História Secrets Of The Past - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Brittany S. Pierce, Burt Hummel, Elliott Gilbert, Finn Hudson, Hunter Clarington, Jefferson "Jeff" Sterling, Kurt Hummel, Mercedes Jones, Nick Duval, Noah "Puck" Puckerman, Personagens Originais, Quinn Fabray, Rachel Berry, Sam Evans, Santana Lopez, Sebastian Smythe
Tags Blaine Anderson, Glee, Klaine, Kurt Hummel
Exibições 112
Palavras 3.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, eu sumi néh? Mas, tenho uma explicação.
Estava em semana de prova na faculdade, e quando tentava escrever algo me bloqueava (o peso da culpa dos estudos), então deixei para escrever quando elas acabassem para que fizesse algo bom. E aqui está. Finalmente terminei o capítulo, e ele vem com TUDO. E bom, até agora só tirei de 9,0 para cima nas provas, então fiz algo de bom! <3

Quero agradecer a paciência de vocês e espero que me perdoem pela demora!! <3

ANTES DE MAIS NADA, POR FAVOR, QUANDO FOR NA HORA DO SHOW, ESCUTEM A MÚSICA BOUND TO YOU DO FILME BURLESQUE, CANTADA PELA CHRISTINA AGUILERA, E QUE TAMBÉM ESTÁ NO CD DO B AND THE BOYS!! POR FAVOR! Link nas notas finais!


Espero muito que gostem!!

Capítulo 27 - Capítulo 27


SOTP – Capítulo 27

 

LONDRES

 

MAIO/2017

Após o casamento de Nick e Jeff, os mesmos passaram quase duas semanas de férias em sua lua-de-mel. Blaine conversou com Quinn e Puck, sobre Isabel e Richard, lhes contando toda a história. A loira ficou muito feliz em descobrir que Isabel era mãe do moreno, pois a menina odiava Pam.

Mas, uma duvida ficou entre os três. Se Richard iria se separar de Pam, todo aquele teatro de “Blaine ser hetero” poderia acabar, não? Isso era o que Quinn pensava, mas para o moreno, ainda não era a hora para revelar seu segredo. A banda estava começando a estabilizar sua carreira, e uma noticia como essa num mundo extremamente preconceituoso não seria bom, por mais que Nick e Jeff tenham se casado, eles já eram assumidos e já eram um casal quando iniciaram; mas Blaine, tinha a imagem de homem casado e pai de família. Além de que, o avô de Blaine era alguém vingativo e preconceituoso. Ele não podia errar, não agora.

Durante esses dois anos, a banda fez uma parada nos shows, Blaine focou em sua filha e em suas músicas, precisava muda um pouco o estilo da banda, escrever músicas mais animadas. Ele e Quinn planejaram os próximos detalhes da próxima turnê, que já seria o lançamento do CD novo e a gravação do segundo DVD da banda. O primeiro DVD vendeu como água, e a banda já tinha seus prêmios na estante.

Nessa pausa, Quinn foi contatada por alguns produtores de filmes, que queriam músicas da banda como trilha sonora. A loira fechou contrato com alguns e também entrevistas com jornalistas e programas de televisão. B and The Boys era uma das bandas mais faladas do mundo, o sucesso era tremendo.

~♥~

- Ah mamãe, foi muito legal. – contava Beth animada. – Vovô transformou a escada em um escorrego. Não me pergunte como, eu não sei. Mas foi divertido, até a vovó surfou no colchão.

- Da próxima vez nos chame, quero me divertir assim também. – a loira disse rindo e balançando a mão da filha.

- Eu até chamaria, se você não fosse tão ocupada. – Beth falou, ficando com uma expressão triste.

- Desculpe meu amor, durante esses anos eu estou cuidando mais do negócios do que da família. – a mulher se abaixou na direção da filha e olhou em seus olhos, verde no verde. – Me perdoe querida, prometo me dedicar mais a você e aos seus papais.

- Tudo bem, mamãe. – a menina sorriu e deu um beijo na bochecha da loira.

Elas estavam andando pelo centro de Londres, com algumas sacolas nas mãos. Beth já estava com onze anos, e algumas de suas roupas já não lhe serviam, então sua mãe prometeu leva-la para uma tarde das garotas, onde comprariam algumas roupas para as duas. Foram em várias lojas, compraram desde vestidos a sapatos, estavam cheias de sacolas quando encontraram Blaine e Puck sentados em um café, conversando.

