História Sem Saída - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Casal, Coragem, Revelaçoes, Romance, Suspense
Visualizações 4
Palavras 694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - 6


O velho era bom,Will tinha que admitir.Todas as vezes que o seguira por alguma parte da cidade,sempre estava sozinho ou com sócios da empresa .Procurou por Elizabeth Smith que por acaso acabara de entrar em lua de mel e viajara para o Caribe e Amanda Stanford tinha seguranças demais a sua volta,era inalcansável se sua conta bancária tivesse alguns milhões a menos que a dela.

Ele sentou em sua cama e abriu o Notebook no colo,buscou por Sarah Carter e apareceu um perfil no facebook entre outras noticias.O perfil não fora atualizado a pelo menos um ano.Havia uma foto de uma mulher branca,ruiva de cabelos cacheados,óculos de grau e um sorriso descontraído no rosto,aparentava ter quarenta anos de idade ou talvez menos.

Era quarta feira a noite quando ele decidiu ligar.Sem nenhuma informação relevante,seguir não foi muito eficaz.Teria que pedir mais um prazo mas com certeza não seria aceito.

—Olá?-A voz doce da srta Cavendish o pegou de surpresa.

—Ah,oi.Will...Parker.Escute,tenho duas notícias ruins para lhe dar.

Will pensaria que ela desligara se não fosse pela respiração alta quando ele terminou de falar.

Ai.Droga.Louisa pensou.Foi muito rápido.

—Po-pode falar,Parker.

Outro segundo interminável de silêncio e então ela riu quando ele falou.

—Você não está zangada?Por que...

Ela riu novamente.Meio nervosa meio aliviada.Aquilo também não era bom.

Se concentre,Louisa.Ela pensou.

Ele respirou fundo,o som da risada da mulher o disperçou um pouco.Dissera mentalmente que precisava ser mais profissional. 

—Eu preciso da sua autorização para instalar uma escuta em algum lugar da casa,onde ele mais fica sozinho,é só dizer o dia que eu vou.

—Parker?

—Sim?

—Tem um tempo agora?Ele acabou de sair e eu aposto que não volta hoje.

Ele olhou a hora no notebook;nove e meia da noite.Era só instalar e sair.


O carro morreu duas vezes antes dele finalmente  sair.A garoa e o vento gelado  seguia firme noite a dentro e ele agradeceu por estar com um sobretudo com capuz que vestiu,o primeiro que achou pendurado no cabideiro.

Vinte minutos depois ele parou enfrente ao prédio dos Canvedish.Cada apartamento era o preço do condomínio inteiro de Will.Ele se sentiu como um objeto na estante errada,nada haver com aquilo.Depois de pegar os materias,seguiu para o portão.

Louisa avisara que ele iria então assim que disse seu nome foi liberado para subir.

Doze andares com um som irritante nos ouvidos que ele percebeu depois de um tempo que eram as batidas do coração.

—William Parker,o dete...

Ele foi interrompido quando se apresentava.Mas de qualquer forma perdera o fio do pensamento quando viu a mulher a sua frente.Louisa não estava arrumada como da primeira vez,nenhum salto ou brinco da moda.

O cabelo castanho claro estava preso num coque e o rosto mais pálido sem maquiagem,seu moletom parecia duas vezes maior que o seu tamanho.Ela parecia tão vulnerável...

Eles caminharam em silêncio até o escritório do advogado e Parker não se admirou pelo fato do lugar estar impecável.

—Não se apresse.Depois vou te apresentar para minha mãe.

Ele assentiu e a fitou enquanto se afastava e fechava a porta atrás de si.

Estava tudo tão silencioso.Qualquer barulho que Will fazia soava três vezes mais alto.Ao redor da sua casa tinham muitas reformas e construções,estava acostumado com barulho excessivo até altas horas e o silêncio ali era assustador.Era como se o denúnciasse a cada movimento.

As duas mulheres olharam rapidamente para a porta do escritório quando ela se abriu,sem disfarçar a surpresa como se estivessem falando dele mas  Parker apenas esticou a mão para cumprimentar Margareth que sorriu educadamente e fez o mesmo.

—É um prazer,Sr Parker.Seu pai é um grande amigo meu.

—Digo o mesmo,ele disse que não apenas por ser uma cliente mas A CLIENTE eu deveria aceitar o caso de imediato.

Ele mentiu um pouco mas pareceu satisfaze-la.Se conteve em dizer que o Federich estava mais preocupado em coçar o próprio saco do que ajudar alguém.

—Minha Lou disse muito bem de você,que é maravilhoso.

Louisa corou quando encontrou os olhos de Parker e ele sorriu sem jeito.

—Eu disse como eu acho que é muito profissional,maravilhosamente profissional.

Corrigiu rapidamente mas a mãe caminhava para o bar.

—Você aceita alguma coisa?Temos drinks...

—Obrigado mas não bebo.Em trabalho.

—Está certo,sabe temos que achar um jeito de você entrar na empresa.

Margareth disse surpreendendo todos.

—Se você colocou uma escuta aqui...

—Mãe,vamos começar por aqui,ok?

A mãe fitou o chão mas assentiu.


Um clique na porta e todos prenderam a respiração.














Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...