História Secrets of Silvermount - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~

Visualizações 68
Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


dps do prazo acabar, finalmetne eu pude vir aqui com o capítulo para postar os aceitos e também pra postar mais um prologuinho
sim, o primeiro capítulo será o próximo
quando saí? ainda não sei, mas provavelmente semana que vem
depois que o roteiro já estiver completamente pronto, provavelmente a postagem será semanal, a não ser que eu tenha problemas pessoais ou de saúde ou o famigerado bloqueio criativo
vocês serão sempre avisados CASO eu não possa postar (e eu não quero nenhum comentário de gente puta quando eu não puder postar!)
SOBRE OS ACEITOS tenho alguns avisos a dar:
1- foram colocados apenas os personagens adolescentes no jornal dos aceitos, porém vários dos pais dos personagens e a ficha do professor que foi enviada vão aparecer também. Se o seu personagem for como o pai da Nickie e for policial então, putaqpareo, vai aparecer e mutcho nessa fanfic, assim como irmãos mais novos e mais velhos que morem na cidade, pais, parentes
2- NEM TODOS OS PERSONAGENS NO JORNAL SÃO LIARS (a.k.a perseguidos por - A) alguns deles são "figurantes" q eu decidi não botar para sofrer ou gostei da personalidade mas não gostei do segredo, etc.
3- Se o seu personagem não for aceito, não vem me xingar nos comentários ou na MP. Se você fizer isso, estou muito feliz em ir denunciar o seu usuário por desrespeito e discurso de ódio. Agradeço a compreensão.
4- Se o seu personagem for aceito e sofrer pra caralho e ficar traumatizado, sinto muito, e por favor não venha me xingar!
5- No jornal foram colocados os aceitos em ordem desalfabética (de Z a A)
6- Sugiro que leiam o jornal ouvindo Secret, das The Pierces (a.k.a música de abertura de PLL)

enfim, era só isso que eu tinha pra falar
também queria agradecer a todos que favoritaram, enviaram fichas e estão acompanhando e comentando a fic
também gostaria de mandar um beijo e um abraço pros meus amigos q finalmente decidiram criar conta no spirit, aqueles putos q eu to obrigando a lerem pelo menos um capítulo e me falarem a opinião deles (se não fizerem isso vou entrar nos RPGs de madrugada e matar tudo os personagens deles enquanto eles dormem)
também quero agradecer à Academia OK, AGORA CHEGA
espero que curtam o cap e nos vemos nas todas finais

Capítulo 3 - LiArs


A delegacia era um lugar quase que completamente cinza e frio, tudo era feito de metal ou aço e nenhum lugar parecia ser minimamente aconchegante ou sequer normal. Não havia nenhum lugar onde qualquer um deles pudesse se esconder para tentar lidar com tudo que acontecera com eles em menos de meia hora.

Em menos de meia hora, descobriram que a melhor amiga deles estava morta; Em menos de meia hora, viram quase a cidade inteira lhes encarando com olhares de desconfiança; Em menos de meia hora, eles já estavam sentados em salas separadas na delegacia, onde eram vigiados até alguém entrar lá e começar a fazer perguntas para eles. Perguntas que, definitivamente, não seriam apropriadas para alguém que tinha acabado de descobrir a morte de uma amiga.

Aurora estava chocada, olhando para as próprias mãos enquanto algumas lágrimas desciam por seu rosto. O tempo tinha passado tão rápido enquanto ela chorava pela perda de Agnes que ela não tinha mínima ideia do que fazer. Aurora nunca fora de sair chorando, mas naquele momento não conseguia – nem tentava – conter as lágrimas que saiam de seus olhos. Quando ouviu a porta ser aberta, por um milésimo de segundo acreditou que ela viraria sua cabeça para o lado e veria Agnes entrando naquela sala, com um sorriso vitorioso no rosto, enquanto diria algo como “Se eu soubesse que você cairia em uma brincadeira como essa tão fácil, teria tentado antes!”. Mas, obviamente, não foi isso que aconteceu, e ela avistou dois policiais entrando na pequena sala cinza quando virou a cabeça para o lado, e não sua melhor amiga.

