História Segredos de sangue - Capítulo 9


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Categorias Diabolik Lovers, Lendas Urbanas
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Christa, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 21
Palavras 2.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu estou com pouco tempo agora. Tentarei postar capítulos de três à sete dias. Mas é bom que saibam que eu prezo muito mais a qualidade do que a quantidade. Então se eu não conseguir escrever algo que tenha um padrão aceitável de texto e/ou não for engrandecer a história, eu não irei postar, até ter algo aceitável.

Capítulo 9 - Humm!!! (16)


​O inconveniente número um

Yuji acordara no meio da noite, sentiu um peso e algo quente entre suas pernas, resolveu ignorara. Estava desesperada para ir ao banheiro, sentia em cada parte do seu corpo que precisava ou iria explodir, só havia um problema. Não sabia aonde havia um banheiro em toda a casa que atendesse as suas necessidade. Lembrara de quando sua irmã traduziu a ex-humana que a informara aonde havia um banheiro para banho, mas ela não necessitava de banho agora, então não sabia o que fazer, estava numa enrascada. Não era sua casa. Nunca estivera ali antes, não falava Japonês, então nem mesmo que Yui estivesse acordada poderia perguntar. Parou para refletir aonde poderia encontrar alguém que falava um dos idiomas que falava, pensou que Reiji mostrara ter completo dominio de Latim, porém ele não estava ali, pensou que os primos de sua irmã mais velha também deveriam saber Latim e Grego por serem da realeza vampírica, todavia não poderia contar com a ajuda deles, deveriam estar dormindo, pensou nos outros garotos, talvez falassem esses idiomas, contudo deveriam estar em sono profundo, pelo que se lembrava de vampiros ex-humanos e lobisomens concluiu que deveriam ter uma rotina diurna e que já estavam em sono profundo e que nada poderia acordada-los. Amaldiçoou sua sorte, resolveu sair do quarto e ir procurar no corredor, em todas as portas possíveis, deveria haver algum! Ou eles não poderiam ter noivas de sacrifício ou lobisomens na mansão.

Procurou por todas as portas do segundo andar. Em cômodos havia materiais de obra, outras cheias de movies, alguns com enumeras caixas, por último só havia o banheiro que tomara banho, logo aquele era o único que sabia que não poderia ser, já que quando estava lá não vira nem sinal do que precisava. Após chegar a grande porta do fim do corredor, bufou desanimada, se virou, mas antes que pudesse fazer algo, viu um dos ex-humanos na escada indo em direção a cozinha.

_AIEE _Gritou a plenos pulmões.

_MAS QUE PORRA!?_ Exclamou o garoto em Japonês. Yuji que não sabia nem formar um único texto simples em Japonês, o ficou olhando curiosa e imóvel, rezando para ele poder ajuda-la, temia estar ficando sem tempo. De súbito o rapaz se lembrou do que seu mentor dissera.

_... Eu preciso ir. Reiji, quero que estruas nos costumes dessa época, compre roupas, ensine-as a nossas língua e outras modernas, providencie roupas e tente pô-las na escola no fim das férias. E tentem não destruir a casa de novo! Reformas não saem de graça! Ah, quase me esqueci, deixa a ruiva longe de qualquer coisa de ouro! Sayumi, vocês falam Latim e Grego-Antigo?

Resolveu se pronunciar em Latim_ O quê queres, ruiva?_ Que não se lembrara de onde aprendera, mas falara, na escola que fora obrigado a frequentar e repetir tantas vezes que perdera a conta, sempre fora um ótimo aluno. Mas era uma idioma doloroso para ele, não se lembrara de como, nem o porquê de falar, só simplesmente falava.

_Banheiro!!! _Disse aflita.

_Mas o_ Apontou para grande porta, porém a olhou e entendera que não era de banho que a garota precisava do banheiro. _É isso ali! _E pontou para uma porta da parede direita que ficava tão mascarada no ambiente que mais parecia que fazia parte da parede.

