História SEGREDOS - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Katherine McNamara, Originais, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Katherine McNamara, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Ação, Ambição, Amigos, Amor, Aventura, Desejos, Dinheiro, Família, Império, Justinbieber, Katherinamcnamara, Mistério, Morte, Paixão, Perigo, Romance, Segredos, Vingança, Violencia
Exibições 66
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Capitulo 18


"Brasil"...

Essa palavra ainda habitavam em minha cabeça, me fazendo lembrar sobre o que a recepcionista disse, que ele sempre ia para o Brasil, e isso não pode ser coincidência, eoncontrarmos um mapa que tem uma localização logo do Brasil, onde meu pai passava tanto tempo, o que será que tinha lá, eu sei que nao era somente negócios, pois ele tinha presidentes em todas as suas empresas,  e sempre que havia algum problema resolviam por telefone,  era raro os casos que ele viajava, mas não é possível que o problema da empresa fosse tão grande para que ele passasse tanto tempo la, por falar nisso, eu preciso ir para lá, precisava saber em que cidade meu pai ia, e o que ele fazia lá. O que me faz pensar,  porque ele mentia para mim, na verdade não mentia, mais omitia a verdade.

Se meu pai estivesse aqui, acho que as coisas seriam bem mais faceis, se ele tivesse me contado o que estava acontecendo, talvez eu nao estivesse perdida, pedindo ajuda a um mafioso a busca de provas, cumplices, pistas, ou esse tal de projeto, se ele tivesse me contado a verdade, talvez isso tudo nem tivesse acontecendo. E agora eu estou completamente perdida, não tenho nenhuma pista do assassino do meu pai e um único nome,  uma unica pista que tenho é que eu tenho é Henry Schneider, onde me deixa com duvidas, pois ele pode ser ou nao o assassino do meu pai e se ele for, o que farei? sou fraca demais para um matador profissional, eu nao sei me defender, ele poderia me matar facilmente e o que me faz lembrar também do tablet, finalmente Justin conseguiu o que queria.

-- E o tablet? -- Pergunto a Justin que ainda está lendo o mapa. Ele desvia o olhar do papel e encara meus olhos.

-- Esta com Chris, ele é um nerd da tecnologia, deixei que ele resolvesse isso para mim.- Volta a olhar para o papel em suas mãos.

-- Conseguiram tirar a segurança?

-- Sim. - Responde simples me olhando novamente, eu arqueio as sonbracelhas.-- As vezes você subestima minha inteligência Hannah, eu vou te que te lembrar sempre?

-- Como conseguiram minhas digitais?

-- Você dormiu na minha casa. -- Diz simples -- Suas digitais estavam em todos os locais do quarto. -- Como não havia pensado nisso antes? Agora Justin conseguiu o que queria.

-- Tinha algo de importante lá?

-- Ainda não sabemos. Os códigos ainda estão em completa segurança, mas Chris está dando o seu jeito. - Eu apenas Assinto. E Justin volta a fazer o que estava fazendo. O que me faz lembrar que agora sou um tanto inútil, pois quando Chris tirar a Criptografia, Justin terá o que queria e eu vou ficar aqui sem saber o que fazer. Eu preciso ir no Brasil e também o mais que necessário preciso falar com Henry, mas antes eu preciso me prevenir, o que me faz ter uma ideia um tanto absurda.

-- Justin?

-- Hm.

-- Quem te ensinou tudo o que você sabe? -- Ele me encara profundamente, posso ver interrogação em seu olhar pelo seu cenho franzido.

-- Porque quer saber?

-- Porque quero me ensine a Lutar, a atirar e a me defender. - Um silencio se instala entre nós, Justin está colocando as suas engrenagens para funcionar e logo em seguida ele começa a gargalhar.  Eu disse alguma besteira?

-- Você não pode estar falando sério. -- Ele diz depois que se recupera do seu ataque de riso.

-- Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida.

-- Você acha mesmo que eu tenho tempo para ensinar uma menininha órfã indefesa a Lutar? Ou atirar? -- Diz colocando o mapa em cima da mesa e se aproximando mais de mim. Eu não digo nada, apenas o encaro. -- Não Hannah, eu nao tenho tempo para isso. E além do mais tem coisa que você teria que levar anos até a aprender.

-- A pratica leva a perfeição. - Digo. -- Mas tudo bem Justin, eu aprenderei a me defender, com ou sem a sua ajuda. -- Digo determinada. A determinação foi algo que puxei do meu pai, pois quando o mesmo colocava algo na cabeça não havia ninguém que o fizesse desistir, e assim sou eu. A única coisa em que acho que eu puxei da minha mãe, foi o cabelo ja que eu nunca a conheci e os cabelos do meu pai e escuro em um tom preto e eu sou ruiva.

-- Essa eu pago para ver. Você não leva jeito para luta Hannah, você tinha que ver a sua cara de desespero no dia em que me encontrou na boate, você estava tão desesperada que entregou a vida do seu pai para um assassino. Alem do mais voce é mulher, nao tem força o suficiente.-- Se eu fiquei com raiva por esse comentário? Eu fiquei furiosa, o sangue ferveu eu minha veias, apertava minhas mãos fortemente de tanta raiva que tava, Justin era um idiota machista. Um grande Idiota. Acumulei toda a minha raiva e frustação, de tudo o que eu estava pensando e descontrai em Justin, chutando a sua parte mais preciosa,  com uma força tão grande que eu não sabia que eu tinha. Automaticamente ele se conformei até o chão.

-- DESGRAÇADA -- Gritou caido no chao, com a mão em cima do membro.

-- E agora, você acha que eu não tenho força o suficiente? -- Vocifero. -- Você tem sorte Justin que eu não sei usar a minha força a favor de mim, você tem sorte por eu não saber lutar, você tem sorte por eu ter compaixão, mais isso logo irá acabar e eu vou te mostrar a menininha órfã indefesa. -- Após dizer isso saio daquele lugar, com lagrimas escorrendo em meu rosto, odeio ser tao fraca. Chego na entrada da empresa, por onde eu entrei mais esta lotada de reporteres, a imorensa nao da tregua. Pergunto a recepcionista se nao tem outra saida e ela me indica uma saída por trás da empresa. Saiu por lá que por sinal está vazia, vou correndo sem rumo para algum lugar. Eu so precisava resfriar a minha cabeça,  eu queria ter um refúgio, queria ter alguém para quem eu possa correr, mas agora eu não tenha ninguém, ele tem razão eu sou uma órfã. Eu so queria o meu pai, queria voltar a minha infância, de quando eu era criança, e era meu pai quem me protegia de tudo, ou de todos, eu o via como um herói, quando eu chorava e ele me consolo e me dizia que tudo ia ficar bem, que uma princesa nunca poderia deixar sua coroa cair. Eu precisava dele agora, neste momento. Eu sinto tanto a sua falta.


Notas Finais


Desculpem erros.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...