– Espero que esteja mais calma, srta. Deville. – disse o policial que se sentava na cadeira do outro lado da mesa metálica.

– Você estaria, se tivesse encontrado o corpo da sua melhor amiga no telhado da casa dela? – perguntou Aurora, com certa raiva, secando suas lágrimas antes de encarar o policial.

– Você não precisa fazer com que isso dure mais tempo do que o necessário. – disse o oficial sentado do outro lado da mesa.

Aurora se afastou um pouco da mesa metálica empurrando a cadeira onde estava sentada para longe da mesa, cruzando os braços depois de fazê-lo, assumindo seu semblante duro como sempre.

– Você pode ficar a noite toda aqui nos dando patadas ou você pode responder nossas perguntas rapidamente e ir para casa. – disse o outro policial, que estava em pé ao lado do outro policial.

– Eu realmente posso ficar a noite toda descontando minha raiva em vocês? – perguntou Aurora, fingindo certa inocência.

Aurora observou os policiais por um tempo, olhando os nomes que os distintivos apresentavam, Ross e Porter, e “apreciando” como tinha conseguido irritá-los levemente. Obviamente os dois estavam cansados, já que já era de noite, porém Aurora não dava a mínima. Depois da tristeza, que era o principal sentimento que sentia naquele momento, vinha a raiva. E, depois de algum tempo, acabou por concordar com a cabeça e se aproximar novamente da mesa, disposta a responder às perguntas.

Em outra sala, tão pequena, tão fria e tão cinza quanto a que Aurora e os outros adolescentes tinham sido deixados, Max estava sentado na cadeira encarando o policial a sua frente, um pouco nervoso. Ainda estava um pouco confuso com tudo o que tinha acontecido.

– É ruim vê-lo aqui de novo em tão pouco tempo, Hudson. – disse o delegado Ross, se sentando na cadeira de frente para ele.

– Nunca achei que você voltaria a depor por causa de um corpo, Max.

– Dessa vez, pelo menos, nem tudo aponta para mim.

– Não estamos aqui para voltar a falar do Charlie. – disse Porter, vendo o garoto suspirar.

Max ignorou o comentário do ex-marido de sua mãe e olhou para cima, antes de começar a falar:

– Eu estava pegando a escada quando o Josh gritou nos chamando. Tinha sangue pingando do teto, então achamos que era sangue de um pássaro que tinha morrido e caído no telhado do celeiro.

Jackson fez um sinal afirmativo com a cabeça, antes de começar uma série de perguntas banais sobre aquela noite e o que eles estavam fazendo, até finalmente parar e fazer as perguntas que importavam verdadeiramente para ajudar achar o assassino. Perguntas sobre Agnes.

– Qual foi a última vez que você viu ou falou com a vítima?

– Na escola, sexta-feira, mas a última vez que falei foi quando ela me ligou no sábado, às 18:00 mais ou menos. – respondeu Max.

– Sexta-feira, na escola, quando eu dei a ideia de fazermos nossa última madrugada vendo filmes juntos no domingo, antes das aulas começarem amanhã. – respondeu Frank. Gaguejava as vezes, por ainda estar chocado e nervoso com a descoberta da morte de Agnes.

– A última vez que eu vi foi na nossa aula de Física, penúltimo tempo de aula da sexta-feira. – Nate respondia e se lembrava das coisas de maneira mais lenta, e era difícil falar sobre ela assim que tinha descoberto que estava morta. – A última vez que eu falei com ela foi quando Josh me ligou para tentar me convencer a ir. Eu não falei exatamente com ela, mas ouvi ela gritando para Josh que eu sempre dizia que não ia e era o primeiro a chegar.

– A última vez que falei com a minha irmã foi em casa, no sábado. Ela saiu perto das sete horas da noite, e ia encontrar o Jacob Hastings, nosso amigo.

– Ela me ligou no sábado, dizendo que iria passar na minha casa antes de ir na casa dos Hastings, falar com o Jacob. Como ela não apareceu, eu fui sozinha para o celeiro, mais ou menos as nove horas.

– Ela ia encontrar o Jacob Hastings. Tem alguma ideia do porquê?

