História Sem Reservas - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Lexa, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Aden, Clarke, Clexa, Lexa
Exibições 171
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então gente, demorei um pouquinho, mas to aqui kkk
Não gostei muito deste capítulo, mas fiquei com preguiça de fazer outro entao vai assim mesmo.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Lexa Pov

O restaurante sem Clarke ficou estranho e uma bagunça, ela faz muita falta.

-Como estão as costelas? Bacon, queijo de cabra, óleo, bisteca tártara e costela na chapa.

-Já está quase pronta.

-Vamos. Mais rápido! –Grito para eles. –Precisava do suflê há cinco minutos. Vamos, vamos.

Terminando tudo na cozinha, Raven me chama e nos serve vinho.

-Tivemos 110 coberturas esta noite. Tudo estava excelente. Você realmente tem dominado o menu, Lexa. –Ela faz uma pausa e sorri para mim. –Pôs sua assinatura nos pratos e todos os assíduos notaram. O que acha de ficar permanentemente?

-Acho que gostaria disso. Claro, se Clarke não se importar.

Raven me olha meio descontente. Despeço-me e no caminho para a casa tenho uma idéia. Pego o molho que fiz e vou até a casa de Clarke, mesmo sendo tão tarde. Aperto o interfone e nada fico apertando até que ela atenda.

-Quem é? –Clarke pergunta irritada e com a voz grogue de sono.

-Você faz idéia de que horas são?

-O que?

-É muito, muito tarde. –Digo me balançando por causa do frio.

Clarke fica em silencio e nada acontece, após um minuto escuto o barulho da porta abrindo eletronicamente. Subo as escadas correndo e dou de cara com uma Clarke de cabelos bagunçados e vestindo um robe.

-Lexa o que veio fazer aqui há essa hora? Espera, não responda, vou trocar de roupa.

Vejo Clarke indo para o quarto, então vou para a sala de jantar e coloco minha panela em cima e a espero. Clarke aparece vestindo calça jeans e uma blusa cinza de mangas compridas.

- O que é isso? –Ela pergunta curiosa.

-Sente-se.

Clarke se senta e coloco um venda nela.

-Lexa o que você está fazendo?

-Clarke, só confie em mim.

-Ok.

-Sem você, a cozinha foi um lugar totalmente diferente esta noite. –Digo enquanto mergulho a colher na panela.

-Estou certa de que fez tudo certo sem mim.

-Uhum.

Clarke tira a venda e me olha com os olhos cerrados.

-Foi um inferno.

-Assim é melhor. –Diz sorrindo e abaixando a venda de volta.

Levo a colher até sua boca, Clarke saboreia e fica pensativa antes de falar.

-Conhaque, vinho branco... hmm aipo, alho poro, chalotes e alho.

Sorrio porque ela adivinhou muito rápido. Levo a colher a panela e para perto da boca de Clarke, quando ela abre pra pegar, eu puxo de volta e faço isso de novo, até que não agüento olhar aquelas lábios e a beijo.

Clarke tira a venda dos olhos e fica me olhando.

-Mas sem trufas.

Clarke me beija de volta. –Eu não acho que posso.

-Não pense.

Dei a volta na mesa, ofereci a mão a Clarke e ela aceitou ficando de pé.

-Lexa não acho...

Enrolei os dedos nas mechas de  cabelos da nuca e Clarke perdeu a fala.

-Não pense.

Repeti antes de beijá-la, beijar aqueles lábios faziam com que eu me sentisse flutuando. Clarke passou seus braços na minha nuca e desci os meus para sua cintura a apertando em mim, nossos corpos pareciam ter o encaixe perfeito. Nossas línguas deslizavam com sintonia com a intimidade de quem se beija há anos. Desci os beijos para seu pescoço, escutando pequenos gemidos de Clarke e sua respiração ofegante, voltei para seus lábios e dei pequenas mordidas.

-Quarto... Aden... perigoso. –Clarke fala sem fazer muito sentido e me puxa em direção a seu quarto.

Clarke fecha a porta e a beijo encostando na porta, ela passa suas pernas em minha cintura e logo minhas mãos estão em sua bunda, desço meus beijos para seu pescoço e a levo até a cama. Clarke me olha com os lábios inchados, me deito devagar em cima dela e a beijo delicadamente. Clarke puxa minha blusa para cima. Faço o mesmo com a dela, beijo seu pescoço, vou beijando seus seios por cima do sutiã e escuto Clarke gemendo meu nome.

Retiro seu sutiã e logo em seguida tiro sua calça jogando para qualquer lugar no quarto.

-Você é linda Clarke.

Sinto sua mão fazendo carinho nas minhas costas e sua boca procurando a minha, coloco minha mão em seus seios que se encaixam em minha mão e começo a apertá-los. O beijo se torna cada vez mais urgente, vou dando pequenos beijos até chegar em seus seios e chupá-los, olho pra cima e vejo Clarke mordendo os lábios, enquanto chupo o direito, massageio o esquerdo com minha mão e escuto outro gemido escapar de Clarke.

-Você está com roupas demais. –Clarke fala ofegante.

Sinto suas mãos indo para minhas costas procurando o fecho do meu sutiã e logo depois sua mão descendo por minha barriga para tirar a calça que estava vestindo. Mordo os lábios de Clarke e desço meus beijos de novo, demoro um pouco mais em sua barriga e sinto ela ficando impaciente. Retiro sua calcinha e vejo que Clarke está bem molhadinha por mim, sem esperar mais beijo seu clitóris, dou algumas mordidinhas e ouço ela gemer mais alto, então começo intercalar as mordidas com chupadas.

Subo seu corpo de novo e escuto Clarke bufar, encaixo nossos corpos e começo a roçar nossas intimidades, sinto suas unhas nos meus ombros e dou um beijo em seu ombro, seguimos no vai e vem até que sinto ela tremer embaixo de mim e sinto seu liquido, não agüento e gozo junto com ela.

Relaxo em cima dela e sinto suas mãos fazendo carinho em minhas costas, levanto meu rosto e sorrio para ela, Clarke me dá um beijo carinhoso e sorri pra mim.

Quando nossas respirações se normalizam, me deito a seu lado e a abraço, Clarke coloca seu rosto em meu pescoço e dorme. Fico um tempo acordada ainda, pensando no que acabou de acontecer e em como o sorriso de Clarke me faz sentir um frio na barriga. É Clarke Griffin acho que estou perdidamente apaixonada por você, quer dizer, acho não, tenho certeza.


Notas Finais


Chalotes parecem cebolas
E mais uma coisa, obrigada quem sempre comenta, fico muito feliz em saber que estão gostando e também alguns me divertem. Beijoos, até o próximo capitulo que prometo não demorar.


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