História SEGREDOS - Capítulo 20


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Katherine McNamara, Originais, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Katherine McNamara, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Ação, Ambição, Amigos, Amor, Aventura, Desejos, Dinheiro, Família, Império, Justinbieber, Katherinamcnamara, Mistério, Morte, Paixão, Perigo, Romance, Segredos, Vingança, Violencia
Exibições 47
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Capitulo 20


— Como assim Pattie, eu nao estou entendendo.

— O Delegado Scott irá te explicar detalhadamente os fatos, junto com o perito e Detetive Billy. — Assinto. Ja faz alguns minutos em que Justin me deixou no escritório de Pattie, pois é ele apenas estacionou o carro e eu saí, perguntei se ele iria entrar, ele disse que nao pois tinha assuntos a serem resolvidos e comentou que o delegado iria estar lá e ele e a polícia junto não seria algo muito agradável.

Mas se nessse momento eu estou nervosa? eu diria que estou em panico, meu estomago esta embrulhado, minhas mãos estão suadas, minhas pernas não param quietas elas estão se balançando e para nao desmonstrar tanto o meu nervosismo  estou segurando minhas mãos embaixo da mesa sobre o meu colo para não mostrar o quanto elas estão molhadas, as esfregando sobre minha roupa, Justin me pediu para manter a Calma e agir normalmente como se nao soubesse de nada, ele alertou que o delegado sempre sabe quando alguém está mentindo ou está nervoso, as veias pulsam e eles podem observar cada detalhe meu, assim como ele disse que me observou, então estou tentando manter a calma, respirei fundo várias vezes, calma Hannah, relaxa. Pattie me adiantou um pouco o assunto, ela disse que o delegado estaria chegando e me explicaria tudo com mais calma, ela disse que ele iria me relatar os fatos de como tudo aconteceu e o que descobriram, ela disse também que eles iriam querer meu depoimento o que me fez ter um ataque de pânico, o que eu iria dizer? Que eu estava no local do crime?, sobre esse parte eu tentei agir normalmente, aliás quem não deve, nao teme.  E neste momento ela acabou de dizer que sobre análise os peritos tiraram vestígios de umas das pessoas que atirou no meu pai era uma mulher, o que me fez ficar um tanto perdida, como assim uma das pessoas? Eram dois? É como assim uma mulher?. Após essa fala de Pattie entram dois homens na Sala.  Um mais velho e o outro mais novo.

— Olha eles chegaram. — Ela se levanta de sua cadeira e vai comprimenta-los. — Olá delegado Scott, Detetive Billy, deixe-me apresentar a filha da vítima, Hannah Sanchez.  — Aponta para mim e eu vou comprimenta-los com um aperto de mão, assim como Pattie fez. — Venham sentem-se. — A Mesa era Redonda o que fez eu ficar cara a cara com eles quando se sentaram e Pattie ao meu lado. — Hannah, esses são o Delegado e o perito que eu lhe falei ainda agora, eles iram te explicar os fatos do caso do seu pai. 

— Bom Hannah, primeiramente eu sinto muito pelo o que aconteceu com o seu pai.  — O delegado Scott diz, ao fazer uma analisd visual dele, eu pude perceber fios brancos em seu cabelo, assim tambem como era visivel algumas rugas abaixo de seus olhos assim que ele abria um sorriso, com seus dentes completamente brancos. Se fosse para dar uma idade a ele, eu daria em torno dos 50. Entao assinto e dou um pequeno sorriso sem mostrar os dentes.  — Bom, vamos ao assunto. O assassinato de Robert Sanchez, ocorreu em menos de 48 horas, onde a vítima levou vários tiros, temos algumas teses de que foram dois atiradores, um deles queria o alvo certo na cabeça e o outro era canhoto e disparou pela area do peito, achamos que esse queria acertar o coraçao, e por não conseguir atirou nas partes do pulmão. — Sem que eu perceba lágrimas escorrem pelo meu rosto, eu nao aguento. Mas rapidamente as limpo.

— O atirador que tinha o alvo como o coração a indícios de que seja uma mulher. — O Perito informa.

— Mais como podem ter tanta certeza?

— Não é certeza e sim teorias, Hannah. Após uma análise da bala, ela veio de uma Pistolas calibre 380 ACP, o que é uma das mais utilizadas por mulheres.— Ao analisar o perito, vejo que ele é jovem eu diria que tem entre 20 a 30 anos, moreno com uma barba por fazer e um tanto digamos charmoso.— E também a profundidades e o local de tiros. Os homens gostam de atirar mais na cabeça como foi o caso assassino 1, e o assassino 2 eu diria que não tem uma mira tão boa. — O assassino dois no caso seria a mulher? Ele está sendo um tanto machista.

