História Secrets of Silvermount - Interativa - Capítulo 2


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Palavras 1.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


dessa vez não é fake
é divulgação com capítulo de verdade, um prologuinho que eu espero q vcs gostem, de verdade, porque nesse dá pra entender um pouco mais da relação da Agnes com os amigos dela
porque, na verdade, os amigos da Agnes não eram exatamente todos "amigos" entre si, mas eles estavam juntos por causa da Agnes
"Tipo a Alison que juntou quatro meninas completamente diferentes e fez elas se tornarem melhores amigas?"
É bem parecido, mas não é a mesma coisa, porque tem gente ai no meio que não se gosta
por isso mesmo tem gente soltando umas shades aí
"AH, MAS EU IA ENVIAR UM PERSONAGEM AMIGO DA AGNES E ELE NÃO APARECEU AÍ"
envie seu personagem amigo da Agnes, pode enviar, só q ele não tava junto quando eles acharam o corpo
bom pra ele, pq neh, achar um corpo não é legal, não é mesmo?
anyway, vou parar de falar, e espero que gostem ^^

Capítulo 2 - Just One More NormAl Night


O celeiro da família Godge nunca teve uma definição apropriada o suficiente. Josh sempre disse que era um lugar para onde as pessoas da família fugiam quando a vida estava uma completa merda. Agnes dizia que era um plano para um loft que acabou dando errado. Thomas dizia que era apenas um lugar onde eles juntavam as tralhas que não tinham mais utilidade, tanto que não se sabia se vendiam, doavam ou simplesmente jogavam fora. Beatrice dizia que era o lugar onde guardavam coisas que não queriam ver por algum tempo, incluindo algumas pessoas da casa que dormiam lá por estarem com problemas com a família. E todas as pessoas de fora da família diziam que era o lugar perfeito para dar festas, se não fosse a menos de dez metros de distância de sua casa e de seus pais.

Não podia se chamar o lugar de “modesto”, pois tinham duas TVs, dois frigobares, internet, um quarto de casal, um quarto onde se guardava uma pilha de coisas inúteis e uma espécie de sala, que consistia em um longo espaço dominado por um sofá cinza pequeno, vários pufes que os filhos foram jogando ali ao longo do tempo, o frigobar da sala e um móvel de madeira que servia como apoio para a televisão e para guardar algumas coisas que normalmente ficariam próximas de uma televisão, e toda essa área era coberta por um tapete sujo que não tinha nem mais uma cor definida, de tão velho que era, mas que, segundo os irmãos Godge, um dia já fora verde escuro.

Geralmente o espaço era usado ou como abrigo para quem estivesse brigado com a família ou simplesmente não quisesse ficar em casa, ou para festas do pijama, na época que Agnes tinha seus treze anos, ou, como os irmãos faziam mais recentemente, noites – que se transformavam em madrugadas – de filmes entre amigos.

Essa pretendia ser uma dessas noites.

– Já chega, eu vou ligar pra eles. – disse Aurora, se levantando de um pufe.

– Aurora, eu já te falei, eles já estão chegando. – Josh disse, ainda sentado no sofá.

– Até o Nate já chegou e eles estão atrasados. Eu vou ligar pra eles para saber o que está acontecendo!

– Estamos falando da Agnes e do Jacob. – disse Max. – Ela provavelmente tacou o foda-se na gente e arrumou algum lugar pra ficar com ele.

– A gente combinou que ia ver Psicose primeiro hoje. – disse Frank. – É um dos preferidos dela.

– E o Jay não faria isso. – disse Nate.

– Se ele tivesse a mínima chance de pegar a Agnes, acha que ele recusaria? – perguntou Max.

– Vamos todos ignorar que estamos falando da minha irmã!

– Ah, que bonitinho, ele se preocupa com ela! – disse Aurora, irônica. – Não acha que você deveria estar preocupado com a demora dela?

– Esquece isso, Aurora. – disse Frank, tentando tranquilizar a garota. – Daqui a pouco ela aparece e o Jay também. E vamos todos juntos assistir filmes do Tarantino, ok?

– Pulp Fiction primeiro! – gritou Nate.

– Ah, qual é, Django primeiro! – disse Max.

– Faz séculos que a gente não vê Kill Bill. – disse Josh.

– Eu voto em Kill Bill! – disse Frank.

– Eu voto em Django! – disse Aurora.

– Cadê a Agnes quando eu preciso dela para votar em Pulp Fiction? – perguntou Nate.

– Ela votaria em Cães de Aluguel, cara. – disse Frank.

