História Sem Pistas - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, CL (Chaelin Lee)
Personagens G-Dragon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lee Chaelin "CL", Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Seungri, Suga, T.O.P, V
Exibições 14
Palavras 1.778
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ♥
Espero que gostem desculpe os erros ortográficos ♥

Capítulo 9 - Capítulo VII


Fanfic / Fanfiction Sem Pistas - Capítulo 9 - Capítulo VII


"Espero que esta viagem não seja uma perda de tempo," disse Taehyung quebrando novamente o silencio após mito tempo. "A cena do crime já foi limpa, você sabe." "Eu sei. Só quero ver o lugar com meus próprios olhos. Fotos e relatórios não são o suficiente para mim." Hopi estava começando a se sentir um pouco tonto agora. Ele tinha certeza que era por causa da altitude, estavam indo mais e mais para cima. A ansiedade também tinha algo a ver com isso. As palmas de suas mãos ainda estavam transpirando. "Está muito longe?" Ele perguntou, observando a floresta ficar mais densa e o terreno mais remoto. "Não está longe." Alguns minutos depois, Tae saiu da estrada asfaltada e passou por cima de uma trilha de marcas de pneus deixadas no chão de terra batido. O veículo foi chacoalhando pelo caminho e então parou depois de adentrarem um quarto de milha na densa floresta. Ele desligou o motor e em seguida virou-se para Hoseok e olhou para ele com preocupação. "Tem certeza que você quer fazer isso?" Ele perguntou. Ele sabia exatamente o que o preocupava. Ele estava com medo que ela relembrasse seu cativeiro traumático. Ela saiu do carro e seguiu Tae para fora da estrada, por um caminho estreito e cheio de arbustos pela floresta. Ela ouviu o murmúrio de um riacho próximo. À medida que a vegetação ficava mais espessa, ela teve que forçar seu caminho empurrando os galhos baixos das árvores e pequenos carrapichos começaram a grudar em suas calças e gravetos em seus cabelos curtos. Ele estava irritado com o pensamento de ter que retirá-las tudo depois. Por fim, ele e Tae alcançaram a margem do riacho. Hope foi imediatamente pega de surpresa pelo local ser tão encantador, queria que Jin estivesse ali para fotografar o momento, apesar do proposito deles estarem ali. A luz do sol da tarde derramou-se através das folhas, manchando as ondas de água com luzes caleidoscópicas. O murmúrio constante do riacho era tranquilizante. Era estranho pensar naquele lugar como uma terrível cena de crime. "Ela foi encontrada aqui," disse Taehyung, levando-a para uma rocha longa e larga. Assim que chegaram lá, Hope levantou-se, olhou à sua volta e respirou fundo. Sim, ele tinha razão em ir até ali. Ele estava começando a sentir isso. "As fotos?" Hoseok perguntou. Ele se agachou ao lado de TaeTae, sobre a pedra, e eles começaram a folhear uma pasta cheia de fotografias tiradas logo após o corpo de Laysa Normany ter sido encontrado. Outra pasta estava recheada com relatórios e fotos do assassinato que ele e Tae tinham investigado há seis meses - o que eles não conseguiram resolver. Essas fotos trouxeram de volta memórias vívidas do primeiro assassinato. Transportaram-no de volta aquela fazenda perto de Fungston. Ele se lembrava de como Elizabeth tinha sido exposto de uma observou. "Ambas as mulheres na casa dos trinta, ambas com crianças pequenas. Essa parece ser parte de seu Modus Operandi. Ele tem rancor de mães ou de mulheres entre 25 e 40 anos. Precisamos verificar a parental idade, descobrir se havia alguma ligação entre as duas mulheres, ou entre os seus filhos." "Vou arranjar alguém para fazer isso," disse Tae. Ele estava tomando notas agora. Hoseok continuou analisando através dos relatórios e fotos, comparando-os com o cenário atual. "O mesmo método de