 

A garota entrou, sem olhar para trás ou agradecer a ajuda, nem ao mesmo trancara a porta. Dentro da porta era um lugar muito bem iluminado e bem arejado todavia não era grande, tinha azulejos, pia e vazos brancos, além de um espelho de um lado ao outro da parede que logo chamou a  atenção de Yuji por ficar exatamente em frente ao vazo. Revolveu não dar atenção, fez o que tinha que fazer, deu descarga, foi a pia e lavou as mãos e logo o pequeno cômodo foi inundado por um cheiro de doce de fruta, era morango, algo que a Yamamoto ainda não conhecia.

Abriu a porta para voltar a seu quarto, mas vira o rapaz parado no corredor e teve a certeza que ele a esperava por querer algo dela.

_O que você quer? _Perguntou impaciente.

_Qual é a da sua irmã? _Esquecera e falara em Japonês. Parou para refletir no como construir a frase em Latim e com o mesmo sentido, ignorou a dor de cabeça que falar tal idioma o trazia, respirou fundo e recomeçou. _Como é a sua irmã, a morena? O que ela gosta? Não gosta?

Yuji bufou, já passara por isso diversas vezes.

_Você é ex-humano, não é? _Perguntou indiferente.

_Sim. Mas o que isso tem haver?_ Indagou confuso.

_Está perdendo o seu tempo, a Sayumi não se interesa por ex-humanos, ela sempre diz que são o pior tipo de vampiros, sempre querendo provar algo, "a raça mais hipócrita do universo" como ela mesma fala. É só isso!? Até amanhã ex-humano!

A ruiva saiu com a atitude mais indiferente que ele já vira na vida. Yuma somente pensava que aquilo so poderia ser coisa de uma aristocrata. 

 

​O inconveniente número dois

Ao entrar no quarto vira um vulto dormindo na sua cama, conforme chegara perto notou que o vulto era na verdade um lobo de tapa olho que roncava e babava no lençol de sua cama, a furia tomara conta da garota. Pensara nas pulgas que aquele animais traria para sua imaculáveis cama, agora a pouco menos de trinta centímetros dele, percebeu que já conhecia aquele cheiro uma mistura de terra molhada, canela, eucalipto com fruta doce. Não a agradara nem um pouco, sempre odiara cheiro de coisa algo ou alguém molhado e por isso odiara cães por amarem se molhar e ficar com aquele cheiro que para ela sempre fora detestável.

O analisou, sabia que só poderia ser um Tsukinami, se lembrara do que o tio de sua irmã dissera, os lobisomens eram os Tsukinami, os ex-humanos eram os Mukami e os primos de sua irmã os Sakamaki. Concluiu que aquele só poderia ser o mono olho que a ficara observando de canto de olho durante todo o banquete. Logo ao pensara o que levara o garota a fazer aquilo de dormir em sua cama como um animal doméstico e submisso, por um momento sentira pena dele. Mas ela fora subjugada pela sua irá. Como ele se atrevera a deitar em sua cama, em sua imaculável cama, ainda por cima com ela dormindo nela. Começara a formular um plano em sua cabeça para acorda-lo e expulsado do quarto de uma forma para nunca mais tentar de novo. Sua pele começara a fumegar. Logo de subito uma ideia surgiu em sua mente, tal qual uma lampada que se acende. Dera um largo sorriso de mostrar todos os dentes, foi se aproximando do roncador. Sua pele ficou vermelha e pequenas labaredas surgiram através dela, encostou no pêlo macio do lobo.

_AAAAAAAIIIIIIIIHHHHH!!! _Gritara Shin que instintivamente voltara a forma humana com a dolorosa forma que fora despertado.

_Ah! Sabia que não era um lobo! _Debochara com um sorriso malvado no rosto.

_Merda menina! _Dissera em Japonês e a garota não reagiu já que não o entendera. Pensou  e decidira falar em Grego-Antigo, esperançoso que os ao menos os Mukamis não os entendesse. _Tinha necessidade de fazer isso garota-dragão?

_Sim! Você tava roncando e babando a minha cama! E ainda teve ter soltado pulgas! _Disse arrogantemente.

_Tava nada! E eu não tenho pulga alguma! _Retrucou ofendido.

