História Secrets Dreams - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack
Tags Andy Biersack, Black Veil Brides, Romance
Exibições 204
Palavras 2.534
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii pessoas! Quanto tempo, não?
Bom, não sei se irão gostar desse cap... mas espero que sim de coração ❤
Boa leitura chuchuzinhos 😍😚

Capítulo 28 - Capítulo 28


Fanfic / Fanfiction Secrets Dreams - Capítulo 28 - Capítulo 28

Na universidade faço todas as provas antes das férias. Tá aí uma palavra que amo "férias", por sorte hoje é o último dia e amanhã saberei se fui aprovada ou não. Durante a aula fico observando o professor Alec, ele é o maior gato não sei como nunca havia percebido isso antes óbvio que não podemos comparar com o Andy. Alec parece ser tão sensual com aqueles músculos por trás daquele terno... 

 - Está tudo bem Srta. Collins? - Pergunta me olhando.  

Me pego mordendo os lábio com o olhar fixo nele, puta que pariu essas merda só acontece comigo. 

 - E-esta! - Viro um pimentão humano de tanta vergonha. 

- Tem certeza? - Pergunta desconfiado com um sorrisinho. 

Quanta beleza! 

- Acho que a Amberly quer o senhor. - Disse Christy mascando chiclete.     

Abaixo a cabeça, essa vadia sempre se metendo onde não é chamada. 

 - Cala a boca sua demente. Só para constar você está parecendo uma vaca mascando esse chiclete. - Disse Misa, a sala caiu na risada e as piadinhas começaram.  

 Olho para o professor, ele morde o lábio para conter o riso. 

- Amberly não sabe se defender? Sempre precisa desse seu cãozinho de guarda para te proteger. - Christy se refere à Misa.   

- Baaah vai deixar por isso mesmo? Se eu fosse você não deixava quieto. - Disse August, um de meus colegas. 

- Primeiro, você não é eu portanto cala a boca, em segundo, quando os ignorantes não tem nada para falar eles acabam falando qualquer merda. Começando pela Christy. - Eu disse o olhando.  

 - Depois dessa eu voltaria para o útero da minha mãe. - Ele riu alto como a maioria da turma.  

 - Essa é minha garota. - Misa se vira para mim.  

 - Minha queridinha vai cagar...  

- Srta. Robinson já chega! É melhor ficar de boca calada se não quiser sair da minha aula. - O professor Alec a encara com o olhar rígido.  

 - O senhor escutou o que a Amberly falou? - Ela se exalta. 

 - A Srta. Collins apenas se defendeu, assunto encerrado vamos continuar a aula. - Ele me lança uma piscadela. 

 A aula passou rápido, de vez em quando meu olhar cruzava com Alec meu coração acelerava e imediatamente tinha que desviar meu olhar para não ruborizar. Misa me deu uma carona para casa, sim eu aceitei andar naquele fusca que deveria ser peça de museu, bom, melhor que pegar um ônibus e demorar quase 1 hora e meia para chegar em casa.  

- Mano você estava encarando o prof como se quisesse devorar ele inteiro. - Misa me olha enquanto dirige. 

 - Não exagera. - Reviro os olhos.  

 - Não exagera? Pois é, o jeito que você o olhava era muito mais que exagerado. - Ela coloca o dedo na minha cara.  

 - Tira o dedo da minha cara. - Disse-lhe constrangida. 

 - Me diga que a senhorita não esta interessada no prof?  

  Fico em silêncio. 

 - Ele é o nosso professor, qualquer relação entre aluno e professor é proibido e traz consequências graves para ambas as partes. - Ela fica séria. 

 - Estou ciente disso. - Sabe o que há de errado com você? Porque eu sei exatamente o seu problema. - Misa estala o dedo. 

 - Vamos parar com esse assunto banal.  

 - Você está se sentindo sozinha por dentro, solitária. E quer achar a solução do problema no homem errado. Ele não irá ocupar o espaço vazio em seu coração que Andy deixou. - Dá uma pequena pausa. - Você ainda o ama, ou seja, esse vazio vai continuar em seu peito até deixar de amá-lo.  

