História Segredos Entre Sol e Lua - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor Gay, Gay, Principe, Romance, Romance Gay, Segredos
Exibições 31
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um cap para vcs 😉❤

Capítulo 18 - Uma donzela nada em perigo


~Melisa

" Uma garota nunca vai ser melhor que um homem!", " Mulheres são fracas e inúteis!" e " Mulher só serve para cuidar da casa e criar os filhos!"

Eu ouvia isso dia após dia de meu pai, eu já cansei de apenas ouvir e abaixar a cabeça, fui para o exército, doze meses, eu treinei, eu dei sangue e suor, quando meu treinamento acabou lá estava eu em minha primeira missão, líder de um batalhão, havia apenas três veteranos para me auxiliar, era uma missão relativamente fácil, capturar uma pequena embarcação de saqueadores baratos, não seriam desafio, deixei cinco dos meus homens em terra disfarçados na surdina, o navio dos alvos estava ancorado no porto de Genford.

Eu me encarreguei de comandar a missão por terra, estava sentada em um bar sujo e cheio de homens nojentos exceto por um, ele parecia um escravo, barba grande e mal cuidada, cabelos sujos e crespos, suas roupas esfarrapadas e sujas, a única coisa visível era seus olhos verdes esmeralda, olhos familiares.

Eu peguei minha cerveja e tomei um gole, eu encarava aquele homem, não que me fascina -se, mas ele era tão familiar. Já estava quase na hora da parte um do meu plano terminar, só falta...

_ Capitão! Capitão! Nosso navio está sendo saqueado! - chegou gritando um dos marujos do pirata.

_ O que!? Homens para o navio rápido! - gritou o capitão louco de raiva.

Todos os homens sentados levantaram em um pulo e foram para fora em direção ao navio, sinalizei para meus homens que os seguiram.

_ Ratos miseráveis voltem com meu navio! - gritou o capitão possesso de raiva quando viu seu navio deixar o porto com meus homens encima.

_ Para que esperar ele voltar? Se eu posso te levar até ele?-  Falei com meus homens o encurralando.

_ Malditos soldados imperiais.  - falou ele tentando sacar uma arma, mas eu saquei a minha primeiro e coloquei a ponta de minha espada em seu pescoço.

Aquele velho esquisito apenas deu um sorriso amarelo e nojento para mim antes de jogar a sua espada para o homem dos olhos esmeralda, ele a pegou com uma mestria incrível, ele me desafiou para uma luta mano a mano é eu entrei sem pensar duas vezes, nos posicionamos frente a frente, ele avançou, sua força e seu estilos eram consideravelmente ótimos, soltei um ataque que foi defendido habilidosamente.

_ Isso vai ser mais divertido do que planejei. - falo empolgada, ninguém era mais habilidosa que eu com uma espada.

Usei cinco das minhas melhores técnicas, mas ele era bom, porem não tão bom, eu o desarmei e coloquei minha espada em seu peito, ele levantou as mãos e se rendeu.

_ Touché ! - palmas explodiram ao nosso redor antes de levarmos todos presos.

_ Ora, ora, nada mal para uma primeira missão, pegou todos e ainda os humilhou em público, você é o primeiro que vejo com senso de humor senhor Nicols. - falou Oscar Gregory, um dos veteranos, ele era bem reconhecido entre todos como o caçador, ele nunca deixava um alvo fugir e o mais engraçado eu também não, éramos rivais, ótimos rivais.

_ Senhor, Obrigado senhor. - falei batendo continência.

_ Então general do batalhão 59380 qual será nossa próxima parada? - falou o tenente coronel imponente.

_ Iremos para porto Larin Beth levar nossos primeiros e deixa los ao cuidados de nossa central lá senhor, após isso estamos dispensados até segunda ordem senhor. - falei ainda em posição de continência.

_ Certo general, descansar. - falou ele colocando a mão no meu ombro. - estou confiante de que você será um ótimo coronel algum dia general Melvin.

_ Obrigado senhor, assim espero senhor! - falei.

O tenente coronel deu um sorriso é foi  para sua cabine.

Larin Beth estava a um dia de onde estávamos, seria uma viagem tranquila e sem muitos desafios, mas o que ainda me intrigava era o homem dos olhos esmeralda, aqueles olhos me eram conhecidos, mas de onde?

