História Sempre irei precisar de você! - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Nalu
Exibições 149
Palavras 1.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Ecchi, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá! Tentei ficar o mínimo de tempo fora possível ;-;
Desculpe de houver algum erro ;-;
Boa leitura!

Capítulo 7 - Capítulo 07


Aquilo tudo era realmente confuso, mas como eu disse antes, era interessante. Saí do meu maravilhoso orfanato, dos braços de minha preciosa mãe, e vim parar num lugar cheio de vampiros e lobisomens de verdade.

-Lucy, querida. Gostaria de saber se irá para a escola hoje? –Depois do ocorrido na escola, imaginei se voltaria normalmente, como se nada tivesse acontecido.

-Acho que sim.. Natsu? –Ele me olhou enquanto mexia no celular. –Você vai hoje? –Ele assentiu e voltou a mexer no aparelho. –Então acho que isso é um sim. –Sorri para Grandine, tentando disfarçar minha insatisfação com aquilo. Eu não poderia sair de casa sem pedir permissão para eles e dizer onde iria, e na maioria das vezes, Natsu me acompanhava para seja lá onde for.

No carro, o rosado colocou algumas músicas aleatórias para tocar, sendo que não prestava nem um pouco a atenção. Por algum motivo, minha mente estava presa na garota atacada por ele, a três dias atrás.

-Natsu, e aquela menina? Da sala de música? Ela... –Ele me encarou confuso, talvez se perguntando o porque dessa curiosidade repentina, quando nem eu mesma sabia.

-Ela morreu, Lucy. –Disse baixo, quase impossível de ouvir. Um nó surgiu na minha garganta e uma tensão se instalou no carro. Eu não sabia se sentia pena da pobre garota, ou medo de estar morando com o assassino dela. –Eu me descontrolei, quando isso acontece, é um pouco mais difícil parar. –Sua voz tinha dor, ele não gostava da situação em que vivia, matando pessoas sem mais nem menos, tirando delas a capacidade de ter uma vida.

-D-Desculpe insistir no assunto, juro que é a última pergunta.. –Ele assentiu, olhando para frente enquanto dirigia. –Você a deixou na sala de música, ou voltou para tirá-la de lá?

-Tenho um amigo na escola, um dos funcionários, antes de correr atrás de você, pedi para que ele cuidasse daquilo. E em troca, faria qualquer favor pedido por ele. –Assenti calmamente, digerindo tudo aquilo. Ele tinha sempre um plano B, até mesmo quando mata algum inocente.

Chegamos na escola e a primeira aula era de física. Isaac Newton só podia ter fumado muita erva estragada, antes de criar as benditas leis da física. O professor B. agora falava sobre a segunda lei de Newton, e como ele é obcecado pela física, repetiu a formula “F = m . a” umas quinhentas vezes no quatro branco.

Quando o sinal tocou, peguei a bolsa que Natsu havia me devolvido, já que praticamente abandonei a coitada nesse colégio, e desci até o pátio. Vi uma cabeleira ruiva na saída da sala, logo reconheci o dono. Corri, ignorando totalmente todas as pessoas que estavam ali e pulei em cima de Leo.

-Heeeyy loirinha, calma! –Dizia rindo alto enquanto tentava me segurar em seu colo. –Você ta gorda, vamos pra academia? –Ainda rindo, me colocava no chão.

-Foram poucos os dias, mas a saudade já era imensa! Me abraça! –O abracei forte, sem querer soltá-lo.

-Eu também estava com saudades, baixinha. –Bagunçou meu cabelo. –Mas tenho que ir, passei só pra te ver mesmo. –Riu um pouco, logo vi um garoto moreno, de olhos azuis escuros e um pouco mais alto que o Leo, ir em direção a nós dois. O olhei com malicia.

-H-Hey, não é nada disso que está pensando! –Eu ri, enquanto o garoto do qual não sabia o nome, perguntava para Leo o porque de ter uma maluca rindo na frente deles. –Vou indo, até mais! –Nos abraçamos mais uma vez e quando nos afastamos, o moreno o arrastou para fora de minha vista.

-Uau. –Levy disse atrás de mim. –Que gato, quem é?

-Meu irmão de criação, e sim, ele é mó delicia. –Ela riu um pouco e seguimos até o pátio, onde encontramos as mesmas pessoas de ontem.

|...|

O restante das aulas foi cansativo, tedioso e claro, sonolento. Quis dormir em todas as três aulas. Agora estava no estacionamento, esperando por Natsu, que novamente estava demorando. Quando decido o procurar, o mesmo aparece na entrada do estacionamento.