  Misa esta certa, preciso pensar com a razão, não com a emoção em um momento desses. 

 - Ah, e o professor Alec nem vai te querer mesmo. 

  Essa doeu lá no fundo.   


Quando chego no apartamento fico sentada na sacada olhando a rua tranquila em que vivo. Preciso achar uma resposta pelo o que Andy fez ontem à noite, não faz sentido algum ele ter me ajudado ou como ele disse não tem que fazer sentido. Vou ter que descobrir se ele e Alycia realmente estão juntos, como vou fazer isso? CLARO! April com certeza ainda trabalha para ele sei que não fui nada legal com ela dá última vez, mas irei pedir desculpas, conversar com ela, por último perguntar algo sobre Andy que a motive a falar algo a respeito.  

Disco seu número, diz que não existe. Tento de novo e nada. Dígito cada número com muita atenção e novamente esse número não é existente respiro fundo tentando controlar minha raiva, jogo o celular para frente. Fico boquiaberta ao ver que por um triz ele não caiu sacada abaixo, meu coração congela. Não era pra ser forte eu juro! Se isso tivesse acontecido teria que cagar dinheiro pra comprar outro.  O telefone residêncial começa a tocar levanto-me para ir atender essa praga.  

 

- Alô?  

- Srta. Collins? Aqui é o John. - Ah, o porteiro. 

- Oi John! Aconteceu algo? - Não consegui disfarçar a preocupação na voz.     

Sempre que ele liga nunca é pra dar boas notícias, esse porteiro gosta de dar notícias não satisfatórias.  

 - Srta. Collins tem uma moça querendo falar com você, posso deixá-la subir? - Pergunta aflito.  

 - Depende... quem é essa moça? 

 - Não faço a mínima ideia, ela não quer falar o nome ou o que deseja com a senhorita. Ela me parece bem decidida a ponto de não desistir do que quer.  

 - Você realmente não faz ideia de quem seja? Nunca a viu? - Pergunto curiosa. 

 - Sinceramente? Não faço ideia de quem seja, mas posso dizer que seu sotaque é Nova Iorquino - Disse ele. 

 - Não conheço ninguém com sotaque Nova Iorquino, pode deixar ela subir. 

 - Tudo bem, qualquer problema é só ligar aqui pra recepção.  

 - Pode deixar John.   


Acabo me lembrando de quê a única pessoa que conheço com sotaque Nova Iorquino é Alycia, não pode ser ela... E se for? E se ela quiser causar problemas por causa de Andy? Não tenho mais nada com ele. Oh droga. Alguém bate na porta fico meio confusa ao lado dela há uma campainha, mas okay.  

 Ao abrir a porta vejo uma garota, pra ser mais específica uma adolescente pálida, magra e loira de olhos bem azuis lembrando-me de Andy. Uma linda menina. 

 - Érr... Em que posso ajudar? - Pergunto a olhando. 

 - Você é Amberly Collins? - Ela pergunta encabulada.  

 Tenho certeza que nunca a vi na minha vida.  

 - Eu mesma e quem é você? - Arqueio uma sobrancelha.  

 - É uma honra conhecer você! Eu a procurei por tudo em LA, esse é o quinto dia que estou a sua procura. E quando estava prestes a desistir a encontro. - Disse eufórica. 

 - Tá e quem é você? - Minha cara está com o maior ponto de interrogação.  

 - Oh! Desculpe-me meu nome é Beverly Collins sou sua irmã mais nova, você é muito mais bonita do que nas fotos, apesar de que as fotos que a vi você era uma criança. - Ela solta uma risada tímida. 

 - Então Beverly, isso é um erro. Um erro muito grave eu não tenho irmãos muito menos uma família. - Eu disse fechando a porta.    

  Ela segura a porta com a mão impedido-me de fechá-la.  

 - Eu sou sua irmã mais nova! Eu e você temos o mesmo sobrenome! Nossa mãe é a mesma só que de pais diferentes. - Me olha com os olhos semicerrados. 

