História Seis - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Aventura, Romance, Seis
Exibições 3
Palavras 3.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Minha primeira história! Espero que gostem! (:

Capítulo 1 - Perdidos


Fanfic / Fanfiction Seis - Capítulo 1 - Perdidos

O meu nome é: Zafrina. É não tem sobrenome, só ganhamos um sobrenome quando somos adotados ou quando completamos 18 anos. Vivo em um orfanato deste sempre, ninguém sabe como eu cheguei aqui, mas não é tão estranho assim, meus amigos também não sabem como chegaram aqui. Tenho três amigos: James, Natasha e Dilan, Meu melhor amigo James é um menino magrelo, mais baixo do que eu (1,43), com cabelo castanho claro (quase loiro) olhos acinzentados e sua pele parece leite, ele realmente parece ser um russo, me pergunto da onde que ele saiu. Quando digo que ele é meu melhor amigo, não é como Natasha e Dilan, ele é meu irmão e ele age como o tal, sempre na minha cola e parecendo ou não historinha de criança, nós protemos jamais esquecer um do outro. Ele realmente si tornou parte de mim.

-Pra onde eles vão nos levar hoje?- ele disse.

-Não sei. -respondi.

Ele franziu a testa e si sentou na minha cama, estávamos no quarto que Natasha e eu dividíamos. Nada demais tem duas camas um guarda roupa, boneca, alguns bibelôs e enfeites que tínhamos para deixar um pouco mais com a nossa cara.

-Não sabe?- ele parou e olhou pra mim trocando a cara de preocupação por esperança. -Zafrina você acha que eles realmente vão nos adotar?

-Eles realmente tão gastando um dinheiro com a gente nesses últimos meses, mas você sabe que é difícil, temos 12 anos e estamos em quatro. - ele fez uma careta.

-Mas a esperança é a ultima que morre né?

-Sim. -disse dando um sorriso forçado, quando Natasha voltou com o lanche que pedimos.

-E ai gente, tem pão com presunto e queijo e suco de laranja- ela disse.

Natasha já tá pra ser a minha cumplice de um assalto, ela realmente parece precisar de mim e eu preciso dela. É meio difícil viver em orfanato que só tem 10 meninas e a maioria é mais nova que a gente. (1,45), com cabelo castanho escuro e repicado, olhos castanhos como os meus e é branca, mas não que nem James, ela é bonita. Magra esguia e com falta de algumas curvas, como James disse quando perguntei o que ele achava dela.

-Me passa o meu!- disse James levantando e esquecendo o drama anterior (ele é bom nisso).

-Vai com calma, eu também quero criatura. - Disse dando risada.

-Zafrina já decidiu com que roupa você vai hoje?-ela perguntou.

-Com essa mesmo Nat. - disse dando um suspiro. -Isso se eu for.

-Ah, mas eles gostam muito de você.

-Principalmente dela. -Completou James entre uma mordida e outra.

-Queria saber o porquê.

Eu realmente não tenho muitas qualidades. "Sua personalidade e seu caráter são o suficiente para mim.” James me disse uma vez. Mas ele não me disse o que tem na minha personalidade ou no meu caráter. Eu sou 'grande' digo, sou alta (1,48), mas ainda sou um pouco acima do peso, não tenho muitas curvas (pneuzinho não conta), meu cabelo (modesta parte) é lindo, ondas de cachos negros que vão até o meio da costa, tenho olhos castanhos, uma boca definida e minha pele parece leite com pouco chocolate. É sou muito inteligente e experta. Mas eles gostarem de mim acredito não ter a ver com a minha aparência. "Sua personalidade e seu caráter são o suficiente para mim."

-Você é demais Zafrina. -Nat disse me tirando dos meus pensamentos- Quero dizer... Você é simpática e conversa com eles sem medo.

-Medo de conversar com eles? São pessoas como quaisquer outras que já conheci, apesar de serem mais simpáticos que muitos.

-Exatamente, você tem coragem, conversa com eles como si fossem iguais a nos. -disse James sorrindo de verdade, adoro isso.

-E não são?-perguntei colocando a mão na cintura.

