História Seme x Seme - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Infinite
Personagens Hoya, Myungsoo (L)
Tags Infinite, Myungya
Exibições 41
Palavras 2.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É, desculpem a demora... Eu pretendia postar um capítulo duplo, no entanto fiquei com um excesso de criatividade que me fez ter um bloqueio, então vou postar o que já está pronto para vocês não esperarem mais e.e

Para quem assistiu Shut Up Flower BoyBand, os personagens do dorama serão utilizados nessa fanfic.

Capítulo 3 - Visitante


     As árvores se curvavam em ângulos estranhos, seus galhos se contorcendo como tentáculos, criando uma cena digna de um filme de terror. O fundos do internato era um lugar no qual os funcionários nem se atreviam a pisar. Haviam passagens para o que um dia foram prisões, cárceres de uma guerra antiga e distante, salas de tortura, que apesar de vazias e abandonadas, carregavam consigo o sangue derramado. E era bem ali em cima que os atrevidos delinquentes faziam suas trocas.
     Myungsoo caminhou por entre seus colegas, os fornecedores, atrás de sua maravilhosa carteira de cigarros. Não demorou a comprar duas, por precaução, e foi quando viu uma silhueta mais que conhecida no muro, entre as árvores retorcidas, oculto pelas sombras que reinavam no terreno. Seguiu para o canto, encontrando apoio em algumas falhas no muro alto e nas árvores para que pudesse chegar ao topo, onde sorriu, e tomou os lábios alheios com luxúria.
     — Soo... Espera... — O rapaz se afastou, recuperando o fôlego enquanto era puxado para dentro, e ambos desceram rapidamente.
     O recém chegado foi prensado contra o muro. Os lábios se tocaram, selvagens, e as línguas disputavam espaço ao mesmo tempo que suas mãos percorriam o corpo alheio sem pudor nenhum, puxando um contra o outro e esfregando as ereções pré formadas. Deixaram as respirações pesadas se misturarem, os olhos se fitando intensos, nublados, as pupilas dilatadas enquanto gravavam o rosto um do outro, e friccionavam os corpos como se pudessem fundir-se a qualquer instante.
     Não trocaram palavras, não eram necessárias. Myungsoo guiou o rapaz, entrelaçando suas mãos e andando com ele para o dormitório masculino. Passou pelos sunbaes, mas sequer direcionou o olhar a eles. Não, Do Il era mais importante para si naquele momento. E Hoya notou isso, irritando-se ao ver o desconhecido cujos cabelos tocavam os ombros seguir o seu garoto. Não que o casal se afetasse por isso, se beijando atrevidamente quando estavam no corredor do quarto do rapaz, que prensou seu parceiro contra a porta assim que entraram no quarto e a fecharam.
     A noite terminou em gemidos, que ecoavam pelo cômodo junto ao ranger da cama e o barulho dos corpos se chocando. O suor os cobria, e as mãos se apertavam, arranhavam e puxavam como se a qualquer segundo um deles fosse desaparecer. A quanto tempo não se viam? Myungsoo não saberia dizer, mas Do Il sabia exatamente a quantos dias estavam sem se tocar, sem se ver e sem se falar. Havia custado a encontrar aquela merda de lugar, e ali estavam eles, curtindo um ao outro. Jang Do Il era a válvula de escape de Kim Myungsoo.