Era sempre assim nessas noites, e todos podiam se lembrar bem: eles diziam que o primeiro filme iria ser Psicose, antes que as pessoas começassem a dormir – e com pessoas queriam dizer Nate, Jacob e Josh – e logo todos sugeriam um filme diferente. Até mesmo quando faziam suas maratonas de Hitchcock, Psicose nunca era o primeiro, e eles acabavam nunca assistindo o filme.

Se fosse uma noite comum, eles acabariam começando com um filme que todos sabiam que gostavam, mas nunca votavam como o primeiro, e a maratona iria se seguindo ao longo da madrugada até Agnes e Aurora serem as duas acordadas e, por essa vantagem, elas poderiam ir para a casa dos Godge ou para o quarto de casal do celeiro e dormir em uma cama de verdade, em vez de dormirem jogadas no sofá ou no chão.

Mas não era uma noite comum.

– Quer saber, tô com fome. – disse Nate. – Alguém vem comigo pra fazer a pipoca?

– Eu vou. – disse Frank.

– Eu vou, mas não vou ajudar vocês. – disse Aurora. – Vou sair para ligar pra Agnes.

Aurora, Frank e Nate seguiram pelo terreno dos Godge, Frank e Nathan adentraram a casa, mas Aurora ficou do lado de fora, olhando os meninos pelas grandes janelas do andar de baixo, afinal dentro do celeiro não tinha sinal de celular. Enquanto isso, Josh e Max ficaram sozinhos dentro do celeiro, até que Josh começou a ouvir um barulho estranho. Eram como gotas caindo de algum lugar alto, como se houvesse uma goteira no telhado do celeiro, porém era verão e não chovia na cidade fazia algumas semanas.

– Você ouviu isso? – perguntou Josh.

– Parece que veio lá de trás.

Josh e Max foram andando até o fim da ampla “sala”, que era um pequeno corredor que tinha o fim em um banheiro, e dos dois lados haviam portas, a da direita levava ao quarto de casal e a da esquerda levava ao quarto de guardar coisas inúteis. Na esquina da parede mais alta, que levava até o teto, com a parede do quarto de casal, havia uma goteira escura, que não parecia ser de água. Josh esticou sua mão de leve, e uma gota vermelha pingou em seu dedo anelar.

– Meu Deus, isso é…? – perguntou Josh, sem acreditar.

– É sangue. – constatou Max. – E está vindo do teto? – perguntou, olhando para cima. – Como isso é possível?

– Melhor a gente ir ver. – disse Josh. – Talvez algum pássaro tenha morrido, só isso. Pega a escada no outro quarto, que eu vou lá fora ver. Vamos precisar da escada para tirar o que quer que seja de lá de cima.

Max foi na direção do quarto pegar a escada e Josh foi para fora do celeiro, vendo Aurora de costas para o celeiro e de frente para a casa bem ao longe no terreno, e foi andando até o lado direito do celeiro, tentando ver alguma coisa que pudesse estar sangrando em cima do telhado, no escuro da noite.

Ele não teve que procurar muito, pois era inevitável de se ver o corpo de sua irmã no telhado do celeiro, sangrando por vários cortes diferentes ao longo de seu corpo todo, e que eram visíveis pois o corpo estava completamente nu. Quando o choque inicial passou, Josh caiu de joelhos no chão e começou a chorar e a gritar, dizendo para que algum de seus amigos chamasse a polícia. Ele somente foi ouvido quando Max apareceu carregando a escada, mas sua reação foi gritar o nome da amiga morta e chamar pelos outros, que logo vieram. Aurora chamou a polícia, aos prantos, mas foi a única que conseguiu realizar o ato.

Quando as sirenes iluminaram as ruas, os adolescentes foram retirados do meio do gramado, e levados às viaturas para depor sobre o corpo que fora encontrado.

A morte de Agnes em pouco tempo se tornou o maior assunto da cidade pequena. Todos ficaram sabendo e choque foi geral. Agnes tinha se tornado o centro das atenções mesmo morta, virando o maior caso da polícia da cidade, o maior envolvimento local em memoriais dedicados à ela, mesmo que poucos além dos cinco adolescentes que encontraram seu corpo tivessem boas lembranças dela.

E tudo aconteceu em uma noite que deveria ser comum.


Notas Finais


eu também to divulgando porque falta uma semana pro prazo acabar
o próximo capítulo vai sair, provavelmente, dia 15/9, que é o dia que acaba o prazo
comentem o que acharam desse capítulo, por favorzinho, porque eu quero saber se vcs gostaram ou não, blz?
sejam honestos, pls
até dia 15/9 ou até os comentários
Kisses - TheBlingRing


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