História Sem Culpa - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, John Winchester, Sam Winchester
Tags Boys Love, Sobrenatural, Spn, Supernatural, Wincest, Yaoi
Exibições 127
Palavras 1.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha mais um aí, *eee*, bora ler?
Boa leitura e até o final! <3

Capítulo 9 - Capítulo VIII - Com o passar do tempo


- Papai! –Ambos os garotos correm para próximo do pai sentado com as costas encostada em um travesseiro e com os pés cobertos por um lençol bem fino e o abraçam coletivamente.

- Que saudade, meninos... –John ainda com dificuldade para falar, se esforça e seu tom sai bem fraco, porém entendível.

- Finalmente você acordou, pai. Eu e o Sammy ficamos muito preocupados. Você está bem? –Dean se pronuncia após se distanciar terminando o abraço.

- Estou bem sim, me sinto fraco, mas no geral estou bem. –Disse por fim em um tom mais agudo enquanto acaricia a cabeça do caçula que ainda não o deixou de abraçar.

- Pensei que você nunca mais ia voltar, papai, eu... –Sam quase começou a chorar, mas seu pai soube interromper isso trazendo sua atenção para si.

- Ei, pequeno, você não deveria ter pensado isso... Fique calmo, eu estou aqui. –O mais velho abraça fortemente seu filho e fita Rufus que estava em pé próximo à cama, um olhar misterioso do qual o outro sabia que tinha alguma mensagem. –Que tal você ir com o seu irmão comprar alguma coisa pra comer e beber? Preciso falar com Rufus e quando vocês voltarem a gente já terá terminado.  –Dean entreolhou para os mais velhos e entendeu o recado, John abraça bem apertado os dois e então rapidamente ele segura o menor pelo pulso e o direciona até a porta, a fechando depois de passar.

- Pode me dizer, John, o que você tem pra confessar sobre esse acidente? Eu conheço essa sua expressão... –Rufus o conhecia o suficientemente para saber que ele estava querendo lhe contar algo muito importante e que o estava incomodando. John o encara com um olhar de baixo.

...

- Já voltamos pai, o Sammy... –Dean para a frase após perceber os dois discutindo dentro do quarto, que param no mesmo instante ao vê-los entrar.

- Por favor, Rufus, preciso falar com o Dean agora... –O Winchester mais velho diz por fim interrompendo o outro de seguir com a discussão.

- Mas, John, eu não admito isso... O Bobby jamais iria...

- Jamais iria querer o mal dos meninos, independente do quê fosse preciso fazer! –John aumentou a voz e interrompeu Rufus de continuar falando. O mesmo se calou e fez uma expressão de repúdio.

- Vamos deixar seu pai a sós com seu irmão, pode ser, Sammy? –Rufus diz se aproximando do menor.

- Vem aqui antes, Sammy... –O menor se aproxima de seu pai deitado na cama e o abraça dizendo repetidamente que o ama. Após breves segundos eles se distanciam e Sam se vai com Rufus dali. –Agora somos eu e você, meu filho... –Disse fitando Dean ali presente o encarando já com lágrimas nos olhos, prestes a cair, mas se forçando para não deixar isso acontecer.

OITO ANOS DEPOIS...

“Hoje faz exatos oito anos que o papai se foi, eu tinha apenas oito anos de vida, tão pequeno e vivi com uma mentira de uma viagem necessária para uma caçada até meus quinze anos de idade, hoje tenho dezesseis e me sinto triste demais por além de ter sido o principal culpado de tudo isso, fui privado de ficar de luto por muito tempo e hoje é como se tudo se resumisse a mim. Eu sou o culpado pelo papai ter aceitado um acordo com o demônio dos olhos amarelos para me salvar dos efeitos da maldita flechada do cupido, o que fez infelizmente sua morte ter sido em vão, pois tudo o que sentia apenas se intensificou mesmo depois da tentativa de reversão vinda do próprio cupido. Não posso acreditar nisso, mas eu prometi pra mim mesmo que eu irei viver minha vida caçando esse maldito demônio até que ele pague pelo o que fez com meu pai...”. –Sam Winchester fecha seu diário após escrever suas notas do dia, estava sentado em sua cama olhando para a janela afora enquanto seu irmão havia saído para comprar comes e bebes, ambos estavam na casa de Bobby, que acordou do coma um mês depois da morte do seu parceiro de caça, John Winchester.

- Sammy? –Dean chama pelo seu irmão a fim de encontra-lo pela casa no segundo andar. –Ah, você está aí, aqui estão as coisas que comprei... –Disse por fim entrando no quarto.

- Eu estou sem fome agora, mas depois eu como... –O mais velho olha com desconfiança para si, tirando-lhe um sorriso de canto. –É que eu...

- Eu sei, Sammy, eu sei... Também faz muita falta pra mim, não importa quantos anos passe. E eu prometi que iria cuidar de você e juntos iríamos acabar com aquele desgraçado de lentes amarelas. –Sam sorrir e sente seu coração acelerar quando ouve a promessa de proteção do seu irmão, o mais novo ainda sentia sentimentos que antes não entendidos por conta da pequena idade, mas que agora estavam bem claros para si e isso o fazia a maior parte do tempo triste, raramente sorria imaginando a possibilidade de todo esse conflito em si se resolver. Como quando ouve seu irmão expressar seu amor por si, ainda que seja diferente do que ele idealiza, se sente iludido o suficiente para ficar feliz com a possibilidade falsa criada em sua mente sobre tudo. –Mas isso não impede de que você se alimente, vem aqui e vamos comer... Essa pizza está quentinha e olha esses tacos que maravilha!

- Tudo bem, eu vou comer com você. –Sam se levanta e caminha para próximo do irmão sentado sobre a cama de solteiro no lado esquerdo do quarto perto de um criado mudo de madeira bem desgastada, e se senta pegando um pedaço daquela massa suculenta.

- Temos que pensar no lado positivo de tudo, ainda que tudo tenha se dado a esse caminho, o importante é que você não está sob os efeitos daquele outro maldito cupido, está saudável e sem algum tipo de sequela. Ao menos essa parte do acordo o desgraçado cumpriu, mas isso não vai salvá-lo de ser pego pela gente! –O mais novo engole o pedaço de pizza a seco após ouvir seu irmão com satisfação declarar aquilo, quando no fundo ele mesmo sabia que seu eu estava sim livre dos efeitos da flecha, mas não estava impune de sentimentos criado por si próprio e que provavelmente nem sequer teria uma “cura”. Sentiu-se triste novamente, como de costume diariamente, enquanto seu irmão Dean acreditava que todo aquele peso era em total porcentagem sobre a morte de John. 


Notas Finais


Ixi, gente, o tempo passou e o demônio dos olhos amarelos conseguiu desfazer os efeitos da flecha. Mas... Sam não deixou de sentir "coisas" pelo irmão. Coitado do caçulinha, o que vocês estão achando?
Beijos e até o próximo capítulo!


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