História Sem Promessas — Interativa - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Anna_Reis

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Interativa
Exibições 11
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Geovanna: Saudações. filhotes de Deus! Era pra eu ter postado antes, mas minha net caiu, voltou e caiu. Esse capítulo tem que ter interversão do outro autor.
Boa leitura!

Capítulo 5 - Trá-Trá-Trá e seleção


O ser humano é egocêntrico, sempre focando em si e na situação a sua frente, alheio ao que acontece ao seu redor. Essa era exatamente a situação daquele grupo. Eles estavam sendo vigiados de perto por Shiro, uma garota de cabelos e olhos azuis, pele branca e anatomia infantil. Shiro vagava pelas redondezas a procura de comida e munição, ouviu o tiro e foi correndo para o prédio. Ela tinha entrado na sala antes de Laura, e agora estava escondidas embaixo de numa mesa, observando a situação.

- ... é hora do fight - anunciou o rapaz. A tal de Geovanna pegou uma arma e mandou saírem dali. Pela ferocidade em seu olhar e raiva em sua voz, ninguém a questionou e, sem tocar nas armas, saíram dali nervosos e com passos curtos. Aproveitando a oportunidade, Shiro pegou bastante munição para sua pistola e para sua escopeta, colocou nas mesma, guardou suas armas e sacou sua faca.

Com passos silenciosos, ela os seguiu e se concentrava em tentar ouvi-los. Só que ninguém dizia nada, tirando os passos, era um completo silêncio, todos ficavam calados, com medo da garota de olhos ferozes.

Depois de um tempo de caminhada, saíram do prédio para dar de cara com uma legião de zumbis. Atrás de uma pilastra da entrada, ouviu o rapaz loiro se pronunciar:

- Vão lá, provem do que são capazes. Dependendo do seu resultado, não te mato. – Após o pronunciamento, Geovanna rangeu os dentes, mostrando seus caninos afiados.  Ninguém contrariou.

Sarah tinha um modo eficiente de matar: cortes na jugular. Isso seria um método eficiente se não fosse por Matthew. Ele ficava segurando sua faca, quase chorando atrás da irmã, tremendo e apavorado. Tendo que defender seu irmão, Sarah acabava por deixar várias brechas, brechas que colocavam em risco os dois.

Ravenna era rápida. Se colocava entre os alvos, e com sua Katana atingia-os no peito, bem no coração. Ela não era muito forte, se sua espada não fosse tão afiada, não mataria ninguém.

Laura era mais violenta. Escolheu um bom ponto e atirava sem perdão. Pelo jeito, ela tinha baldes de munição. Os tiros eram sem direção, atingiam as pernas, braços e pontos vitais, muitas balas eram desperdiçadas.

Como eram muitos zumbis para quatro, digo, três pessoas, Jason e Geovanna entraram em combate. A garota era forte e rápida. Simplesmente cravava sua faca na cabeça dos zumbis, puxava e partia pro próximo. Além de que segurava uma pistola com a mão livre, já Jason, pegou sua pistola e atira sempre na cabeça ou peito, e sempre usava até duas balas em cada zumbi, se não o matava, pegava sua faca e o matava, teve um momento que ele estava cercado por sete zumbis, ele simplesmente colocou sua glock 18 no full automatico, e atirou em circulo, matando todos.

Passaram-se mais de 2 horas nesse combate. Ao final, o grupo, com exceção dos veteranos, estava exausto e em meio de vários corpos de zumbis. Com um gesto de Geovanna, todos subiram de volta para o pronunciamento de Jonas.

- Na real, vocês tem que treinar muito ainda. Tirando o Zé-Medroso ai, não vou matar ninguém. – O sangue de Sarah gelou nesse momento. Ela tinha que tomar alguma providência, algo para mantê-lo vivo e bem.

- Se alguém encostar em um fio de cabelo dele, pode se considerar morto! – Ameaçou Sarah – Não tem alguma maneira dele ficar vivo?!

- Fácil: O Zé-Medroso tem que aprender a se virar. – respondeu Geovanna, com irritação na voz. Ela apontou pro horizonte, mais especificamente, para uma floresta. – Vão lá, ensina ele a sobreviver, ‘ti vira’.

- Vocês tem uma semana antes de partimos, então é melhor treinarem. – Dito isso, Jason e Geovanna entraram novamente no prédio, dando as costas pro grupo.  Eles não iriam atirar mesmo, para que se preocupar?

Shiro estava curiosa em relação ao o que iria acontecer agora. Decidiu seguir os veteranos, e depois vigiar Ravenna, Laura e os irmãos. Deu a volta no prédio e entrou pelos fundos, atravessou os corredores até chegar na sala, quando ia se esgueirar para dentro, ouviu uma conversa. Resolveu só escutar.

- ... Você não é assim, o que aconteceu? – perguntou o rapaz. A menor apurou os ouvidos, mas não ouviu nada. Espiando pela fresta da porta, pode reparar que a maior (de altura) usava libras para se comunicar. A azulada não conseguia entender.

- Entendo... Bem, depois nos falamos mais, temos que pegar essas belezinhas aqui. – ele pegou uma AK-47 e apontou para porta. Shiro correu como se não houvesse amanhã até a entrada, Ravenna tinha ido de volta para o mercado, e depois para seu esconderijo treinar. Laura fez o mesmo. Shiro foi diretamente para a floresta, a caminhada era longa, uns 5 quilômetros.

[Break time]                                                                                                                                                                                                              

Ao chegar na floresta, a menor se deparou com uma trilha, com marcas de pegadas e passos. Shiro os seguiu até chegar numa caverna, era pequena e tinha diversos suprimentos dentro. Quando ouviu passos atrás de si, se escondeu e observou.

Era uma garota, ela tinha curtos e lisos cabelos pretos, olhos azuis como gelo, bem pálida. Trajava um short jeans, tênis all star e uma blusa com capuz. Ao seu lado, havia um pit Bull com o pelo todo preto, e os olhos castanhos escuro. A garota procurava com os olhos algo fora do comum, ela tinha certeza de ter ouvido um barulho. Resolveu subir em uma árvore para verificar. O cão foi na direção de Shiro, que correu.

A morena percebeu o movimento e começou a atirar na direção dele.  Como não era um alvo lento, errou quase todos os tiros. Um deles acertou o alvo no braço, de raspão. Shiro mordeu a língua para não gritar e correu floresta a fora, só para perceber que havia escurecido, e só a lua iluminava a estrada. A situação era critica. Ela estava em campo aberto, ferida, e zumbis vinham.

Shiro correu mais uma vez, e para longe, cidade a dentro, prédio a cima, até encontras um apartamento. Lavou o ferimento e enfaixou. Quando deitou numa cama, a dor não lhe deixou dormir.

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Foi um sacrifício escrever no computador (agora consertado) aqui de casa, pq ele é muito lento e o teclado é diferente do Notebook q eu escrevia.

Tem uma fic Interativa de uma amiga que está precisando de fichas! Podem ir: https://spiritfanfics.com/historia/sorcery--interativa-6604799

VÃO! AGORA!!!

Dúvidas? Criticas? Ameaças de morte? Talvez... Elogios?

Kissus de beijinho!


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