História Sei Que És Meu Amor - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Aventura, Colegial, Shoujo Romântico
Exibições 59
Palavras 2.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiie, pessoaaal S2

Sei que demorei de postar a parte 2 desse episódio... mas estava querendo inspiração e como iria fazer as escolhas 😟

Mas depois de tanto pensar... aqui estááá 😻 a letra mais votada foi a letra "D"!!

Boa leituraaaa 😄

Capítulo 30 - Episódio 10. Parte 2


Fanfic / Fanfiction Sei Que És Meu Amor - Capítulo 30 - Episódio 10. Parte 2

Nathaniel: Você ficou me encarando estranho, fiquei até com medo. - sorriu. - Quer me contar alguma coisa?

Lua: Eu... na verdade...  - segurei firme a chave.

Deixei quieto, fiquei na ponta do pé e dei-lhe um beijo no rosto.

Nathaniel: L-L-Lua? O-O que... - notei que havia ficado muito vermelho.

Lua: Não é nada, Nathaniel! Um beijo de boa sorte! - sorri. - Te vejo mais tarde! - saí correndo do grêmio.

Nathaniel ainda vermelho, piscou repetidamente sem entender nada.

Nathaniel: Ela me deu um beijo no... rosto? - colocou a mão no lugar do beijo.

Na cabeça dele veio o momento em que ela lhe deu um beijo no rosto.

Nathaniel: E ficou na ponta do pé...? - puxou a cadeira para se sentar, cruzou os braços na mesa e deitou a cabeça nos mesmos. - Que fofa...! - parecia que de tanto ficar vermelho, fumaça saía pela sua cabeça.


Eu andava pelo corredor, segurando as chaves com as duas mãos.

Lua: Eu dei um beijo no rosto de Nathaniel por impulso. - suspirei e abaixei os olhos. - Tomara que ele não fique chateado comigo.

Não tive coragem para contar, embora ele seja o meu melhor amigo agora, mesmo assim ele é o representante. Se soubesse e não contasse para a diretora iria ser pior, sem contar que se ele mentisse quando ela perguntasse iria ser duas vezes pior.

Quando levantei a cabeça dei de cara com Castiel vindo na mesma direção que eu.

Não acredito!

Paramos um na frente do outro. Trocamos olhares, franzi as sobrancelhas.

Lua: O que está fazendo aqu__

Castiel: Achei que iria sair da minha frente, mas me enganei. - desviou de mim e continuou andando.

Lua: Como? - me virei para ele perplexa.

Castiel: Apenas não me atrapalhe. - disse friamente.

Fiquei sem entender nada.

Lua: "Ashi"! O que foi isso de repente?

Entrei na sala dos professores, tudo estava na mesa de centro, peguei os aparelhos e quando virei, vi um molho de chave no balcão, ao lado da máquina de café.

Será que esse molho de chaves é o que estava na mão dos garotos?

Sorri ao pensar nisso.

Lua: Tomara que sim. - sorria.

Saí da sala, apoiando tudo em um braço consegui fechar à porta, então segurei os aprelhos com as duas mãos e continuei andando.

Deixei as coisas na sala.

Júlia: Obrigada, Lua! - sorriu.

Lua: De nada, Júlia! Aqui as chaves. - entreguei para ela.

Júlia: Você pode colocar esses avisos assustadores pela parede de fora da sala? - pegou pedaços de isopor pintados de preto com frases vermelhas e uma fita isolante da mesa, e me entregou.

Lua: Sim! - assenti e sorri.

Júlia: Gosto da sua animação! Curte coisas assustadoras, mistérios horripilantes e história macabras? - sorriu.

Lua: He he...! - franzi o cenho e ainda sorria.

Armin: Lua, vai colocar essas coisas na frente da sala, certo?

Lua: Sim...! - desfiz o sorriso.

Armin: Posso ir com você. - olhou por segundos para uma caixa pequena em suas mãos, com alguns frascos de sangue falso. - Tenho que melecar o forro que cobriram a parede.

Júlia: Boa sorte para você! - sorriu e se afastou.

Deixei alguns pedaços de isopor no chão para colocar um por um na parede. Dobrava a fita isolante, colocava atrás do isopor e depois no forro da parede. Armin melava o dedo do sangue falso e passava ao lado dos "avisos assustadores" ou um pouco distantes.

Eu estava em silêncio, não sabia o que dizer. Até que ele quebrou o silêncio.

Armin: Já escolheu sua fantasia horripilante? - olhou para mim por segundos e sorriu.

Lua: Não. Você já? - não olhei para ele e continuei a fazer o meu trabalho.

Armin: Já sim! Irei me fantasiar de zumbi. Escolhi essa fantasia porque é mais legal, principalmente porque o evento é perto do anoitecer.

Lua: Só estou fazendo isso por causa dos pontos. - sorri de canto. - Estou precisando.

Armin: Não gosta de coisas assustadoras?

Lua: Nem um pouco.

Armin: Ficaria legal a fantasia de vampira em você.

Lua: Como está você e a Iris? - quis mudar o assunto.

