História Sem Querer Te Amei - Reybar - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Rey, Sharon, Simón
Tags Âmbar, Luna, Lutteo, Matteo, Rey, Reybar
Exibições 59
Palavras 2.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aí, como estão?
Espero que gostem do capítulo.
Bora ler?

Capítulo 5 - Presos no Elevador e Novas Discussões


A raiva estava estampada no rosto de ambos. Âmbar sentia ódio só de ver Rey perto de si. Tinha vontade de soca-lo e fazê-lo calar a boca. Rey também sentia a mesma coisa, mas ao contrário da loira, ele sentia vontade de calar sua boca com outra coisa... Muito mais prazerosa que um soco. – Dá pra me soltar? Se não percebeu, estava de saída para passear com os meus amigos. Coisa que você nem deve saber o que é, já que fica o tempo inteiro na barra da saia da minha madrinha. A loira fala em tom autoritário.

- Modere seu tom. Já te falei isso várias vezes, menina. Recebo ordens exclusivamente de sua madrinha. E se ela me mandou te seguir, será o que farei.

- Não me interessa a minha madrinha. Ela não está aqui pra ver se você vai me seguir ou não, portanto, solte o meu braço imediatamente ou eu...

- Vai gritar? Pode gritar a vontade. Ninguém vai me punir por estar dando limites a uma menina rebelde como você. Rey fala e aperta ainda mais suas mãos nos braços da loira. A verdade era que por alguma razão, ele não estava querendo soltá-la. Queria sim mostrar a ela que ela lhe devia respeito, mas também estava começando a sentir vontade de ficar próximo a ela. O cheiro do perfume da loira o estava inebriando de tal forma que se ficasse ali mais alguns minutos, poderia perder a cabeça. Agindo com a razão, o moreno solta Âmbar bruscamente enquanto a mesma geme de dor.

- A minha madrinha irá saber disso.

- Ela vai me agradecer por ter te feito isso. Além do mais, qualquer um pensaria que você caiu ou até mesmo que “obrigou” alguém a fazer isso. A senhora Benson conhece muito bem a afilhada que tem e sabe do que ela é capaz. Ao ouvir isso, Âmbar fica sem saber o que responder e apenas dá as costas para Rey, mas revira os olhos quando sente o moreno lhe seguir até o elevador. Ambos entram no mesmo e ficam em completo silêncio.

Por alguma razão “desconhecida”, Rey começa a imaginar como Âmbar reagiria se ele a beijasse ali naquele exato momento. Apesar da loucura, o moreno morde os lábios e se controla para não fazer tal coisa. Sentia vontade de se socar por ter pensamentos indecentes com aquela menina. Deveria ser falta de sexo. Sim, só podia ser isso. Há anos ele vivia apenas para o trabalho. Não tinha uma vida normal como as outras pessoas. Claro, tinha aventuras e tudo mais, mas... Talvez o tempo que ficou sozinho possa estar interferindo no que sentia pela garota loira ao seu lado. Teria que dar um jeito de resolver essa pendência ou acabaria perdendo a cabeça.

Ambos se assustam quando o elevador pára. Rey fica com o mesmo olhar de sempre, já Âmbar... – Mas que droga. Justo hoje que tenho coisas a fazer, essa porcaria pára.

- Talvez se a senhorita reclamasse menos... Tudo poderia ser diferente.

- Cala a boca, Rey.

- Escuta aqui, menina. O moreno fala e puxa bruscamente a loira pelo braço. – Você não tem direito algum de falar comigo nesse tom.

- Me solta. Está me machucando. Âmbar fala e o moreno decide por soltá-la. De nada adiantava segurar a garota. Ela não mudaria seu comportamento nem com mil puxões. Talvez precisasse de uma lição um pouco mais forte e... Prazerosa. Algo que a fizesse perder a compostura e se render às suas ordens. – Pra piorar ainda mais, isso aqui não tem nem ar condicionado. Ah, mas deixa só eu sair daqui. Irei processar essa porcaria. A loira fala já com indícios de estar sentindo calor. O dia estava realmente muito quente e num ambiente fechado... O calor era ainda maior.

