seu lindo fusquinha. - Diz Amy, indo para a fila das pipocas, refrigerantes e etc.  

 - E você e Jake estão bem?  

- Misa, vamos falar de tudo menos de homens. Sem homens perto de Amberly. - Amy pega na mão da Misa.   

Pois é, elas estão me excluindo. Me deixando de lado. Obrigada amigas, vou ficar aqui igual uma barata tonta. 

- Vai querer pipoca de quê, Misa?  

- Chocolate. Sempre!  

- Amberly vai querer de quê?  

- Finalmente a atenção veio para mim. Chocolate também. - Olho para Amy.  

- Okay, eu irei comprar as coisas. Podem esperar ali nas cadeiras, por enquanto.     

Misa vai me puxando pela mão falando várias coisas ao mesmo tempo, apenas vou concordando com ela. Fico paralisada ao ver Andy de mãos dadas com Alycia, Mandy está segurando um copo de refri com uma das mãos e a outra está segurando a mão de Alycia. É como se fossem uma família feliz rindo e se divertindo. 

O sorriso de Andy desaparece assim que me vê, meu coração acelera no máximo quase saindo pela boca.  

- Amberly Amberly! Olhem ali a minha Amberly. - Grita Mandy apontando para mim.     

Alycia me olha com um sorriso. Ladra de namorados, oferecida. Ele é meu! Ah droga... percebo que Mandy tenta se soltar para vir em minha direção, Alycia a segura. Andy sussurra alguma coisa fazendo os olhos da garotinha se encherem de lágrimas. 

- Amberly vamos esperar Amy em outro lugar. - Cochicha Misa nos meus ouvidos.   

Me mantenho como uma estátua olhando para Andy. Ele desvia seu olhar fingindo não ter me visto, passa tão perto de mim fazendo seu ombro esbarrar no meu. Sinto seu cheiro depois de muito tempo, a dor faz lágrimas brotarem nos meus olhos, elas descem sem piedade ao perceber sua frieza, sua felicidade com outra mulher.   

Saio correndo com as malditas lágrimas escorrendo por meu rosto, Misa sai em disparada atrás de mim e me chamando. Por fim me tranco no banheiro. Eu sabia, eu sabia que não deveria ter vindo. Devia ter ficado em casa, no meu quarto. Maldita vida. Por outro lado é bom saber que Andy me esqueceu tão rápido, diferente de mim que penso nele todas as noites antes de dormir. Misa começa a socar a porta do banheiro a ignoro.  

 - Hey, abre a droga da porta. Abre logo. Eu sou sua amiga quero seu bem acima de tudo, vamos conversar por favor.   

Tampo os ouvidos com a mão, me sento no chão.  

- Amberly, sei que esta me escutando abre a porta. O filme vai começar daqui poucos minutos. - Insisti ela ainda socando a porta.       

Ouço alguns sussurros do lado de fora, logo após ela para de bater na porta.  

- Ei gata, agora sou eu. Sai daí por favor precisamos de você. - É Amy.  

- Me deixem em paz. - Eu disse, tirando as mãos do ouvido.  

- Não vamos te deixar em paz pelo menos não agora.  

Uma das duas torna a bater na porta. Me entrego. Elas não irão desistir, nunca desistem. Abro a porta devagar.  

- Finalmente a princesinha resolveu se render! - Misa atira os braços envolta do meu pescoço. - Vá lavar esse rosto.  

- Eu e Misa estavamos pensando em torturar Andrew por você. O que acha?  

- Sinceramente? Gosto da ideia. Mas ele está feliz e fico um pouco feliz por isso, por mais que gostaria que aquela felicidade fosse comigo. Então, esta ideia de torturar ele é descartável. - Começo a lavar meu rosto. 

- Se mudar de ideia estaremos aqui! - Misa segura meu cabelo para não molhar.     

Dou uma risada. 

- Obrigada meninas. Não sei o que seria de mim sem vocês.   

Amy me alcança seu jaqueta jeans para secar meu rosto. Muita gentileza.  

- Acho que vou para casa, divirtam-se... 

- Pra casa porcaria nenhuma! Você vai ficar e ponto final. - Amy me interrompe. 

- Vocês podem me respeitar? Não estou legal, preciso ficar sozinha. - Olho nos olhos de cada uma. 

- Você já ficou sozinha por muito tempo. - Misa desvia seu olhar.  

- Por favor! Eu preciso desse tempo sozinha, fiquem e se divirtam vocês podem fazer isso sem eu. - Insisto. - Eu trouxe dinheiro, irei pegar um ônibus ou táxi.  

 - Promete que irá ficar bem? - Disse Amy com ternura.  

 - Prometo. Qualquer coisa irei ligar para uma das duas.  

 - Tudo bem, se cuida. - Misa me dá um beijo de despedida.  