_O que tá acontecendo aqui? _Quis saber Oyuky, despertando de seu sono.

_Esse pulguento estava dormindo na minha cama, Oyu!

_Como que é??? _Se indignou a gélida garota, se sentando.

Shin se encolhera, envergonhado por ser pego. Yui só observava apenas supunha o que os três falavam. Logo os outro se teletransportaram para o quarto, pois foram acordado pelo barulho, excepto Sayumi, Shu e Laito que estavam ocupados.

_O que está acontecendo aqui, posso saber? _Perguntou Reiji um pouco alterado, olhando para Yuji.

_Este lobisomem estava em forma de lobo dormindo na minha cama, babando e roncando também!

_Tsukinami Carla, tem algo a dizer sobre esta situação?

_Shin?! Que tal nos explicar esta situação? O que você faz no quarto das irmãs Yamamoto?

O rapaz virou a cara para o lado, se coçou de nevoso, enquanto pensava numa desculpa aceitável.

_É que eu tava com frio e aqui parecia tão quentinho. _Disse baixinho com esperança de que eles acreditassem na única desculpa que consegui pensar.

_A única coisa que vai ficar quentinho é o teu corpo depois que eu queima-lo. _Ameaçou a ruiva.

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 Ao chegar no quarto Ayato olhou Yui, que permanecia deitada na primeira cama.

_Yui, ele te fez algo? _Perguntou o ruivo em Japonês.

A pergunta de Ayato a pegou de supresa, não imaginara que ele fosse se quer se importar com seu bem estar.

_Não! _Disse balançando a cabeça negativamente.

_Quer voltar a dormir no nosso quarto? Eu prometo que lá ninguém vai te incomodar! _Disse esperançoso. Ela nada fez e ele completou. _Eu prometo também me comportar!

 A loira pensou no que ele dissera e na conversa que tivera com Sayumi.

_Sim. Mas você promete mesmo se comportar? _Cochichou tão baixo que se não fosse a super audição de vampiro o rapaz não teria a ouvido.

_Sim! Claro tudo pela minha garota! _Disse sorrindo vitorioso.

Yui desconfiara que pos trás disso haveria um preço, se havia algo que aprendera com o convivo com os doze garotos era que sempre havia algum preço pelas suas boas ações. Logo voltaram sua atenção para a desculpa mirabolante que Shin inventara.

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_Eu creio que podemos encontrar uma saída sem violência. _Ariscou Carla.

_NÃO MESMO!!! _Gritou num tom sombrio olhando para Shin, o dando medo.

_Sem violência dentro desta casa! _Disse firme Reiji.

_Sem problema! _Disse com um sorriso sombrio pondo a mão direita no ombro do garoto já muito apavorado. _Podermos ir lá para fora! Não é pulguento!

_Carla?! _Suplicou baixinho um pedido de ajuda ao irmão mais velho.

_Yuji! Tente ser mais civilizada! Eu creio que haverá algo a ser feito que não involva violência. _Se pronunciou  calmamente Oyuky.

_Oyu, não se meta! Você não é a mais velha!

_Então eu vou chamar a Ayu, tenho certeza que ela dirá o mesmo.

_ARHH! _Exclamou com raiva. _Pior que vai mesmo! Mas isso não pode ficar impune! _Estreitou os olhos na direção de Shin que gemeu de medo com as palavras dela. Pois já ouvira estórias sobre os metamorfos tais como a garota, considerados os mais poderosos.

_O que você sugere, Yamamoto Oyuky? _Perguntou cultamente Reiji olhando fixamente para a garota que nem mesmo da cama saíra como se aquilo fosse tão casual que nem mesmo valesse o esforço de levantar.

_A punição deve ser adequada a transcrição do homem. Vir ao quarto de três moças, que não são sua esposa, é realmente algo muito grave. Sugiro que a punção seja organizar e catalogar todos os livros da casa, além de limpar toda a biblioteca, e se isso já tiver sido feito fazer de novo e de novo até ficar impecável por uma semana inteira. Algo assim. O que acha Reiji?