 - Escute, não é porque temos o mesmo sobrenome que somos irmãs, lá fora há milhares de pessoas com o mesmo. E minha mãe esta morta, portanto essa hipótese está descartada. - A encaro irritada.  

  Estou tendo emoções de mais nessas 24 horas e mais isso? Já chega! Meu psicológico esta vulnerável de mais para perder tempo com uma adolescente que provavelmente fugiu de casa e esta procurando algum abrigo. 

 - Eu quero que você vá embo... 

 - Sem chance! Demorei cinco dias pra te encontrar e agora simplesmente quer que eu desista? - Ela me interrompe. 

 - Vou chamar os seguranças. - A ameaço. 

 - Pode chamar. Sua mãe se chama Francis, certo?   

Não digo nada, fico curiosa para saber sobre sua vida e principalmente em como sabe tanta coisa sobre mim. O que diabos é essa garota, afinal. 

 - Temos muito o que conversar. - Dou espaço para ela entrar. - Não iremos ficar aqui, vou pegar minha bolsa para irmos a uma cafeteria aqui perto.  

 - Temos muito o que conversar mesmo. Seu apartamento é lindo. - Diz ela sorrindo de orelha a orelha. 

 - Obrigada. - Fecho a porta assim que ela entra.  

  Em meu quarto coloco uma calça skinning couro preta, ankle boots salto grosso, blusa de tricô vermelha com detalhes minimalistas e pego minha bolsa volto para a sala. Beverly esta olhando os porta-retratos.  

 - Sabe Amberly, eu gostei do seu estilo ele é trevoso suave. Gótica suave. - Me olha.  

Dou uma risada "trevoso suave, gótica suave" ta né.   

Saímos do apartamento tranquei a porta e nos dirigimos pro elevador. 

 - Você tem namorado? - Beverly pergunta assim que colocamos os pés nas ruas.  

 - Eu não tenho. - Infelizmente não tenho mais. 

- E você?  

 - Eca! Não! Preciso pensar nos estudos primeiro depois nas coisas menos importantes. Deixei minha mochila no seu apartamento okay?  

 - Tudo bem. Quantos anos você tem? 

 - Eu tenho 15 anos você tem 19 anos, estou certa?  

  Fico perplexa, impossível uma mera desconhecida saber tanto da minha vida.  

 - Ei garota, você é alguma agente secreta do FBI? Da CIA? - Viro a esquina da cafeteria.

- Quem sabe um dia serei parte da Federal Bureau of Investigation ( FBI ) ou da Central Intelligence Agency ( CIA ). - Disse sorrindo. 

- Não duvido nada.  - Quem são aquelas garotas nas fotos com você?  

- Minhas melhores amigas, Amy Williams e Misa Hamasaki. - Sorrio. 

- Vocês aparecem ser bem unidas tipo, uma por todas e todas por uma. - Beverly começa a roer a unha do dedão.  

- Sabe quando lhe disse que não tinha família? Então, esquece isso elas são minha família as únicas pessoas que tenho no mundo. 

- Agora elas não são as únicas, tem à mim e a mamãe. 

 - Para de roer a unha, se não parar irei te bater. - Tenho agonia em ver pessoas roendo unha. 

 - Desculpa. - Diz rindo.  

 Chegamos na cafeteria, sentamos em uma das mesas na calçada está muito calor para ficar lá dentro e fizemos nosso pedido.  

 - Vamos começar pelo começo? - Pergunto tirando meu celular de dentro da bolsa, coloco ele em cima da mesa. 

 - Claro. Você faz as perguntas e eu respondo, vou ser direta e reta odeio ficar de enrolação. - Dá de ombros. 

 Gostei disso, temos uma coisa em comum. 

 - Bem, de onde você é? O que quer comigo? Por que esta dizendo que é minha irmã? E de onde me conhece? - Escoro meu queixo na mão. 

 - Uma pergunta de cada vez, por favor. Em primeiro lugar, sou de Nova York, em segundo lugar quero esclarecer tudo à você, em terceiro lugar estou dizendo que é minha irmã porque você realmente é e em quarto lugar conheço você de fotos, fotos que nossa mãe me mostra e conta sua história. - Respondeu me olhando fixamente. 