-Eles são mais velhos com certeza, mas muito simpáticos concordo. -disse Nat com toda a sua doçura.

Eu sorri. Quando alguém bateu na porta, eu abri e lá estava Dilan.

-E ai cara!- gritou James.

-Tudo bem. -disse ele com seu humor opaco de sempre enquanto entrava.

-Quer pão Dilan?-disse Nat com entusiasmo, ela realmente gosta dele, pena que ele não sabe.

Dilan é o menos próximo de mim, acho que é porque entre todos do orfanato eu sou a única que enfrenta ele. Ele é mais forte do que James (não é exatamente músculos), mas tem a mesma altura, tem o cabelo preto que ele deixa sempre curto, tem olhos verdes e ele parece leite com bastante chocolate. Ele é bem bonito, mas a personalidade dele é forte, quando éramos mais novos ele si dizia ser o chefe da 'quadrilha', ai depois de um tempo (muito tempo) eu entendi que ele só queria nos proteger do seu jeito fechado de ser.

-Agora não, eles já chegaram. -ele disse e deu um de seus raros sorrisos.

-Vamos então!-disse James, puxando Nat e eu pra fora do quarto.

Nosso orfanato é um grande casarão de dois andares, temos 20 quartos, três banheiros uma grande cozinha, uma biblioteca, a sala de televisão, um grande porão e o sótão para 36 crianças e 4 governantas, são 15 quartos no andar de cima e dois banheiros, tudo num grande corredor em forma de L , no segundo andar fica tudo o resto, a entrada principal é uma grande porta de madeira com uma árvore  e  pássaros esculpidos que dá pra sala de televisão que é o centro da casa dando acesso a biblioteca, a cozinha , os 5 quartos e ao segundo andar. De fora ela tem cor de amarelo mostarda, uma grande horta que ajudamos a cultivar no fundo, e na frente o jardim e o portão de ferro. Nosso quarto fica no segundo andar e como sempre James desceu escorregando pelo corrimão e convenceu Dilan e Nat a fazerem o mesmo.

-Você devia tentar Zafrina. -Disse Nat, James me conhece bem demais para perguntar.

-Obrigada, mas não. - Disse dando risada.

-Você é sem graça!

Eu mostrei a língua pra ela e ela mostrou a sua pra mim.

Saímos e lá estavam meus possíveis pais esperando perto da Van deles. Elban Abrano e Catelin Abrano, ela é uma mulher bem bonita, tem 28 anos (muito nova né), alta, magra (ela tem curvas), loira, olhos azuis, pele que nem leite e um sorriso simpático, ele tem 30 anos, é forte (o dele é músculos) alto, cabelo castanho, olhos castanhos, a mesma cor de pele dela e usa cavanhaque. Eu olhei a alegria nos olhos dos meus amigos e rezei para que isso não seja apenas uma brincadeira de mau gosto. Eles não seriam capazes? Seriam?

- E ai onde estão suas malas?. -Disse ela exibindo uma grande fileira de dentes brancos. É eu não queria, mas me apeguei neles e tenho certeza que meus amigos também. Eu soltei um suspiro.

- Para que malas? Onde vamos?.- Perguntei.

- Vamos para nossa casa, somos uma familia a partir de agora!

Eu chorei, aquele choro com soluços de doer o pulmão. Eu não consegui escutar mais nada. Fomos adotados e todos juntos! As governantas levaram nossas malas para a van e Elban me levou no colo.

-Vamos para casa! Não chore mais! - Ele disse me acalmando.

Nós fomos para casa, uma mansão na verdade. Cada um com um quarto e todos felizes com a nossa nova vida. Agora éramos seis. Uma familia! 

***

Passaram-se quatro anos e viviamos como uma familia e hoje iriamos sair para a reserva florestal fazer uma trilha.

- Zafrina você vai na frente hoje.- Disse Catelin minha mãe.

-Vamos entra Zafrina. - Disse meu pai Elban. Eu dei os ombros e entrei.

-Ah, eu queria ir na frente. -Disse James afinando a voz parecendo uma criancinha.

