História Selfie - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Chouji Akimichi, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kiba Inuzuka, Konohamaru, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Temari, TenTen Mitsashi, Toneri Otsutsuki
Tags Comedia, Drama, Naruhina, Naruto, Nejiten, Romance, Sasusaku, Selfie
Exibições 241
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Comédia, Famí­lia, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieee! gente! bem eu resolvi postar esse capitulo só pra adiantar minha vida, ansiedade a mil aqui. Obrigada por lerem minha fic! fico feliz demais e aprovaram a personalidade nova de Hinata! Amei amei!
Bom, espero que gostem desse capitulo, e até próximaa

Capítulo 2 - Capitulo 1: Dificuldades


                                                                        Hinata P.O.V

Ele ficou me olhando como fossemos grandes amigos de infância, elogiando meu sucesso. M-mas espere? O que está acontecendo? Isso é um sonho? Pesadelo? Só pode! Acho que estão fazendo pegadinha comigo, onde estão as câmeras? Hum...

-Senhorita, está tudo bem?

-Eu estou, Mikasa. Não se preocupe.

-Eu fiquei surpreso quando ouvi que você comandava tudo isso. Realmente, você evoluiu muito, Hinata.

O que? Eu precisei fazer isso, meu querido! Por causa dos seus coleguinhas quase sofri de depressão, precisei fazer uma nova Hinata.

-Senhorita, ele veio em nome da empresa para fazer a proposta. –Mikasa sempre sendo adorável

-Eu já entendi, mas não posso atendê-los, tenho que ir numa inauguração de umas de minhas lojas, desculpe.

-Entendemos. Vou deixar os papeis da proposta com sua secretaria. Desculpe pelo transtorno.

-Tudo bem, quando eu ler, irei entrar em contato.

Doeu um pouco vendo ele saindo de minha empresa, eu poderia ter sido mais fofa, convidando para tomar um chá e comer uns doces... Mas isso era ser eu do passado, e não quero ser. Fiz bem ser um pouco rude com ele, mesmo sabendo que não foi tão ruim comigo no passado, éramos bons amigos...

-Senhorita, a proposta era ótima? Por que não conversou com ele?

-Mikasa, você ainda precisa aprender muito. –Olhei no celular para ver as horas.

-Não entendo, senhorita. Olhe a proposta e entre em contato! – ela me passou os papeis. – Pense bem no assunto.

Eu peguei aqueles papeis enquanto encarava Mikasa. Enquanto me dirigia até a saída da empresa, fiquei lendo os direitos que minha empresa ia ter sob a série. Mikasa tinha razão, era uma proposta muito boa.

Meu motorista já estava me esperando, precisava ter foco. Hoje era outro dia muito importante para mim. Entrei no carro, continuei lendo a proposta durante o percurso. Eu tinha apenas duas saída: Primeiro era fingir que tudo estava indo bem e aceitar a proposta como uma pessoa civilizada. A segunda é perder o contrato e fingir que nada aconteceu... Hum, a segunda é atraente demais...

-Senhorita, chegamos no destino.

-Mas já? E-estava tão distraída...

-Eu reparei. Parece que sua manhã vou agitada demais, senhorita.

-Nem tanto, só algo que incomodando. Obrigada por me trazer até aqui, Paul. –eu sorri como agradecimento para ele.

-É o meu trabalho, senhorita.

A festa de inauguração estava linda demais, várias pessoas experimentando as amostras dos meus produtos e a venda dos aumentava cada vez mais. Fui aplaudida pelas minhas fãs, sempre eram generosas comigo, tiramos fotos juntas, autografei alguns de meus produtos para elas. Mas sabe, tinha algo que estava errado demais. Quando olhei a mesa com os salgados, reconheci aquelas duas pessoas comendo e conversando.

-Ok... –Me aproximei daquelas duas figuras familiar. – Que surpresa vê-los aqui.

-Olá maninha!

-Olá! – aquelas duas pestes continuavam a comer como se não houvesse amanhã.

-Vocês nunca vieram numa das minhas inaugurações, por que estão presentes nessa? – peguei os copos de refrigerante das mãos deles.

-Passei na faculdade para buscar a Hanabi, estávamos com fome e lembrei que tinha essa inauguração. E estamos aqui. – ele pegou o copo de volta.

-Ai que fofo! Como a família é fofa! – é tão ser irônica as vezes.

-Pois é, maninha! A comida daqui é ótima! – de repente ela devora dois salgados de uma só vez.

-Hanabi, olhe os modos! – Ele repreendeu minha irmã.

-Desculpe... – ela parecia arrependida, mas eu sabia que não podia confiar.