- Isso tudo é ridículo. Minha mãe morreu quando eu tinha 4 anos. - Dou com o punho na mesa. 

- É exatamente isso que te fizeram acreditar durante todos esses anos. Vou ser mais transparente, enquanto nossa mãe estava com seu pai o Jerry ela descobriu que ele tinha uma amante, ela ficou arrasada e sem pensar direito acabou se entregando para o melhor amigo dele como uma vingança, nossa mãe engravidou de mim. Assim que seu pai descobriu mandou ela ir embora e deixar você... 

 - Para! Para com isso, você não sabe o que está falando. 

A interrompo porém ela continua: 

 - Se ela levasse você, ele me mataria assim que viesse ao mundo, e é óbvio que Jerry mandou deixar você somente para fazer nossa mãe sofrer mais do que já estava sofrendo com a droga do coração estraçalhado por aquele que até então acreditava ser sua cara metade. Francis pensou em suicídio, mas como poderia cometer tal ato grávida, com outra vida em seu ventre? - Seus olhos se encheram de lágrimas.  

  Passo as mãos em meus cabelos sem saber o que dizer, isso tudo faz sentido... E se essa versão dela for a verdade? A principal pergunta é, por que nunca me contaram a verdadeira história? E minha tia avó por que escondeu esse fato? Que porra! Quer dizer que nem sequer sei quem sou e durante 19 anos pensava ser uma coisa quando na verdade era outra. Uma garota de 15 anos sabe mais coisas à meu respeito do que eu mesma.  

A garçonete traz nosso pedido, volta para dentro da cafeteria. 

 - Por que ela nunca me procurou durante esses 15 anos? - É a única coisa que consegui dizer. 

- Pra ela te procurar teria que ter dinheiro e dinheiro é o que temos de menos. Cansei de acordar no meio da noite e a ver chorando com uma foto sua nas mãos, foi por isso que resolvi agir por conta própria. - Beverly segura minha mão com firmeza.  

 - Foi por esse motivo que veio atrás de mim?

- Também. Comecei a juntar dinheiro desde os meus 8 anos para quando tivesse o suficiente ir procurar a ovelha desgarrada, ou seja, você. Era pra eu sair à sua procura com 18 anos, mas as coisas se apertaram para mim e mamãe. 

 - Que tipo de mãe é a sua? Que deixa uma menina de 15 anos sair de NY para LA? - Tiro minha mão da sua. 

 - Corrigindo, nossa mãe. Eu fugi de madruga deixei um bilhete para saber onde estou.  

Fico pensativa, não irei conseguir cuidar disso sozinha preciso de ajuda. 

 - Me da licença vou pegar um ar. - Levanto-me, caminho alguns metros ficando longe o suficiente para fazer uma ligação privada. 

 Dígito o número de Amy, atende no primeiro toque.


 - Alô? Amy? - Olho para Beverly.   

 Ela está tão concentrada comendo seu bolo que nem se deu conta que estou a olhando. 

 - Amberly, onde você tá pelo amor de Deus? - Pergunta preocupada. 

 - Estou na cafeteria há duas quadras de casa. Vem pra cá agora! - Eu disse um pouco baixo.  

 - Por quê?  

 - Porque eu estou com um problemão daqueles. - Respondo perturbada. 

 - Vish... Chego em 5 minutos não saí daí amiga. - Disse intrigada.  

- Okay, estou à sua espera. - Desligo o celular voltando para a mesa.  


Sento-me novamente em sua frente ela me olha com um sorriso terno. 

 - Tenho algo para te dizer. - Olho em seus olhos. 

 - Diga-me. 

 - Você é uma garota muito corajosa e decidida. - Dou um sorriso de lado. 

 - Ah, isso não é nada. Faço qualquer coisa pela minha mãe. Obrigada. - Disse tímida.      


Notas Finais


É melhor o Andy ir se preparando kkk
Desculpa pela demora p postar novo cap, quase um mês sem dar sinal de vida 😐 Desculpa se houver algum erro 😄😉


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