-Minha vez, pequenino. -disse de bom humor e vi pelo retrovisor que ele abriu aquele sorriso. Já disse que adoro esse sorriso?

Fomos para reserva rindo e conversando (isso sempre acontece quando estamos todos juntos). Chegamos trinta minutos depois.

-Não saiam da trilha!-disse meu pai.

Concordamos com uns acenos de cabeça e ele seguiu em frente. Estávamos na reserva e iriamos fazer uma trilha de 2 km dando uma meia volta. Huum... Como descrever uma reserva florestal, é uma reserva florestal! Caminhávamos devagar aproveitando a vista, tanto quanto podíamos.

-Olhem lá. -Apontou ele para uma grande árvore retorcida, que parecia formar um grande arco. -Aquela é Marieta a árvore mais velha da reserva com 300 anos.

-Ou põe velha nisso. -disse James encantado.

Estávamos em uma colina alta e olhávamos Marieta de longe, mas mesmo assim ela era enorme. Eu precisava vela, mas de perto, eu andei em direção  a ela. Ninguém estava me vendo estavam em uma discussão sobre de como sabiam que a árvore era a mais velha. Não importava, eu precisava vela mais de perto. Foi quando eu tropiquei em uma raiz a mostra e rolei colina a baixo. Passei pelo arco de Marieta e só parei quando bati em uma árvore. E não sei como, mas todos caíram logo atrás de mim. Meu pai si levantou e ajudou minha mãe.

-Todo mundo tá bem?-perguntaram os dois.

Minhas costas estavam doloridas e eu estava toda ralada. Mas fora isso, não tinha nada.

-Eu to be... Tá de noite?-Eu perguntei olhando pra cima.

-Não, isso é impossível. -Disse papai.

-Não ficamos desmaiados por tanto para que o sol si fosse. -Disse mamãe tão assustada quanto eu.

-Gente! Acho que Dilan quebrou o pé. -Disse Nat.

-Deixe-me ver. -Correu meu pai.

Como poderia ser de noite, eram duas horas quando entramos na reserva e caminhamos no máximo por três horas, não estávamos nem perto da hora do por do sol. Isso tava me dando dor que cabeça, eu precisava ficar calma. Então eu comecei a escalar a árvore mais próxima de mim, estava escuro, mas a lua estava brilhosa e eu conseguia enxergar os galhos.

-Você vai si machucar Zafrina. -Gritou minha mãe, mas eu ignorei.

Finalmente cheguei ao topo, essa árvore era maior do que parecia. Eu olhei em volta lá estava Marieta, não dava para ver a trilha daqui, eu virei em direção à cidade, as luzes...

-Não dá pra ver as luzes!- eu gritei.

-Como assim?-perguntou Catelin.

Não faz sentido, não estávamos tão longe da cidade e de noite as luzes era impossível não velas. A menos que não estivéssemos em casa.

-Não estamos...

-Vocês não estam no seu mundo. -Uma voz que eu não conhecia me interrompeu.

Eu desci a árvore o mais rápido que pude e vi o dono da voz, um senhor velho (velho mesmo) com uma bengala em uma mão e carregava uma tocha na outra (uma tocha?), ele estava vestindo uma túnica? Eu não sei. Seu rosto estava marcado com rugas e seu cabelo, já era um tufo branco.

-O que o senhor disse?-Perguntou mamãe.

-Eu irei explicar, mas primeiro venham comigo. Eu tratarei do garoto. -Disse ele si virando e caminhando sem dar tempo para discussão.

Eu o segui, o que um velhinho poderia fazer? Nossa mãe e Nat vieram ao meu lado e James e o pai apoiavam Dilan, que estava com uma careta, seu pé realmente estava doendo. Andamos entre as ávores por cerca de 10 minutos até eu avistar um grande casebre de madeira. O senhor abriu a porta.

-Entrem.

Eu fui a primeira a entrar logo a seguir minha mãe e Nat e por ultimo os meninos.

-Coloquem-no em uma das camas. -Disse o senhor apontando para uma porta.

Eu corri e abri a porta para que os meninos entrassem, eles colocaram Dilan na primeira cama que viram. O quarto era grande e havia seis camas, um tipo de guarda-roupa e mais nada.

