História Seguindo meu próprio caminho - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amizade, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Heterossexualidade, Homossexualidade, Luta, Mistério, Personagens Originais, Pokémon, Romance, Yaoi, Yuri
Visualizações 28
Palavras 4.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigado a todos por aguardarem a boa vontade do meu notebook de resolver ligar, espero que gostem do capítulo e boa leitura <3

Capítulo 14 - Capítulo 14: Ranger Pokémon


Fanfic / Fanfiction Seguindo meu próprio caminho - Capítulo 14 - Capítulo 14: Ranger Pokémon

-Sam? – Disse Sara surpreso ao ver um rosto conhecido do outro lado da tela.

-Oi – Falou o rapaz de um jeito simples.

-O que está fazendo na casa da minha avó? – Perguntou Sara.

-Nossa avó – Corrigiu Sam – Somo irmãos, esqueceu? – Disse em um tom brincalhão.

-Às vezes eu me esqueço que tenho um irmão – Disse a jovem abaixando um pouco a cabeça meio triste.

-Olha, eu sei que fiquei longe um tempo...

-Um tempo?! – Falou a jovem começando a ficar irritada – Você ficou fora uns sete anos.

-Sara, eu sei e peço desculpas por isso, mas eu tive um propósito e agora eu voltei – Falou o rapaz.

-Voltou por quanto tempo? – Perguntou Sara cruzando os braços.

-Pra ficar – Disse Sam.

Sara ficou surpresa com o que seu irmão mais velho havia acabado de dizer, Sam havia se mudado para Kanto quando tinha quatorze anos para estudar e seguir seu sonho e quando finalmente conseguiu realizar acabou se afastando-se de sua família para continuar fazendo o que sempre quis. Desde pequenos os dois sempre foram unidos e quando seu irmão mais velho havia partido, Sara acabou ficando com saudades depois da morte de seus pais e apesar de ainda ter sua avó a jovem ainda sentia falta do irmão.

-Você e minha avó são a única família que eu tenho – Dizia Sara com a cabeça baixa e com os olhos marejados.

-Eu sei, já disse que vim pra ficar e quando você voltar da sua jornada ainda continuarei aqui e vou te ajudar a carregar aquele troféu de top coordenadora – Disse Sam com um sorriso meigo para jovem – E você vai me ajudar a cuidar dos Pokémon como antes.

Sara olhou de volta para a tela e deu um sorriso fechado e acabou deixando uma lágrima escorrer, rapidamente a jovem passou a mão no rosto para limpar o rastro da lágrima e se lembrou de quando era pequena e junto com seu irmão cuidavam dos Pokémon feridos que ele trazia e depois sempre devolviam para natureza.

Sam aproximou os olhos mais para perto do monitor e se surpreendeu ao ver a pessoa que estava se aproximando. Thomas caminhava normalmente para perto de Sara e fez um carinho em seu ombro para avisar que estava ali, a jovem limpou mais um pouco o rosto enquanto Thomas se sentava ao seu lado.

-Thomas? – Perguntou Sam surpreso.

-Sam? – Perguntou o jovem se aproximando da tela.

-Uau, você cresceu – Disse Sam deixado Thomas um pouco sem graça – Como está sendo a jornada com a minha irmã?

Thomas deu um sorrisinho com a pergunta de Sam, realmente o jovem não sabia o que dizer naquele momento, claro que não poderia dizer simplesmente que uma doida assassina estava os perseguindo e que eles foram mortos diversa vezes e uma delas foi com um Pokémon mítico da floresta, então o jovem simplesmente disse:

-Bem divertido, sair em uma jornada com sua melhor amiga é maravilhoso – Falou com um sorriso sem graça.

Sara sorriu do mesmo jeito pois sabia que o amigo estava exatamente pensando em tudo que haviam passado no último mês com Casey, a Equipe Rocket e a Agente Anne. Sara e Thomas se despediram do irmão e logo a jovem finalizou chamada e respirou aliviada e ao mesmo tempo alegre por ter visto o irmão.

-Seu irmão tá muito lindo – Disse Thomas.

-Cala boca seu tarado – Disse Sara rindo – O que veio fazer aqui?

-Vou ver se consigo falar com meu pai – Disse o jovem – Ainda quero e preciso contar pra ele sobre tudo que está acontecendo e sobre Casey.