•••

     Despertaram com o baque da porta contra a parede, onde um Hoya com falsa indiferença foi revelado, andando até as cortinas e as abrindo para que a luz lhes atingisse os rostos de expressões ainda sonolentas. Myungsoo bocejou, entreabrindo os olhos e aconchegando Do Il em seus braços, para que o moreno escondesse o rosto em seu pescoço e ali pudesse continuar em seu sono. Como o bom seme que era, ele sabia exatamente as manias de seu uke, e isso incluía sua preguiça e manha ao acordar.
     — Vai se atrasar para a aula, levante logo eu vou te puxar e carregar para a sala com ou sem roupas.
     — Não, você não vai. Primeiro porque já está morrendo de ciúmes de um, imagine se o colégio todo me visse nú, hm? Se bem que seria muito mais rápido na hora de...
     — Cale a boca, idiota! Venha logo!
     — Hoya-ssi. — Disse, sério, chamando a atenção do mais velho que sentia como se estivesse deixado para trás na competição. — Vá para a aula. Quero aproveitar o Do Il antes que ele vá.
     E com isso, abanou a mão para o rapaz, que estava se xingando. E xingando o forasteiro de cabelo comprido que esbanjou um sorrisinho satisfeito, se aconchegando ainda mais ao corpo do seu marcado. Saiu do quarto, batendo a porta sem medir esforços. Praguejava, porque sabia que havia deixado uma brecha para o outro. Estava perdendo o jogo e iria precisar vira-lo de alguma forma.
     O Jang entreabriu os olhos, fitando seu parceiro com carinho e lhe beijando os lábios demoradamente. Myungsoo sorriu, e se virou por cima do rapaz, o prendendo em seus braços e ficando entre suas pernas, esfregando os corpos suavemente enquanto ambos riam entre pequenos sussurros, confidenciados apenas entre eles.
     — Soo... Precisamos conversar...
     Murmurou, manhoso, da forma que apenas Myungsoo tinha o privilégio de escutar e presenciar. Para quem o conhecesse decentemente vestido e em sua personalidade habitual, era apenas o calmo e tranquilo Do Il, mas em uma cama, trancado entre quatro paredes, o rapaz era manhoso, carinhoso, e se misturava perfeitamente ao safado também. Myungsoo achava adorável, e sexy. Seria o melhor amigo de foda que ele poderia encontrar. Sem compromisso, essas duas palavrinhas o deixavam plenamente satisfeito.
     — Vamos conversar, Do... O que quer me dizer?
     Perguntou, tranquilamente, iniciando um de seus joguinhos. Pequenos beijos eram deixados
 pelo corpo esguio e bem feito que tantas vezes antes havia passado por seus lençóis, até encontrar os mamilos rosadinhos, os quais chupou com devoção enquanto o outro tentava conectar uma linha de pensamento para falar sem se perder. Ou ao menos tentar.
     — Hmm... Os meninos também querem te ver...
     L assentiu, para informar que estava ouvindo o que ele dizia, enquanto seus dentes mordiscavam a virilha do Jang, e beijavam as coxas dele, chupando e marcando a pele da região, unindo as marcas novas às da noite anterior. Então deu atenção aos testículos, chupando um, passando a língua por eles, chupando o outro.
     — E-eles também concordam que você não devia assumir a culpa sozinho...
     — Já disse para não se entregarem, idiotas!
     Deixou um tapa estalado na coxa do rapaz, que arfou e soltou um murmúrio sofrido, agarrando os lençóis enquanto seu membro era umedecido pela língua do outro, que o torturava propositalmente, tendo os mais lentos movimentos, antes de pôr o membro em sua cavidade e sugar com vontade, chupando-o sem restrições, e fazendo com que perdesse a linha de pensamento por alguns segundos.
     — Hmm... Soo... N-nós não vamos nos entregar, mas não podemos continuar e-enquanto você estiver aqui.
     — Eu sei, Do Il, estou pensando em deixar o assunto esfriar antes de retomar nossos planos, ne?
     Segurou a base do pênis e em um pequeno movimento, passou a língua pela fenda, fazendo o outro ofegar sob seus cuidados. Beijou carinhosamente a glande antes de sugar a mesma, e voltar a chupar o membro dele como se fosse seu doce favorito. E talvez fosse.
     — Os m-meninos sabem que foi proposital, Soo... Hmm, assim...! E-eles querem saber porquê...
     Myungsoo não o respondeu mais que um aperto nos quadris, impedindo que o Jang se movesse, e continuou a chupa-lo como queria, sem pressa, daquela forma gostosa que só ele sabia fazer e que o rapaz tanto gostava. Chupou com força, com vontade, a língua deslizando como podia para tornar a sucção ainda melhor, até que Do Il se desfez em sua boca, gemendo arrastado com os prazeres do orgasmo.
     — Soo... Eu também quero...!
     Então o rapaz de cabelos compridos se sentou, ajoelhou, e por fim se inclinou na direção do rapaz que já estava de pé ao lado da cama. O fitou, sorrindo malicioso e os olhos enchendo-se de luxúria enquanto pegava o pênis e o massageava, pressionando a glande com o polegar e extraindo os gemidos roucos que tanto queria.
     — Me chupa logo!
     Do Il riu, e levou o membro rijo e pulsante aos próprios lábios, que envolveram o falo com demasiado carinho, um cuidado especial. Myungsoo gemeu, tombando a cabeça para trás e emaranhando os dedos nos cabelos do rapaz, que movia a cabeça em movimentos lentos cuja velocidade ia gradativamente se tornando mais rápida, mais delirante. O hálito quente, a língua úmida, a pressão característica, tudo contribuía para enlouquecer L.
