História Sem Pistas - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, CL (Chaelin Lee)
Personagens G-Dragon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lee Chaelin "CL", Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Seungri, Suga, T.O.P, V
Exibições 12
Palavras 1.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi meninas e meninos, tudo bom com vocês?
Mas um capítulo quentinho para vocês!!!
" Mas você postou ainda ontem Lari, " aquele capítulo de ontem foi para compensar o meu desleixo com vocês meus leitores.
Obrigada desde já por ler ♥

Capítulo 13 - Capítulo X



Hoseok dirigiu em direção à mansão do senador See Lee Jalgueri. Sentiu um aperto em seu peito quando avistou a casa luxuosa. Situada no sul da cidade, na trilha de uma longa estrada cheia de árvores e arbustos, ela era enorme, formal sem graça diria. Sempre achou que os ricos e poderosos eram bem mais difíceis de lidar do que as pessoas de níveis mais abaixo na escada social. Ele parou o automóvel e uma lacuna, que foi preenchida com o carro. Sim, esta família era muito rica, de fato. Ele saiu do carro e caminhou até as enormes portas da frente, se sentiu pequeno diante da mesma. Depois de tocar a sineta, foi recebida por um homem bem apresentado a comunidade, na casa de vinte anos. "Eu sou Seungri," disse ele. "O filho do senador. E você deve ser o agente especial no caso da minha irmã, Jung Hoseok. Entre. Minha omma e meu appa estão esperando por você, na sala de estar." Seungri conduziu Jung para dentro da casa, o que o fez se lembrar imediatamente o quanto não gostava de casas ostensivas, se sentia imune diante da mesma. A casa dos Jalgueri era espaçosa, cheia de quadros e enfeites, bem feios na sua opinião, logo pensou o quanto ruim deveria ser para limpar todos os pertences da família, o caminho percorrido até a sala de estar era longo. Hope tinha certeza de que fazer os convidados caminharem uma distância inconveniente daquelas era uma espécie de tática de intimidação, uma forma de comunicar que os moradores daquela casa eram muito poderosos para serem enfrentados, só faltava no caminho ter provas de combate, achava isso uma baboseira. Mais do que qualquer outra coisa, ele temia o que estava por vir. Para ele, conversar com as famílias das vítimas era simplesmente horrível - muito pior do que lidar com cenas de assassinato ou mesmo cadáveres, baleados e ensanguentados. Era muito emotivo, seu interno entrava em confusão junto aos das outras pessoas. Não sabia lidar com pessoas emotivas, sou lema era “Não estudei psicologia, e sim direito para ser investigador, detetive.” Tais emoções intensas destruíam sua concentração e a desviavam de seu trabalho. Enquanto caminhavam, Seungri disse: "Meu appa veio de Hong Kong para casa desde..." …” Ele engasgou um pouco no meio da frase. Hoseok podia sentir a intensidade de sua perda, sua irmã deveria significar muito a ele. "Desde que ouvi sobre Laysa," continuou ele. "Foi terrível. Minha omma está em estado de abalo, ainda não se recuperou do choque de pede-la dessa forma. Tente não incomodá-la muito, com perguntas." "Eu sinto muito pela sua perda," disse Hopi. Seungri deu de ombros e o levou até o cômodo.
O senador Lee e sua esposa estavam sentados juntos em um enorme sofá segurando as mãos um do outro. "Agente Jung," Seungri disse, apresentando-o. "Agente Jung, deixe-me apresentar os meus pais. Fiz referência aos dois depois que seu filhos nos apresentou. "Em primeiro lugar," disse ele calmamente, "minhas sinceras condolências pela sua perda." Chaelin Lee respondeu com um aceno silencioso de reconhecimento.
O senador apenas ficou olhando fixamente para a frente. No breve silêncio que se seguiu, Hoseok fez uma avaliação rápida de suas feições. Ela tinha visto See na televisão muitas vezes, sempre com o sorriso insinuante de um político corrupto que somente quer ganhar o cargo para se vangloriar. Ele não estava sorrindo agora. Ele não tinha visto tanto a Sra Lee, que parecia possuir a docilidade típica da esposa de um político. Ambos estavam em seus quarenta entre cinquenta e poucos anos. Jung reparou que eles se esforçavam e gastavam muito para parecerem mais jovens – e conseguiam passar esta mensagem. "Eu tenho que lhes fazer algumas perguntas sobre a sua filha," disse Jung, tirando seu bloco de notas do inferior da sua bolsa, usar notebook era raramente que estava com paciências, gostava de suas coisas antigas e simples. "Vocês viam com frequência Laysa?" "Oh, sim," disse a Chaelin. "Somos uma família muito unida." Ele observou uma ligeira rigidez na voz da mulher. Soou como algo que ela falasse um pouco demais, um pouco rotineiro demais. Jung sentiu certeza de que a vida familiar na casa dos Jalgueri estava longe de ser ideal. "Será que ela não disse nada recentemente sobre estar sendo ameaçada?" Hope perguntou. "Não," respondeu a Chaelin novamente. "Nenhuma palavra." Observou que o senador não tinha dito nenhuma palavra até o momento. Ele se perguntou por que ele estava tão tranquilo. Jung precisava que ele falasse, mas como? E então Seungri falou. "Ela tinha passado por um divórcio conturbado recentemente. As coisas ficaram feias entre ela e G-Dragon, como era chamado, por suas fãs. Esse foi o motivo inicial da briga, depois as coisas se intensificaram pela discussão sobre a custódia de seus filhos." "Oh, eu nunca gostei dele," comentou a Sra. Chaelin. "Ele tinha