História Secrets of a passion - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ariana Grande
Tags Ariana Grande, Jariana, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance
Exibições 20
Palavras 1.566
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, mais um capítulo fresquinho pra vocês.
Boa leitura

Capítulo 2 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction Secrets of a passion - Capítulo 2 - Capítulo II

 

Anteriormente...

- Eu já pedi desculpas- encaro a pessoa e, meu Deus, o gato tatuado de mais cedo...

 

Agora:

 

P.O.V Alana 

Fico ali parada que nem uma boba lhe encarando. Seus olhos eram cor de mel e, seu perfume misturado com a cerveja formavam uma combinação forte. 

- Só preste mais a atenção da próxima vez.- foi a única coisa que consegui dizer. Parabéns Alana, acabou de fazer papel de idiota.

- Nunca tinha visto você por aqui antes- ele continuava parado á minha frente, segurando o pequeno copo de plastico com a bebida pela metade. 

- É por que não sou daqui. 

- Ah sim... de onde então?

- Oregon. 

- Ótimo- ele se aproximou mais de mim. Já podia sentir seu halito quente batendo contra meu rosto. - O que você acha de deixar eu lhe mostrar a cidade amanhã?- antes que eu pudesse responder qualquer coisa... 

- Alana?- tia Elizabeth agarra forte em meu braço e me puxa para longe dele. - Já esta tarde, vamos.- ela continuou me puxando até ficarmos em uma longa distancia dele.

- O que você pensa que tá fazendo?- puxo meu braço de suas mãos.

- Não fale com aquele garoto, me entendeu?- ela falava sério, com um olhar de assustada. 

- Você não manda em mim. - foi a única coisa que disse e continuei andando, mas não ouvi seus passos atrás de mim. 

- Enquanto você estiver debaixo do meu teto, você vai me obedecer. - engoli seco- Sua mãe confiou em mim para que eu cuidasse de você.

De repente, toda a raiva que guardava desde Oregon transbordava de mim

- Não. Mamãe me deixou com você por que era a pessoa mais longe de nós. Assim ela me largou com você. Mas não porque ela confia em você, e sim porque ela quer me afastar de tudo, assim como você fez. - meu coração estava acelerado. As palavras saíram como balas saem de uma arma. Tia Elizabeth apenas me encarava. Seu olhar era perplexo e, percebi que ela iria falar algo, mas ficou em silêncio. E foi assim que terminou minha noite, em um silêncio constrangedor mas, necessário. 

Chegamos em casa e, me joguei na cama. Só queria que essa noite acabasse logo e, que amanhã seja mais calmo. 

 

[...]

 

Acordei com a claridade no meu rosto e me deparei com Elizabeth abrindo as cortinas do quarto.

- Que horas são?- digo sonolenta.

- Hora de você ir me ajudar na minha loja de discos.- ela se vira para mim sorridente, como se a ''conversa'' de ontem nunca tivesse acontecido. Bem, talvez, fosse melhor assim. - vá tomar um banho. Você terá que ir primeiro, pois tenho que levar algumas coisas pro Alex.- Alex era o ex namorado dela. Sem sombra de dúvida, terminar com ele foi a coisa mais inteligente que tia Elizabeth fez desde que se mudou para cá (sempre ouvia escondido suas conversas com mamãe.)

Assim que termino o banho e me visto (look 1), Elizabeth me dá um maço de chaves

- Fica em Greater Netherby. Chegando lá, você saberá o local. 

Sorrio e saio de casa. 

[...]

 

Greater Netherby não era um lugar muito grande. Ali só havia um salão de beleza, uma lanchonete, um brechó beneficente e, mais abaixo na mesma rua, um lugar no qual havia uma placa grande escrita '' Venda de discos Aliz''. Dou uma leve risada. '' Que nome mais criativo'' digo para mim mesma.

Retiro o maço de chaves do bolso, tentando descobrir qual era a chave certa. Enquanto tentava abrir a porta, senti uma sensação desagradável na nuca, como se cem pares de olhos curiosos estivessem me observando. A cortina do salão de beleza, que ficava do outro lado da rua, fez um movimento brusco, e duas velhinhas lutavam para colocarem a cabeça na parte limpa do vidro, afim de verem algo. Já na farmácia, uma mulher que parecia ter uns 30 anos de idade e um outro moço ficaram na porta, me encarando. Bem diferente de Oregon, onde ninguém se interessa pelo o que você faz.

Quando finalmente consegui encontrar a chave certa, tive um pouco de dificuldade em abrir a porta, mas consegui. Olhei todo o local. A loja era bem maior do que parecia por fora. Havia um balcão do lado esquerdo e um pequeno escritório nos fundos. Tirando isso, o lugar era cheio de prateleiras lotadas de discos empoeirados.