 Dou um abraço em Amy e me encaminho para a saída.   


Decido ir de ônibus, justamente porque a janela é o melhor lugar para pensar na vida e o caminho é mais longo. Tive que caminhar duas quadras até avistar uma parada de ônibus, aumento minha velocidade para atravessar a rua quase sem movimento. Sinto uma estranha sensação de estar sendo seguida olho para trás não vejo ninguém apenas minha sombra.   

Sento-me no banco rezando para o ônibus vir logo, abaixo meu olhar mantendo meus olhos fixos no chão.   Alguém para em minha frente, olho para cima... James está me olhando com um sorriso psicótico que só ele tem. Não sinto medo, não há motivos para sentir ele já destruiu minha vida mesmo.  

- Quanto tempo não nos vemos, senti saudades. - Disse num tom sombrio.  

 - O que você quer? Já não conseguiu tudo o que queria? - O encaro com desprezo. 

 - Ei meu docinho, mantenha-se calma. - Ele se abaixa ficando em minha frente. - Só quero conversar estou tão sozinho ultimamente. - Passa a mãos em meu rosto.   

Levanto-me abruptamente, voltando para o cinema qualquer lugar é seguro menos aqui ainda mais na companhia de um sociopata.  

 - Você não vai a lugar algum vadia. - James me puxa pela cintura, fazendo-me ficar em seus braços. - Humm que cheirinho delicioso que você tem.   

Ele coloca a mão por debaixo do meu vestido, aperta minha nádega.  

 - Me solta agora! - Grito tentando me soltar.  

 - Quietinha prometo que vai ser rápido e gostoso. - Sussurra em meu ouvido.  

 - Não! não! - Dou uma mordida em seu pescoço, ele me solta.  

Tento correr, porém ele é mais rápido agarra meu braço e me joga no chão. Estou fodida, começo a gritar ao perceber que ele esta em cima de mim, James aperta minha coxa com força, seus lábios encostam no meu pescoço e sua língua percorre a região livremente. Fecho os olhos torcendo para tudo ser rápido. Um carro em alta velocidade estaciona cantando pneu em nosso lado.   

Só vejo Andy de relance indo para cima de James. Os dois sai rolando pelo chão como dois leões... quando consigo me levantar, Andy está socando a cara daquele otário sem dar trégua, ele tenta se defender, mas Andy o impede. Seu nariz sangra muito assim como sua boca.  

 - Andrew para com isso! - Me aproximo dois passos.   

Num movimento James empurra Andy indo para cima dele, merda! Ele dá soco e mais soco no olho do meu garoto, fico desesperada. Reagi Andy, levante-se e lute! Caralho, faz alguma coisa. Quando James vai dar mais um soco em seu olho Andy o segura empurrando ele para o lado.  

 - JÁ CHEGA!!! - Berro igual uma ovelha.  

Andy está por cima novamente esbofeteando a cara de James. Ele fica em pé e o puxa, o pões em pé segurando seu colarinho.   

 - Andrew por favor larga ele, para com essa palhaçada. - Sou ignorada, como se eu nem estivesse ali. 

 - Vocês irão me pagar caro por isso, estão me escutando? E você sua vadia, ainda vou fazer você gemer em meus ouvidos igual uma prostituta.  

Andy mete um último soco em seu rosto fazendo ele cair sentado no chão. 

 - Se encostar nela vou até o inferno atrás de você somente para lhe torturar. - Disse ameaçadoramente.   

 - Vocês vai ver o que irei fazer com a sua ex. - Sai correndo desnorteado para longe.  

Respiro fundo algumas vezes na tentativa de assimilar o ocorrido. Ele me protegeu, me defendeu. 

 - Por que me ajudou? Por que me salvou? - Pergunto olhando para Andy. 

 - Ele machucou você? - Se vira para me encarar, seu rosto está machucado.  

 - Não respondeu minha pergunta. - Me mantenho atônita. 

 - Ele machucou você? - Repetiu perdendo a paciência. 

 - Não. Por que Andy? Isso não tem sentido. - Minha voz está alterada, uma discussão agora só vai cair mal. 

 - E quem disse que precisa fazer sentido? Você precisa ir para casa, estará segura lá. - Seu tom de voz é frio. 

 - Deixa eu cuidar de você, dos seus ferimentos. - Me aproximo, fico próxima dele.  

 - Não Amberly! Você irá para casa. 

 - Mandy esta no carro? - Pergunto, pronta para levar uma patada.

 - Alycia a levou para casa. - Respondeu ríspido.    

Penso em perguntar para ele se Alycia é sua namorada, desisto ao ver uma aliança em seu dedo.   

Andy faz sinal para um táxi que estava passando, o carro estaciona  a poucos metros de nós. Sinto ele pegar em meu braço e me arrastar para dentro do táxi.  

 - Se cuida, é o mínimo que pode fazer por mim. - Disse ele colocando o cinto em mim.  

