História Semibruxas - Fifth Aster - Capítulo 33


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


YO, MINNA-SAN! SEUS FLOQUINHOS DE NEVE LINDOOSSS SZ!
Parece que faz 84 anos que era minha vez de postar, Jesus :v por isso, não sei se demoramos. Qualquer coisa, desculpem, tudo bem? ;-;
Aqui está a conclusão (pera, é a conclusão mesmo ou tem alguma parte 3 que eu não tô sabendo? ;-; MISERICÓRDIA, ALGUÉM ME AJUDA) da SAGA DO CADUCEEEU (tan tan taaaan :v)! Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 33 - Ano 2 - A Saga do Caduceu (Parte 2)


POV Jorge 

Eu e Fred estávamos no corredor conversando com Lino, Angelina e Katie.

— Fred, você vai nesse fim de semana em Hogsmeade? - falou Katie.

— Claro, eu e Jorge precisamos comprar algumas coisas na Zonko's.

— Mas e depois? Você poderia ir no Três Vassouras comigo... — insistiu Katie.

— Acho que dá... O que acha, Jorge?

— Mas a gente não tinha combinado de... Aquela ali não é a Rinne?

— Onde? 

Assim que ele perguntou isso, Rinne passa correndo empurrando Lino e Katie. Logo depois, um homem, de aparentemente 30 anos, apareceu correndo atrás dela. 

— O que foi isso?! — perguntou Katie irritadinha e Lino fica rindo.

— Eu que vou saber? — respondeu Fred com outra pergunta.

— Quer ir lá descobrir o que aconteceu com a sua namoradinha? — perguntei rindo.

— Namoradinha?

— Ela não é minha namorada, mas eu quero sim saber o que aconteceu. 

Fomos correndo pelo mesmo caminho que, alguns minutos antes, Rinne tinha passado. Tivemos que parar algumas vezes para perguntar se alguém a tinha visto.

Fomos na direção apontada por alguns alunos e acabamos chegando no jardim.

— Não era aquele cara que estava seguindo a Rinne? — falou Angelina apontando para perto do lago.

— Acho que era... Aquela não é a Helena? — perguntou Fred se aproximando deles.

— Você não vai fazer nada? Sério, pai? Se fosse para ela voltar, ela já deveria ter voltado a superfície!

— Quem deveria ter voltado a superfície? — perguntei olhando para os dois. Helena pareceu ficar um pouco desesperada e olhou para o homem ao seu lado.

— Não me diga que... — Fred olhou de Helena para o lago e depois olhou para Helena de novo — Ela não caiu... — Helena assentiu.

Fred olhou de novo para o lago e rapidamente tirou o sapato e a capa.

— Fred, o que você vai fazer? — perguntei quando ele jogou a capa em mim. Virei um cabideiro.

— Garoto, o que você está... — o homem ao lado de Helena começou a falar, mas se interrompeu no momento em que Fred pulou no lago, espirrando água gelada em todos nós.

Helena deu um berrinho e o homem se virou para mim, surpreso:

— Vem cá, ele é maluco?

— Não, só está fazendo o que A GENTE devia ter feito! — Helena falou, com um olhar irritado voltado para ele.

— Ele quer salvar a amiga e você chama ele de maluco? Por que a Rin caiu no lago? E por que vocês não fizeram nada para tirá-la de lá? — perguntei nervoso.

— Eu... Rinne sabia nadar... Eu pensei que ela só tinha ido muito fundo e por isso estava demorando para voltar... — respondeu o homem um pouco envergonhado.

— Eu disse! Mesmo que Posei... O padrinho dela a tenha ensinado a nadar, não é como se ela fosse cair todo dia em um lago quase congelado! 

Helena continuou a discutir com aquele homem, mas eu não escutei muito. Eu e Fred sabemos nadar, mas o lago estava quase congelado e talvez a Rin tivesse caído muito fundo mesmo. E também tinha a Lula Gigante...