Alguns andares abaixo, Luna e Jazmín estavam preocupadas com a demora de Âmbar. Elas acreditavam que poderia ter acontecido algo com a mesma, mas Matteo se mete na conversa e avisa que ela só poderia estar “tramando seu próximo passo”. Luna estava surpresa com as palavras do ex da loira. Afinal, o que foi que ela havia feito de tão grave para eles terem terminado? – Mauricinho, porque está dizendo isso?

- Por nada. Só... Esquece, menina delivery. Falei sem pensar. O rapaz fala e a garota dá um meio sorriso em sinal de entendimento. Matteo não conseguia acreditar que Luna ainda não havia percebido que Âmbar havia sido a causadora do sumiço de seus documentos. O problema da jovem, era que ela era muito ingênua e acreditava em tudo o que lhe contavam. De fato, Luna nunca pensou na possibilidade de ter sido Âmbar que pegou seus documentos. Valente estava muito enganada em relação a isso.

Após alguns minutos presos, Âmbar começa a se abanar pois estava sentindo calor demais e começava até a transpirar. Rey também sentia o mesmo e por isso resolveu afrouxar sua gravata. Com aquilo em seu pescoço, parecia que estava morrendo sufocado. Ele também retira seu paletó e segura em suas mãos. O moreno abre os dois primeiros botões de sua camisa branca enquanto Âmbar o observa de esguelha. – Está querendo ficar nu na minha frente? Tudo bem que não deve ter nada de atrativo aí, mas... Ainda sou uma “menina” e exijo que me respeite como tal.

- A senhorita bem que adoraria me ver nu. Posso dizer que... Tenho muitos atrativos que sei que gostaria de saber quais são. O moreno fala e se aproxima da loira que arregala os olhos e estremece.

- Não se aproxime, seu idiota.

- Está com medo do que, senhorita Âmbar? Rey fala e volta a se aproximar da loira que acaba se encostando na parede do elevador.

- Se me fizer alguma coisa... Minha madrinha ficará sabendo. A loira fala ao mesmo tempo em que a porta do elevador se abre. Nenhum dos dois haviam se dado conta de que o mesmo já havia voltado a funcionar.  Rapidamente, Âmbar sai do elevador e se aproxima da balconista. – Vou processar essa porcaria de hotel por ter me deixado presa no elevador, entendeu bem? Ninguém deixa Âmbar Smith esperando presa dentro de uma porcaria que não tem nem ar condicionado.

- Âmbar, não precisa disso. Eu conversei com o gerente e ele avisou que havia dado uma queda de luz e por esse motivo, vocês ficaram presos no elevador.

- Não me interessa.

- Senhorita, se controle. Rey se aproxima e fala. O moreno já estava devidamente arrumado e exalava superioridade.

- Não recebo ordens de empregados. A loira fala e vira as costas quando Tamara avisa que levaria todos para fazer um tour pela cidade. Âmbar fica ainda mais irritada quando descobre que Rey iria também. Isso era o fim do mundo para ela. Não era mais nenhuma criancinha para ser vigiada. Não precisava de babá. Muito menos de alguém que odiava pegando no seu pé.

Prontos, todos entram num ônibus aberto e se arrumam em seus lugares. Âmbar estreita os olhos quando percebe que Rey sentaria ao seu lado. – Se não percebeu, este lugar já tem dono.

- É? Não vi nenhum nome escrito nele. O moreno rebate e quase cai na gargalhada ao ver a loira revirar os olhos. Ele queria vê-la fazer isso em outro sentido, mais especificamente... Em sua cama após acabarem de fazer amor. Tentando acabar com esses pensamentos, Rey senta ao lado da loira mesmo ouvindo reclamações da mesma.

- Matteo, senta aqui comigo. Âmbar fala ao ver Matteo se aproximar. – Rey, sai e deixa o lugar pro meu namorado.

- Ex-namorado, Âmbar. E... Fique tranquila. Vou sentar ao lado... Da Luna. O rapaz fala e senta ao lado da garota que fica sem saber o que fazer. Nina que iria sentar ali, acha engraçado e ri da cara da amiga. Ela acaba sentando com Jazmín. Simón acaba ficando ao lado de Tamara, mas no fundo... Ele estava louco para arrancar Matteo do lado de Luna. Era pra ele estar ali e não o “mauricinho”.