Eu estava em minha cabine quando um dos meus soldados veio correndo me avisar que estávamos preparando para atracar em Larin Beth, a cidade era pequena e bem longe das cidades com grande movimento, ela era cercada de água e montanhas tendo apenas um acesso a ela que é pelo mar, o único porto da cidade é intensamente vigiado pelo exército.

Atracados no porto os tenentes coronéis e eu descemos para nós encontramos com os superiores da central, estava muito nublado toda a ilha, achamos que teria pelo menos um soldado de vigia no local, porém quando chegamos ao térreo estava silencioso, sem nem um sinal de vida perto, um dos tenentes nos mandou ficar alertas e juntos, a neblina densa e pesada atrapalhava nossa visão da frente, tanto que um dos tenentes bateu o pé em uma das colunas para amarrar barcos menores, eu me mantive seria porém por dentro estava rindo. Um vulto aparece em nossa frente tão rápido que nos faz sacar as espadas e as baionetas, mas o vulto acabou pousando na cabeça de outro tenente, to começando a achar que a ilha está pegando uma peça na gente, foi quando vi, levei milésimos de segundos para distinguir o que era antes de defender Gregory que estava distraído olhando para outro lado, minha lâmina desviou a que vinha, eu a segui até seu dono que parecia inexperiente ainda com tal arma, o imobilizei e coloquei minha lâmina encostar em seu pescoço.

_ Quem é você é cadê os soldados da central da cidade? - perguntei.

O miserável começou a rir, como se eu estivesse fazendo uma piada.

_ Mortos assim como vocês, seus cãezinhos da corôa! - falou o homem.

Com autorização de um dos meus superiores eu o matei.

_ Que Deus tenha piedade de sua alma. - falei e limpei minha espada em sua camisa. No meu treinamento tive que encarar muita coisa e uma delas era que as vezes para salvar precisamos matar.

_ Temos que voltar, senhores se o que esse bandido disse for verdade estamos enfrentando uma rebelião de milhares de assassinos sanguinários, não temos forças suficiente para enfrenta los, vamos avisar as outras centrais próximas e aguardar ordens. - falou um dos tenentes, ele tinha razão, enfrentar uma ilha inteira de prisioneiros perigosos com nosso baixo número seria suicídio, precisávamos de reforços.

Estávamos voltando para o Navio sempre alertas, mas era tarde demais, quando ouvimos as baionetas e os gritos de luta no Navio corremos, nossos homens estavam sendo massacrados por causa do grande número de bandidos, eu entrei na luta para tentar salvar o máximo de pessoas possíveis, os tenentes também, os sons estridentes das espadas  se chocando ecoava a nossa volta, lâminas inimigas e amigas dançavam em meio ao sangue, resistimos o máximo que pode, mas mesmo com mestria o cansaço era inevitável.

Enquanto eu enfrentava três de uma só vez vi que os prisioneiros haviam sido soltos, o homem de olhos esmeralda me fitava com um olhar atônito, antes de pegar uma espada de um dos mortos e vim em minha direção, agora eu estava perdida, alguem com a mestria dele me mataria facilmente com meu cansaço e com mais três no meu encalço, ele apontou a espada para meu rosto, eu desvio e depois vejo um quarto bandido escondido, eu não tinha o visto, mas aquele cara sim.

_ Porque está me ajudando? - perguntei seria.

_ Não sei, apenas senti que deveria te ajudar. - ele falou chutando um dos bandido para o mar.

_ Quem realmente é você? - perguntei com a esperança de que ele me desse alguma pista de onde o conhecia.

_ Nem eu mesmo sei, perdi minha memória a um tempo, mas me chamam de Frederick. - falou ele ainda lutando.

No meio daquela peleja vejo um dos tenentes mandando bater em retirada aos que ainda estavam vivos, peguei Frederick e juntos saltamos para o mar, mergulhamos e nadamos para uma distância segura,  praia mais próxima ficava do outro lado da ilha, mas havia pequenas costas para atracar barcos e canoas, subi na escada e olhei para ver se não havia nem um bandido próximo, a área estava limpa, precisávamos chegar na floresta, lá estaremos mais seguros.

Eu estava toda molhada, suja, com um cara que eu não sabia de onde conhecia e nem ele pois perdeu a memória e sem contar nas chances de ele me trair e me matar a qualquer hora então nem preciso mencionar que estava furiosa e com sede de sangue pelos meus soldados mortos, meu nome será temido por todos bandidos.

