História Secrets of a passion - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande
Tags Ariana Grande, Jariana, Justin Bieber, Revelaçoes, Romance
Exibições 9
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteeei
Desculpem á demora
Espero que gostem do capítulo.
Boa leitura s2

Capítulo 3 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction Secrets of a passion - Capítulo 3 - Capítulo III

 

 

Capítulo III

 

 

P.O.V Alana

 

Depois de terminar de comer, volto para a loja da tia Liz, não esquecendo o que a moça me dissera. Aquilo ficou preso em minha mente '' Você não vai querer entrar no caminho de Justin Bieber''. Essa frase martelava em minha cabeça, mas tentei disfarçar minha expressão curiosa. 

- O que foi querida?- tia Liz estava parada á minha frente, com uma caixa de discos novos nas mãos. 

- N-nada! - não poderia contar nada a ela e, ela não precisava saber. - Quer ajuda?

- Ah não precisa, pode voltar para casa ou... arranjar alguma coisa para fazer. 

Preferindo a segunda opção, começo á andar pelos quarteirões, procurando algo no qual eu tinha certeza, mas com certeza não teria aqui. Até que vi uma cabine telefônica. '' Enfim algo que preste'''  digo á mim mesma. 

Entro na cabine e retiro 2 reais de meu bolso. Sei que é contra meu voto de silêncio, mas sentia falta de ouvir a voz da mamãe. 

Alô?- ela estava com o ar ofegante, como quem acabara de rir muito. - Quem é que está falando?- ouço uma segunda voz no fundo. Era uma voz masculina. Ela me era familiar, mas nenhum rosto vinha em minha mente no momento. Quanto estava prestes a falar algo, a segunda voz retorna a falar. - Será que é aquela peste da sua filha enchendo mais a sua paciência? Desliga logo isso! -  A ligação terminou. 

Então, enquanto eu estava fora, minha mãe já estava com outro cara e, com certeza já contou tudo sobre mim para ele. A decepção surgiu novamente. Minha mãe e eu nunca tivemos uma relação muito boa, depois do que eu fiz então... eu estava com raiva e tristeza ao mesmo tempo, então sentei em um banco próximo e, comecei a chorar. Fazia tempo que segurava as lágrimas por medo de me virem mas, não dava mais para segurar. E, além disso, eu estava sozinha. Bem, era o que eu pensava:

- Por que você tá chorando moça?- era uma voz de criança. Uma voz tão doce quanto á de tia Liz. Olhei para todos os lados, ainda limpando as lágrimas, mas não vi ninguém. - aqui em cima. - levanto a cabeça devagar  e vejo uma menininha de cabeça pendurada para baixo sorrindo para mim, enquanto falta seus dois dentes da frente. Ela estava em uma casa na árvore. - Você é bonita.

- Obrigada- digo rindo, essa menininha havia me surpreendido. 

- Por que você estava chorando?

- Briguei com minha mãe...- ela me olhava atentamente.

- Não fica assim! Minha mamãe também briga comigo quando eu como o chocolate sem ela deixar, mas depois ela me abraça e me dá outro. - ri com aquela comparação. Por que as crianças enxergam tudo de uma forma mais... inocente?

- Na próxima eu peço a permissão para ela então... mas nunca antes da janta.-ela sorriu e, isso me fez cair na gargalhada. Havia esquecido que, á alguns minutos atrás, eu estava me afogando em lágrimas. 

- Minha mamãe deixa comermos agora. Quer vir comigo pra minha casa?- ela desceu de sua casa da árvore, sentando em meu colo. 

- Hum... não sei...

- Por favor- ela fez aquela carinha que só criança sabe fazer quando quer muito uma coisa. - Ok. - ela sorriu e me abraçou. Por um momento, achei estranho, mas logo me confortei. Levantamos á caminho da casa dela, e ela segurou em minha mão:

- Me chamo Jazmyn, qual o seu nome?

- É Alana- digo sorrindo. 

- É bonito. - ela ficou quieta por uns instantes. - É aqui- ela desse animada e me puxou com força para uma rua estreita. 

Paramos na frente de uma casa enorme. Com um imenso jardim e uma enorme piscina. 

- Você mora aqui?- pergunto impressionada. Ela apenas balança a cabeça em forma de afirmação. - Seus pais são traficantes?

- O que é isso?- ela me encarava.

- Nada querida. 

Jazmyn abre as imensas portas e me puxa com mais força para dentro da casa. Ela é bem maior dentro do que se aparenta por fora. Ela me leva até uma sala, onde vejo um moço e uma moça, os dois sentados em sofás diferentes. Ele lia m jornal e, ela um livro no qual me parecia familiar. 