- Hey meninos. – chamou a loira.

- Meu deus, vocês assaltaram as lojas? – perguntou Blaine.

- Quase isso papai. – disse Beth rindo. – Oi pai... – sussurrou a mesma falando com Puck. Ela não podia chama-lo de “pai” em público, por conta do segredo deles. – Eu quero tomar sorvete.

- Mas, nós vamos almoçar agora querida. – Blaine disse sorrindo e deixando sua menina sentar em seu colo. – Depois do almoço o papai compra um montão de sorvete pra você.

- Ah, papai... Eu quero um monte de maquiagens iguais as da mamãe. – Beth sorriu.

- Borboleta, você é muito nova para maquiagem. – Puck falou baixo, tentando convencer a filha sobre isto.

- Ah não, eu já tenho onze anos. – a menina bateu o pé no chão, totalmente contrariada. – Mamãe...

- Querida, seus pais tem razão, você é muito nova para maquiagens. Quanto mais nova se começa a usar, mas cedo você fica com a aparência de uma velhinha.

- Ah, não. Não quero ter um rosto cheio de rugas cedo. – ela disse balançando a cabeça. – Mas, a vovó Isa não parece velha.

- Porque ela não usa muita maquiagem, e você é linda assim.- Blaine puxou a menina para seu colo e lhe deu um abraço. – Agora, vamos comer, minha barriga esta roncando.

- Não é sua barriga, é os visitantes que moram nela. – disse Beth rindo.

- Ah, e mocinha? Saiba que estes visitantes estão famintos. – o moreno pegou a menina no colo, e começou a brincar com a mesma.

Puck pegou as várias sacolas das mãos de Quinn e foi em direção ao carro, guarda-las. E logo depois assumiu sua função de “segurança”, acompanhando a família enquanto entravam no restaurante. Todos os fãs da banda sabiam que Puck era o segurança de Blaine e Quinn, mas também sabiam que ele era uma amigo íntimo e que sempre almoçava e participava do dia-a-dia da família como um deles e não um mero serviçal.

Todos estavam sentado à uma mesa redonda, Puck ao lado de Quinn, Beth ao lado da mãe e ao lado de Blaine, que por sua vez estava ao com uma cadeira vaga ao seu lado. Fizeram seus pedidos e ficaram conversando, na verdade escutando Beth narrar como havia sido o dia anterior na casa dos avós. Quando a comida chegou a mesa, todos começaram a saborear seus pratos calmamente, as vezes Blaine ajudava a filha quando a mesma melava o queixo com o molho.

Estavam na sobremesa, quando um homem completamente de preto sentou ao lado do moreno. Todos pararam de comer e encararam o rapaz, que estava de óculos escuros e uma expressão séria no rosto. Blaine engoliu em seco e Puck segurou a mão da namorada por baixo da mesa, observando cada detalhe de movimento do homem caso algo acontecesse.

Mas, o rapaz apenas tirou um envelope do bolso interno do terno e entregou ao moreno, se levantando em seguida e saindo do restaurante; deixando quatro pessoas nervosas e intrigadas.

- O que foi isso? – perguntou a menina confusa.

- Não sei querida, termine sua sobremesa para irmos embora. – Quinn pediu dando um sorriso nervoso, e alisando a cabeça da filha.

- Blaine? – chamou Puck, olhando para o moreno, esperando alguma reação.

O Anderson continuava estático, pensando sobre o que acabara de acontecer e tentando se acalmar do susto. Ele apenas respirou fundo e balançou a cabeça, tentando voltar a raciocinar e deixar seus pensamentos nos eixos. O moreno abriu o pequeno envelope e tirou o bilhete de dentro, lendo em seguida.

“Cuidado com os seus atos, estou lhe observando de perto. Qualquer passo fora da linha e sofrerá as consequências. – T.A.”

O coração do moreno acelerou. Ele sabia o que aquilo significava e sentiu o ar faltar em seus pulmões. Quinn continuava a encarar o marido, enquanto apertava a mão de Puck novamente. Beth estava absorta, comendo o resto de sua sobremesa.

1...2...3...