Quando começo a me preocupar de verdade, Fred finalmente voltou a superfície, com Rinne nos braços.

Vou até perto da margem e o ajudo puxando a Rin inconsciente. Quando retiro ela do lago, Fred sai, pega sua capa e coloca em cima de Rin, que colocamos deitada na grama.

Helena se sentou ao seu lado e secou suas roupas com um feitiço. Depois fez o mesmo com Fred. Então, ficou desesperada tentando reanimar a Rinne a qualquer custo. O homem parecia tão desesperado quanto ela, mas passava a mão pelos cabelos dela numa tentativa de acalmá-la.

— A Rin está muito gelada, vou levá-la para a enfermaria. — Fred fala, depois de recolocar os sapatos, para pegá-la no colo de novo. — Helena, poderia vir comigo? Não vou saber o que falar para a Madame Pomfrey.

— Claro, claro... — Helena concorda de imediato e se levanta.

— Eu vou também. — digo, sigo-os até a enfermaria.

Fred fez o caminho todo com Rinne no colo. As pessoas olhavam nos corredores, perguntavam o que tinha acontecido e eu e Helena respondíamos que era uma longa história.

Mal chegamos, Fred abriu as portas violentamente e chamou a Madame Pomfrey, que veio rápido até nós.

— Por Merlin, o que houve aqui? 

— Ela caiu no lago negro. — explicou Helena, aflita.

— E está muito gelada. Não sei o que aconteceu... — continua Fred.

A mulher arregalou os olhos.

— Tudo bem, sem muita gente aqui. Saiam todos, eu só quero um aqui além dela.

— Eu posso... — Helena começou, mas Fred interrompeu-a.

— Eu fico!

Ele disse isso, Madame Pomfrey praticamente nos empurrou para fora e fechou a porta, falando que primeiro ia examiná-la e depois nos dava notícias.

Eu e Helena nos encostamos nas paredes ao lado das portas, ela na da direita e eu na da esquerda. Ficamos uns segundos em silêncio absorvendo o que tinha acontecido, até Helena quebrá-lo. 

— E agora? O que a gente faz? — perguntou, visivelmente ainda nervosa, mas um pouquinho mais calma.

Pensei um pouco.

— Temos de avisar para a Lua. — respondi.

— Ok, eu posso fazer isso. — ela anunciou, e começou a se afastar.

— Boa sorte.

— Ah, eu vou precisar... — disse, em tom amargo, e saiu correndo logo depois. 

POV Nathalie 

Helena veio me falar o que tinha acontecido com a Rinne, e como ela não conseguiu achar a Lua, então eu quem tive que pagar o pato. Ainda me pergunto o motivo delas quererem roubar o deus dos ladrões. Ele é o deus dos ladrões! Estava na cara que isso não iria dar certo! Porém, não tem mais volta, elas acabaram roubando, e agora Rinne está na enfermaria inconsciente.

Assim que entrei no Salão Comunal da Grifinória, vi a Lua. Ela estava sentada do lado do Shun e, na frente deles, estava o Teddy com o cabelo vermelho e com a cara emburrada. Ótimo! Além do pato da Helena, eu ainda tenho o pato do Teddy. Mas até que ele fica fofinho com essa carinha emburrada! Foco, Nathalie! Para de pensar em patos e se concentra no que você vai dizer pra Lua!

Cheguei perto deles sem fazer barulho e pude ouvir sobre o que eles estavam discutindo: 

— Anda Shun, por favor! Eu não quero andar por ai sozinho!

— Teddy, eu já disse. Eu vou ficar com a Lua. Você nunca deixou de ficar com a Nathalie, era só ela te chamar que você ia atrás dela. E não adianta negar, porque você sempre fez isso. — falou Shun revirando os olhos.

— Mas é diferente...

— Teddy, não é diferente. Shun é meu namorado. Se fosse ao contrário, você iria deixar a Nathalie para sair andando por Hogwarts com ele? — perguntou Lua segurando na mão de Shun. Eu que não vou interromper isso antes de ouvir a resposta que o Teddy vai dar.