-Me conte as novidades, antes que poste tudo nas redes sociais.

-Eu não divulgo tudo, exatamente.

-Vou acreditar dessa vez. –Neji piscava para Hanabi que segurou a risadinha.

-Haha, respondendo sua pergunta. Hoje recebi uma proposta de patrocínio.

-Isso é ótimo. Quem convidou?

-Um ex colega nosso. Parece que ele é responsável pela série que vai ser lançada logo na televisão.

-Ex colega? Quem?

-Não vou te dizer! – Cruzei os braços de raiva.

-Hanabi, deve ser um ex amor dela e não quer nos contar. – ele cobria a boca com a mão.

-C-claro que não! Deixe de besteiras, Neji! –Fiquei de costas para eles não reparem minha face vermelha

-Rá... há! -  Aquela risada de novo, odeio.

-Você não riu desse jeito...

-E se eu ri? Vai fazer o que? – ele me encarou.

-Gente! Estou comendo. Espera eu terminar, daí podem brigar a vontade. – Hanabi não se importava com mais nada enquanto tivesse comida na sua frente.

-Não brigo por que estamos num local público, senão enfiava minha mão na sua cara! – minha mão estava coçando esperando isso.

-Ta bom, vai lá receber seus convidados. Não foge do passado, prima.

Odeio as ironias de Neji, o rapaz nasceu com um sarcasmo e ironia com um nível mais de oito mil, porém prefiro ignorar ele hoje. Meus convidados estavam se divertindo, alguns jornalistas estava entrevistando eles, fazer os outros sorrirem era ótimo, me deixava mais calma.

Minha secretaria estava mandando mensagem da lista de compromissos de amanhã, num deles tinha a proposta de patrocínio. Ain... não estava muito afim de participar da reunião, poderia pensar uma outra forma de fazer mais fama... quem estou querendo enganar? Se a série for um sucesso, as ações da minha empresa vão aumentar, poderei superar até mesmo a Samsung...  

-Me responda uma coisa, isso não contém óleo de amendoim? – ah, por que sempre tem alguém para me tirar de meus pensamentos? Fui ver o que estava acontecendo. E-espere um pouco... eu conheço aquele vermelho de farmácia a quilômetros, por que a Karin está aqui?

-Algum problema? – Como responsável, eu precisava resolver aquele problema logo. Se ela continuar ser a mesma da escola, vai fazer ume escândalo logo.

-Sua empregada não que me dizer se seus produtos contém óleo de amendoim? – ela continuava ter aquela voz irritante de antes.

-Lógico que não! Sabemos que na população há um bom número de pessoas alérgicas a amendoim. Usamos outros produtos para não prejudicar ninguém. –talvez um pouco de educação ela mude a postura.

-Hum, vou fingir que acredito. Mas ouça tenho reclamações!

Fingir que acredita?!? Minha querida, eu experimentei todos os produtos, avaliei todos eles! Quem ela pensa que é? Agora eu desejo que de alergia nela, maldita. Oh céus, ela está falando e não para! Irei balançar a cabeça, fingir um pouco que estou ouvindo.

-Entende? Minha pele é muito sensível! Quase todos os produtos que uso tenho reação!

-Que trágico...- Alguém me tire daqui! Sufocamento!

-Vou comprar alguns produtos, mas se me der reação vou na sua empresa fazer uma reclamação! – ela apontou aquele dedo com a unha mal feita para mim.

-Oh, não se preocupe. –Sorri um pouco para mostrar que sou social.

Argh! Odeio essas víboras! Se eu pudesse, eliminaria uma por uma! Mas vamos deixar isso de lado e focar na festa. Porém eu achava que tudo ia ficar calma, mas recebi uma mensagem da minha empregada pedindo para voltar para casa, era algo muito importante e constrangedor. Estou com uma pulga atrás da orelha! Me despedi dos meus convidados, das minhas fãs e dos meu parentes...

Pedi para o Paul me levar para casa, ele não pensou duas vezes e ligou o carro. Estava curiosa para saber o que tinha acontecido. Geralmente Asuna não manda essas mensagens de aviso, a não ser que... Meu deus! Preciso chegar o mais rápido possível!

Pegamos um pouco de transito já que era hora de pico, perto da minha casa havia duas escolas. Eu adorava ver a alegria das crianças saindo do local, era como se eles estivessem saindo de um local ruim indo para liberdade. Faziam uma festa quando enxergavam seus pais, achava fofo demais suas expressões.

Finalmente chegamos em casa, eu corri para dentro e tive um susto horroroso! Minha casa estava coberta por lama, pegadas de lamas em cima do meu sofá! DO MEU SOFÁ! Os vasos de plantas estavam quebrados, o chão da minha cozinha estava sujo com o lixo todo esparramado.