-Concordo plenamente – Disse Sara – Ele deve saber como lidar com esse tipo de coisa.

O jovem virou para uma das pelas e digitou o número de casa, depois de alguns segundos sua mãe atende sorridente e um pouco suada, Thomas achou estranho e viu que a mulher estava com o cabelo preso em um coque e logo percebeu que sua mão provavelmente havia voltado da academia ou de algum exercício.

-Oi meu filho – Disse a mulher – Lembrou que tem mãe?

-Oi mãe – Falou o jovem revirando os olhos com o último comentário de sua mãe – O papai está em casa?

-Não estou entendendo, você e seu pai brigavam quase toda hora e agora você liga querendo falar com ele e sua mãe que sempre se preocupou com você e te apoiou para que você saísse em uma jornada com sua amiga você não está nem ai?! – Disse mulher fazendo uma cara meio triste.

-Mãe sem drama – Disse Thomas revirando os olhos – Você sabe que eu te amo e vou sempre ser grato por ter domado a fera do mar para que eu pudesse viajar com a Sara.

-Fera do mar – Repetiu a mulher entre risos – Olha meu filho, seu pai não está aqui no momento, mas pode falar comigo é algum assunto urgente?

-Obrigado mãe, mas é só com ele mesmo – Disse Thomas.

-Como está jornada? – Perguntou a mulher.

-Ótima – Disse Thomas meio nervoso com a pergunta – Já ganhei minha primeira insígnia em Azaléa.

-Mais que ótimo meu querido – Disse orgulhosa de seu filho.

-E já tenho um Cyndaquil e um Phanpy e em breve estarei em Goldenrod – Disse o jovem.

-Tenha cuidado, Whitney não brinca em serviço – Falou a mulher.

-Vou dar o meu melhor – Falou sorrindo.

Os dois se despediram e logo Thomas finalizou a chamada, Sara, que ainda estava do lado do jovem, olhou para o amigo um pouco decepcionada com o telefone. Os dois adoraria uma resposta do porquê Casey ter citado o nome do pai de Thomas junto com o do lendário Suicune e também queria saber se o pai do jovem realmente já havia visto um. Thomas respirou fundo e soltou o ar lentamente pensando no que iria fazer se Casey voltasse e se ainda estava com o Celebi.

Os dois voltaram para o quarto e viram que Lílac já estava dormindo tranquilamente junto de Misdreavus, que estava ao seu lado, os dois foram para suas camas e rapidamente pegaram no sono.

 

Seacity – Casa da avó de Sara – Dia seguinte

 

Sam abriu os olhos, se sentou na cama e passou a mão no rosto para acordar, se levantou e foi até o espelho que ficava na porta do seu armário. Sam era um jovem muito bonito, seu corpo era musculoso, mas não muito, tinha olhos verdes, pele rosada e cabelos tingidos de verde. O rapaz estava vestindo apenas uma samba-canção vermelha e agora olhava para seu corpo vendo as marcas que haviam sido deixadas graças a suas aventuras como Ranger.

Sam abriu o armário e pegou suas roupas, uma calça jeans, camisa branca e um par de tênis pretos, bagunçou os cabelos e desceu as escadas. O lugar estava bem arrumado e o rapaz viu que o café da manhã estava todo na mesa, Sam bufou um pouco quando percebeu que sua avó estava do lado de fora da casa, o rapaz foi até lá e viu a senhorinha molhando as plantas.

-Vó, você sabe que não pode fazer esforço – Disse Sam.

A senhorinha ignorou o que o neto havia dito e continuou milhando as plantas, Sam revirou os olhos e foi mais para perto da avó e viu que a mesma estava com um sorrisinho no rosto.

-Vamos vovó – Disse o jovem em um tom mais calmo – Temos que ir ao médico.

-Eu já estou pronta – Disse a senhorinha – Você que acordou tarde – Sam revirou os olhos e bufou – Quem ligou ontem?

-Sara – Disse Sam.

-E você falou sobre o que está acontecendo? – Perguntou a senhorinha olhando para o rapaz.

-Não, mas deveria – Disse Sam – Ela precisa saber o que está acontecendo com a senhora, não quero que ela fique chateada por não ter passado tempo com você.