um tipo de temperamento. Você acha que possivelmente -?" As palavras dela desapareceram. Riley balançou a cabeça. “Os ex-marido não é um provável suspeito,” disse ela. “Por que diabos não?” Perguntou a Sra. Lee. Jung Hoseok pensou em sua mente o que ela podia e o que não podia contar. "Você pode ter lido que o assassino já apareceu antes," disse ela. "Houve uma vítima semelhante perto de Fugston." A Sra. Chaelin estava ficando mais agitada. "O que é que isso quer dizer para nós?" "Estamos lidando com um assassino em série," disse Jung, tentando não aparentar medo as pessoas. "Não havia nada doméstico sobre isso. Sua filha pode sequer ter conhecido o assassino. Há toda a probabilidade de que não era pessoal." A Chaelin Lee estava com o rosto vermelho, as lagrimas escorriam rapidamente pelo seu rosto. Ele imediatamente lamentou sua escolha de palavras. "Não era pessoal?" A Lee quase gritou. "Como poderia ser qualquer coisa menos pessoal?" O Senador falou com seu filho. "Seungri, por favor leve sua mãe para outro lugar e a acalme. Eu preciso falar com o agente sozinho." Seungri levou por um momento. Ele olhou Jung firmemente nos olhos. Ele tinha certeza de que o político estava acostumado a intimidar as pessoas com aquele seu olhar. Mas não funcionava especialmente bem com ele. Ela simplesmente retribuiu o olhar. Por fim, o senador enfiou a mão no bolso do casaco e tirou um envelope do tamanho de uma carta. Ele caminhou até a cadeira onde ela estava e lhe entregou. "Aqui," ele disse. Em seguida, ele voltou para o sofá e sentou-se novamente. "O que é isso?" Jung Hoseok perguntou. O senador voltou seu olhar sobre ele mais uma vez. "Tudo o que você precisa saber," Jalgueri respondeu. Hopi estava agora completamente perplexo. "Posso abrir?" Ele perguntou. "Certamente." Hope abriu o envelope. Ele continha uma única folha de papel com duas colunas de nomes. Ela reconheceu alguns deles. Três ou quatro eram reportes bem conhecidos no noticiário da TV. Vários outros foram políticos bem renomados de Hong Kong. Hoseok ficou ainda mais espantando do que antes. “Quem são essas pessoas? Ele perguntou. “Os meus inimigos,” respondeu o senador em uma voz calma. "Provavelmente não é uma lista abrangente. Mas esses são os que importam. Alguém aí é o culpado." Hope estava completamente aturdida agora. Ela ficou ali sentada e nada disse. Ficou pasma com tanta convicção. "Não estou dizendo que qualquer um nessa lista matou a minha filha diretamente, cara a cara," ele falou. "Mas eles com certeza pagariam alguém para fazê-lo." Hoseok falou devagar bem pausadamente. "Senador, com todo o respeito, acredito que acabei de comentar que o assassinato de sua filha provavelmente não foi por motivos pessoais. Já houve um assassinato quase idêntico a este." "Você está dizendo que a minha filha foi alvo puramente por acaso?" Perguntou o senador. Sim, provavelmente, ele pensou. Mas ele sabia que não devia dizer isso em voz alta. Antes que ele pudesse responder, ele acrescentou, “Agente Jung, eu aprendi em experiências difíceis a não acreditar em coincidências. Não sei por que, ou como, mas a morte da minha filha tem a ver com política. E, na política, tudo é pessoal. Então, não tente me dizer que é qualquer outra coisa, menos pessoal. É o seu trabalho e do Escritório encontrar quem é o responsável e trazê-lo à justiça." Hoseok respirou longamente e profundamente. Ele estudou o rosto do homem nos mínimos detalhes. Ele podia enxergar agora. O Senador Jalgueri era um completo narcisista. Não que eu deveria estar surpreso, ele pensou. Ele percebeu mais uma coisa. O senador achava inconcebível que qualquer coisa em sua vida não fosse especificamente sobre ele e apenas ele. Mesmo o assassinato de sua filha tinha a ver com ele. Laysa tinha simplesmente ficado presa entre ele e alguém que o odiava. Ele provavelmente acreditava mesmo nisso. "Senhor," Jung começou vagorosamente, "com todo o respeito, eu não acho -" "Eu não quero que você pense," interrompeu Jalgueri. “Você tem todas as informações que precisa bem na sua frente." Eles sustentaram o olhar do outro por vários segundos. "Agente Jung," o senador finalmente disse: "Tenho a sensação de que não estamos na mesma sintonia. Isso é uma pena. Você pode não saber, mas eu tenho bons amigos nos escalões superiores da agência. Alguns deles me devem favores. Vou entrar em contato com eles imediatamente. Preciso de alguém neste caso que vá fazer o trabalho." Ele ficou ali, observando, sem saber o que dizer. Aquele homem estava delirando tanto assim? O senador levantou-se. "Vou mandar alguém para acompanhá-lo até a saída, agente Jung," disse ele. "Sinto muito que não tenhamos nos entendido." O Senador saiu da sala, deixando ele sentado ali sozinho. Sua boca estava aberta com o choque. O homem era um narcisista, tudo bem. Mas ela sabia que havia mais do que isso.
Havia algo que o senador estava escondendo. E não importava o que fosse, ela iria descobrir o que era.


Notas Finais


Eai, gostaram?
"Por que caps tão grandes Lari?" Porque essa fanfic resolvi colocar mais o meu conhecimento na escrita.
"Por que tem CL, Big Bang e Black Pink jogado pela história?" (Hoje estou cheia doa questionamentos kkk) Porque eu queria trazer mais k idols para a fanfic. Espero que entandam! Comentem o que achou, pois é muito importante ♥
Bom, até sexta, ou antes.


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