História (Segunda T) - O Segurança de Park Jimin - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Fic, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Namjoon, Rap Monster, Seokjin, Suga, Taehyung, Taekook, Vkook, Yoomin, Yoongi
Exibições 314
Palavras 2.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Biiiiiiiiiiiiiiscotiiiinhoooooooooooossssss

to caindo de sono, mas o cap tá aí ahsuhaushuahsuhasuhauhs

apreciem ♥

Capítulo 49 - Jantar de Natal - Sakura e Park Pai


Fanfic / Fanfiction (Segunda T) - O Segurança de Park Jimin - Capítulo 49 - Jantar de Natal - Sakura e Park Pai

POV JIMIN

- Mais uma vez... aigoo...

- Para de drama, Jiminie. – Suga me segurou firme pela cintura com a mão que podia ser movimentada e me arrastou pela varanda da casa do meu pai, tocou a campainha e esperou.

Uma sorridente Juliet nos atendeu, me agarrando e quase tirando meu ar, coisa que ela só não fez com Suga porque ele estava com a tipóia no braço ainda.

- O que aconteceu, minha criança?

- Ah, eu torci. – ele deu aquele sorriso de criança arteira. – Logo melhora, não se preocupa, Juliet.

- Melhoras. – ela sorriu. – Park Pai ainda não chegou, ele foi buscar alguém que estava um tanto... relutante de vir.

- Tenho nem ideia de quem seja. – eu dei um sorriso de lado e entrei com eles na mansão.

Alguns tios já estavam lá, os primeiros que vimos foi Sara e Eunho, o que nos tomou bastante tempo; Sara tinha conseguido um contrato milionário para um cliente e estava pulando de felicidade, nos contando sobre isso enquanto nos arrastava para sentar no sofá confortável.

- HYUUUUUUUNGGGGGG

- Meu irmãozinho preferido! – eu disse enquanto o garotinho pulava em mim.

- Eu sou seu único! – ele mostrou a língua.

- É sim, mas é o preferido.

- SUGAAAAAAAAAAAAAA. – ele puxou o rapaz pela blusa e agarrou seu pescoço sem sair do meu colo. – Senti saudade, hyung.

- Eu também, baixinho. – ele o abraçou com a mão livre e afagou os cabelos do menor.

- Você tá dodói?

- Eu machuquei, mas estou bem melhor.

- Você caiu?

- Foi sim.

- Eu caí e fiz dodói. – ele mostrou o cotovelo todo ralado, ainda vermelho da queda recente e cheio de casquinhas marrons.

- Arteiro. – eu ri e Yoongi me acompanhou.

Depois de um tempo, Hyuni e Mary Lee entraram na casa, seguidos de Set e Lily que discutiam por alguma coisa que eu não me dei ao trabalho. Leh apareceu na sala e veio nos cumprimentar, seu filho Lin se jogou no sofá ao nosso lado e bufou, reclamando de alguma coisa; meu irmãozinho jogou parte do peso no seu colo enquanto Lin fazia carinho nos seus cabelos.

- Por que tá todo mundo nervoso desse jeito? Set e Lily entraram brigando, você com essa cara... – eu perguntei.

- Problemas internos... na verdade eu estou tentando concertar um problema antes que ele chegue nos nossos tios. – ele disse baixo.

- O que foi?

- Set e Chong. Eles estão brigando como duas garotinhas, eu não estou suportando mais inventar desculpa pras brigas deles por ciúmes.

- Ih, a merda é grande, Jiminie... – Yoongi me olhou.

- Muito, primo. Não quer bater neles pra mim não? Vai, Suga, você já queria bater no Set de todo jeito, quebra essa! – ele implorou dramaticamente pro meu namorado.

- No meu atual estado eu apanho até do Jimin. – ele sorriu e levou um cutucão por isso. – Aish tá vendo? Eu torci o braço, não posso mexê-lo.

- Aigoo... melhoras. – ele disse com uma carinha triste. – O que eu faço, primos? Se a tia Mary descobre...

- Xiiiiiiiu. – eu pedi silêncio enquanto ela se aproximava.

- O namoradinho veio de novo...

- Boa noite, senhora Mary Lee. Como vai? Seu casaco é muito bonito. – sorriu Suga, meu estômago chegou a embrulhar de tanto sarcasmo.

- Obrigado, rapaz. Alguém pode me dizer o que o Set tem? Ele anda estranho.

- Deve estar passando por uma fase difícil, tia. Adolescência é complicado, o rapaz só tem 17 anos.

Ela me olhou com uma cara desconfiada, mas deixou por isso mesmo. Meu tio apenas levantou a mão para mim e para Yoongi, nos ignorando logo depois. Set e Sara passaram por nós como furacões e foram direto para a sala de games, onde se trancaram logo depois.

- Suga, você é o mais velho aqui, ajuda! – eu cutuquei o rapaz que parecia querer dormir ali.

- Sou um excelente exemplo de como cuidar dos ciúmes, não é, Jiminie?

- Aigooo, mas faça algo!