Blaine contou ao respirar fundo, a cada número que ecoava em sua mente. Ele sabia que mais cedo ou mais tarde, isso iria acontecer. Não tinha escolha, ele era vigiado vinte e quatro horas por dia.

- Blaine... – Quinn chamou novamente.

- Vamos embora. – foi a única coisa que ele sussurrou. Puck foi pagar a conta e logo pegou Beth nos braços, indo para o carro. – Para a casa do meu pai, Puck.

O moreno pediu e respirou fundo, Quinn não aguentava de tanto nervosismo e segredos. Arrancou o bilhete das mãos de Blaine e ao ler, seu coração palpitou mais rápido.

- Droga... – sussurrou a loira. – Depressa, amor.

Puck acelerou mais o carro e em questão de minutos, estava atravessando os imensos portões da mansão dos Anderson. Blaine não esperou nem o carro ser estacionado e já correu para dentro da casa. Não percebeu que sua mãe estava sentada no sofá, lendo um livro; apenas correu casa adentro, indo até o escritório do pai.

- Querida, fique alguns minutinhos com a vovó. Eu e seus pais, junto com seu avô iremos resolver alguns probleminhas. – Quinn disse dando um beijo na bochecha da menina.

- Tudo bem, mamãe. – disse Beth, com uma expressão triste.

- Hey borboleta, que tal irmos a cozinha comer um bolo de morango com chocolate? – Isabel disse sorrindo e segurando a mão da neta.

Blaine entrou no escritório do pai fazendo barulho ao abrir a porta rapidamente. Richard deu um pulo de sua cadeira e encarou o filho, suspirando aliviado.

- Você me assustou, querido. – ele disse rindo.

- Ele está me ameaçando. – Blaine praticamente gritou e jogou o bilhete na mesa do pai.

- Ele... – Richard iria repetir, mas o moreno foi mais rápido.

- Seu pai, meu avô, Thomas Anderson está me ameaçando. – Blaine gritou e escutou a porta ser aberta, e viu Puck e Quinn entrando no escritório.

Richard leu o bilhete pelo menos cinco vezes, ficando alguns minutos em silêncio. Quinn sentou-se em uma das cadeiras em frente a grande mesa marrom, Puck sentou em outro ao seu lado e Blaine ficou andando de uma lado para o outro passando a mão pelos cabelos.

- Blaine, você fez algo que pudesse o deixar furioso? – perguntou o homem calmamente.

- Eu... Não lembro. – Blaine disse começando a se desesperar.

- Sim, ele fez. – Puck disse rapidamente, fazendo com que todos ficassem surpresos.

- Alejandro. – Quinn falou a seguir.

- Isso, aquele babaca da produção do Brown. – Blaine falou furioso.

- Me conte o que aconteceu. – Richard pediu.

- Fomos a uma balada, uma noite, para comemorar o novo contrato. Eu bebi um pouco demais e Alejandro se aproveitou deste fato para me beijar. Ele vinha dando em cima de mim a semanas, e eu sempre negando. Mas, nesta noite ele me beijou. – Blaine contou calmamente.

- E depois desta noite, ele continuou perseguindo o Blaine. – Puck contou. – Eu tive que ter uma conversa muito séria com ele, e finalmente o cara deixou o Blaine em paz.

- Blaine, você precisa tomar cuidado. Thomas é uma pessoa ardilosa, e muito vingativa. – Richard se levantou. – Você precisa focar em sua banda no momento, esqueça essas festas e por favor, tome o máximo de cuidado possível. Puck, cuide dele.

- Certo, as ordens. – o rapaz sorriu.

- Eu só quero que tudo isso acabe. – Blaine desabou no sofá.

- Irá, tenha um pouco mais de paciência, só um pouco mais. – Richard sentou ao seu lado e o abraçou.

- Irei tentar. – o moreno disse com um sorriso triste.

 

AGOSTO/2019

Dois anos haviam se passado, e a família Anderson viveu um verdadeiro inferno durante esse tempo. Blaine tomava o máximo de cuidado possível, sempre andando com seguranças e focando apenas em sua família e banda. Depois da ameaça de Thomas, todos estavam preocupados. Foram dois anos de puro inferno. Blaine tentava de todas as formas não passar isso para seus fãs, e conseguiu com êxito seguir a carreira de sua banda com sucesso. Beth estava avançando nos estudos e estava se tornando uma menina muito bonita e inteligente, dedicada e esperta.