-Sam, eu não vou perturbar minha neta com esse tipo de problema – Dizia a senhorinha – Iria atrapalhar a jornada dela e não quero preocupa-la.

-Mas ela precisa se preocupar – Disse Sam olhando para a avó com uma expressão triste – Você pode morrer.

-Sam, eu sei que vou morrer e rezo aos céus que isso só aconteça quando Sara voltar para casa depois de sua jornada e quando acontecer quero que você tome conta dela – Sam olhava para a avó com um olhar triste ouvindo sua avó dizer aquelas palavras – Ela vai precisar de você como sempre precisou nesses últimos anos e quero que esteja com ela não importa o motivo, você será a única ligação que ela vai ter em relação aos seus pais.

-Eu sei vovó – Disse Sam – Sei que cometi erros em ter ido e não ter dado notícias, mas estou aqui e vou protege-la.

-Ótimo, agora vá lá dentro e pegue minha bolsa porque não quero me atrasar para minha consulta.

Sam foi até a porta de casa e deu mais uma olhada para sua querida avó, o rapaz entrou, pegou a bolsa e a chave do carro. Depois de algum tempo os dois já estavam na sala do doutor, Sam parecia preocupado com o que o médico poderia falar enquanto sua avó estava tranquila e parecia entediada. O médico entrou com os resultados dos exames e sua expressão não parecia nada bem, Sam havia percebido e sua preocupação aumentou mais ainda enquanto sua avó ainda estava com uma expressão tranquila.

-Então doutor, quando vou morrer? – Perguntou a senhorinha fazendo Sam ficar espantado.

-Senhora Keller, o câncer está se espalhando rápido demais pelo seu corpo e receio que não podemos retira-lo sem prejudicar mais ainda alguns de seus órgãos, mas se fizermos as seções de quimioterapia e termos alguns medicamentos pesados poderíamos tentar diminuir o câncer e retira-lo ou pelo menos atrasa-lo – Disse o Doutor olhando a papelada.

-Quanto tempo eu teria se não fizesse anda? – Perguntou a senhorinha e deixando Sam e o médico surpresos com a tranquilidade e a pergunta.

-Alguns meses – Disse o Doutor.

-Quantos meses? – Perguntou Sam preocupado.

-De dois a quatro meses – Disse o Doutor – E com o tratamento de quatro a sete meses se der certo.

-Ela vai querer sim – Disse Sam – Vamos fazer o tratamento direitinho.

A avó revirou os olhos e deu um sorrisinho sem graça para o médico e logo concordou, a senhorinha já sabia que o resultado daria algo bem grave, pois em sua família já havia tido alguns casos desse tipo, mas não queira preocupar o neto. Mesmo estando pronta para aquele tipo de resultado a avó de Sam não queira perder a chance de ver a jornada de sua neta até o final quando ela iria voltar para casa com um lindo troféu e um sorriso enorme no rosto.

O médico voltou com mais algumas papeladas e logo em seguida Sam e sua avó assinaram, os dois foram levados até uma sala onde já iriam iniciar o tratamento dando algum medicamento para a idosa onde seria injetado em sua veia. Sam estava sentado em um banco ao lado da cama de sua avó observando a tranquilidade da mesma, logo o momento foi interrompido quando um pequeno aparelho locou no bolso de Sam, o jovem pegou rapidamente para não fazer barulho, se levantou se distanciando um pouco de sua avó e atendeu.

-Ranger San falando – Disse o rapaz.

-Sam, precisamos de sua ajuda – Disse um homem do outro lado da linha – Sei que está em Seacity e fui informado que uma manada de Stantler estava desenfreada por esses arredores e alguns Pokémon já estão feridos e não quero que esses Stantler cheguem até a cidade.

-Sim senhor – Disse o rapaz em um tom firme.

Sam desligou o aparelho e se virou para sua vó que fez um simples sinal com a mão como estivesse mandando o rapaz ir já que a mesma sabia que era algum chamado Ranger ou coisa do tipo.