Andy disse meu endereço para o taxista e fechou a porta deixando-me sozinha. Só vejo Andy se distanciando de nós enquanto o carro da a partida.                           

                  [...]   


Quando chego em casa fecho todas as janelas e tranco a porta. Todo cuidado ainda é pouco, só em pensar no que poderia ter acontecido comigo no que James queria fazer com meu corpo um arrepio me invade. Incrível em como essas coisas acontecem apenas comigo... é irracional pensar isso, milhares de mulheres são abusadas sexualmente por dia. Okay! O que aquele otário fez não está me incomodando tanto quanto o que Andy fez. Por que ele me defenderia? Essa é uma pergunta que talvez nunca irei ter a resposta.   

Sinto uma fome da porra, preciso me alimentar reabastecer minha barriga. Na cozinha resolvo apenas comer um sanduíche de atum com um copo de café extra forte, não sei o que deu em mim odeio atum e principalmente café Preto ou com leite tanto faz. Nos últimos dias estou querendo comer tudo o que nunca gostei. Olho para o sanduíche com água na boca, quando vou morde-lo seu cheiro invade minhas narinas um enjoo terrível toma conto de mim. Antes mesmo de me levantar da mesa coloco tudo para fora, vomitando quase minhas tripas! 

 - Droga, mil vezes droga. Não vai ser nada agradável limpar isso. - Reviro os olhos indo para a lavanderia pegar um pano de chão.  

Aproveito e pego um balde com água e algum produto de limpeza com um cheirinho de flores, se esse aroma do paraíso me causar enjoo irei me atirar da sacada.  

Na cozinha começo a limpar o chão, logo Andy invade meus pensamentos com aquele bendito anel em seu dedo. Eu deveria estar com o outro, não Alycia. Mas, eu simplesmente não consigo odia-la ou ter algum sentimento ruim ela é uma ótima mulher e ele um homem admirável com seu coração bondoso, que às vezes se endurece de tal forma...

- Eiiii chegamos! Está acordada? Amberly onde você está? - Ouço Misa da sala. 

- Cala a boca, ela deve estar dormindo. - Disse Amy.  

 - Estou aqui na cozinha! - Grito, terminando de passar pano no chão.  

Escuto os passos delas se aproximando, até que as vejo em minha frente.  

 - Você chegou bem? - Pergunta Amy me olhando.  

 - S-sim. - Minto, se eu falar a verdade irei me meter numa enrascada daquelas.  

 - Por que estou com um sentimento de que esta mentindo? - Misa me olha desconfiada.  

 - Porque você é uma retardada. - Eu disse, mordendo os lábios.  

 - Huuuuuuu!  

 - Huuuuu é o cacete! Vai dormir Amy! - Misa bufa. 

 - Essa doeu até em mim. - Disse Amy zoando.  

Seguro o riso, essas duas não tem jeito.  

 - O que você derramou no chão sua descuidada? - Ela pergunta.  

 - Acabei vomintando, não deu tempo de ir até o banheiro. - Respondo assim que termino de limpar. 

 - De novo? Quantas vezes você vomitou e sentiu tonturas nesse mês? - Misa pega o rodo da minha mão.  

 - Amberly isso está ficando estranho é melhor você ir no médico, você pode estar doente sem contar que você anda se alimentando muito mal toda vez que vai comer algo vomita antes mesmo de comer a comida, e essas tonturas? Sem comentários. - Amy pega o balde, as duas os levam de volta para a lavanderia. 

 - Vou tomar um banho e me deitar. - Vou em direção do meu quarto.  

 - Vai ir ao médico amanhã? - Misa vem atrás de mim. 

 - Não, não é necessário. É algo passageiro logo logo irei ficar bem... 

 - Não brinque com sua saúde menina. - Ela me interrompe. 

 - Não irei ao médico! Sério.

  - A decisão é sua. Vou dormir aqui, okay?  

 - Tudo bem, de qualquer forma é tarde para voltar sozinha. Vou para meu quarto boa noite minha gatinha. - Dou um beijo em sua bochecha. 

 - Boa noite minha gata. 

 - Boa noite Amy. - Dou um grito para ela escutar do lugar em que deve estar.  

 - Boa noite, durma bem. - Ela grita de volta. - Amanhã vamos contar tudo sobre hoje à noite.

  - Quero saber de cada detalhe. - Dou um último screamo e entro no meu quarto. 

  Tomo um banho demorado, assim que saio coloco meu pijama e me preparo para dormir com o terno do meu eterno salvador ou protetor, veja e entenda como quiser.  


Notas Finais


Na opinião de vocês, eu repito muito as palavras? Sem vácuo, please :3
Na minha visão eu repeti de mais o nome Andy e James, se ficou muito chato ou cansativo me desculpem não foi por mal 😉


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