Naquela manhã, o telefone de Blaine começou a tocar repetidamente. O moreno estava em um sono profundo e não escutava o toque, Beth que estava passando pelo corredor, entrou no quarto do pai lentamente e se aproximou da cômoda, onde o telefone estava. Ao ver no visor de quem se tratava, atendeu sussurrando.

- Oi vovô...

- Ei querida, onde está seu pai. – perguntou Richard.

- Dormindo como uma pedra, não escuta o telefone por nada neste mundo. – ela disse rindo.

- Você pode acorda-lo, por favor?

- Claro vovô, só um minuto. – ela disse sorrindo e deixou o telefone em cima do criado mudo, no viva voz. Chegou bem perto do ouvido do pai e gritou. – PAPAI...

Ela bateu o travesseiro no rosto do moreno e o mesmo deu um pulo, caindo da cama. Richard gargalhava do outro lado da linha, assim como a loirinha, que chegou a cair na cama de tanto rir.

- O que houve, Beth? – Blaine perguntou atordoado e confuso.

- O mundo pode explodir e você não iria acordar, seu telefone estava tocando sem parar e o vovô quer falar com você. Desculpe pelo modo que lhe acordei, mas foi o único jeito. – ela falou rindo.

- Tudo bem sua traquina, eu irei falar com seu avô e você está atrasada para a escola. – o moreno bateu na bunda da menina que riu. – Ande logo, antes que leve uma bronca do seu outro pai.

- Bom dia papai, até mais tarde. – a loira deu um beijo da bochecha do moreno e sorriu. – Tchau vovô.

- Tenha um bom dia, querida. – Richard falou e logo depois escutou a batida da porta. – Blaine?

- Oi pai, o que aconteceu de tão importante para Beth me acordar desse jeito?

- Um acidente.

- Acidente? Com quem? Mamãe está bem? O senhor está bem? Meu deus, em que hospital estão? – perguntou o moreno nervoso, começando a correr pelo quarto atrás de uma roupa.

- BLAINE. - Richard gritou. – Calma, eu e sua mãe estamos bem. O acidente foi com outra pessoa.

- Quem?

- Seu avô e Pamela... – o homem disse pausadamente.

- O que? Pamela e vovô? Mas, ela... – o moreno sentou na cama. – Pai, me explique o que aconteceu.

- Preciso que você venha até aqui, o assunto é delicado e preciso que Quinn e Puck venham também. – o homem pediu.

- Tudo bem, chegaremos em uma hora. Ah, e por favor, peça para a mamãe preparar aquele café divino que eu comia ai, estou com muita fome e terei tempo de comer por aqui.

- Tudo bem, querido. Já estou indo para a cozinha. – Isabel disse rindo.

Blaine desligou a ligação e correu para o banheiro de seu quarto, tomou um rápido banho e trocou de roupa. Ao sair do quarto, percebeu que Quinn e Puck já haviam saído, provavelmente para levar Beth ao colégio e cuidar de algo relacionado ao novo show beneficente da banda que seria transmitido ao vivo para o mundo todo.

O moreno apenas mandou uma mensagem para o telefone de ambos e foi em seu carro para a casa de seus pais. Durante o caminho, foi escutando o arranjo musical de sua nova música, enquanto cantava a letra testando a nova melodia. A banda estava trabalhando em seu novo CD, o terceiro da carreira e junto com ele uma nova turnê completamente diferente do que faziam.

Depois de quase meia hora, finalmente chegou a casa dos Anderson. Atravessou os portões e estacionou o carro em frente as escadarias. Subiu as escadas de dois em dois, e ao entrar gritou o nome da mãe, mas pelo cheiro sabia que ela estava na cozinha.

- Oi mamãe. – Blaine disse a abraçando e dando um beijo em sua bochecha.

- Bom dia, querido. – Isabel sorriu e bagunçou os cachos do filho. – Suas panquecas estão quase prontas.

- Estou morrendo de fome. – o moreno se sentou em um dos bancos e colocou seus braços em cima da bancada. – O que aconteceu com Pamela e Thomas? Por um momento pensei que vocês tivessem se machucado.