-Com sono, senhorita Heartfilia? –Ele dizia rindo, em uma das três aulas, ele estava comigo e viu meu quase cochilo na cadeira.

-Você não faz idéia. –Entro no carro e Natsu usa sua velocidade para entrar no mesmo. –Então foi assim que ele entrou... –Disse baixo, querendo que ele não tivesse ouvido, mas então lembrei que vampiros tem uma ótima audição.

-Falou algo? –Ele havia ouvido muito bem, só não queria dizer.

-Não, nada não. –Disse baixo e voltei a olhar a janela. Aqui era lindo, as pessoas eram sempre simpáticas e educadas, falam sempre com quem passava, as ruas eram limpas, sem uma lata fora do lixeiro.

Enquanto estava olhando a paisagem, não percebi que havíamos chegado e que Natsu já estava estacionando o carro. Acho que viajei. Disse para Grandine que não estava com fome e subi para o quarto. Tomei um banho, coloquei uma roupa qualquer e me deitei naquela larga cama.

-Soninho, por favor não me abandone agora.. –Disse quase sussurrando, enquanto sentia o sono vindo devagar.

Quando estava quase dormindo, ouço batidas fortes na porta. Não poderia ser Grandine, ela é sempre gentil e calma, nem o Natsu, que é como a mãe. Só poderia ser então, Igneel. Engoli o seco e fui até a porta, destrancando a mesma.

-Lucy? Precisamos conversar, quero todos no meu escritório em dez minutos. –Minha respiração falhou naquele momento, Igneel saiu andando em direção ao seu escritório enquanto eu fechava a porta. Ao me virar, me deparo com Natsu sentado na minha cama, enquanto me encarava curioso.

-Sobre o que ele quer conversar? –Perguntei para o invasor do meu quarto, que apenas me encarava, sem dizer uma única palavra.

-Eu não sei, acho que me meti em confusão. –Disse a última parte baixo, mas não tão. Bufei e sai a procura do meu celular. –Procurando isso aqui? –Dizia enquanto tentava desbloquear o celular. –Senha, por favor? –Tomei o objeto de sua mão e o coloquei junto a mim.

-Claro que não! –Coloquei o mesmo no bolso e me dirigi a porta. –Vamos? –Ele negou com a cabeça e logo não estava mais lá. Vampiros.. Quando desci, Grandine e Natsu já estavam sentados no grande sofá que havia no escritório de Igneel.

-Vamos logo ao assunto. O líder dos vampiros soube que estamos com você, Lucy. E agora, estão vindo pegá-la e nos matar por traição. –Não, eu havia me metido em confusão. A mesma que era possível ser reparada no olhar de Natsu.

-E o que vamos fazer? Com certeza são centenas, não somos páreos para tantos. –Grandine se pronunciou enquanto via seu marido andar de um lado para o outro no escritório.

-Iremos nos mudar, Natsu e Lucy ficam um tempo afastados da escola e nossa vida será totalmente dentro de casa, ninguém sai, ninguém entra. –Sua voz era autoritária, chegava a causar medo pensar em descumprir as ordens do mesmo. Todos nós concordamos e Natsu segurou forte minha mão.

-Natsu, ajude Lucy a arrumar suas coisas, precisamos sair desta casa o quanto antes. –Logo Grandine e Igneel não estavam mais na sala, e em questão de segundos, eu também não. Quando me vi, já estava no quarto, olhando Natsu puxar a mala debaixo da minha cama e a abrindo em seguida.

Peguei todas as minhas coisas e fiz a mágica de colocar tudo dentro da mesma mala. Desci até a entrada da casa e ouvi Igneel falando ao celular.

“Certo, certo.. Eu já entendi, não adianta repetir.” –Seu tom era estressado, pensei que a qualquer momento aquele celular fosse parar na parede. “Vou desligar, até mais.” –Após desligar, abraçou forte Grandine e deu um beijo em seu pescoço. Vários barulhos podiam ser ouvidos, pessoas correndo, destruindo coisas, tentando entrar na casa. Desci correndo para perto de meus pais, que apesar de tudo, eram vampiros e saberiam me proteger de outros da própria raça. Natsu estava na janela do primeiro andar, olhando tudo fora de casa.

-Eles estão aqui, e não são centenas.. São milhares.  

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^
Até a próxima!


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