- O que houve?!? – tomei cuidando para não resvalar no chão úmido.

-Senhorita, eu tinha ido no mercado para fazer as compras do mês, quando cheguei estava assim. – Asuna pegou a vassoura para varrer.

-E cadê o suspeito?

-No banheiro.

Sem pensar duas vezes, fui atrás da peste que arruinou minha casa inteira. A porta do banheiro estava encostada, tirei meu sapato para não fazer tanto barulho. A criatura branca estava escondido no canto ao lado do balcão da pia, somente a cauda estava a mostra. Como eles conseguem ser fofos assim?

-Oh céus! Akamaru se esconde tão bem! Onde será que ele se escondeu! – vou dá uma chance para ele se revelar, porém o maldito nem respira. – Já te vi ai, saia!

Ele estava imundo! Seu pelo branquinho e macio todo sujo, com lama, lixo e outras cores que ainda estou tentando distinguir. Ele tentava não olhar diretamente para mim, que safado.

-Akamaru! Seja sincero, você não foi fazer buracos no jardim daquela velha rancorosa, não é mesmo? – ele começou a chorar. – Pelo amor de cristo! Você não está de férias! Kiba te deixou aqui por causa da reforma da casa dele. Na próxima não vai ficar na minha casa! – ele começou a ruiva. – Ah sem choro!

-Senhorita, a vizinha está na porta. – Asuna estava fazendo uma cara de que não estava afim de ver no que ia dá.

-Ai Jesus! Ela já está aqui?

-Quer que eu diga que está ocupada?

-Não! Ela é rancorosa demais! E ainda mais tem um sensor na bengala dela que detecta minha presencia! Todas as vezes que tentei me esconder, ela me encontrava!

-Como naquela vez que a senhora atropelou a caixa de correio dela?

-Nem me fale! Como ela sabia que estava escondida atrás daquela arvore? É aquela bengala, Asuna! Pode ter certeza!

-Senhorinha, com todo o respeito. Sua “poupança” é chamativa demais. E quando está usando aquelas calças leg, fica mais visível. – ela fica um pouco corada.

-Ah, realmente. Vou lá dispensar aquela chata. E dê um banho nesse monstrinho.

-Sim, senhorita.

Coloquei meus sapatos de volta, respirei fundo várias vezes antes de abri aquela porta. Parecia que estava indo enfrentar o verdadeiro “demo”, a senhora Yuri era chata demais. Eu tentei de toda as formas ser gentil com ela, mas parece que ela tem algo contra mim. Só por que algumas vezes atropelei a caixa de correios dela, derrubei a colmeia de abelhas que estava na minha árvore no pátio dela, dei umas fatias do meu bolo de milho não sabendo que ela era alérgica... O que eu posso fazer? Eu tentei!

-Olá senhora Yuri! – Abri a porta com um sorrisão.

-O seu monstro cavou todo meu jardim! – ela estava furiosa.

-Eu sinto muitíssimo! Mas ele não é meu, é do meu amigo.

-Quieta, mocinha! Desde que se mudou para cá, trouxe vários problemas para mim! Só peço, mantém esse animal amarrado! – ela apontou aquele dedo enrugado para mim, as pessoas amam apontar hein?

-Que crueldade! Ele é livre, o problema que é novo ainda!

-Eu não quero saber! Mantém ele preso! Senão vou chamar o resgate para tirar ele daqui!

-Faz isso não, Senhora Yuri. Juro que vou mantê-lo dentro da minha casa, e logo ele vai embora. Pode ter certeza disso! – fingir ser a boa moça, não é mesmo?

--Porém você ainda vai estar aqui!

Antes mesmo de eu revidar aquela velha voltou correndo para casa. Que senhora chata! Não tenho nada contra os velhos, minha vozinha é um amor de pessoa, mas essa senhora pelo amor de cristo! Entrei na minha casa de novo, vi a famosa cena de Akamaru dando uns dibres na Asuna, ai que cachorrinho.

Sentei no outro sofá, esse pelo menos não foi vítima do monstrinho. Liguei a televisão, não tinha nada de bom passando, odeio esse horário. Deitei um pouco olhando para teto pensando no dia, Mikasa estava mandando mensagens para eu ler a proposta e pensar. Eu já tinha feito isso! O problema que não estava afim de encarar “a pessoa”. Tão engraçado, não é mesmo? Por que a vida tem dessas? Tudo estava indo tão bem, o que devo fazer agora? Seguir meu lado profissional ou meu lado pessoal? Decisão difícil essa...

 


Notas Finais


Até a próximaaaa!


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