— Eu não iria... Nathalie não iria gostar, ela iria ficar com raiva. Mas não seria só por isso. Eu não iria querer sair de perto dela, não perderia a chance de ficar perto dela, mesmo que desde que eu me lembre, nós sempre estivemos juntos. — ele falava com a cabeça um pouco baixa e com o cabelo voltando ao normal. Eu não aguentei e o abracei por trás.

— Eu também te amo, Teddie. — falei, parei de abraçá-lo e me coloquei ao seu lado, ficando séria.

— O que houve, Nathalie? — perguntou Shun.

— Lua, eu tenho que falar com você. Por isso eu te peço para ficar calma.

— Nathalie, você está me deixando nervosa.

— Vem, vamos para o quarto. E tente não ficar muito nervosa. — falei puxando ela para o quarto.

Quando chegamos no quarto, a puxei para sua cama e me sentei do lado dela. Fiquei um tempinho sem falar nada até ela chamar minha atenção:

— Nathalie, você me chamou aqui e não vai falar nada? — respirei fundo. Sabia que não podia enrolar mais, eu tinha que falar para ela.

— Eu não sei por qual motivo vocês roubaram o Caduceu e nem quero saber, mas, eu não sei se vocês sabiam, isso iria trazer consequências.

— Nathalie, você está me assustando...

— Hermes veio atrás do Caduceu. Ele viu Rinne por perto quando recuperou o mesmo e acabou perseguindo ela. No meio da correria, Helena acabou se juntando a ela, e as duas continuaram a fugir de Hermes. Rin acabou indo até o jardim, e, pelo que Helena me contou, ela não percebeu que estava indo em direção ao Lago Negro.

— O que aconteceu com a minha irmã?! — vejo que lágrimas já estavam começando a se formar nos olhos azuis da menina.

— Helena tentou avisar ela, entretanto, Rin não parou e acabou caindo no lago... — Lua solta um soluço. — Poucos minutos depois, Fred, Jorge e uns amigos deles apareceram. Quando eles souberam do que aconteceu... Fred se jogou no lago e trouxe sua irmã de volta a superfície. Ela estava muito gelada e inconsciente... Fred a levou para a enfermaria... Eu não sei como ela está, Helena só me contou isso. 

Lua olhou para o nada, parecia tentar absorver o que ela tinha ouvido. Depois de alguns segundos, ela se levantou e saiu do quarto sem dizer nada. 

POV Fred

Depois que Madame Pomfrey examinou Rinne, ela disse que a menina tinha sorte, se não tivéssemos trazido ela rápido, a sua hipotermia poderia piorar. Ela deu duas poções para Rin, uma para sua temperatura voltar ao normal e a outra para ela dormir.

Assim que ela deu as poções para Rin, se virou para mim e disse que se algo acontecesse era para chamá-la, e voltou para sua sala, que era no final da enfermaria.

Olhei para a garota deitada na maca, ela parecia tão... vulnerável. Estava tão diferente daquela menina alegre que eu conheço. Tão diferente de quando nos conhecemos...

— Eu sei que não somos tão próximos... que comparando com o meu irmão, não chegamos nem a ser amigos. Mas quando eu soube que você caiu naquele lago... eu fiquei com medo. — ajeitei a franja que estava caindo em seu rosto. — Eu nunca entendi por quê quando você me via ficava vermelha. Eu via que quando estava só com o Jorge, você ficava normal. Eu não te disse, mas eu achava que você ficava bem fofa. — sorri ao lembrar.

Me sentei na poltrona que tinha perto de sua maca e fiquei mexendo em seu cabelo. Não sei por quanto tempo fiquei assim, mas fui despertado quando a porta da enfermaria abriu com uma certa violência. Olhei para trás e vi uma menina loira com olhos azuis um pouco vermelhos por causa do choro. Lua.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e que comentem! Obrigada por terem lido, seus maravilhosos!
BEIJÃO! #Eve


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