O rapaz saiu do hospital rapidamente, foi até em casa colocar sua roupa de Ranger e correu até as coordenadas que haviam lhe mandado. Quando chegou no local parecia que tudo estava tranquilo, mas logo viu algumas marcas pesadas de cascos no chão, o jovem se aproximou e logo mais pra frente viu uma pequena figura marrom no chão toda marcada com os cascos da manada que havia passado por ali. Chegando mais perto Sam pode ver a pequena corujinha redonda e marrom, com olhos grandes e vermelhos, uma de suas asas e pernas pareciam que haviam sido quebradas já que o pequenino não conseguia ficar de pé e chorava de dor.

Sam se aproximava lentamente do Pokémon e o mesmo quando percebeu ficou com medo do rapaz, o mesmo pegou uma pokébola de seu cinto e liberou um Pokémon quadrupede que media quase uns dois metros de altura, era verde e possuía um longo pescoço, em volta de seu pescoço havia grandes pétalas de flor rosa com bordas brancas, possuía duas antenas amarelas que crescia um pouco a cima de suas narinas, seus olhos eram amarelos, tinha uma cauda curta e três pequenas garras em cada pé

 -Meganium, precisamos acalma-lo com o aroma doce – Disse o rapaz.

Meganium se aproximou devagar até a pequena coruja e começou a liberar um delicioso aroma rosado de sua flor, o pequeno Pokémon marrom começou a se acalmar e Sam se aproximou o pegando no colo com bastante cuidado.

-Meganium, poderia usar o pulso da cura? – Perguntou o rapaz gentilmente.

Sam segurava a pequena corujinha ferida enquanto Meganium aproximava seu rosto para perto do Pokémon e logo em seguida começou a emitir uma luz rosa cintilante que percorreu todos o corpo do pequeno Pokémon marrom e começou a curar alguns de seus ferimentos. Quando a luz que Meganium emitia começou a diminuir a pequena corujinha dormiu nos braços de Sam o fazendo dar um sorriso, logo novamente seu aparelho começou a tocar e o rapaz rapidamente atendou com uma de suas mãos.

-Ranger Sam falando – Disse o rapaz em um tom sério.

-Sam, como está ai? – Disse a voz do outro lado da linha.

-Encontrei um Hoothoot ferido, mas já obteve alguns cuidados e agora estarei seguindo o rastro da manada – Disse o rapaz olhando ao seu redor.

-Faça isso o mais rápido que conseguir, não queremos mais nenhum ferido – Disse a voz masculina em um tom firme.

-Sim senhor – Disse o rapaz desligando logo em seguida.

Sam continuava andando segurando o pequeno Hoothoot e com Meganium ao seu lado, o rapaz seguia atentamente o rastro deixado pela manada de Stantler e não parava de pensar como aquilo era bem estranho. Seacity era um lugar tranquilo sendo que era uma cidade bem movimenta, mas também não tanto como as cidades grande da região e era dividida entra urbana e rural sendo que o parte rural predominava em volta cidade, o local também era conhecido pelos seus lindos e cristalinos lagos, cachoeiras e riachos e é claro pelos Pokémon aquáticos que vivam neles e como a cidade sempre foi pacífica, ver algo daquele tipo era muito suspeito para falar a verdade.

O rapaz já estava caminha por meia hora e não parava de pensar em como sua avó estava, pegou o celular em seu bolso e viu que tinha uma mensagem da mesma dizendo que estava tudo bem e que havia conseguido uma carona para casa, Sam esboçou um sorriso aliviado e agradeceu aos céus por sua querida avó estar bem, quando colocou o celular de volta no bolso sentiu o solo tremer e por alguns segundos sentiu um pouco de pavor, não por ele, mas pelo pequeno Pokémon que já estava ferido em seu colo e não queria colocá-lo em outra situação como a que havia acabado de passar antes.

Sam olhava para todos os lados tentando descobrir de onde estava vindo aquele tremor que aumentava cada vez mais, o rapaz olhou à sua frente e viu um pouco de poeira subindo e atrás estava vindo a perigosa manada. Sam se acalmou e ficou firme, olhou para seu Pokémon e fez um sim com a cabeça, Meganium se pôs à frente de seu treinador com uma expressão determinada e inclinou seu pescoço para frente fazendo uma luz rosa cintilante sair de seu corpo e ir diretamente até a manada, o tremor estava começando a diminuir e ao mesmo tempo Sam ficava aliviado por ter acabado de cumprir sua missão.

