História Sem desculpas, apenas mais uma chance! - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Eliane Giardini, Werner Schunermam
Exibições 118
Palavras 1.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa Noite meninas que acompanham a fic, estive um tempo sem escrever, mas em nenhum momento pensei em parar, então aqui está mais um cap, espero que gostem. Bjos

Capítulo 19 - Dna



Narrado por Henrique
Estávamos anestesiados pelo prazer, passamos horas trancados na sala de descanso.
M: Henry, olha a hora eu preciso ir, estou super atrasada, era só uma hora de descanso- disse me dando um selinho.
H: calma amor, caso prefira vou com você e explico o que estávamos fazendo e o motivo de sua demora- sorri e mordisquei seu ombro.
M: que cavalheirismo da sua parte, aposto que todos iriam compreender- falou ignorando.
H: para de me ignorar, foram horas de intenso prazer.
M: não estou ignorando esse fato, apenas sua brincadeira de mal gosto- já vestia sua roupa.
A peguei pelo braço, chamando sua atenção- Ei, por que isso agora? Só foi uma brincadeira.
M: desculpa, eu estou atrasada, acabamos demorando muito, ainda tenho que pegar o Beny na natação- ela respirou- o sexo foi ótimo eu estava louca de vontade, de saudades, mas eu quero mais e as condições não nos permitem, eu estou frustrada é isso, me desculpa!
H: calma, durante a noite vamos continuar, você não vai se arrepender, muita coisa te aguarda, também não estou saciado, são quase duas semanas, quantas vezes eu tive que aliviar um pouco da saudades sozinho ou enquanto eu e você nos falamos pelo telefone, eu imaginava você me tocando, sua voz rouca em meu ouvido. Também te quero e muito- a puxei contra mim e rocei meus lábios nos seus.
M: Henry...- ela gemeu- para amor, assim não vou conseguir.
H: eu vou parar- disse me afastando- posso ir buscar o Beny na natação?
M: sim, vou ligar para autorizar você pega-lo.
Mariana ligou na minha frente e em pouco tempo depois ela desligou o celular: - você pode ir, ele estará liberado as 17: 00horas ela me passou o endereço, olhei em meu relógio, ainda faltava 30 minutos.
M: agora preciso ir- ela vestiu o jaleco e aproximou-se de mim, depositando um beijo em meus lábios- te espero em casa- piscou.
H: em casa? Passei a língua em meus lábios.
M: sim, ela também pode ser a sua casa, quando você quiser.
H: então acho que vou levar minha bagagem- eu ri a puxando para o meu corpo.
M: eu tenho medo, mas te quero por perto, nos precisamos de você!- disse depositando vários selinhos em meus lábios.
H: como quiser meu amor.
M: bom, agora necessito ir mesmo- ela saiu de meus braços e seguiu para a porta, me vesti e fui ao encontro de Fabrício.
H: Posso deixar o plantão um pouco mais cedo hoje?
F: claro que sim, não sei o que veio fazer aqui- eu sorri maliciosamente para ele- bom, na verdade sei sim, claro que pode!
H: bom, vou buscar meu filho na natação.
Fabrício me olhou assustado: seu filho?
H: sim, o Bernardo, vou colher o teste de DNA como me aconselhou, claro que sem a Mariana desconfiar, depois que eu pegar o teste e dependendo do resultado, ai sim vai ter uma conversa seria com ela.
F: posso saber o motivo dessa mudança repentina?
H: eu quero formar uma família com ela, quero ser o pai do garoto, biologicamente ou não já me sinto assim, não custa nada esclarecer essa duvida que me corrói desde o primeiro dia que soube que ele era seu filho.
F: Você está certo. Mas como irá colher o material?
H: Ainda não sei, mas tudo vai dar certo e ela não desconfiará.
F: tudo bem, assim que conseguir o material me avise tenho um amigo que é proprietário de um laboratório de analise.
H: bem agora preciso ir, não posso chegar atrasado.
F: até breve! Seu filho te espera.
Depois que terminei a conversa com Fabrício fui até a sala dos médicos e deixei meu jaleco pendurado em meu armário, caminhei até o elevador e acionei o botão do elevador que por sinal não demorou muito e já abriu as portas, adentrei e apertei o botão para o estacionamento, minutos depois estava lá caminhando em direção ao meu carro, acionei o destravamento do carro  assim que cheguei mais perto, adentrei no mesmo e dirigi até o centro de natação, estacionei sai do carro e adentrei ao local, sendo recebido pela secretaria.