Ele desviou o olhar de mim, abaixou os olhos. Parecia pensativo.

Lua: Perguntei algo de errado?

Armin: Eu e a Iris... terminamos.

Arregalei os olhos.

Lua: Hã? Por que? Vocês pareciam tão bem.

Armin: Não estava dando muito certo. Tinhamos gostos muito diferentes, nunca chegávamos a um concensso.

Que estranho.

Lua: Sinto muito por vocês.

Armin: Não sinta. - olhou para mim e sorriu de canto. - Foi o melhor. - continuou pintando.

Continuei colocando os pedaços de isopor no forro.

Alexy estava no final do corredor, observando seriamente Armin e Lua.

(FLASH BACK ALEXY: ON)

Ele saía da loja de fantasias com uma sacola na mão, sorridente. O céu já estava escuro.

Alexy: Essa fantasia ficará ótima! - sorriu.

Quando viu Iris andando devagar em sua direção, segura do as alças da bolsa e a cabeça baixa.

Alexy: Hm? - levantou um pouco a mão direita. - Oi, Iris! - sorriu. - Por que não está com o Armin?

Ela parou ao lado esquerdo dele.

Iris: Não me diga esse nome agora.

Alexy: Quê?

Iris: Não mencione mais sobre ele para mim! - quando ela olhou para ele, seus olhos estavam encharcados de lágrimas.

Alexy: Iris? O que...

Iris: Tchau! - abaixou a cabeça e saiu correndo sem dizer mais nada.

Alexy apenas ficou olhando na direção dela.

(FLASH BACK ALEXY: OFF)

Alexy: Eles terminaram. Mas sinto que tem algo mais nisso. - franziu as sobrancelhas.

Alexy: E não deixarei ele se aproximar da__

Garoto 1: Achei você! Temos que acabar aquilo logo, cara! - segurou o braço esquerdo dele.

Garoto 2: Quanto mais cedo acabarmos, melhor! Já estou ficando com fome! - segurou o braço direito dele.

Alexy: E-Ei! - olhou para ambos, então o arrastaram enquanto corriam. - Luaaaa! - disse choroso.

Lua: Ué! - olhou para o final do corredor.

Armin: Algum problema?

Lua: Achei que alguém havia gritado o meu nome. - dei de ombros e peguei a fita isolante do chão. -Vou entregar isso para a Júlia. -- entrei na sala.

Armin: E é assim que começo. Alexy não irá me atrapalhar. - olhou para a parede, e sorriu de canto.


(Diretoria...)


A diretora estava de pé, encostada em sua mesa com os braços cruzados. Eu e meus pais estávamos sentados em um sofá, e do outro lado da sala estava os pais da Melody e ela, no meio havia uma mesa de centro com uma bandeja com um bule de café e xícaras cheias.

Por que o meu pai foi envolvido nisso mesmo? E desde quando a diretora mudou essa sala? E de novo?!

Olhei em volta impressionada.

Diret. Shermansky: Essa reunião teve início agora.

Eshiley (mãe): Ótimo! Porque o que a filha deles fizeram foi um absurdo!

Mãe da Melody: Ahn? E que provas vocês têm contra ela? Está na cara que sua filha com inveja, a incriminou.

Melody estava de cabeça baixa.

Eshiley (mãe): Como... - franziu as sobrancelhas. - Como é que é? - as mães se levantaram.

Diret. Shermansky: Senhora Eshiley! Senhora Josefa! Por favor, sentem-se.

Sentaram de cara feia.

William: Diretora, quando vi minha mulher falando sozinha desse assunto, fiquei indignado.

Por ela está falando sozinha ou por isso ter acontecido?

Arqueie uma das sobrancelhas.

Henri: Temos que chegar a um concensso. Perguntar para as nossas filhas e não dizer o que achamos.

Eshiley (mãe) e Josefa: Hum! - cruzaram os braços e olharam para os lados opostos dos maridos.

Diret. Shermansky: Boa ideia! Meninas? Quem começa?

Como a Melody não dizia nada, eu comecei.

Lua: Diretora, é verdade, fiquei trancada no porão. E... - olhei para a Melody, segurando suas própras mãos e parecia nervosa.

Ela fez aquilo tudo porque gostava dele. E sobre o sentimento de amar alguém... eu não conheço.

Lua: E... - baixei os olhos.

O que eu faço? O que ela fez foi uma idiotice tremenda, uma infantilidade. Mas foi porque não queria ver o seu amado com outra mulher... sobre isso eu... sobre isso...

Melody: Hm? - senti seu olhar em mim.

Eshiley (mãe): Filha? O que foi?

Josefa: Hm? - ainda de braços cruzados, arqueou uma das sobrancelhas.

William: Querida, pode continuar. Não tenha medo de nada.

Lua: Não estou com medo, apenas pensando, pai. - sorri de canto para ele.

Josefa: "Pensando"? Hah! - sorriu de desdém. -- Pensando em inventar mais uma mentira?

Henri: Meu bem! - olhou para a esposa.

Josefa: Só estou dizendo a verdade!

Diret. Shermansky: Por favor, Lua, continue.

