História Sem Fronteiras - Capítulo 5


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Foi um pouco mais curto esse cap mas espro que gostem!

Capítulo 5 - Eu te amo


-HARSHAAAAAW! –Gritou Amy.

As pessoas que estavam andando por ali só conseguiram ver a cena, não poderiam fazer nada, já havia acontecido, um Camaro SS 2015, estava a mais de 183 km/h, se não fosse por Harshaw, Amy morreria.

O carro atingiu Harshaw logo depois que Amy foi empurrada por ele para a calçada, Harshaw foi jogado um pouco mais de 4 metros do local da batida, estava atirado, esborrachado no chão, suas roupas rasgadas, e seu rosto completamente machucado, sangrando e o asfalto estava vermelho de sangue a cada batida que Harshaw dava no chão.

-O quê aconteceu aqui? –Todas as pessoas falaram enquanto corriam em direção ao corpo de Harshaw.

Amy já estava lá ajoelhada e chorando querendo que nada daquilo tivesse acontecido, pensava que a culpa toda era dela, achava que se ela tivesse ajudado ele nada disso teria acontecido, e eles teriam ido para a casa de Harshaw assistir um filme, abraçadinhos, embaixo do cobertor, comendo doces.

-Por favor amor, n.....Não faz isso com......Comigo. –Dizia Amy soluçando e chorando enquanto todos estavam em volta deles.

-ALGUÉM LIGUE PARA UMA AMBULÂNCIA! –Gritou uma pessoa aleatória que estava no meio da multidão.

Quando todos olharam para o carro, o motorista acelerou com tudo e fugiu da cena, deixando todos com o mesmo pensamento “O mundo está perdido”, depois de alguns minutos a ambulância chegou, colocou Harshaw em uma maca e colocaram dentro da ambulância.

-Po....Posso ir ju....Junto? –Perguntou Amy com a cara toda vermelha.

-Lamento, mas só familiares podem entrar. –Falou o motorista da ambulância com a feição triste.

A ambulância acelerou o máximo que pode e saiu correndo para o hospital, toda aquela multidão foi embora, apenas alguns olhavam para Amy toda chorosa e inchada, quando ela não sabia o que fazer parou um carro ao lado dela.

-Entre eu sei onde fica esse hospital. –Disse o motorista.

-Obrigada. –Falou Amy entrando no carro e sem pensar duas vezes.

O motorista estava acelerando o máximo para alcançar a ambulância, Amy pegou seu celular e ligou para Jason.

-Atende, atende. –Falava Amy consigo mesma, até que Jason atendeu.

-Oi Amy.

-Jason, Harshaw foi atrop......Atropelado. –Disse Amy soluçando. –Estou com um cara e ele está me levando para lá!

-O QUE? –Gritou Jason, com seus olhos cheios de lágrimas. –Que hospital é?

-Qual é o hospital moço? –Perguntou Amy ao motorista.

-Hospital Roosevelt. –Responde rapidamente.

-Hospital Roosevelt. –Falou Amy para Jason.

Jason na hora desligou o celular e foi pegar o carro e chamar seu pai (por mais que ele não ligasse para seu próprio filho).

Chegando lá Amy se deparou com a ambulância que trouxe Harshaw e sem pensar duas vezes entrou no hospital, correu para a recepcionista e perguntou para ela se ela podia entrar.

-Lamento, mas apenas familiares podem entrar e até os familiares tem que esperar os médicos terminarem as cirurgias e tratarem do paciente. –Disse a recepcionista.

Amy começou a chorar e se sentou em um dos bancos que havia ali na entrada, não parava nem um minuto de chorar, às vezes se levantava e andava de um lado para o outro, esperando Jason.

-Amy! –Falou Jason correndo em direção a Amy. –O quê ouve lá no shopping?

Amy teve de explicar tudo à Jason, e quanto mais se esforçava para contar mais chorava, o pai de Harshaw não veio junto com Jason(novidade).