- Porra nenhuma, o Set não vai com a minha cara e nem eu com a dele.

- Por favor, primo! – Lin o encarou com aqueles olhinhos brilhantes de criança pedindo doce. – Eu não quero que o Set seja mandado pra um colégio interno por causa do Chong. Eles não vão mais se ver.

- Mas que caralho, essa persuasão é de família?

- É.

- Vamos lá então, não estou fazendo nada melhor mesmo. E cadê o tal do Chong?

- No quarto, acabei de deixar ele lá.

- Que fique lá pelo menos por enquanto. – ele se levantou e me puxou com ele. – Vamos ver o que dá pra fazer. Vem com a gente, Haory.

- Vou! – ele sorriu e pegou na minha mão e na de Suga.

Nós abrimos a porta e encontramos os dois irmãos em cochichos nervosos.

- Mas que porra, Set, você não consegue entender que ele só foi na festa porque os pais obrigaram? Ele nem gosta do Chanyong.

- Que me importa? Porque ele não me disse?

- Pegaram o celular dele.

- De que lado você está?

- Da sanidade, pelo jeito. – disse Suga, entrando na sala. Isso, ótimo jeito de entrar na conversa.

- Que eu saiba, ninguém te chamou aqui.

- Hyung... – tentou chamar Lin, mas ele não o ouviu.

- Podem ir embora.

- Não sem antes entender a treta. Eu gosto de tretas. – Suga se sentou no sofá e logo Haory ocupou seu colo. – Estou esperando.

- Eu vou calar a boca desse filho da puta.

- Nem que você quisesse. – Suga olhou dentro dos olhos do rapaz com aquele sorriso sarcástico que dava até um pouco de medo, para quem não o conhecia. – Não é minha intenção te ajudar, mas sim ajudar o Chong e o Lin.

- Por que quer ajudar o Chong?

- Gostei dele. Só isso.

Vi meu primo espumar de raiva pelo comentário do Suga.

- Fica longe... dele. – ele disse entredentes.

- Eu estou, vou continuar assim, mas pelo jeito... – ele olhou para os lados. – você também o afastou, não é verdade? Aonde está o rapaz que até onde eu sei morre de amores por você.

Ele não soube o que dizer e eu entendi onde Suga queria chegar. Um alívio tomou conta do meu coração, por um segundo eu pensei que ele não sabia o que estava fazendo.

- No quarto.

- Chorando. – Lin o entregou. – Por sua causa.

- Se ele não fosse tão idiota...

- Por que ele foi numa festa sem te dizer? Ou porque você se sentiu excluído da vida dele?

Suga passou o dedo pelos lábios e encarou o rapaz com olhos cerrados.

- Quando exatamente, Park Set, o seu ciúmes passa do cuidado para o medo de perder quem você gosta?

- Você não sabe do que está falando. – ele o olhou cético.

- Ah não? Ok, vamos pensar sobre isso. Eu namoro o seu primo, um modelo famoso, vive na mídia e fazendo trabalhos com outros tantos modelos, tem uma carreira. Eu tenho ciúmes disso.

- Aonde quer chegar?

- Eu me fodi com esses ciúmes, e foi literalmente. Pense como quiser. Se o Jimin não me amasse, ele teria simplesmente ido embora. Chong por acaso foi embora depois do seu showzinho?

- Ele me ligou cinquenta e uma vezes.

- Jimin deixou tudo que estava fazendo e foi atrás de mim, sem se importar consigo mesmo.

- E daí?

- Daí, pequena criança... que o seu medo vai fazer o rapaz escorregar por entre os seus dedos.

- Nunca...

- Uh, verdade? Cadê ele então? No quarto chorando porque você foi idiota.

Ele deu dois passos em direção ao Yoongi e eu pensei realmente que o mais novo fosse tentar agredir meu namorado.

- Apesar de eu achar que descontar sua raiva em mim, fisicamente falando, vai te relaxar... não tira a sua culpa. Só afirma ela.

- Seu filho da puta...

- O que eu quero que você entenda é que se você não cuidar dele e não o fizer feliz, outra pessoa vai fazer e você só vai ver tarde demais. – ele disse bem sério. – Você tem duas opções: para de ser filho da puta ou perde ele. Muito simples.

Set fechou os olhos e respirou fundo uma vez, foi até a porta e a abriu com violência.

- Vou falar com ele.

- Voltem antes do jantar. E sem cara de choro.

Não tenho certeza se ele ouviu, mas ele bateu a porta e ainda ouvimos seus passos pesados pelas escadas. Lin correu e pulou no colo de Suga, ao lado do meu irmão, agradecendo o rapaz e abraçando ele e Hao juntos; Lin tinha só dez anos, ele era uma criança preocupada.

- Obrigado, primo.

- Esfregar umas coisas na cara de algumas pessoas é bom de vez em quando.

Lily riu baixinho; eu esperava qualquer comentário sarcástico dela, mas não veio.

- Acho que o tio chegou. – ela disse e nós voltamos para a sala. – Vem, Haory.

