História Sem Você [|•Imagine Moonbin- Astro•|] (reescrevendo) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias ASTRO
Personagens Eunwoo, Jinjin, MJ, Moonbin, Personagens Originais, Rocky, Sanha
Tags Astro, Imagine, Moonbin
Visualizações 66
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sinceramente gente, eu fiquei um pouco triste por não receber nenhum comentário de vcs no último capítulo ._.
Mas a gente segue a vida não?

🔆BOA LEITURA 🔆
🌞 DESCULPA OS ERROS🌞

Capítulo 3 - Capítulo 2: Um pouco do Passado


*s/n*

A hora do pouso Finalmente chegou, então eu e minha nova amiga (Bianca) saímos literalmente ATROPELANDO todos que se quer quisessem se intrometer em nosso caminho.

Ao sairmos daquela aeronave, enorme que me dava medo apenas de olhar para ela, fomos em direção a porta, e ficamos esperando um Táxi. Enquanto esperava, comecei a encarar meu reflexo no vidro de uma loja que estava em nossa frente. Foi aí que percebi, o quão meu rosto cansado e que sempre aparentava tristeza, finalmente estava com um semblante feliz. Finalmente, depois de 10 anos, chorando por conta da morte de meu pai, eu finalmente consegui sorrir verdadeiramente de novo.

— S/n? – Bianca se pronuncia tirando-me de meus pensamentos — Eu estou a mais de 5 minutos falando com você e você aí, no mundo da lua – ela solta uma risada, então eu a acompanho nos risos. Em poucos segundos, todos a nossa volta olhavam para nós.

— Bianca, por que escolheu a Coréia do sul para fazer seu intercâmbio? 

— Bem, eu sempre gostei muito da cultura asiática, então, sempre tive vontade de visitar a Coréia, o Japão, a China, a Tailândia e bla bla bla — ela responde e solta um sorriso. — E você?

— A bem, meu falecido pai era coreano e meu sonho desde pequena, era conhecer o país onde meu pai nasceu e cresceu.

— Desculpa perguntar mas, do que ele morreu... — Após ouvir as palavras que saíram da boca de Bianca, eu automaticamente tive um flashback do que acontecera com meu pai.


Dia doze de maio de dois mil e sete: cinco e quarenta e cinco da manhã...

Appa! Vai demorar para chegarmos até a casa da vovó? – eu pergunto já cansada de ficar presa naquela "pequena" caixa que se movimentava através de gasolina. A casa de minha avó, era literalmente em outro estado, então a cada ida para a casa dela eram horas e horas de carro. E aquilo para mim era tão chato, sem correr, sem brincar, apenas olhando a uma paisagem mais que entediante.

— Hahahha, não demorará muito princesa, quer dar uma parada para esticar as pernas? — Ele me pergunta saindo do carro. Minha mãe que estava no banco da frente, como sempre, prevaleceu quieta.

— Quero! – respondi animada. Não demorou muito para que meu pai desmontace a cadeirinha que eu usava para poder andar de carro.

Saímos de dentro do carro. E como estávamos em um posto de gasolina, decidimos ( quer dizer, meus pais decidiram por que com oito anos, não decidia nem com que roupa eu iria a festa da minha melhor amiga) que abasteceriamos o carro, e comeriamos alguma coisa. Fomos comer primeiro, óbvio. E quando entrámos na loja um homem armado, apontando sua S&W M1917 .45 ACP... (Sim eu entendo bastante sobre armas|| A: já eu pesquisei no Google mesmo) ou melhor, um revólver que era muito usado no exercito... 

Ao perceber a nossa presença na loja, ele vira a sua arma contra nós três e diz em alto e bom som: "Não ousem dar um passo a mais! Se saírem do lugar, eu mato vocês!".

Meu pai, estava com medo dele fazer algo, então por impulso correu até o homem e segurou a arma apontando-a para cima. O homem dava vários tiros no teto. Até que, ele consegue soltar a arma da mão de meu pai. E foram um... dois... Três... Quatro... Cinco tiros no peito dele... 

Ele não resistiu, como já era esperado, segundo os médicos, no primeiro tiro, ele já havia morrido.

Minha mãe? Bem ela ficou triste claro, mas depois de mais ou menos um mês e meio, ela me apresenta seu "novo namorado", que fazia que com que todas as sextas - feiras a noite, eu ouvisse sons nos quais não eram nem um pouco agradáveis.

Dia quatorze de setembro de dois mil e dezessete...

—  Ei... EI! – Bianca me chacoalheava fazendo eu acordar.

— Hm? Ah desculpe, mas eu prefiro não falar o que aconteceu com meu pai...– eu digo e me levanto dando sinal ao Táxi. – Vamos nesse?




Continua... Eu acho


Notas Finais


Por favor, comente, para que eu saiba que eu deva continuar a história
E que não deva apaga-la ( que inclusive eu tô quase apagando .-.)
:3


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