História Sedução Fatal - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Elle Fanning, Marina Ruy Barbosa, Megan Fox
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Bruxas, Demonios, Lesbicas, Magia, Possessão, Vampiras, Yuri
Visualizações 31
Palavras 1.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*Harriet Sandrine

Capítulo 2 - Exorcismo


Fanfic / Fanfiction Sedução Fatal - Capítulo 2 - Exorcismo

|Kansas City – Três meses atrás…


    Padre James acompanhava padre Pietro em mais uma sessão de exorcismo da menina Harriet Sandrine. A família Sandrine sempre fora devota e não compreendia como sua única filha podia estar possuída pelo mal, pelo demônio. Tudo começara com as vozes… Vozes que inicialmente Harriet acreditava serem de anjos celestes. As vozes diziam onde estavam ocultos certos objetos e revelavam segredos a cerca de outras pessoas, coisas reveladoras que tornaram a menina muito requisitada na pequena cidade. As pessoas vinham de vários estados só para lhe fazerem perguntas, se seriam felizes, se eram traídas, qual decisão tomar a respeito disso ou daquilo, etc. Até que as vozes mudaram e passaram a dizer coisas ruins, coisas que não eram verdades… O pior era que Harriet não se lembrava depois de ter proferido tais palavras. Os espíritos passaram a controlá-la e a forçaram a fazer coisas ruins, como na vez em que seus pais a encontraram no galinheiro cercada pelos corpos sem vida dos animais e tomando o sangue deles. Ela também gostava de cobrir todo o corpo com lama e correr descalça por horas pelos campos até desmaiar de exaustão. Era extremamente agressiva e vivia insultando a todos. Uma vez, durante o jantar, ela meteu o garfo na mão de seu pai e ficou rindo insanamente enquanto balançava seu corpo para frente e para trás. Seus pais a trancaram no quarto e colocaram barras protetoras nas janelas, além de usarem uma camisa de força para protegê-la de si mesma. Não adiantou muito. Ela bateu com a cabeça na parede até desmaiar. Tiveram de amarrá-la na cama. Foi quando ela começou a falar frases desconexas em idiomas estranhos. O senhor Sandrine ligou para o padre Pietro e ele, após ver a garota tentou reunir todas as provas exigidas para conseguir uma autorização do vaticano para poder exorcizar a garota. O vaticano considerou as provas insólitas e não deu a autorização. O padre conversou com o senhor Sandrine e disse que se o mesmo concordasse, realizaria o exorcismo mesmo sem o consentimento da igreja. O senhor Sandrine concordou. O padre Pietro pediu ajuda a única pessoa em quem sabia que poderia confiar, padre James.
    Harriet estava dando mais trabalho do que Pietro previra, e James começava a duvidar que a garota, de fato, estivesse possuída. Talvez, ela fosse apenas doente. Era triste pensar isso porque ela era só uma menina, mas eles precisavam considerar todas as possibilidades. James chegou a perguntar a Pietro se os pais da garota a levaram a um neurologista, mas ele desconversou. Porém, as dúvidas de James acabaram certa noite quando o espírito que possuía Harriet se mostrou mais furioso que o comum.

— Você não pode salvá-la, James! Eu vou devorar a alma dela assim como devorei a de Harriet! — Ela lambeu os lábios e riu de forma maliciosa.

James a ignorou.

— Ela já é minha, James… Sua querida Mia já é MINHA! — Ela disse.

James ergueu a cabeça, encarando a menina possuída. Ele estava espantado. Como ela sabia sobre Mia se ele NUNCA mencionara o nome dela?

— As coisas que ela vê e sente… São por MINHA causa. Ela é uma das escolhidas e sabe disso. — Ela disse.
— Cale-se demônio! — Gritou James. Bravo.

Harriet riu e se contorceu antes de assobiar uma lullaby que James costumava cantar a Mia quando ela era pequena.

— Fique longe dela! — Disse James e quando quis se aproximar da garota possuída, Pietro o deteve entrando em sua frente.
— Não dê ouvidos ao demônio, filho. Não percebe que é isso o que ele quer? — Falou Pietro.
James respirou fundo e recuou, voltando a repetir as palavras da prece de exorcismo.
— Ela vai ligar pra você em 3… 2.. 1…

O celular de James vibrou em seu bolso.