- Não querido, fique tranquilo; estamos muito bem. Seu pai recebeu uma ligação, agora de manhã. – Isabel colocou as panquecas no prato e deu ao filho, que colocou a calda e começou a comer. – Bom, eu não posso adiantar o assunto, é um tanto delicado. Mas, que ao mesmo tempo de ser uma notícia triste, irá te libertar.

- Me libertar? – Blaine começou a pensar, mas a fome não o deixava chegar à conclusão nenhuma.

- Coma pequeno, espere Quinn e Puck chegarem e iremos ao escritório de seu pai. – ela disse sorrindo.

- Ok. – ele disse de boca cheia, fazendo a mão rir.

Após uma hora, Blaine estava conversando com sua mãe durante todo este tempo e seu pai não saia do escritório para nada. Quinn e Puck finalmente chegaram e os quatro foram para o escritório de Richard.

- Finalmente chegaram, sentem-se. – o homem pediu. – Tenho algo importante para dizer.

- Então nos conte logo, estou quase enlouquecendo. O que aconteceu com o vovô e a Pamela? – perguntou Blaine.

- Seu avô morreu esta manhã em um acidente de carro e estava acompanhado da Pamela. – Richard disse de uma vez.

- O que? – perguntou o moreno, sentindo seu coração palpitar.

- A Pamela? Mas o que ela estava fazendo com o Thomas? – perguntou a loira.

- Bom, Pamela era uma das espiões de Thomas aqui. Ela que vigiava Blaine e contava para ele sobre tudo o que acontecia, sendo os olhos e os ouvidos de Thomas. – o homem começou a explicar. – Por isto ela era tão dura com você, sempre cumprindo as ordem dele.

- Meu deus, eu nunca cheguei a desconfiar disto. Pensei que ela fosse tão má, por conta da mamãe. – Blaine falou chocado.

- Não sei o que eles iriam fazer juntos hoje, mas sofreram um acidente e os dois morreram. A herança dele passou para mim por direito, e bom... Você finalmente está livre.

- OH MEU DEUS... – Quinn gritou. – Você pode se assumir publicamente, Blaine.

Os olhos do moreno se arregalaram e seu coração deu uma cambalhota em seu peito. O Anderson sonhava com este momento a muitos anos, e finalmente iria acontecer. Mas, por um momento, sua respiração faltou. Havia ainda mais um problema.

- Brown. – Blaine sussurrou. – Ele pode não gostar da ideia disto, pode achar que vai trazer uma imagem ruim para a banda.

- Blaine, eu tenho Brown na palma das minhas mãos. Você acha mesmo que com todo o sucesso da banda, ele irá negar isto?! – perguntou a loira.

- E lembre-se daquela entrevista, que uma fã perguntou o porquê de você não ser gay, e que isso a deixaria muito feliz assim como muitos fãs. E você respondeu que se apaixona pelo coração das pessoas e não por seu sexo, praticamente afirmou que é bissexual, venhamos e convenhamos. – Puck disse rindo.

- Justamente, suas fãs iriam ficar felizes e você também. – Quinn sorriu. – Eu terei uma reunião com Brown hoje e irei tratar deste assunto.

- Meu deus, isto está mesmo acontecendo? – o moreno perguntou com os olhos marejados.

~♥~

- Atenção pessoal. – Blaine falou ao microfone e toda a multidão londrina se calou. – Eu preciso contar algo a vocês. Durante muito tempo, eu queria revelar algo sobre mim, mas tive que esconder por vários motivos. Agora, finalmente eu posso revelar, o que muitos pensavam que eu fosse... A música que eu vou cantar agora, eu fiz para o homem por quem me apaixonei e por quem eu ainda sou apaixonado, mesmo tendo me separado por conta do destino e distancia, mas eu ainda o tenho em meu coração. É ele, quem me traz inspiração para todas as minhas músicas, e é graças a ele que estou aqui, seguindo meu sonho.

O piano começou a tocar, junto com os violinos. A multidão gritava desesperada e feliz. Blaine sentou na frente do palco e começou a cantar para a multidão, de olhos fechados.