No dia seguinte.....

Jason chegou no hospital e perguntou para a enfermeira se já tinham tratado de seu irmão e para sua alegria já tinham feito as cirurgias necessárias e se Jason quisesse ele poderia entrar dentro do quarto que Harshaw estava.

Chegando no quarto de Harshaw, viu que a porta estava meio aberta e foi ver quem estava ali,já que os quartos eram individuais, olhou para dentro e viu Amy deitada em uma poltrona em frente a cama que Harshaw estava, Amy estava dormindo e com a cara vermelha.

Jason foi entrando no quarto e fechou a porta, olhou para a cama e viu seu irmão enfaixado, com gesso na perna e nos dois braços, com faixas pelo seu peito, pontos tapado com esparadrapo na testa, bochecha e boca.

-O que você fez para merecer isso? –Falou Jason chorando. –Você é um garoto legal cheio de vida, não merecia ter acontecido isso com você, eu sinto muito irmão.

Amy acordou e viu Jason na frente da cama de Harshaw, chorando e falando com ele.

-Eu sinto muito Jason. –Disse baixinho Amy.

-Você está aqui desde que horas? –Perguntou Jason olhando para Amy.

-Eu cheguei aqui era 7:53 da manhã. –Respondeu Amy.

Os dois conversaram um pouco e viram o médico chegar.

-Qual é o estado dele doutor? –Perguntou Jason.

-É difícil dizer, ele fraturou três costelas, quebrou a perna e os dois braços, teve um traumatismo craniano e não vai acordar essa semana. –Falou o médico. –Lamento por vocês terem que passar por isso.

Amy começou a chorar desesperadamente, pois depois de um tempo o médico disse que Harshaw tinha apenas 50% de acordar, Amy sentou na cadeira e começou a entrar em desespero, estava chorando como nunca antes. Queria que tudo aquilo acabasse agora.

Jason a abraçou e comeu a mexer em seu cabelo.

-E agora? –Falou Amy chorando. –Ele vai passar seu aniversário de 18 anos assim?

-Ele vai acordar Amy, pode ter certeza que ele vai. –Falou Jason tentando acalmar Amy.

2 horas depois.....

-Amy ainda estava no quarto do hospital, lendo, mexendo no celular, olhando para Harshaw, chorando, e muitas coisas que ela fazia quando não tinha tanta coisa para fazer, ela então chegou perto de Harshaw e segurou a mão dele.

-Eu queria que nada disso tivesse acontecido, e se fosse pra acontecer que fosse comigo, já que eu não fique lá para te ajudar. –Disse Amy chorando. –Como eu to com saudade de ouvir sua voz, sentir seu calor, ficar no seu abraço, seu abraço é tão bom me faz sentir que estou em casa, saudade do seu corpo que faz tempo que eu não toco, falta dos seus beijos, do seu carinho, e você está ai nessa cama de hospital todo fudido por culpa minha, me desculpa.....Eu te amo.

Amy se aproximou um pouco de Harshaw e deu um selinho nele, um selinho apaixonado e cheio de amor. Terminou seu beijo e voltou um pouco para sua posição, ela ainda estava segurando a mão dele.

Alguns segundos depois Amy sentiu a mão de Harshaw apertando a sua com força.

-Har....Harshaw? –Falou Amy segurando para não chorar.

-Não foi culpa sua anjinha, eu estou feliz por você estar bem. –Disse Harshaw o mais baixo possível.

Os olhos de Amy se encheram de lágrimas, começou a apertar a mão de Harshaw mais forte ainda.

-Está doendo amor. –Disse Harshaw com um sorriso no rosto.

-Eu te amo. –Disse Amy.

-Eu também te amo. –Disse Harshaw.

Amy aproximou seu rosto no de Harshaw e então o beijou como nunca tinha beijado ele antes, era incrível como os dois eram apaixonados.


Notas Finais


obrigado a todos que leram beijos!


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