Sec: boa tarde senhor! No que posso te ajudar?
H: boa tarde! Eu vim buscar meu filho, Bernardo, a pouco minha mulher ligou avisando que eu viria.
Sec: Ah sim! Senhor Henrique, certo?
H: Isso mesmo!
Sec: bom o senhor pode ir até o centro de treinamento número dois, ele deve estar terminando a aula- a moça me explicou o caminho correto e eu me aventurei até chegar o local, vários pais estavam  a espera de seus filho, o treinador dava os últimos comandos, pelo pouco que presenciei Bernardo era um dos melhores, tinha um bom desempenho, talvez tenha herdado essa característica de mim, eu realmente estava obcecado para que o teste que ainda nem realizei fosse verdadeiro. Minutos depois todos saíram da piscina Bernardo ainda não tinha me visto, as demais crianças seguiram em direção aos seus pais, percebi que ele ficou isolado em um lugar, não havia visto ninguém, imaginei o quanto era difícil para ele. Aproximei-me do mesmo e o chamei pelo nome.
H:Bernardo...- ele elevou a cabeça e olhou em minha direção e esboçou um enorme sorriso, veio correndo em minha direção gritando algo que eu nunca vou esquecer
B: paaiiii......-eu abaixei e o peguei no colo erguendo, como senti saudades dele.
H: meu campeão, senti saudades de você, meu filho- ele esboçou um sorriso encantador.
B: pensei que ia ficar bravo comigo. - disse apreensivo.
H: por que?
B: porque te chamei de pai.
H: mas eu sou seu pai, eu quero ser e eu serie e de hoje em diante você é o meu filho.- estávamos longe dos demais, meu garotinho estava emocionado.
H: não precisa chorar! Aconteceu alguma coisa?
B: todos os garotos riam de mim porque eu não tinha pai, e agora eu tenho você, eu sempre quis que fosse meu pai.
Senti um no em minha garganta em tantos anos de vida, esse foi um dos momentos mais tocantes. Sequei suas lagrimas e falei: eu sempre serei o seu pai não quero que deixei nenhum colega te diminuir, está me escutando.
B: sim- ele assentiu com a cabeça.
H: vá se trocar que eu vou falar com o seu professor, para saber se você é bom mesmo, baguncei seu cabelo ele saiu em direção ao vestiário, me aproximei do orientador.
H: Boa tarde!- disse estendendo a mão para cumprimentá-lo.
Prof: boa tarde!- apertou minha mão- eu não o conheço.
H: Sou Henrique o pai do Bernardo- percebi que ele me olhava surpreso- gostaria de ter uma conversa com o senhor.
Prof: claro que sim.
H: sou médico e passei anos da minha vida fora do país, voltei recentemente, desconhecia o nascimento dele, pois não tive mais contato com minha mulher, ficamos um tempo separados, eu era médico sem fronteiras e acabei percebendo que pelo fato de eu não estar presente o Bernardo sofria bullying por não ter o pai presente- ele me observava assustado- eu só quero avisar que eu não quero que permita maus tratos contra ele ou então essa escola sofrerá danos e eu garanto que um centro de formação desse não quer  uma denuncia, fui claro?
Prof: sim, vou cuidar para que isso não se repita.
H: acho bom, minha esposa não vai gostar nada, nada disso. - Bernardo vinha se aproximando com sua mochila- tenha um bom resto de tarde- sai e fui ao encontro de meu filho.
B: vamos pai?
H: sim- peguei em sua mão e caminhamos para o carro, arrumei o mesmo em sua cadeirinha, fechei a porta e dei pequenos passos até a minha, adentrei ao carro passei o  cinto e dirigi até uma sorveteria. Saímos do carro e adentramos a mesma, escolhi um sorvete enquanto Bernardo preferiu um Milkshake, ficamos horas sentados eu observava ele, era lindo o meu garoto, tinha meus olhos, poderia estar muito enganado, mas sentia que era parte de mim sim, terminei o sorvete e percebi que Bernardo estava sonolento, então paguei a conta e voltamos para o carro, pequei seu copo já vazio, precisava do canudo e minha colher, para minha sorte era de uma material descartável, alojei o mesmo na cadeirinha e segui para o banco da frente, coloquei o material em um saco esterilizado e liguei para Fabrício.
H: Alo, Fabrício, consegui o material, manda alguém ir buscar daqui vinte minutos no meu flat. Obrigado!- era minha chance, eu ansiava por isso, para minha sorte Bernardo dormia e nada viu ou ouviu.
 


Notas Finais


Desde já agradeço os comentários. Bjos


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