Sweet love, sweet love

(Doce amor, doce amor)

Trapped in your love

(presa em seu amor)

I've opened up, I'm sure I can trust

(Eu me abri, estou certa de que posso confiar)

My heart and I were buried in dust

(Meu coração e eu estávamos enterrados sob o pó)

Free me, free us

(Liberte-me, liberte-nos)

 

You're all I need when I'm holding you tight

(Você é tudo que eu preciso quando eu te abraço forte)

If you walk away I will suffer tonight

(Se você for embora eu vou sofrer esta noite)

 

I found a man I can trust

(Eu encontrei um homem em quem eu posso confiar)

And boy, I believe in us

(E cara, eu acredito em nós)

I am terrified to love for the first time

(Estou apavorada por amar pela primeira vez)

Can you see that I'm bound in chains?

(Você não vê que eu estou presa em correntes?)

I've finally found my way

(Eu finalmente encontrei meu caminho)

I am bound to you

(Estou presa a você)

I am bound to you

(Estou presa a você)

 

As fãs cantavam junto com ele, chorando de emoção, assim como o moreno. Todas elas sonhavam em ver Blaine se assumindo gay, mesmo sabendo que ele era casado com Quinn. Mas, nunca perderam a esperança e muito menos depois da entrevista do moreno.

 

So much, so young I've faced on my own

(Tanta coisa, tão jovem, que eu já enfrentei sozinha)

Walls I built up became my home

(Paredes que construí se tornaram meu lar)

I'm strong and I'm sure there's a fire in us

(Eu sou forte e tenho certeza de que há um fogo em nós)

Sweet love and so purê

(Doce amor e tão puro)

I catch my breath with just one beating heart

(Eu recupero meu ar apenas com um batimento do coração)

And I brace myself

(E eu me abraço)

Please don't tear this apart

(Por favor, nao rompa essa ligação)

 

I found a man I can trust

(Eu encontrei um homem em quem eu posso confiar)

And boy, I believe in us

(E cara, eu acredito em nós)

I am terrified to love for the first time

(Estou apavorada por amar pela primeira vez)

Can you see that I'm bound in chains?

(Você não vê que eu estou presa em correntes?)

I've finally found my way

(Eu finalmente encontrei meu caminho)

I am bound to you

(Estou presa a você)

I am bound to you

(Estou presa a você)

 

Suddenly the moment's here

(De repente, o momento está aqui)

I embrace all my fears

(Eu abraço os meus medos)

All that I have been carrying all these years

(Tudo pelo que eu venho desenvolvendo todos esses anos)

Do I risk it all?

(Eu arriscaria tudo?)

Come this far just to fall?

(Vir até aqui só pra cair?)

Fall

(Cair)

 

I've entrusted boy, I believe in love

(Eu tenho confiado cara, eu acredito em amor)

I am terrified to love for the first time

(Estou apavorada por amar pela primeira vez)

Can you see that I'm bound in chains?

(Você nao vê que eu estou presa em correntes?)

I've finally found my way

(Eu finalmente encontrei meu caminho)

I am bound to you

(Estou presa a você)

I am bound to you

(Estou presa a você)

 

I am,

(Eu estou,)

Ooh, I am

(Ooh, eu estou)

I'm bound to you

(Estou presa a você)

 

Ao terminar a canção, Blaine sorriu ao escutar os gritos e aplausos dos fãs. Finalmente sentia seu coração livre, uma sensação boa dentro de si. Suas lágrimas caiam como uma cachoeira, e alguns fãs jogaram flores vermelhas para o moreno, que sorriu e beijou cada uma delas. Ele havia esperado muitos anos por este momento, e agora todos haviam o apoiado e ficado ao seu lado. Faltava apenas ter o seu amor de volta, mas seu coração dizia que não faltava muito. Apenas alguns poucos anos, e o moreno havia esperado quase quinze anos, o que custava esperar mais alguns, não é?


Notas Finais


LINK: https://www.youtube.com/watch?v=7i2SupYmXpI

MEU DEUS, BLAINE SE ASSUMIU. FINALMENTEEEEE!!!
ME DIGAM O QUE ACHARAM, COMENTEM, FAVORITEM, RECOMENDEM PARA OS AMIGOS, FALEM NO TWITTER, FAÇAM QUALQUER COISA QUE ME DEIXA EMPOLGADA PARA ESCREVER O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!!!
VEJO VOCÊS PRÓXIMO SÁBADO OU ATÉ ANTES, DEPENDENDO DA MINHA ROTINA!! <3
BEIJOS!!


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