– Não tenho ideia. – todos mentiram.

– A quanto tempo conhecia Agnes?

– Fazem cinco anos.

– Desde os 14 anos.

– A conheci dois anos atrás.

– Somos amigas desde os 15 anos.

– Neste tempo em que conhecia Agnes, acha que ela poderia ter provocado raiva em alguém ou feito alguma coisa que pudesse ter feito alguém ter motivo para matá-la?

– Sim.

– Todo mundo sabia que não podia mexer com ela. – respondeu Frank, desviando discretamente o olhar do homem que fazia as perguntas para o em pé próximo a mesa. O pai de Nicolette. – Mas não era como as populares da escola ou qualquer coisa parecida. – voltou a olhar para Porter, agora mais sério. – Era de verdade.

– Uma verdade é que a minha irmã provocava raiva em muita gente, mas ela sabia controlar essas pessoas. Nunca deixaria a raiva de alguém chegar a este ponto.

– Agnes não tinha muitos limites, na maioria das vezes. – respondeu Max. – Não era de sair batendo nas pessoas ou sendo violenta, afinal ela tinha eu, Cassie e Aurora pra fazer isso por ela, mas sabia como fazer alguém ter raiva.

– Muita gente tinha raiva da Agnes, mas duvido que alguém fosse tão estúpido para desistir da própria vida para matá-la e ir para a cadeia. Se desistissem da própria vida por ela, ela estaria ganhando, e todo mundo podia perceber que era por isso que, com a maioria das pessoas, ela era má. – Aurora estava levemente revoltada desde que vira o pai da Queen Bee a interrogando pelo assassinato de Agnes, sendo que a pessoa realmente suspeita, pelo menos em sua cabeça, era sua própria filha. Por isso mesmo, não segurou um leve comentário. – Acho que as únicas pessoas que seriam burras o suficientes para esquecer que homicídio dá cadeia seriam as garotas do grupinho da sua filha, Nicolette.

Os policiais ignoraram o comentário de Aurora, apenas seguindo em frente com as perguntas para ela. Pelo que já conheciam por seu histórico com a polícia, ela não era uma pessoa que costumava conter sua agressividade.

– Você tinha raiva de Agnes? – perguntou o delegado Ross.

– É sério? Ela era minha melhor amiga!

– Responda a pergunta, srta. Deville. – reforçou o outro policial.

– Não, eu não tinha!

– Minha irmã foi assassinada e essa é a pergunta que vocês me fazem? É claro que eu não tinha raiva da Agnes! – mentiroso.

– Não. – respondeu Nate, simples. Mentiroso.

– Não. – respondeu Frank, assustado com a pergunta, mas sem gaguejar desta vez. Eram apenas três letras, e era fácil dizer a verdade.

– Se eu tinha motivos para ter raiva? É claro que eu tinha. – respondeu Max. – Mas eu aprendi com o tempo que guardar rancor de Agnes era impossível. – mentiroso. – No final, você sempre precisaria dela.

E a noite se seguiu com mais perguntas, cada vez mais indelicadas para alguém que tinha acabado de perder uma melhor amiga, ou uma irmã, ou algo mais. A noite se transformou em madrugada para alguns, que esperavam que fosse apenas mais uma madrugada assistindo filmes de terror entre amigos.

Nenhum deles estava vivendo um filme naquele momento, mas com certeza toda a madrugada e os dias até a tarde do funeral foi um terror. E continuaria sendo graças à pessoa que tinha começado tudo aquilo: O assassino de Agnes, que estava disposto a caçar estes mentirosos até que toda a verdade fosse exposta.

“Vocês tinham medo de Agnes com seus segredos?

Esperem para ver o que eu posso fazer!

– A”


Notas Finais


VOLTEI
TURUBOM?
GOSTARAM? ODIARAM?
por favor, diga o que acharam nos comentários ou por mensagem da fumaça e, se vcs forem X-Mens, por telepatia
ok, bjo tchau


to brincando, tá aqui o link do jornal dos aceitos: http://socialspir.it/10347988
(e vão se ferrar vcs q me stalkearam e já viram os aceitos) (SIM, TO FALANDO DE TU ANA PAULA)


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