O rapaz se aproximou dos Pokémon, que agora parecia tranquilos e calmos, e observou que alguns deles estavam feridos, Sam novamente começou a estranhar tudo aquilo e pensou que a cauda daquilo tudo foi por cauda de algum ataque que os Stantler sofreram e acabaram ficando agitados e correndo para floresta de Seacity, mas logo seus pensamentos foram interrompidos quando o rapaz ouviu uma explosão e percebeu que os Stantler estavam novamente ficando agitados.

-Parece que o motivo de vocês estarem assim ainda está por perto – Disse o rapaz para si mesmo.

Sam ordenou que seu Meganium usasse o aroma doce para acalmar mais uma vez a manada e após saltar seu delicioso aroma os Pokémon já estavam quase dormindo na grama, Sam olhava para o céu vendo uma pequena quantidade de fumaça subir de algum lugar da floresta. O rapaz subiu em seu Meganium e o Pokémon corria o mais rápido que conseguiu enquanto Sam tomava cuidado para não acordar o pequeno Hoothoot que ainda estava em seus braços, depois de alguns minutos correndo Meganium parou quando viu um caminhão preto perto de um lado e algumas pessoas de preto puxando uma rede com vários Pokémon com corpos esféricos e espinhos espalhados pelo corpo, sua metade superior era verde escura e a metade debaixo era de um verde claro, cauda era fina e Sam via que seus olhos demostravam medo naquele momentos

As pessoas puxavam a rede e levavam até o caminhão e ao mesmo tempo reclamavam pelo peso e da quantidade dos Pokémon e quando despejavam de qualquer jeito mandavam novamente a rede para o lago. Sam e seu Meganium ficavam escandidos atrás de um arbusto observando aquela cena, o rapaz percebeu que tinha outra pessoa parada perto do caminhão de braços cruzados observando os outros fazendo o trabalho sujo, era outro rapaz que parecia ter a sua idade e pela cara não estava em um ótimo humor naquele momento.

-Andem logo com isso – Falou o rapaz de braços cruzados – Não acredito que me colocaram em uma missão amadora como essa – Falou revirando os olhos.

Os que carregavam os Pokémon de corpo esférico resmunaram alguns palavrões e emburraram a casa, o rapaz de braços cruzados parecia que tinha escutado e bateu o pé umas duas vezes e logo um Pokémon elefante cinza quadrupede de um metro e dez caminhou lentamente ao seu lado, o Pokémon tinham uma pele preta que assemelhava a um pneu que ia das suas costas até o seu nariz, tinha um par de presas enormes que saiam de sua boca, possuía uma orelha fina e em volta de suas quatro pernas havia uma faixa preta.

As pessoas que haviam resmungado logo tremeram de medo ao verem o olhar assassino do rapaz e as presas do Pokémon que estava ao seu lado, o Pokémon se aproximou da água e abriu a boca, uma esfera negra e roxa começou a se formar e em seguida um poderoso feixe negro saiu de sua boca e causando uma forte explosão dentro da água. Novamente a rede foi puxada e estava cheia dos mesmos Pokémon de antes, Sam fechou o punho completamente furioso com a crueldade daquelas pessoas com aqueles Pokémon que vivam pacificamente no lago.

-Uso folha mágica no pneu do caminhão – Cochichou Sam para Meganium.

Maganium fechou os olhos e a flor que cercava seu pescoço começou a brilhar e em seguida algumas folhas que brilhavam com uma cor verde fluorescente se materializavam em sua frente, o Pokémon mirou no pneu no caminho e acertou todas as folhas fazendo um rasgo na lateral do pneu e logo em seguido o caminhão se inclinou um pouco para o lado. Todos olhavam para o caminhão e deram um passo para trás se afastando, depois que o caminhão parou algumas as pessoas foram até o lado em que o veículo se inclinou para ver o que havia acontecido, no mesmo instante Sam pegou uma de suas pokébolas de seu cinto e cochichou para o Pokémon que estava lá dentro, o rapaz deu um pequeno impulso fazendo a esfera rolar com cuidado até o lado e com sucesso a pokébola caiu dentro da água e um clarão tomou conta de quase todo o lago fazendo as pessoas de presos ficarem meio desconfiadas.