_Acho uma ótima ideia, desde a obra a biblioteca está uma bagunça, cheia de poeira. Mas eu jamais pensei em catalogar os livros dela. Como sabia que tínhamos biblioteca, senhorita Yamamoto?

_Pode me chamar de chamar de Oyuky se quiser ou Oyu se preferir. _Falou dando um sorriso de canto para ele. _É que tu sendo tão culto imaginei que haveria uma biblioteca de respeito nesta casa, embora seja bem menor que GoldCast.

Os outros ficaram um pouco constrangidos com a conversa dos dois, que mais pareciam flertar um com o outro. Ayato e Kanato notaram a falta de Laito que a essa altura estaria fazendo comentários de duplo sentido. Luki fingira um tossido para chamar a atenção dos dois para o fato de não estarem sozinhos.

_Ah, sim. Carla tem algo a acrescentar?_ Disse Reiji.

_Não. Acho justo.

Shin grunhiu. Não poderia escapar, era a surra da ruiva ou o castigo que a irmã dela elaborara especialmente para ele.

_Podemos ir? _Ariscou querendo que a noite acabace ali.

Os Tsukinamis, Mukamis e Sakamaki, Ayato junto de Yui se teletransportaram dali, deixando Yuji e Oyuky sozinhas.

_Ainda bem que Chihiro não acordou. _Exclamou Oyuky deitando e virando para o lado, voltando a dormir.

_Nem me fale! _ Disse puxando as cobertas e se deitando, adormecendo logo em seguida.

 

Conveniente número um

​Yui estava muito corada ao ser teletransportada junto de Ayato que segurava sua mão.

_Se você quiser nós podemos conversar só amanhã? _Ofereceu o ruivo.

_Obrigada!

 _Pelo quê, Yui?

_Por se preocupar comigo.

_Você é minha noiva, eu tenho que me preocupar!

Yui resolveu não insistir, embora achasse a atitude dele muito estranha, resolveu ser grata pela gentílica do momento, mas algo dentro de si, gritava para ela que isso teria um preço mais tarde.

_Ayato-kun!

_O que foi?

_Eu posso te chamar só de Ayato?

_Claro! Você é a minha garota, né?!

_Sim. Ayato?

_Fala.

_Você quer dormir comigo hoje? _Ele deu um largo sorriso. _Mas é só dormir!

_Como preferir.

Yui pensara que finalmente havia matado a charada, estava nitido em sua mente, ele queria sexo, fazer sexo com ela, e de repente tudo se encaixou. Ayato a pegou no colo a despertando de seus devaneios. E começou a andar em direção a dama de ferro.

_Ayato, na cama, por favor.

_Eu estava brincando, Yui. _Debochou rindo. _Sei que não gosta da Dama de Ferro.

Ele a deitou na cama cuidadosamente do lado direito, a jovem notara que a cama estava desarrumada como se alguém tivesse dormido ali, ela pensara por um momento ter sido ele, mas afastara a ideia da mente, porque ele estaria dormindo na sua cama, se tinha a Dama de Ferro que tanto amava. Ele se deitou ao lado esquerdo da cama, a olhando de frente e puxou o lençol para cobri-los.

_Então Yui, o que te fez mudar de ideia? _Falou o ruivo a fazendo despertar mais uma vez de seus devaneios.

_Como assim, Ayato?

_Você não queria dividir a cama comigo. Sempre que eu falava nisso, você corria para rezar. Eu queria saber o que te fez mudar de ideia sobre isso.

_A conversa que eu tive com a sua prima.

_Hum! Me lembre de agradece-la amanhã. Mas vem mais para cá, você tá muito longo. _Yui obdeceu e se aproximou dele. _Tem certeza que é só dormir?

_Absoluta!

_Pode ser de conchinha? Querida?

O "querida" foi um golpe baixo para ela, que se sentia tão pouco amada e querida naqueles últimos meses. Ele notara o impacto de suas palavras sobre ela e dera um largo sorriso.

_Claro! Por que não?

Disse se virando de costa, ele passou um braço por debaixo de seu pequeno corpo e o outro por cima, a envolvendo num abraço aconchegante. Logo os dois adormeceram profundamente.

​Continua...


Notas Finais


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