     Myungsoo poderia facilmente dizer que aquele era o seu pequeno paraíso. Aquela boquinha maravilhosa o fazendo um puta boquete enquanto via o corpo bem feito de quatro, bem empinado, e sentia as vibrações em seu membro a cada vez que o Jang gemia com os próprios estímulos. Sua mão deslizou dos fios dele para as costas, acariciando numa linha reta a coluna  até enfim apalpar as nádegas e deixar um tapa leve ali, que fez com que o outro ofegasse.
     Interrompeu tudo antes que gozasse. Não, não. Puxou os fios do rapaz, o jogando para trás e sorrindo ao ver ele cair na cama, ofegante e entregue. Um rastro de saliva e pré gozo escorrendo pelo canto de seus lábios inchados, o membro pulsando por atenção tanto quanto o seu. A pele mapeada pelas marcas que fizera questão de deixar em cada lugar que lhe chamasse a atenção. E aquele sorrisinho malicioso estampado no rosto que já abandonava a falsa inocência, o olhando sem pudor enquanto se masturbava.
     — Achei que precisávamos conversar, Do Il-ah! Por que se calou?
     O garoto se contorceu na cama, gemendo ao sentir as mãos de Myung trabalhando em seu membro ereto, espalhando o pré gozo por este, e sorrindo com as reações do garoto. O virou de bruços, puxando o quadril para que se pusesse sobre os joelhos. Alisou as nádegas, dando mais um tapa apenas para ver a coloração avermelhada que tomava a pele, e as separou, expondo a entrada que se contraía em expectativa.
     Myungsoo aproximou o rosto, lambendo a área e soprando apenas para vê-lo se retesar. Então começou a chupar, o penetrando a língua ao máximo que conseguia, extraindo do rapaz os gemidos que tanto queria ouvir. O Jang agarrou os lençóis, rebolando ao sentir o músculo úmido em sua entrada, contraindo-se ao redor dele. Queria mais, muito mais. Tateou a cama em busca do lubrificante e melecou três de seus dedos, levando a mão para trás.
     L se afastou apenas para vê-lo de penetrar um dedo e o mover devagar até se adaptar, e se seguiu assim ao segundo e terceiro dedo. Masturbou-se enquanto tinha a visão privilegiada dos dedos sendo abrigados pela entrada estreita, e então eles voltando a emergir, num ciclo ininterrupto que deixava o observador extremamente excitado.
     — Quero ver seu rosto enquanto entro em você, Do.
     E imediatamente o Jang retirou os dedos, deixando a mostra a entrada pulsante e convidativa, antes de se deitar novamente, virando de frente para o rapaz ainda de pé ao lado da cama. Abriu as pernas, enrubescendo ante o olhar pecaminoso. Os lábios de Myung trilharam o corpo esguio, o modelando à sua vontade, até que estivesse entre suas pernas. Do Il se sentou, pegando o lubrificante mais uma vez e lambuzando o membro do rapaz, espalhando o liquido gelatinoso com ambas as mãos em uma cena que para L era adorável.
      Quando se deram por satisfeitos, voltaram a se deitar, os olhos se fitando em uma intensidade invejável, que foi conquistada com uma intimidade bem formada. Myungsoo se posicionou, encaixando o membro na entrada do menor e o penetrando devagar, provocando o rapaz que se agarrava às suas costas bem definidas e gemia sôfrego, movendo o quadril para que ele fosse ainda mais fundo.
      L apertou as nádegas dele, o puxando para si e começando a se mover devagar, provocante, em um ritmo tão lento que era uma tortura até mesmo para si. Porém, os gemidos arrastados e manhosos que faziam seu membro pulsar faziam valer a pena. Apenas quando não conseguia mais se aguentar, a velocidade aumentou, numa mudança repentina que fez o outro arquear as costas e cravar as unhas nas de Myungsoo, gemendo alto.
     — Eu tento ser carinhoso com você, mas é impossível me controlar!
     Myung resmungou, e Do Il riu, a risada morrendo em um gemido numa das estocadas que lhe acertara a próstata. Quando percebeu, L passou a investir apenas ali, se deliciando com os gemidos maravilhosos que se desprendiam dos lábios convidativos. Se pudesse escolher por quem se apaixonar, escolheria Do Il, mas não era assim que as coisas funcionavam.
     Rápido. Forte. Intenso. Seus gemidos de misturavam e preenchiam o quarto, a temperatura parecendo mais alta que deveria, o suor cobrindo os corpos que se chocavam e faziam a cama ranger. As unhas de Do Il marcavam as costas de L mesmo que curtas, deixando rastros avermelhados e que mais tarde iriam arder, mas ele não se incomodava. Em contrapartida o corpo estava repleto de marcas vermelhas e arroxeadas acusadas por mãos e lábios, afoitos, enquanto tentavam se fundir.
      O Jang arfou, arqueando as costas e movendo o quadril contra o de Myungsoo quando este envolve o membro do rapaz em sua mão e começa uma masturbação ao mesmo ritmo de suas estocadas precisas. Em meio ao caos que rondava suas mentes nubladas em prazer, atingiram seu ápice. Do Il se desfez sobre o próprio abdômen com um gemido manhoso, arrastado e alto. L tombou a cabeça para trás, sentindo a entrada do outro o apertar ainda mais numa sensação indescritivelmente gostosa, e gozou num gemido rouco, preenchendo o interior dele.
     Após algumas estocadas, se retirou do rapaz e deixou o corpo cair ao seu lado na cama. As pernas se entrelaçaram automaticamente e se aconchegaram um ao outro, cobertos pelo lençol e embalados pelo  ventilador de teto, que deixava Do Il ainda mais sonolento, e ele puxava Myung para o sono junto a si. Dormiram outra vez, após transarem outra vez. Deixariam a conversa para depois. Não era tão importante. Quer dizer, não naquele momento.