-Deixem-me velo.

James e Elban si afastaram e o senhor pegou no pé de Dilan que gemeu com o toque.

-O que está acontecendo?-perguntou James si aproximando de mim.

-Não estamos no nosso mundo.

-O que?Esse homem deve tá doido. -Ele sussurrou no meu ouvido.

-Faz sentindo, não consegui ver a cidade mesmo subindo na árvore e está de NOITE!

Eu meio que gritei no final e todos olharam pra mim.

-Desculpa.

-Não está quebrado, mas é melhor si manter em repouso. -Disse o senhor, agora que fui lembrar-me de Dilan. -Sentem-se.

Eu e James sentamos em uma cama, quer dizer eu sentei, James estava meio sentado e em pé como si a qualquer momento tivéssemos de apostar corrida. No momento essa possibilidade não me surpreendia. O senhor saiu do quarto e ficamos esperando.

-James como que vocês caíram, quer dizer todos caíram. -Eu perguntei.

Isso tava me matando, como eles caíram? A possível resposta que eles caíram me seguindo, era o que me torturava.

-Eu... Não sei. -Disse ele balançando a cabeça, que significava que estava procurando a resposta. -Eu me lembro de um desejo, uma força me puxando pra você, eu não sei explicar.

-O mesmo aconteceu comigo. -disse Nat.

Pelo olhar do outros, eu vi que isso tinha acontecido com eles também. Eles tinham caído por minha causa! Eu abri a boca pra falar desculpa, mas uma vez. Foi quando o senhor chegou com um baú de madeira com uma pequena fechadura, ele soprou e saiu pó. Ele pegou uma pequena chave pendurada em seu pescoço por um cordão de ferro e abriu o baú. Ele tirou pinturas de armas e as arrumou em cima de uma das camas, eram seis.

-Vejam. -Ele disse e nos aproximamos. -Seis armas para seis heróis; está é a profecia: Seis heróis passaram pelo arco natural para cumprir um grande destino.

-Eu realmente não pareço herói. -Disse James.

-Não há tempo, apenas escute. -disse o senhor com tom que não haveria discussão. -Este são os machados de Vermelho o bruto e o forte, ele será o que os apoia, as pernas.

Ele estava apontando para dois machados de duas laminas que na pintura pareciam brilhar em vermelho, o cabo estava envolto de uma fita, faixa vermelha, mas o impressionante era o elefante com presas enormes e um olhar selvagem, com os olhos substituídos por rubis, esculpido no ferro em alto relevo entre as duas lâminas. Os outros pareciam impressionantes assim como eu.

-Está é a espada do Verde o protetor e zelador, a pele.

Essa impressionou uma linda espada de dois gomos (eu falei que era inteligente cansei de ler livros de heróis que descreviam algumas espadas.) com um urso esculpido no cabo com olhos de esperaldas e presas. O cabo estava envolto de um tecido verde, mas o impressionante era a lâmina que parecia ter veias.

-O que são elas?-eu perguntei apontando para as "veias".

-Elas carregam o veneno que tempera a lâmina e causa uma dor excruciante, ao menor dos cortes.

-Incrível! -Disse James.

-Este é o arco do Amarelo o meticuloso, ele os protegerá de perigos invisíveis, e andara as suas costas.

Era um lindo arco em uma madeira escura com inspirais esculpida e uma águia de ouro eu deduzi, ela estava esculpida na fronte do arco de forma que ela  sempre veria o alvo.

-Estes são os sais do Azul o protetor e conselheiro, o segundo apoio, o braço esquerdo.

Agora ele apontava para duas "lâminas" douradas que pareciam mais garfos muitos grandes com defeito no dente do meio que era maior que os outros dois, o cabo envolto em azul escuro, e como antes havia mas um animal esculpido no cabo em ambas as laminas, um peixe esculpido perfeitamente cada escama que compunha a cabeça e todo o corpo, estava de certa forma que era impossível incomodar a mão de quem manuseasse as lâminas.

-Agora essa é a lança de Branco o rápido e feroz, ele compreende e ajuda ,o primeiro apoio, o braço direito.

