História Segredos obscuros - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Mistério, Segredos, Suspense
Exibições 5
Palavras 591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Family


Em uma ensolarada manhã, eu e mamãe fazíamos panquecas, enquanto Maia brincava com o papai no quintal. Tomamos café da manhã juntos e logo em seguida fui para a universidade, meus pais para o trabalho e Maia foi para casa de uma amiga. O dia foi intenso, não via a hora de chegar em casa e não poderia imaginar que esse seria um dos piores dias da minha vida...
                    Quando cheguei em casa o portão estava destrancado, a porta entreaberta e as luzes do andar de baixo todas acesas, meu coração acelerou, a garganta secou e o nervosismo só aumentou quando ao chamar meu pais eles não apareceram, não me responderam. Subi as escadas e procurei em todos os cômodos, não tinha ninguém:
                 - Lana? – Uma voz familiar me chamou
                     Quando me virei era Maia, os olhos estavam inchados e o rosto vermelho, aparentemente ela havia chorado muito:
                 - Maia o que aconteceu? Cadê nossos pais? – Não consegui disfarçar o nervoso, estava transparente, algo grave estava acontecendo.
                 - E-eu não sei Lana – As lágrimas escorriam
                 - Calma, você precisa ser forte e me contar tudo que aconteceu
                 - E-eu estava no quarto, ouvi a campanha tocar e depois a mamãe gritou, o papai pediu para eles pararem e eu fiquei com medo, mas mesmo assim fui no corredor e fiquei abaixada, escondida. Eles apontavam armas para eles Lana e queriam alguma coisa do papai e da mamãe. Levaram eles Lana... – Maia soluçava entre as palavras e depois apenas chorou e não conseguia falar mais nada.
                   Ver minha irmã daquele jeito foi chocante, ela só tem 9 anos, mas agora percebo que podemos estar em perigo, precisamos sair daqui, abracei ela:
                 - Maia você precisa arrumar suas coisas.... Pega só o necessário, precisamos sair daqui.
                 Fui até meu quarto, peguei algumas roupas e meu laptop, fui até o quarto dos meus pais, a cama estava arrumada, lembro que ajudei minha mãe a arrumar pela manhã, do lado da cama, em cima do criado mudo um porta retrato me chamou atenção, uma foto nossa, da nossa família estava nele, meus olhos se encheram de lagrimas e sem pensar o coloquei na mochila, aproveitei para pegar as chaves do centro de pesquisas, preciso encontrar meus pais.
                   Dirigi a moto sem direção, não sabia o que fazer, nem para onde ir. Liguei para Carly, ela morava sozinha em um apartamento perto da universidade, acho que ela é a única que pode me ajudar.
                   - Alana fica calma, você e a Maia podem ficar aqui quanto tempo quiserem – Carly demostrava compaixão, mas sabia que ela estava curiosa para saber o que tinha acontecido.
                     o dia amanheceu e eu passei a noite acordada, pensando no que aconteceu e o que eu poderia fazer.... Nada passava pela minha cabeça. 

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                Já fazia algumas semanas que eu estava no apartamento da Carly, mas durante esse tempo nada de anormal tinha acontecido, até hoje.... Pela manhã ouvi uma explosão, Carly se levantou assustada, logo em seguida uma sequência de explosões acontecera, era possível ouvir o grito das pessoas, aquilo era assustador. Depois de alguns minutos a luz do distrito foi cortada, o distrito estava um caos e a única coisa que era possível ouvir agora eram sirenes:
              - Cal será que você pode ficar um tempo com a Maia? Preciso sair
              - Claro, mas você vai sair mesmo depois de tudo que está acontecendo? – Carly estava preocupada, na verdade eu também estava, mas preciso de respostas e preciso delas agora!
          - Sim, não se preocupa comigo, eu vou ficar bem.



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