- Parece que o seu ex-namorado não quer nem chegar perto da senhorita. Rey sussurra no ouvido de Âmbar que acaba ficando arrepiada.

- Vai pro inferno. A loira fala e ajeita os cabelos para não deixar o moreno perceber que ela havia ficado arrepiada por conta de sua voz próxima ao seu ouvido. Mas, já era tarde para isso. Rey já havia percebido e sorria internamente com esse “feito” causado por ele. O moreno morde os lábios enquanto observa a loira de esguelha.

O passeio é tranquilo e todos se divertem. Menos Âmbar que não aguentava ver Rey ao seu lado. Parecia que o “pior” estava por vir. O motorista do ônibus freia de maneira brusca e Âmbar acaba “caindo” praticamente no colo de Rey. O moreno a segura próxima a ele e encara seus lábios. “Que vontade louca que tenho de provar esses lábios. Será que são tão macios como parecem ser?” O homem pensa e estremece. Âmbar percebe e se afasta bruscamente. Ela se ajeita no banco e começa a olhar para a cidade. No fundo, ela queria tentar esquecer a sensação dos braços de Rey em seu corpo novamente. O pior de tudo era o seu cheiro. Algo inebriante e másculo. Parecia que estava impregnado em seu nariz. Por conta do “tombo”, Rey fica excitado e se mexe várias vezes para tentar acalmar sua ereção. Âmbar observava o moreno e se perguntava o porque dele estar tão incomodado. – Dá pra parar de se mexer? Está me irritando.

- Olhe para o outro lado e preste atenção na paisagem a sua vista, senhorita. Rey fala e Âmbar nem se dá ao trabalho de lhe responder. Aos poucos, a ereção do moreno vai se acalmando e ele pára de se mexer para a alegria de Âmbar Smith.

Após algumas horas, todos estavam de volta ao hotel. Felizes e cansados, entram no elevador conversando e rindo. Luna ainda estava um pouco aérea pelo que tinha acontecido no ônibus. Ela também havia “caído” nos braços de Matteo e de certa forma, havia rolado um clima entre eles. Simón estava chateado com o que viu, mas... No fundo, ele tinha certeza de que Luna jamais olharia para um rapaz como Matteo Balsano. Eles eram muito diferentes. Era impossível terem alguma coisa.

Todos se encaminham para seus respectivos quartos, daqui a pouco seria servido o jantar e todos deveriam estar no restaurante do hotel. Após tomar um novo banho, Âmbar sai do quarto e resolve procurar por Rey. Ela vai em direção ao quarto do mesmo e entra sem nem ao menos bater na porta. Ao entrar no quarto do moreno, Âmbar sente um cheiro bom e viciante. A loira ainda não havia se dado conta de que era o mesmo cheiro que havia sentido antes quando caiu no colo de Rey. – Que cheiro bom. O que é? Deve ser algum aromatizante. Preciso saber o nome. Tenho que ordenar à Amanda para que ela compre algo com o mesmo cheiro para o meu quarto. A loira fala e Rey sai do banheiro fechando os botões de sua camisa. Âmbar arregala os olhos e desce o olhar pela barriga do homem que ainda estava amostra. Rey possuía uma barriga lisa, definida e com poucos pelos. “Até que ele tem um corpo bonito e... Delicioso”. Percebendo seus pensamentos, a loira se recompõe e faz novamente a mesma pergunta de antes. – Que cheiro é esse, Rey? É algum aromatizante para o ambiente? Preciso disso urgentemente no meu quarto quando voltar para Buenos Aires. Rey se controla para não rir do que a loira havia falado. Ele tinha escutado o que ela havia dito quando entrou no quarto, mas... Não imaginou que seu perfume pudesse deixar a garota tão “louca” assim para ter o cheiro em seu quarto. Pensar nisso o fazia sentir vontade de jogá-la na cama e fazer seu cheiro se misturar com o dela num sexo intenso e quente. – Dá pra me responder? A loira pergunta já impaciente.