Fui para o pequeno escritório e, bastou uma única olhada para ver tudo: havia uma pequena mesa com um computador velho em cima, uma máquina registradora, um rádio em péssimo estado e uma pequeno sofá detonado. Ligo o rádio e tento sintonizar, até encontrar uma estação que estava tocando The Beatles. Comecei a andar de acordo com o ritmo da música e separei alguns cd's novos que estavam numa caixa no canto do chão perto da porta, assim como Elizabeth havia me dado as ordens.

Enquanto separava e cantarolava a música Strawberry fields forever, percebi um par de pés bem á minha frente. Levanto o olhar e vejo duas costeletas brancas me encarando com um par de pequenos olhos verdes lacrimejando.

- Você é nova aqui- diz o senhor.

Sem pensar, eu respondi:

- E você é antigo.

Ele explodiu em gargalhadas.

- Sobrinha da Liz, não?- apelido da tia, percebi como era bem mais fácil só a chamar assim.

- Como sabe?- me levanto e, percebo que consigo ser maior que ele.

- As notícias correm por aqui.- encaro o lado de fora da loja e havia uma multidão de gente que brotou do inferno, espionando e cochichando. 

- Percebi.- digo me sentindo desconfortável. 

- Não se preocupe, não é sempre que vemos uma jovem tão bonita por aqui. Logo logo eles se caçam e encontram algo melhor para cuidar.

- Tipo a vida deles?- respondo irônica e ele cai na risada.

- Você é uma garota engraçada, prazer, Julius- ele estende sua mão.

- Alana- faço o mesmo. 

Continuo arrumando as coisas enquanto Julius tentava mexer no velho computador. Foi quando as pessoas começaram a sair da frente da loja. Bem, parece que se cansaram e perceberam que eu não tinha nada de interessante para tornar assunto. 

Encaro o relógio que está acima da porta, ejá são hr12:30 min. Tia Liz não havia chegado e estava ficando com fome. Julius percebeu:

- Pode ir menina, eu tomo conta da loja até Liz chegar.

- Certeza?- fiquei em dúvida, Julius parecia não conseguir cuidar nem dele mesmo. 

- Sim- ele me lança um pequeno sorriso sem mostrar os dentes (isso se ele ainda tiver algum).

Saio da loja e vou para a lanchonete, uns 15 passos da rua acima da loja. Entro e, alguns olhares permaneceram e, outros desviavam. 

Sento-me num banquinho próximo ao balcão e uma garota loira de olhos claros me entrega um cardápio

- Seja Bem-vinda a cidade- ela sorri.

- Obrigada- minha resposta pareceu sem graça e, era mesmo. Todos já sabiam muito de mim. Só espero que o real motivo não chegue a tona. Encaro meus pulsos e me lembro daquele dia fatídico. Um milhão de coisas surgem a minha mente mas, a única coisa que quero é esquecer. Não dá para uma pessoa continuar a viver no presente, sendo que a cabeça está no passado. 

Faço meu pedido e aguardo. Uma pessoa se senta ao meu lado e faz seu pedido. Sinto que conheço aquela voz e... novamente, o gato tatuado. 

- Oi- ele sorri.

- Oi- digo sem ânimo. 

- Você não teve o prazer de me conhecer direito ontem- ele dá um sorriso convencido- Prazer, Justin.

- Alana- apenas digo e, continuo esperando. 

- O que te trás aqui Alana?- ele puxa seu banquinho para mais perto de mim.

- Coisas que minha mãe não achou possível suportar lá- digo seca e, sorrio ironicamente. 

- E você não quer conversar sobre isso?

- Você é o que? Psicólogo da cidade?

- Você é toda estressada né?- ele se afasta e faz seu pedido. Percebi que, as pessoas olhavam para ele e cochichavam algo. Acho que não era bom, pois balançavam a cabeça negativamente e saíam do local. 

- Parece que você também não é tão bem-vindo.- ele me encara sem entender e então, percebe as pessoas o encarando. 

- Digamos que não é fácil manter alguns segredos em uma cidade pequena- sua cara fecha e, seus olhos mudam de cor. Uma cor sombria.

- Eu sei bem como é isso.- senti um frio na barriga. Mas não aquele bom, como daqueles que a pessoa sente quanto está perto da pessoa que gosta. Era um frio ruim. - Não dá pra viver a vida com segredos do passado. - digo seca, segurando as lagrimas que insistiam em cair. - são como fantasmas. Se você tenta os esconder...

- Mais eles vão te perseguir- ele parecia fora de si por um instante, mas então voltou ao normal. - Já estou indo- ele pega eu Milkshake de morango e deixa o dinheiro em cima do balcão. Logo, ele desaparece na rua deserta. 

 - Cuidado com ele!- a moça loira que anotou meu pedido me olhava atentamente. 

- Por que?- digo curiosa. 

- Como você mesma disse, a cidade é pequena. As coisas correm rápido e, foi o que aconteceu com ele. Você não vai querer entrar no caminho de Justin Bieber.

 

 

 

Continua?

 

 


Notas Finais


Bom amores, mais um capítulo.
Espero que tenham gostado.
Favoritem e comentem s2


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