- Pega doce pra mim, Lily?

- Pego, mas só um, não pode ficar comendo muito.

- Táaaaa. – ele sorriu e foi com ela.

- Comprado com doce. É realmente o seu irmão mesmo. – ele sorriu para mim e piscou. Eu só pude rir.

Namjoon estava de mãos dadas com Jin, conversando com Eunho sobre alguma coisa importante enquanto meu pai entrava em casa, arrastando uma Sakura completamente vermelha, assim como a blusa fina de botões que vestia.

- Boa noite a todos. – ele disse e os meus tios sorriram.

Ele apresentou Sakura como uma mulher muito competente que trabalhava com ele. Com e não para. Ele fez uma social enquanto eu só esperava que aqueles dois decessem o mais rápido possível pra não dar tanto na cara assim.

- Por que eu estou aqui, bolinho? – ela perguntou para mim, se separando do meu pai. – Era pra eu estar em casa fazendo maratona de Once Uppon a Time.

- Eu não sei nem o que eu estou fazendo aqui, pra ser sincero, Sakura.

- Eu estou machucado ainda e estou aqui.

- Você veio por causa do jantar. – ela disse num tom debochado. – Eu estou realmente preocupada, eu não quero conhecer essa gente.

- Vão te tratar melhor que o Yoongi.

O rapaz riu e concordou.

- Sakura, por favor. – chamou meu pai e ela teve que ir, não sem antes lançar um olhar de súplica que foi ignorado por nós com sucesso.

- Ela está bem nervosa. – comentou Jin, vindo até nós depois que ela tinha saído.

- Nervosa é pouco, ela quer sair correndo por aquela porta e eu estou quase acreditando que ela vai fazer isso.

- A gente segura ela antes. – ele riu.

Meia hora depois, meu pai resolveu que era hora de servir o jantar. Eunho deu aquele grito característico para que Chong decesse e não demorou muito para que ele e o rapaz descessem as escadas correndo.

- Aonde estavam?

- Carregando o celular do Set. – prontamente respondeu o mais novo.

- Entendi. Vamos comer. – ele sorriu e nós todos seguimos para a mesa.

Tirando os comentários nada saudáveis dos meus tios Hyuni e Mary Lee, o jantar correu de forma tranquila – e muito farta. A comida estava deliciosa e eu me divertia muito com Yoongi apanhando para comer com a mão esquerda. Por fim eu acabei ajudando o rapaz a se alimentar, como eu fazia quando ele estava em casa comigo; não houve reclamação, mas olhos raivosos nos olhavam e isso pouco importava na verdade.

Era hora da sobremesa e meu ai pediu para que todos os copos fossem cheios com Champagne, mesmo os das crianças.

- Bom... eu quero agradecer à minha família por mais um natal juntos. Mesmo querendo nos matar às vezes. – ele olhou para Hyuni. – O importante é que estamos aqui, a mesa está cheia de pessoas e de uma excelente refeição. Além disso, nós temos a mesa mais cheia esse ano. Meu querido filho está namorado, então um dos motivos do meu brinde, hoje, é por essa felicidade e pelo orgulho de ver o meu menino se tornar um homem melhor, uma pessoa melhor. Ao meu filho.

- Saúde! – Namjoon puxou o coro.

- Quero também aproveitar para fazer um pedido oficial. – ele tirou uma caixinha do bolso e Sakura o olhou desconfiado. – Pode se levantar, Sakura?

Ela parecia não ser capaz de se manter em pé sozinha, mesmo assim, o fez.

- Doegansek Sakura, eu sei que eu sou um pouco velho para isso, mas... aceita namorar comigo?

Ele abriu a caixinha e Sakura começou a chorar de felicidade. Na verdade, minhas tias todas estavam chorando de felicidade. E Jin, não posso esquecer de Jin.

- Ah, Kwan...

- Por favor, diz que sim. – ele sorriu.

- É claro que sim!

- Então, família... – ele segurou a mão de Sakura e colocou o anel prateado em seu dedo, ela fez o mesmo com ele. – Recebam com carinho minha namorada, Sakura.

Nós batemos palmas, alguns mais contidos e as crianças freneticamente, rindo e gritando enquando Suga – muito adulto – assoviava com os dedos da mão esquerda nos lábios; infelizmente Namjoon sabia fazer isso também e não tardou a acompanha-lo.

Eu e Suga nos levantamos para cumprimentar o novo casal.

- Eu vou poder te chamar de Omma? – eu perguntei e levei consecutivos tapas da moça.

- Vai e eu vou te encher de tapa toda vez. – ela riu e me abraçou, seus olhos numa genuína felicidade contagiante.

- Parabéns por ter feito, pai.

- Sua coragem me inspirou, Jiminie. – ele sorriu e me abraçou.

Era tão bom ver a minha família assim, completa. Dava um calor gostoso no peito.


Notas Finais


aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaw Kwan!
tem um pedacinho ainda que vai continuar, OK? POV do Set.

gostaram? me deixem saber ♥♥

2beijo


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