História Sempre Te Encontrarei - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kagome, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Tags Rin, Sesshoumaru
Exibições 353
Palavras 2.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa tarde amores! Nessa segunda que é feriado, que está o maior tédio e um calor do caramba, eu estou aqui postando capítulo pra vocês. Espero que gostem!

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 23 - Assumindo a responsabilidade


Capítulo Vinte e Três

Assumindo a responsabilidade

Eles passaram a tarde inteira se beijando. Aquele quarto estava quente demais, na opinião deles. Os dois estavam com uma pequena camada de suor pelo corpo e os cabelos completamente desgrenhados.

Ele estava sem camisa e ela só com as peças íntimas. Ele, por cima do pequeno e frágil corpo da garota, fazia uma fricção extremamente excitante entre suas intimidades.

Estou tão necessitado... Tão excitado... Meu corpo clama pelo dela. Quero, urgentemente, me abrigar dentro dela, pra nunca mais sair.

Para não cometer nenhuma besteira, o homem sentou na cama, trazendo o corpo da amada junto consigo. Ele pensou que assim não iria enlouquecer, mas na verdade ele estava redondamente enganado. A garota começou a rebolar no colo dele, um pouco sem jeito, e foi isso que o levou a beira do abismo da loucura.

A inexperiência dela é excitante. Pretendo lhe ensinar tudo o que sei. Passaremos o resto de nossas vidas juntos, na cama, fazendo loucuras.

Gemidos roucos, por parte dele. Arranhões nas costas, por parte dela. Ele já não aguentava mais. Seus rosnados, ao poucos, começaram a ficar mais altos. O cheiro de excitação o estava tirando de seu devido controle.

Sesshoumaru: Rin, assim não vou aguentar. – Apertou a cintura dela com força 

Rin: Foi você quem disse que queria fazer avanços na relação. - Beijava, carinhosamente, o pescoço do youkai

Sesshoumaru: Eu sei, e quero, mas assim vou enlouquecer. Não quero fazer nada precipitado. Você talvez não esteja pronta e o jeito que pretendo fazer, será meio selvagem.

A menina corou como nunca tinha corado em toda sua vida.

Rin: Você sabe que sou virgem, não sabe?

Sesshoumaru: Claro que sei. Afinal, não deixaria homem nenhum encostar em você.

Rin: E você vai ser bruto comigo?

Sesshoumaru: Claro que não. - Respondeu um pouco ofendido - Este Sesshoumaru jamais a machucaria. Só estou falando que depois eu seria selvagem. Estou louco pra arranhar e morder seu corpo por inteiro. - Mordiscou a orelha da menina, que se arrepiou - Só não faço isso agora, pois seus pais veriam o que fiz.

Rin: Já está tarde. É melhor voltarmos pra sua casa. - Mudou de assunto, pelo fato de estar envergonhada, e saiu do colo dele

Mesmo que a contragosto, o youkai concordou e eles se ajeitaram. Logo após, voltaram para a residência dos Taisho e o platinado estranhou uma coisa.

Olhando para o relógio de parede, que já marcava 20:48h da noite, ele se perguntava onde estava a sua filha; já que o cheiro dela não está presente na casa.

Rin: O que foi? - Perguntou ao ver o semblante de confusão, misturado com ira, no rosto de seu namorado

Sesshoumaru: Sango não está aqui. É bom que ela esteja na casa de alguma amiga, porque se for na casa daquele garoto... - Fechou os olhos e respirou bem fundo

O Dai-Youkai já pensava em mil maneiras diferentes de matar o pobre Miroku. Algumas dessas maneiras são: Com as próprias mãos, o enforcando até a morte, ou talvez lhe arrancando o coração. Com a Bakusaiga, degolando a cabeça do garoto, ou talvez até atravessando a espada em seu peito. Pensou em modos de tortura também, como arrancar cada um de seus dedos, por ter encostado em sua menina, e depois cortando o que ele tem entre as pernas.

Rin: Sesshoumaru! Você está ai? - Estalava os dedos em frente ao rosto do youkai, que olhava pro nada, perdido em pensamentos

Sesshoumaru: O que? Desculpe, estava pensando em algumas coisas importantes. - Eu vou matar aquele garoto!!!!

Rin: Hum. Então ta. Estou com fome e vou preparar algo pro jantar. Quer alguma coisa em especial? - Perguntou, enquanto caminhava até a cozinha

Sesshoumaru: Picadinho de Miroku. - Disse baixo

Rin: O que disse? Eu não consegui entender.

Sesshoumaru: Disse: você decide. - A seguiu até a cozinha e ficou perdido em pensamentos

Argh!!!!! Quando aquele garoto aparecer aqui, ele vai se arrepender de ter nascido.

Atraído pelo cheiro da comida, InuYasha apareceu na cozinha, acompanhado da namorada.

InuYasha: Ué, onde está a Sango? - Estranhou não ver a irmã ali

Sesshoumaru: Eu também gostaria de saber. - Disse entre dentes - Ligue pra ela e pergunte onde ela está.

O hanyou assentiu e pegou o telefone da sala, discou alguns números e ficou esperando, esperando, até que caiu na caixa de mensagem. Tentou mais três vezes e o resultado foi o mesmo.

InuYasha: Pai, só dá caixa de mensagem. - O Dai-Youkai rosnou

Kagome: Acha que a Sango está com o Miroku? - Sussurrou para a amiga, enquanto a ajudava com a comida

Rin: Não sei, mas, pro bem dela, espero que não.

Kagome: Pro bem dele, você quis dizer. 

InuYasha: Kêh! Está defendendo ele agora, Kah?