Não sei si lança a descreveria, mas era linda, era feita de algo branco e tinha ramos esculpidos e um lindo lobo em prata (eu acho que era prata) com olhos penetrantes e a boca em forma de rosnado nos ameaçando. Mas tinha alguma coisa errada, tipo ela não tinha lâmina ou algo do tipo. Então deveria ser um bastão.

-Aaah, isso não é um bastão?-Eu perguntei.

-Criança isso é apenas uma pintura, todas as armas guardam segredos.

É eu gostei da resposta enigmática.

-Do que ela é feita. -Pergunto Elban.

Nossa eu tinha esquecido que eles estavam aqui, e isso me fez sentir a culpa de terem caído atrás de mim.

-É feita de uma pedra preciosa quase inquebrável, e foi batizada com o nome de osso dos deuses.

-Então ela é tipo Marfim?-eu disse.

-Sim criança, só que mais forte.

-Huum, interessante. -murmurei infeliz.

-Vejam agora a arma de Negro o líder, ele traz a união e a razão, os compreende e será o primeiro a dar sua própria vida por aqueles que ama e que seguem a seu lado. Ele é a mente , o coração e a magia.

Ficamos em silêncio, eu entendia por que ele dizia arma e não espada com que era parecida. Sua lâmina era preta e seu cabo era delicado envolto em pano ou couro preto. O leão esculpido era magnifico, o seu olhar, vivo graças a duas pedras pretas que faziam os olhos, era de dar arrepios. Sua boca em um rugido sem som, com presas afiadas. Ela era parecida com uma espada, mas não podia dizer o que era realmente.

-Do que é feita?- perguntei quebrando o silêncio.

-Não se sabe, há apenas lendas que dizem que corta até a mais dura rocha e não se quebra.

Outra resposta enigmática.

-Uau, eu quero ser o negro!-James si animou.

-Não você não quer ser o Negro criança... -Disse o senhor enquanto guardava as pinturas e pegava alguns sacos de dentro do baú- O negro carrega a responsabilidade em suas costas e apesar de ser o mais forte e mais rápido entre os seis, ele pode ceder a este fardo a qualquer momento. E suas decisões podem mudar a vida de muitos, mas não sabemos se será para melhor.

James ficou em silêncio assim como os outros, é ninguém queria ser o negro si esse fosse o preço a se pagar.

-Peguem. - O senhor disse entregando os sacos que pareciam ser feitos de ouro em fios. - Elas foram encantadas há muito tempo, elas lhe darão aquilo que precisarem.

-Eu vou querer um x-burguer. -Disse James tentando quebrar o ar pesado.

-Elas lhe darão o que precisam não o que pedirem.

-Oooh!-James suspirou.

-Agora vocês devem dormir e descansar. Amanhã irei explicar o resto.

Nós deitamos sem discutir, estávamos muitos cansados e apesar de não acreditarmos no que ouvimos, tinha uma parte me dizendo que realmente não estávamos em nosso mundo (o mundo do sonho não é real em?)  . Eu me deitei entre Dilan e James, Catelin e Elban juntaram duas camas e se deitaram, Nat ficou ao lado. Já tinha passado algum tempo e todos estavam dormindo, quando James veio se deitar ao meu lado, como sempre fez quando estávamos com medo o quando era véspera de Natal. Hoje era porque estávamos com medo.

-Zafrina isso é verdade?- Ele perguntou.

-Eu... Eu não sei. -Eu sussurrei.

Ele me apertou em um abraço.

-Vai ficar tudo bem, não é mesmo!

Estava escuro, mas eu podia senti-lo forçando um sorriso.

-Si isso for mesmo verdade o que faremos? Eu com certeza não tenho pinta de herói!-Ele disse rindo (é ele não tinha jeito de herói)

-E eu tenho?- Eu e ele rimos mais uma vez. - Huum vamos ouvir o que esse senhor tem a dizer e ver no que dá, não temos nada a perder a não ser nós mesmos.

-Está certo, agora vamos dormir.

-Boa Noite!-eu sussurrei.


Notas Finais


Sem pinta de herói ainda...(;


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