estrangulamento, com uma fita cor de rosa," observou ele. "Outra peruca, e o mesmo tipo de rosa artificial em frente ao corpo." Hope segurou duas fotografias lado a lado. "Olhos costurados abertos, também," disse ele. "Se bem me lembro, os técnicos descobriram que os olhos de Coreldol tinham sido costurados postmortem*. Foi o mesmo com Normany?" "Sim. Acho que ele queria que o enxergassem, mesmo depois de mortas." Hopi sentiu um formigamento repentino subindo pela sua nuca. Ele tinha quase se esquecido deste sentimento. Ele o sentia sempre que algo sobre um caso estava prestes a fazer sentido. Não sabia se devia se sentir encorajado ou aterrorizado. "Não," ele falou. "Não é isso. Ele não se importava se as mulheres o vissem." "Então por que ele fez isso?" Hoseok não respondeu. Ideias estavam começando a surgir em seu cérebro. Ele estava exultante. Mas ele ainda não estava pronto para colocar aquilo em palavras - nem mesmo para si mesmo. Ele colocou algumas fotografias sobre a pedra, apontando detalhes para Tae. "Elas não são exatamente iguais," disse ela. "O corpo não foi deixado tão cuidadosamente lá em Fungston. Ele tentou mover aquele cadáver quando ele já estava do rigor mortis. Caso contrário, ele não poderia deixá-la numa pose tão ..." Ele suprimiu o desejo de terminar a frase com "bem". Então ele percebeu que era exatamente o tipo de palavra que ela teria usado quando ela estava no trabalho antes de sua captura e tortura. Sim, ele estava retomando o espírito das coisas, ele sentiu a mesma velha obsessão sombria crescendo dentro dele. Logo não haveria mais como voltar atrás. Mas isso era uma coisa boa ou ruim? "O que há com os olhos de Laysa?" Ele perguntou, apontando para uma foto. "Este azul não parece natural." "Lentes de contato," Taehyung respondeu. O formigamento na nuca de Hoseok ficou mais forte. O corpo de Elizabeth Coreldol não tinha lentes de contato. Era uma diferença importante. "E o brilho em sua pele?" Ele perguntou. "Vaselina," respondeu Tae, com a resposta na ponta de sua língua. Outra diferença importante. Ele sentiu suas ideias encaixando com uma velocidade de tirar o fôlego. "O que a equipe forense descobriu sobre a peruca?" Ela perguntou a Tae. "Nada ainda, exceto que ela foi feita com outros pedaços de perucas baratas." A excitação de Hoseok aumentou. Na última morte, o assassino tinha usado uma peruca simples, inteira, não algo remendado. Como a rosa, era tão barata que a equipe forense não conseguiu rastreá-la. Hopi sentiu as peças do quebra-cabeça se unindo - não o quebra-cabeça inteiro, mas uma grande parte dele. "O que a equipe forense pretende fazer com esta peruca?" Ele perguntou. "O mesmo que da última vez - executar uma pesquisa de suas fibras e tentar rastrear em lojas de peruca." claramente pego de surpresa. "Por quê?" Ele sentiu uma familiar impaciência com TaeTae, a que ele sentia sempre que se via pensando um ou dois passos à frente dele. "Olhe para a foto que ele está tentando nos mostrar. Lentes de contatos azuis para fazer os olhos parecerem que não são reais. Pálpebras costuradas para que os olhos permaneçam abertos. O corpo apoiado, as pernas abertas assustadoramente para fora. Vaselina para fazer a pele parecer com plástico. Uma peruca formada por peças de pequenas perucas - não perucas humanas, perucas de boneca. Ele queria que as duas vítimas a se parecessem bonecas- como bonecas nuas em exibição." "Jesus," disse Taehyung, anotando. "Por que não vimos da última vez, lá em Fungston?" A resposta parecia tão óbvia para Hopi que ele sufocou um gemido impaciente. "Ele ainda não era bom o suficiente nisso," disse ele. "Ele ainda estava tentando descobrir como enviar a mensagem. Ele está aprendendo aos poucos." Tae levantou os olhos do bloco de notas