— Desculpe, mais voce está insunuando que nos mulheres não temos uma mira Boa? — Digo franzido a testa com a minha incredulidade, nao sei nem se essa palavra existe, mas esse perito é um machista. 

— Não digo exatamente assim, mais aos indícios tudo indica que um dos atiradores era uma mulher. — Opito por não discutir, aliás o que eu entendo de armas? ou tiros? — Enfim, se acaso estivermos certos e um dos atiradores for uma mulher, precisamos saber os motivos se bem que para desconfiar de uma mulher há muitos, como traição, dinheiro, coração partido...

— Eu te garanto que o meu pai não era desses, se que está insinuando algo do tipo. E posso dizer que ele não saía assim com tantas mulheres, na verdade eu nunca o vi com mulher alguma. — Pattie se remexe na cadeira, posso ver que ela ficou um tanto incomodada. 

— Certo, me desculpe não foi a minha intensão. —  Não digo nada.

— Bom, seu pai tinha muitos inimigos Hannah, e a uma grande possibilidade de um dos atiradores ser um deles, voce por acaso conhece alguém que não gostava dele? Que não se dava muito bem com ele, voce desconfia de alguém? Algum suspeito? — O delegado pergunta e na hora me veio o que o secretário do meu pai havia me falado sobre Henry Schneider, eu devia contar a verdade? É outra pessoa que veio a minha cabeça foi Thomaz, mas eu não podia comentar sobre nenhum deles. Eles iriam me encher de perguntas e ai eu teria que dizer que estava na cena do crime, então é melhor guardar para mim, depois eu mesma sozinha irei atrás do Henry, claro depois que eu estiver preparada. 

— Não. — Respondo. — Meu pai era uma boa pessoa, eu nunca o vi com inimizade com ninguem. — Ele assente. — Mas agora você pode me contar o que aconteceu? Como tudo aconteceu?

— Na madrugada do dia 10 de Janeiro, o Hospital recebeu uma ligação anônima. — Meu coração da uma leve acelerada, calma Hannah, lembre-se do que Justin disse. —  Onde a pessoa fazia informava uma pessoa férias a e uma morta e informaram o local, a sua casa. E neste mesmo momento o Hospital nos ligou, então fomos para sua casa no mesmo momento, assim que entramos, encontramos o corpo do seu pai, já morto no meio da sala e no mesmo local havia um outro corpo ferido de um homem que foi identificado como o secretário do mesmo.  Ele não estava morto, mais estava muito ferido com um tiro próximo ao peito também, e neste momento está em coma, nao podendo testemunhar. Tivemos suspeita de que fossem os mesmos atiradores, porem as balas eram diferentes e adivinha só, suspeitamos de um terceiro atirador. — Meu coração dispara, Merda Justin.  — Mas ainda estamos investigando sobre isso.  Outro detalhe que esqueci de comentar foi que, dos assassinos do seu pai, as balas não era daqui, era balas fabricadas do Brasil.  E a bala encontrada no secretário, era fábrica do México. Estamos analisando se tem alguma ligação.— Assinto. Tento agir como se aquilo não me atingisse, mas o fato é que estou desesperada.

— Mas vocês tem suspeita de o motivo de estarem atrás do meu pai? O motivo do ato?

— Ainda não sabemos, estamos investigando o caso. — O delegado se arruma na cadeira, se sentado alinhadamente, porem agora com os seus cotovelos sobre a mesa e mais inclinado para mim, olhando profundamente nos meus olhos, como se estivesse me analisando, como seu eu fosse uma suspeita, eu nao desvio seu olhar, mas é um tanto intimidador, porem eu fico normal, nao deixo me atingir.

— Voce nao estava em casa quando ocorreu o crime? Estava? — Nego com a cabeça.— Sabe Hannah. — Ele começa. — Assim que fizemos uma autópsia nos corpos encontramos digitais. — Sua voz tinha uma calmaria assustadora. — Encontramos a mesma digital nos dois corpos, o que é um tanto intrigante e nao faz nenhum sentido. — Engulo o seco — E sabe de quem eram as digitais, Hannah?  — Nego com a cabeça. — As digitais eram suas. Encontramos as suas digitais nos dois corpos. Poderia nos explicar o porque de encontrarmos suas digitais nos dois corpos no mesmo local do crime?

Merda, mil vezes Merda. 


Notas Finais


Desculpem erros > Nao revisado.


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