•••

     Myungsoo acordou com o toque insistente de seu celular, que de forma alguma pretendia deixar o delinquente voltar a dormir. Atendeu sem sequer se dar ao trabalho de ver quem era. Ele tinha uma prova importante em algumas horas, e mesmo agindo como agia, ele era esperto o bastante para não ignorar algo que valia 50% da nota, não mesmo. Entretanto, todos os seus pensamentos irritados, sonolentos e lentos pareceram se desmanchar perante aquela voz trêmula, sofrida, com a frase que veio a lhe atingir o peito como uma facada.
     — ... O Byung Hee... O Byung Hee, ele... ele está morto...
     O celular lhe escapou, caindo no colchão enquanto os olhos arregalados fitavam a imensidão escura que habitava o quarto pequeno. O rapaz se levantou ainda em choque, pegando um casaco qualquer que encontrou e calçando o primeiro chinelo que encontrou, saindo de casa com o celular firmemente apertado entre a mão e a orelha.
     — Onde vocês estão?
      Quando finalmente chegou ao local onde estavam os outros quatro reunidos, eles o olharam visivelmente abalados, alguns olhos apenas em choque, outros em prantos, mas todos igualmente perdidos enquanto observavam o corpo completamente ferido, de uma surra feia, que já não possuía mais vida alguma. Apenas memórias que seriam levadas junto a cada um dos cinco jovens que tentavam não desabar. Ali estava seu líder, seu ponto de equilíbrio, morto.
     O velório foi insuportável, nenhum deles conseguiu aguentar muito tempo naquela sala em que os familiares choravam e buscavam a quem culpar. Saíram, um por um, e buscaram se despedir a sua própria forma. Comeram a comida preferida. Soltaram os fogos que ele tanto admirava. E juntos miraram o céu, onde Byung Hee agora devia estar os observando.
     — Iremos nos vingar. Por ele e por mais muitos que ainda sofrem o mesmo. Iremos dar fim a inúmeros ciclos viciosos que teriam o mesmo final de Byung Hee. Por ele.
     — Por ele. — Os outros quatro repetiram.
     Seus corações batiam forte e dolorosamente contra o peito. Estavam com medo. Mas acima de tudo desejavam vingar o amigo, que havia sido tirado deles de uma maneira tão estúpida e brutal. Eles não podiam permitir que o ciclo se repetisse.

     Ele acordou em um sobressalto. Empapado de suor, e com a cama já vazia ao seu lado. Jang Do Il havia ido embora e deixado uma mensagem muito clara de que precisava conversar direito com ele e também com os outros. E ele o faria, sim, porém não naquele momento. Esfregou a testa, afastando os fios que grudavam ali, espantando também os pensamentos sobre o sonho, sobre a memória não tão recente que havia desencadeado uma série de eventos que o levou a estar ali agora.
     Tomou um banho frio, para espantar tanto o calor quanto os próprios pensamentos, e vestiu-se devagar, sem pressa. Sem realmente focar em nada. Sua mente era tomada unicamente pelo luto. Ele odiava esses sonhos, esses pesadelos, essas memórias. Porque eram uma realidade que ele jamais seria capaz de mudar. Ao menos não a de Byung Hee. 


Notas Finais


Obrigada pela paciência e.e


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