História Sem Culpa | WINCEST - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, John Winchester, Sam Winchester
Tags Boys Love, Sobrenatural, Spn, Supernatural, Wincest, Yaoi
Visualizações 146
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Resume tudo: 😐😯😮😍
Boa leitura! 😋

Capítulo 25 - Capítulo XXIII - Fogos de artifício


Três semanas se passaram, a casa do Bobby estava vazia, o clima estava nebuloso, as luzes estavam apagadas e o silêncio ecoava por cada cômodo. Os garotos estavam sentados na cadeira na cozinha, sobre a mesa estava uma tentativa de café da manhã: panquecas feitas pelo Dean e um café feito pelo Sam. Mas ninguém havia tocado nos respectivos alimentos.

- Não vai comer? —O mais velho questiona o outro, lhe tirando de seu devaneio e trazendo sua atenção para si.

- Desculpe, Dean… Eu estou sem fome, na verdade eu deveria ter dito antes, assim você teria feito menos panquecas. —A voz do Sam estava em um tom passivo, completamente triste. —Mas pelo visto você também está sem fome…

- Eu… —Dean olhou para o seu prato e as panquecas estavam intactas, não havia tocado nelas também, o café na xícara estava frio. Pensou em uma desculpa, mas não havia o que retrucar, ele estava triste também.

- Eu vou pro quarto, preciso descansar e… —É interrompido e impedido de se levantar quando seu irmão segura sua mão sobre a mesa conflitando seu impulso.

- Sammy… Eu estou aqui, sei que o momento é difícil e ruim pra ficar remoendo passado, mas eu queria que você entendesse que eu estou aqui com você pro que der e vier. —Sam sorriu de canto, se sentiu confortado pelo irmão, mas estava se sentindo mal demais para iniciar uma conversa longa, queria deitar e dormir, era o que poderia fazer pro dia passar mais rápido e possivelmente aquele momento tão recente de perda se tornar menos insuportável.

- Obrigado, Dean… Eu sempre estarei contigo, desculp… —O mais velho novamente o interrompe com um gesto tanto diferente e inesperado, mas bem aceito pelo outro.

- Já disse que não tem que ficar se desculpando, eu errei muito também e quero que saiba que estou arrependido de ter agido contigo daquela forma, mesmo. Eu te afastei, eu fui muito idiota, então não precisa se desculpar… —Sem perceber, a mão que estava segurando o irmão para não se levantar, estava lhe fazendo um singelo carinho. O outro olhou para suas mãos juntas, percebeu e no mesmo momento a retirou de leve.

- Eu vou pro quarto, Dean… —Dessa vez o mais velho não o interrompeu, lhe deixou ir e seguiu sentado na cadeira da cozinha processando seu devaneio e todos os fatos ao seu redor.

- Eu só posso estar ficando maluco… —Dean sussurrou para si enquanto sentia seu coração bater mais forte, percebeu alguns sentimentos que eram difíceis de se aceitar sentir dentro de si começando a voltar e os mesmos lhe causando uma visão e aceitação diferente quanto nas vezes anteriores.

Depois de algumas horas, Sam estava no quarto escuro deitado na cama cochilando, Dean impaciente e se sentindo vazio, caminha pelo corredor do andar de cima de um lado para o outro, queria fazer alguma coisa para que seu irmão se sentisse menos mal.

Começou a pensar também no que sentiu quando ele estava sumido, em tudo o que descobriu lendo o diário do mesmo. As luzes começaram a piscar, Dean começou a ficar assustado e pensou no Sam dormindo, correu para pegar uma arma, mas antes de chegar ao quarto ele é surpreendido.

- Pai? —Dessa vez Dean pôde ver claramente seu pai à sua frente, ainda que com uma imagem distorcida, era ele.

- Olá, garoto… —A forma como ele agia e falava, ainda que distante o som da voz, ele pôde sentir que era mesmo o seu pai e não algum ser fingindo.

- Pai, você não sabe como eu sinto sua falta… Está tão difícil, precisava de você aqui. —Dean desabafa, seus olhos se enchem de água, mas ele a contém e sente vontade de abraçar o mesmo, mas não poderia, nada era sólido.

- Eu sei, meu filho, eu sei… Mas eu estou bem e em um lugar muito melhor, onde um dia vocês estarão. Mas eu estou aqui para lhe dizer uma coisa que disse pro seu irmão um tempo atrás, espero que você entenda melhor agora… —John se aproximou do outro e soprou em seu ouvido o que queria dizer. Dean o encarou com um olhar arregalado após ouvir, o mais velho sorriu feliz e aparentemente estava com os olhos lacrimejando.

- Você tem certeza, pai? Eu… Eu achei que eu… —Dean já não estava aguentando mais segurar suas lágrimas, ele as deixa rolar e sente um peso sair de suas costas, estava se sentindo sem culpa.

- Agora você já sabe o que penso… Não deixa seu irmão sofrer mais e você também não sofra, Dean.

- Pai, espera… Você disse que iremos para esse lugar que você está, é o céu? Iremos estar com você? E mamãe, ela está com você também? O Bobby… —John sorrir e simula um carinho na cabeça do filho, desaparecendo logo em seguida deixando o outro com suas questões retóricas.

Dean corre para o quarto do irmão e sem se importar com a situação, ele o acorda, cutucando o mais novo de forma contínua.

- Dean? O que houve? —Sam despertou bastante sonolento, coçando a vista a fim de enxergar o irmão.

- O pai apareceu pra mim, ele me disse tudo sobre o que lhe contou… Ele disse que a gente não precisa sentir culpa, que temos um ao outro e o que sentimos não precisa mais ser ignorado… —Dean estava parecendo mais adolescente que o próprio irmão com essa atitude eufórica. Mas depois de tanto se oprimir, ele havia tido uma confirmação de alguém que mais confiava na vida, seu pai.

- Sentimos? —Sam questionou, era uma confissão vindo de seu irmão Dean? —Você viu o papai e ele te disse que o que a gente sente é… —Dean interrompe a fala do outro selando seus lábios nos dele, um ato inesperado que fez com que Sam explodisse de emoção por dentro, assim como o próprio Dean Winchester.

- Dean… —Sam tenta dizer alguma coisa no momento que ambos pararam o beijo para se olhar e recuperar o fôlego, mas o mais velho o puxa para um abraço interrompendo sua fala, colocando a cabeça do outro encostada em seu tórax, fazendo um breve cafuné. —Eu quis tanto…

- Eu sei, eu sei, Sammy… Mas o tempo de sofrer chegou ao fim agora, não vou te deixar ir nunca mais… —Sussurrou para o irmão que não conteve as lágrimas, molhando sua blusa, o deixando mais comovido com a situação. 


Notas Finais


Nossa, quanta coisa esse Sammy passou pra receber isso, hein? Merecido... Finalmente. *-* Agora começa a esquentar... 😍


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