- Mamãe, papai, essa é a Alana, minha nova amiga.- os dois me encaram assustados. Me observam de cima a baixo e, me sinto desconfortável.

- O-oi...

- Olá- eles se olham por uns segundos e depois sorriem para mim. - Ora, que desrespeitoso da minha parte- a moça se levanta e vem até mim- Prazer Alana, me chamo Nicole, mas pode me chamar de Nicol ou apenas Ni. - ela era uma mulher muito bonita. 

- E eu, me chamo Bruce- o homem vem até mim e entende sua mão. 

- Vamos, quero brincar com você. Mamãe, papai, vou com Alana preparar biscoitos e chá.- Jazmyn me puxou até outro comodo da casa, supostamente, a cozinha. 

[...]

 

Quando terminamos de preparar as coisas (depois de muita bagunça), levamos as coisas para a sala. 

- Hum, estão uma delicia querida- disse Bruce, sorrindo para Jazmyn. 

- A Alana me ajudou papai. - sorri, mas ainda estava incomodada por estar ali. Ouço alguém fechando a porta com força. Mas não tive interesse em olhar para trás. A´te ouvir aquela voz...

- Cheguei. - me viro e, sim, havia acertado. Era ele. Mas, por que estava tão surpresa? Mal o conheço. - Você tá me seguindo?- ele me encara e sorri maliciosamente. 

- Não Jus, ela é minha nova amiga- Jazmyn me abraçou forte. 

- Ela é muito velha para ser sua amiga- ele foi até ela e á abraçou, carregando-a e dando vários beijinhos em todo o seu rosto. 

- Não- ela diz emburrada, me fazendo sorrir. 

- Bom, já esta ficando tarde e, tenho que ir embora. - digo me levantando. 

- Já?- Nicole havia se levantado e, me deu um abraço. - você será sempre bem-vinda aqui. Sr. Bruce também se levantou, mas não disse nada. 

- Vamos, eu te levo!- Justin segura suas chaves e, rapidamente já espera do lado de fora.

- Não preciso da sua ajuda.- digo ríspida.

- Pare de ser orgulhosa, vai chover. E outra, é só uma carona. - ele abre a porta do carona para mim e, hesitando um pouco, aceito a carona. 

Não nos falamos muito. Na verdade, não nos falamos. Ficamos em silêncio em todo o percurso. Bem, quase

- Você ainda não respondeu minha pergunta. - ele olhava atento para as ruas enquanto dirigia. 

- Que pergunta?

- Do por que você está aqui. 

- Só vim visitar minha tia...- digo sem tirar os olhos das minhas mãos. Eu estava tremendo. Ele parou o carro dois quarteirões atrás da cada da tia Liz. Tirou o sinto de segurança e se virou para mim. 

- Não precisa mentir para mim Alana, não vou te fazer mal. Só quero que me conte...

- Garoto... eu nem te conheço. Por que você quer saber tanto de mim?

- Por que... eu quero saber qual o motivo da vida ter te trazido de encontro com a minha. - ri da situação. 

- Tipo, destino?- digo entre risos. 

- Não, coisa de viado isso. Quero saber por que você largou a vida da cidade grande veio pra cá, onde as pessoas só vêm quando se cansam da vida. 

- Eu vim por que minha mãe se cansou de mim na vida dela. - digo mais para mim do que para ele. Ele ainda me olha, talvez, esperando uma resposta. Mas então, coloca seu sinto novamente e continua a pequena viagem. 

Ele para em frente da casa de tia Liz, mas nenhuma luz está acessa e, não está tão tarde. Então, suponho que tia ainda esteja na loja. 

- Alana?-Justin estava com um tom suave. 

- Sim?

- Sei que vai parecer muito estranho mas...

- Mas o que?- ele me olhava estranho. Seus olhos cor de mel brilhavam.

- Estou com uma vontade enorme de te beijar. - Que?! Fico sem reposta e, ele se aproxima cada vez mais de mim. Sinto minha respiração falhar e, sinto novamente o cheiro de seu hálito. Não como na primeira vez, que cheirava a cerveja. Era um cheiro de hortelã, misturado com seu perfume meio amadeirado. Ele passa a mão pelos meus cabelos e, sinto aquele famoso frio na barriga que sentimos. Mas não como o primeiro beijo, mas sim aquele frio que sentimos que uma coisa é errada, mas é deliciosamente chamativa.

 

[...]

 

 

 


Notas Finais




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