Depois que viram a situação do pneu o rapaz mal-humorado soltou alguns xingamentos e mandou que alguém consertasse aquilo imediatamente, mas todos rapidamente foram surpreendidos quando um Pokémon de mais de dois metros saiu da água, era uma arraia que tinha as costas azul escuro com duas esferas preta, possuía uma cada que se parecia com um lenço e duas longas antenas, sua parte inferior tinha uma cor cinza e era onde estava suas brânquias, olhos e sua pequena boca. O Pokémon abriu a boca e começou a expelir múltiplas bolhas azuis, que acertaram algumas das pessoas de preto e o Pokémon ao lado do rapaz mal-humorado, todos ficaram apavorados achando que aquele era um Pokémon selvagem e violento.

O Pokémon deu mais um mergulho na água e saltou ficando no ar, o Pokémon que antes perecia aquático agora voava graciosamente pelos céus como se fosse um pássaro, o mesmo começou a produzir uma esfera multicolorida entre suas antenas que logo em seguida liberou um feixe multicolorido que propositalmente acertou a parte de trás do caminhão onde estava sendo guardado os Pokémon do lago. Todos se escondiam atrás do caminhão para não serem atacados e apenas o rapaz ficava parado de braços cruzados com sua cara nada amigável que parecia que não estava com medo de ser atacado.

-Folha mágica – Ordenou Sam saindo de trás dos arbustos.

Sam e Maganium deram um pulo e rapidamente seu Pokémon liberou suas folhas que brilhavam em um verde fluorescente e cortou as redes em que os Pokémon do lado estavam presos, pequenos aquáticos começaram a pular de volta para o lado com uma expressão alegre enquanto o rapaz ainda estava com uma cara empurrada e seus braços cruzados.

-Olha só, se não é um Ranger – Disse o rapaz mal-humorado.

-Podemos fazer isso de um jeito fácil ou de um jeito difícil – Disse Sam – De qualquer maneira vocês irão para da cadeia.

O rapaz tranquilamente pegou um aparelho de seu bolso e o ligou, Sam estava atendo para qualquer coisa que viria daquele aparelho, a grande arraia agora planava ao seu lado enquanto Meganium olhava para o rapaz e seu aparelho pronto para atacar.

-Casey, aqui é seu irmão – Dizia o rapaz – Mudança de planos – Falou com um sorriso no rosto e desligando o aparelho.

O rapaz logo em seguida pegou a Pokémon do seu elefante cinza e o retornou, minimizou a esfera e a rolou até Sam, que achou estranho aquela atitude do rapaz mal-humorado, depois o mesmo colocou as mãos para o alto como se estivesse se rendendo e caminhou lentamente em direção a Sam, que abaixou a guarda. Os que vestiam roupas pretas e estavam roubando os Pokémon do lago continuavam atrás do caminhão e estavam surpresos com a atitude do rapaz de se entregar tão facilmente, quando estava próximo de Sam o rapaz deu um sorrisinho sacana.

-Você é uma gracinha, mas não faz meu tipo – Falou baixinho de um jeito sedutor fazendo Sam estranhar – Gosto dos mais submissos – Disse dando uma piscada para o Ranger.

O rapaz deu uma cabeçada no nariz de Sam, fazendo o jovem se desequilibrar e cambalear para trás, e em seguida pegou algumas bolinhas escuras de seu bolso e as jogou no chão. As esferas começaram e sair uma fumaça negra e em logo e rapaz começou a correr juntos das pessoas de preto, a arraia gigante começou a bater suas asas, que também eram suas barbatanas quando estava na água, fazendo a fumaça de dissipar e quando já havia sumido Sam percebeu que nenhum deles estava no loca, apenas o caminhão

Sam pegou seu aparelho comunicador e ligou para central dos Ranger relatar e pedir reforços para o que havia acontecido, quando desligou percebeu que a pokébola que o rapaz havia jogado ainda estava ali e que o Pokémon também estava dentro e parecia que estava tirando um cochilo. Sam caminhou até o arbusto que estava e viu que a pequena corujinha marrom estava dormindo tranquilamente onde o Ranger havia deixado, Sam o pegou deu um sorriso para o Pokémon.

-Se resolver ficar comigo tenho uma treinadora perfeita para você – Falou Sam acariciando o pequeno enquanto o mesmo dormia tranquilamente.


Notas Finais


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