“Impossível, eu o desliguei” pensou.

— Não vai atender, padre? Não quer saber o que aconteceu com sua irmãzinha? Não quer saber o que eu fiz com ela?

James tirou o celular do bolso e o atendeu. O que ouviu o fez abandonar o que estava fazendo e sair correndo.


[…]


|Ilha Moesko…


— Por que isso aconteceu tio James? Por quê?! Por que deus permitiu que isso acontecesse? Eu implorei a ele pra que nos salvasse. Por que ele não me ouviu? — Disse Mia chorando e abraçou o padre.
— Ele salvou você, querida. — James engoliu em seco. Não sabia como consolar Mia. O que acontecera fora horrível. Agora Mia só tinha a ele e ele só tinha a Mia.
— O que vai ser de mim agora? — Mia recuou e encarou James. Aflita.
— Não pense nisso agora. — Disse James e suspirou.

 

[…]

 

— Me perdoe por isso, Pietro… — James falava com seu amigo por telefone enquanto observava pela janela Mia sentada no balanço, cabisbaixa. — Sim. Sim. Está tudo pronto para o funeral. Não se incomode. Obrigado. E… A garota? O que aconteceu? Hum rum. Que bom. Menos mal. Mas acha que é mesmo uma boa ideia? Hmmm… Não sei. Tudo bem então. Faça como quiser. Ok. Tchau.

    James desligou e foi até o jardim, agachando-se em frente a Mia e segurando suas mãos.
— Não quero que se sinta pressionada a nada e vou entender se não concordar com o que eu lhe propuser, mas estive pensando e… Sabe o Santa Edwiges onde dou aulas?
— O internato para as garotas rebeldes? Quer que eu vá para lá? — Mia o encarou, séria.
— Ou eu posso tentar conseguir um tutor para você, mas me sentiria mais tranquilo se você estivesse por perto. E seria apenas até você completar dezoito anos e então poderia fazer o que quisesse. Sabe que nunca me importei muito com dinheiro, mas não quero que ninguém faça mau uso da herança que lhe corresponde porque é sua garantia de um futuro estável. Infelizmente não posso cuidar de você senão dessa forma. E então, o que me diz?
Mia assentiu com a cabeça e disse:
— Eu aceito, tio.
— Só não poderá me chamar de tio perto dos outros porque é contra as regras, mas… — James riu. Feliz. — E quem sabe não se anima e fica pra sempre como uma freira, hmm?
Mia sorriu amarelo. Não que não gostasse de freiras, e ela admirava seu tio, mas tinha uns probleminhas… Sentia atração por garotas e tentava resistir a isso com todas as suas forças por considerar um pecado, além de sentir fascínio pelo oculto. Muitas vezes, ele quis confessar a seu tio que gostava de garotas e também que tinha sérias dúvidas a cerca da Bíblia, mas se conteve porque seu tio a via como uma garota inocente e sem malícia – aliás, todos a viam assim, ninguém conhecia os pensamentos e sentimentos da sobrinha do padre —. E foi assim que Mia Linney foi parar em Santa Edwiges.


    Padre Pietro conseguiu exorcizar Harriet, mas sabia que a garota era sensível demais as influências dos espíritos, e por isso mesmo, convenceu os pais desta a mandarem para Santa Edwiges.
— Em Santa Edwiges ela estará protegida, senhor e senhora Sandrine. — Assegurou o padre.


    James não gostou muito de saber que Harriet ficaria no mesmo lugar em que Mia, porque as palavras que o espírito que possuiu Sandrine lhe disse não deixavam de ecoar em sua cabeça “Ela já é minha, James, MINHA”.

 

|Colégio Santa Edwiges, atualmente…
 

    Cansado, James estava quase adormecendo sob a mesa onde corrigia as lições de latim de suas alunas quando duas palmas bateram na mesa despertando-o e ele ouviu um sussurro feminino dizer:
— Fazer os fiéis duvidarem de deus é uma das artimanhas que o diabo usa.
James empurrou a cadeira para trás e levantou-se. Ligeiro. Foi quando ouviu uma batidinha na porta e voltou seu rosto naquela direção rapidamente. Viu o vulto de uma garota loira correndo. Foi até o corredor, mas o vulto já havia sumido. Então, ele voltou para a sala e encostou a porta.



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