- Esse cheiro é do meu perfume, senhorita.

- O que? Âmbar pergunta com os olhos arregalados. “Droga. Esse foi o mesmo cheiro que senti antes. Como não havia me dado conta”. A loira pensa. – Ah, então retiro tudo o que disse. Esse cheiro é horrível. Vem cá Rey, a minha madrinha te paga tão mal assim que você não consegue nem comprar um perfume decente?

- Senhorita Âmbar, não te devo satisfações do que faço com meu dinheiro. Agora, vamos descer para o jantar... Em silêncio. O moreno fala e deixa a loira incrédula pela ordem.

- Você não tem o direito de falar assim comigo. Ela retruca e sai com o moreno em seu encalço. Dentro do elevador, eles ficam em silêncio e chegam ao restaurante também calados. Âmbar sente ciúmes ao ver Matteo olhando para Luna. Como ele poderia dar bola pra ela? Uma menina desajeitada, atrapalhada, sem sal e mais nova que ele. Isso era inadmissível.

A noite passa rapidamente e no dia seguinte... Âmbar, Matteo, Luna e Simón se encaminham para o começo do treinamento para a competição. Rey também estava vendo tudo o que acontecia e estava impressionado com o talento da loirinha. Ele nunca havia visto a jovem patinar e devia admitir: Âmbar tinha talento demais e isso de certa forma o deixava orgulhoso.

Após o término do treino, a loira decide caminhar um pouco e claro, fugir de Rey. Ela acaba indo parar na fonte dos desejos. Aparentemente calma, a loira se aproxima e fica encarando o local. – Quem te deu permissão para sair sem avisar ninguém? Rey aparece e fala.

- Eu não te devo satisfações do que faço ou deixo de fazer. Vai embora, Rey.

- Tenho ordens para ficar na sua cola, senhorita.

- Não precisa seguir à risca as ordens da minha madrinha, capacho idiota.

- Baixe o tom para falar comigo.

- E se eu não baixar? Vai fazer o que? A loira pergunta em tom desafiador e deixa Rey ainda mais furioso.

- Não teste a minha paciência, menina. Pode se arrepender disso. O moreno fala e se aproxima da loira que dá um passo para trás.

- Não tenho medo de você. Ela rebate furiosa.

- Pois deveria ter. O moreno fala. – Agora, volte para o hotel.

- O que? Eu não vou voltar pro hotel. Quero ficar aqui. Dá pra entender?

- E o que tem de tão “legal” pra se fazer nesse lugar?

- Se não reparou, isso aqui é a fonte dos desejos. Mas claro, você nem deve saber o que é isso.

- Não sou burro como a senhorita pensa. Sei bem para que serve esse tipo de fonte.

- Ok, então vai embora e me deixa fazer os MEUS desejos em paz. A loira fala e pega uma moeda para fazer um desejo. Ela fecha seus olhos e pensa em algo que queria que se realizasse e joga a moeda na fonte. Ao abrir seus olhos, Âmbar encontra Rey a encarando. – Ainda está aqui? Ótimo, já pode voltar para o hotel. Ela fala e começa a caminhar.

- Espere, senhorita. Também farei um “desejo”. O moreno fala e pega uma moeda. Ele fecha seus olhos e pensa em algo, para logo em seguida jogar a moeda e abrir seus olhos novamente. Ele começa a caminhar ao lado da loira. Âmbar estava intrigada e curiosa. Queria saber o que Rey havia pedido.

- Só por curiosidade, o que pediu? A loira pergunta.

- Desejos são desejos, senhorita. Se fossem para ser revelados, não seriam algo oculto. Rey fala enquanto Âmbar revira os olhos. Mas, afinal... O que eles haviam pedido?


Notas Finais


Gostaram? Odiaram?
Mereço comentários?
Quem aí gostaria de estar presa no elevador com o Rey? Eu adoraria, e vocês? Âmbar é sortuda não? Primeiro ficou presa no elevador com Rey e depois caiu em seu colo. Quero essa sorte pra mim, hehe.
O que acham que eles pediram? Será que tem algo relacionado com eles mesmos?
Espero vocês no próximo capítulo. Até mais...


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