_ Cara você foi ferido? Está sangrando! - falou Frederick, olhei para meus braços, não vi nada, olhei para minha perna, sangue escorria sobre meu pé, então eu me lembrei, estou naqueles dias.

_ Não é nada, foi apenas um arranhão! - falei sem graça.

_ Me deixe ver...

_ Nãaao - falei ficando corada de vergonha.- acredite, não é nada que eu não saiba lidar.

Maldição, por que isso tinha que acontecer logo hoje?

Respirei fundo e fui pelos becos tentando me esconder de alguns arruaceiros que passavam ali, mas Frederick apareceu na frente deles e com apenas um soco os derruba inconsciente.

_ O que está fazendo!? - pergunto sem saber o que aquele bastardo tinha na cabeça.

_ Pegando roupas para nós disfarçar. -  até que ele não era tão burro.

Pegamos as roupas daqueles dois idiotas e os deixamos em um dos becos. Frederick tirou sua roupa na minha frente sem nem exitar, vergonhosamente eu tentei desviar o olhar dele, mas ainda sim conseguia descrever o quanto seu corpo forte e musculoso era bonito, naquelas roupas ele parecia mais um pirata e eu uma criança que havia vertido uma roupa do pai, mesmo assim não fomos reconhecidos, chegamos na floresta em muito menos tempo.

Eu não tinha certeza de onde todos que conseguiram fugir estariam, mas deduzi que seria na antiga base do outro lado da ilha, onde foi abandonada quando foi feito a cadeia perto do povoado feito pelos próprios soldados para passar tempo com suas famílias

Caminhamos e caminhamos rumo a densa floresta, eu não sabia ao certo onde ficava a base, apenas que estava do lado oposto da ilha, Frederick me seguia em silêncio e em alerta.

Quando chegamos em um amontoado de ruínas vi que havia acertado o lugar, dois guardas estavam de guarda enquanto outros 6 dormiam.

_ Alto lá, quem são vocês? - perguntou um deles fazendo com que seu companheiro ficassem em modo de ataque.

_ Abaixem as armas soldados, sou eu seu general. - falei tirando meu disfarce o suficiente para que me reconhecerem.

_ Quem é esse?

_ Alguém que me ajudou a fugir e a chegar aqui, ele é de confiança! - falei severa.

Os soldados abaixaram as armas e voltaram a suas posições de vigias, fiquei acordada por várias horas tentando imaginar um meio de sair daquela ilha e alertar as outras centrais sem mais perdas, mas infelizmente não havia opções, parecia que morreriamos ali mesmo como refugiados em uma ilha do exército.

_ Nao consegue dormir? - perguntou um dos 2 tenentes restantes.

_ Sim, estou tentando achar uma maneira de nos tirar daqui e avisar sobre a rebelião, mas todas as maneira que olho da uma chance de 1% com muita sorte e uma intervenção divina. - falei para descontrair.

_ Compartilho dessa mesma visão, apenas um milagre pode nos ajudar e não sei nem ate quando estaremos seguros aqui, pois é muito óbvio nossa localização. - falou o tenente.

_ Tenente, o senhor sabe se está antiga base teria uma alá subterrânea? - perguntei com uma pontada de esperança.

_ Não sei lhe dizer, mas tem uma possibilidade, por que? - falou o tenente sem entender.

_ Bases subterrâneas são equipadas para caso de ataques aéreos é desastres naturais, ou seja, pode haver jeito de nos comunicarmos com outras bases através de código morse. - vi a pontada de esperança no olhar do tenente quando percebeu que poderia dar certo.

_ E se conseguirmos encontrar essa base estaremos mais seguros! - completou ele.

_ Agora onde devemos procurar? Precisamos tirar uma estimativa apartir das outras bases.

_ Na base de Kalcunló o abrigo fica há uns 3 metros da central, podemos procurar por essa base de distância, já que essa é a de lá foram construídas na mesma época. - falou o tenente.

Ficamos horas tentando achar esse maldito abrigo, mas sem sucesso, voltei para junto dos outros após de checar uma área maior.

_ Ora, ora se não é mais um cãozinho da corôa vindo aí, venha, se junte a nós.


Notas Finais


Erros corrigirei ao término da fic, o que acharam do cap? Deixem nos comentários sua opinião do que vai acontecer no próximo cap


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