e sacudiu a cabeça com admiração. "Caramba, eu senti sua falta." Por mais que o elogio agradasse, Hoseok sabia que uma percepção ainda maior estava a caminho. E ele sabia que, após anos de experiência, não havia como se forçar. Ele simplesmente tinha que relaxar e deixar os pensamentos virem espontaneamente. Ele agachou-se sobre a pedra, silenciosamente, esperando. Enquanto esperava, ele pegou preguiçosamente os carrapichos de suas calças. Mas que incômodo danado, pensou. De repente, seus olhos caíram sobre a superfície da pedra sob seus pés. Outros pequenos carrapichos, alguns deles inteiros, outros nem tantos quando percebeu algo de errado, então acabou perguntando "Estas sementinhas estavam aqui quando você encontrou o corpo?" Tae deu de ombros. "Eu não sei." Suas mãos tremiam e suavam mais do que nunca, ele pegou um monte de fotos e as vasculhou até que encontrou uma com a vista frontal do cadáver. Lá, entre suas pernas abertas, bem em torno da rosa, havia um grupo de pequenas manchas. Eram os carrapichos - os mesmo que ela tinha acabado de encontrar. Mas ninguém tinha pensado que eles seriam importantes. Ninguém se preocupou em conseguir uma imagem mais nítida, mais próxima deles. E ninguém tinha sequer se preocupado em varrê-los quando a cena do crime foi limpa. Hopi fechou os olhos, fazendo sua imaginação funcionar plenamente. Ele se sentiu tonta, até atordoado. Era uma sensação que ele conhecia muito bem, a sensação de cair em um abismo, em um terrível vazio negro, na mente cruel do assassino. Ele estava em seu lugar, em sua vida. Era um lugar perigoso e aterrorizante. Mas era onde ele pertencia, pelo menos no momento. Ele se submeteu à sensação. Ele sentiu a confiança do assassino quando ele arrastou o corpo pelo caminho até o riacho, absolutamente certo de que não seria pego, sem pressa alguma. Ele poderia muito bem estar cantarolando ou assobiando. Ele sentiu sua paciência, sua arte e habilidade quando ele posicionou o cadáver na rocha. E ele podia ver aquela cena horrível através de seus olhos. Ele sentiu satisfação com um trabalho bem feito - o mesmo sentimento confortável de realização que ele sentia ao resolver um caso. Ele se abaixou sobre a pedra, pausando por um momento - ou o tempo que quisesse - para admirar sua obra. Ao fazê-lo, ele tirou os carrapichos de suas calças. Ele levou voz alta suas palavras exatas. "Mas que incômodo maldito." Sim, ele até demorou para tirar todas aquelas coisinhas. Hoseok suspirou, e seus olhos se abriram. Dedilhando o carrapicho em sua própria mão, ele observou como ele se agarrava e que os seus espinhos eram finos o suficiente para tirar sangue. "Junte estes carrapichos," ele ordenou. "Nós podemos encontrar um pouco de DNA." Os olhos de Tae se arregalaram e ele tirou imediatamente um saco fechado e pinças. Enquanto ele trabalhava, sua mente estava trabalhando alucinadamente, ele ainda não tinha acabado. "Estivemos errados o tempo todo," disse ele. "Este não é o seu segundo assassinato. É o terceiro." Tae parou de olhar para seu bloco de anotações e olhou para cima, claramente atordoado. "Como você sabe?" Tae perguntou. O corpo todo de Hope se apertou enquanto ele tentava manter sua tremedeira sob controle. "Ele ficou bom demais. Sua época de aprendizado acabou. Ele é um profissional agora. E ele está apenas acertando seu passo. E ama o trabalho dele. Não, esta é a sua terceira vez, pelo menos." A garganta de Hoseok apertou e ele engoliu em seco. "E não temos muito tempo agora até a próxima vítima."

(…)


Notas Finais


Postmortem = posterior a morte; Após a morte

Espero que estejam gostando!
Será que é a terceira morte?????
Será que falta pouco tempo???

Saranghae ate o próximo capítulo ♥


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