Lua: Hm! - assenti. - Eu estava dizendo que... - olhei nos olhos de Melody. - Que a culpa não foi dela, por eu ter ficado presa no porão.

Melody: Hã...? - ficou perplexa.

Eshiley (mãe): E-Espera! Como? - arregalou os olhos.

Josefa: Aha ha ha! - sorria. - Eu sabia! Eu sabiaa!

Henri suspirou aliviado e sorriu de canto, colocando a mão no peito esquerdo. Meu pai apenas olhava sério para mim, como se me analisasse.

Eshiley (mãe): F-Filha! Que raios está falando? Você disse que foi ela! Você me disse isso! - franziu o cenho.

Lua: Desculpa, mãe. - não olhei para ela, mas para a diretora. - Eu estive pensando e juntando as peças. A Melody não me trancou lá, ela estava querendo me ajudar a sair.

Diret. Shermansky: E por não conseguir te deixou lá?

Lua: Não. - balancei a cabeça. Ainda sentia o olhar de Melody em mim. - Ela tentou e tentou, então foi buscar as chaves na sala dos professores, porém estava trancada e ela não tinha a cópia em mãos. Quando ela voltou para me avisar isto... - fiquei pensativa. Eu já havia saído. - completei. - Então... fui para casa. Demorei de chegar porque fiquei sentada no metrô para descansar e só depois pegar o trem.

Diret. Shermansky: Como se trancou e como saiu?

Lua: A fechadura está com defeito. Fiquei tão assustada, estava tão apavorada que não escutei mais nada. Apenas de início a voz da Melody, por isso deduzi errado. Eu peço desculpas a todos vocês! - abaixei a cabeça.

Josefa: Hum! Me pergunto se devemos perdoá-la?! Isso foi calúnia.

Eshiley (mãe): COMO É? SUA DESMIOLADA!

Josefa: Oopa!!

Diret. Shermansky: Por favor! - franziu as sobrancelhas. - Dêem exemplos para suas filhas!

Henri: Diretora, como as coisas vão ficar agora?

Lua: Irá me castigar...?

Diret. Shermansky: Não irei castigar nenhuma das duas. - sorriu de canto. - Tudo foi esclarecido. Você mostrou o arrependimento e o pedido de perdão. Só não quero que algo como isso aconteça novamente.

Lua: Certo! - sorri de canto. - Obrigada.

Na frente do colégio, eu me despedia dos meus pais.

Lua: Mãe, me perdoe. Mas... não fique brava comigo.

Eshiley (mãe): Como você pôde dizer aquelas coisas? Por que mentiu? - franziu as sobrancelhas.

Lua: Eu... precisava.

Eshiley (mãe): Não! Não precisava! Aaargh! Por causa de você aquela tal Josefa saiu com cara de vencedora! Vou pro carro! - foi para o carro revoltada.

Lua: M-Mãe! - franzi o cenho.

William: Deixe ela se acalmar. - passou a mão na minha cabeça. - Quando eu voltar do trabalho, vamos ter uma conversa.

Lua: Está bem.

Ele então se afastou e foi para o carro, ligou e foi embora.

Fiquei sentada em um banco do pátio ao lado do colégio. Segurando minhas próprias mãos, suspirei.

Lua: Ela ficou tão brava assim comigo?

Melody: Lua? - se aproximou.

Lua: Melody? - olhei para ela.

Melody: Podemos conversar um pouco? - franziu o cenho.

Lua: Sim. - ela sentou ao meu lado.

Melody: Obrigada. - sorriu de canto por segundos. - Lua, por que fez isso?

Lua: Porque tinha espaço no banco. - sorri.

Melody: Quê? - não entendeu. - N-Não isso! Me refiro ao que fez na diretoria. Não deixou eu ser castigada.

Lua: Aah! Isso. - sorri. - Porque apesar daquilo ter sido uma idiotice, você estava sendo sincera consigo mesma.

Melody: Do que está falando?

Lua: Dos sentimentos pelo Nathaniel.

Melody: A-Ah... - desviou o olhar e segurou as próprias mãos.

Lua: Você tem sorte.

Melody: Fui rejeitada! - olhou para mim, franzindo as sobrancelhas.


(FAÇA SUA ESCOLHA)

A) Eu sei. E sinto muito por isso.

B) Estou dizendo sobre saber verdadeiramente o que sente.

C) Não é nenhuma surpresa. Vamos concordar, você é muito... melancólica demais.

D) E eu com isso? Não estou dizendo sobre essa parte.

E) Por ser sincera, queria que seus sentimentos tivessem sido correspondidos.

F) Não estou surpresa do Nathaniel ter preferido a mim do que a você. Você é enjoadinha, vai.






 






Notas Finais


Oia as escolhas aeee huahua ☝☝

Até a próxima, minna!! S2
E uma surpresinha pequenininha... o episódio 10 terá mais de 3 partes! Sendo assim, mais escolhas para ser feitas nos dias do evento do colégio 😲!!

Me pergunto se algo vai acontecer nesse decorrer 😐!!

Bjoos de Sakura 😘


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