Kagome: Não, claro que não. - Droga! Esqueci que ele tem audição apurada - Só disse isso, porque a Sango ficaria triste, se algo acontecesse com ele.

Sesshoumaru: Humf! Ela arruma outro, melhor do que ele, facilmente.

Rin: Mas ela gosta dele. Você não pode fazer nada em relação a isso.

Sesshoumaru: Humf!

Dia seguinte

Miroku acordou com uma baita dor no lado esquerdo do peito e seu corpo inteiro estava um pouco dolorido. Ao olhar pro lado, viu sua bela e amada hanyou agarrada a ele.

Sorrindo, ele começou a acariciar os cabelos dela, enquanto lembrava da noite maravilhosa que tiveram.

O rapaz sabe muito bem que sua vida está em perigo, já que o pai da menina é muito protetor, mas valeu a pena. Ele pode morrer, que estará feliz e não levará nenhum arrependimento consigo.

Pouco mais de meia hora se passou e ele continuava a velar o sono de sua hanyou. Quando ela acordou, corou por causa do olhar intenso que ele lhe direcionava.

Miroku: Por que dessa vergonha, princesa?

Sango: Sabe que sou tímida. - Ele sorriu

Miroku: Sim, eu sei. Bom dia, Sangozinha. - Deu um selinho nela, após a mesma ter retribuído o cumprimento

Os dois decidiram tomar banho juntos e a hanyou continuava corada. Ao tocar o peitoral do namorado, ela ficou muito vermelha, mas admite que estava gostando. As costas dele estavam totalmente arranhadas e, na verdade, ele tinha marcas de arranhões por quase que o corpo inteiro. Olhando para a marca de meia lua que apareceu no peito dele, ela suspirou.

Sango: Mi, nós precisamos conversar.

Miroku: O que foi? Você ficou séria, de uma hora pra outra. Eu te machuquei? Quando perguntei, você disse que não.

Sango: Não, não é isso. - Suspirou mais uma vez - É que eu fiz uma coisa ontem, que você não sabe.

Miroku: E o que foi? - Franziu o cenho - Estou confuso com essa conversa.

Rapidamente eles terminaram o banho, se enrolaram na toalha e sentaram na cama. Sango explicou sobre a marca, disse o que tinha feito e o rapaz ficou o tempo inteiro paralisado.

Sango: E é isso. Pela sua cara, você não gostou de saber que te marquei. Me desculpa! - Abaixou a cabeça

Ela ficou surpresa, quando seu namorado a segurou pelo queixo e depois a beijou apaixonadamente.

Sango: Agora, eu que estou confusa.

Miroku: Admito, fiquei surpreso em saber que você me marcou e ainda estou tentando entender tudo isso, mas eu também gostei de saber disso. Estamos ligados pra sempre, San. - Abriu um largo sorriso - Você é minha e eu sou seu. Ninguém poderá nos separar agora, nem mesmo seu pai. Se ele me matar, coisa que tenho quase certeza que ele vai fazer, então eu voltarei pra você.

A hanyou estava encantada, com a reação dele. Não esperava que ele fosse aceitar tão bem e isso a fez sorrir.

Sango: Eu te amo!

Pela primeira vez, ela estava dizendo aquela frase e o rapaz ficou surpreso. Ele também não tinha dito ainda e achou que já estava mais do que na hora de fazer isso.

Miroku: Também te amo, minha bela hanyou. Você é meu anjo. - A beijou novamente

Enquanto se vestiam, o moreno ficou um tempo de frente para o espelho, enquanto olhava para a marca de meia lua que agora ele possuía.

Miroku: Engraçado, eu tenho quase certeza de que já vi essa marca antes. Alguém que conhecemos a possuí? - Olhou para sua namorada, que gelou na hora

Ah não! Se ele ver, ou lembrar, que a Rin tem essa marca, vai acabar juntando os pontos.

Sango: Não, não conheço ninguém que tenha. - Tentou soar convincente

O garoto deu de ombros e então os dois desceram para o café. Se os pais dele ouviram algo, na noite passada, então não falaram nada, pois os quatro tomaram café tranquilamente.

Pegando, emprestada, a moto de seu pai, Miroku levou a namorada até em casa. Ele não tinha a intenção de entrar, mas, ao estacionar a moto, um Dai-Youkai bufando de raiva passou pela porta da frente.

Fudeu! É agora que eu morro. Sango, amor, saiba que te amo. – O moreno pensou, enquanto via aquele ser lhe olhando mortalmente – Se um olhar matasse...

Sesshoumaru: Quero os dois na sala, agora mesmo. – Disse entre dentes

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Nada era dito, os casal estava de cabeça baixa, enquanto um youkai e seu filho tentavam manter a calma. Eles não conseguiam acreditar naquilo. Não conseguiam acreditar na irresponsabilidade. Como se passar a noite com o namorado não fosse ruim o suficiente, sua filha conseguiu elevar ainda mais o nível de terror, ao ter marcado o garoto.

Sesshoumaru estava sentado em sua poltrona favorita, InuYasha estava em pé, ao lado dele, Sango e Miroku estavam lado a lado no sofá, enquanto Rin e Kagome estavam um pouco mais afastadas.

Kagome: Você não acha que tudo isso já é exagero? – Sussurrou para a amiga

Rin: Kah, pelo o que sei, a marca é algo muito importante e sério, para os youkais.

Kagome: É, o Inu já falou comigo sobre isso, mas não muito. Ele não chegou, realmente, a abordar o assunto, por isso estou achando tudo isso muito exagerado.

Sesshoumaru: Sango! – A voz grave do youkai chamou a atenção de todos

Sango: Sim, papai? – Olhou diretamente para os olhos dourados do pai

Sesshoumaru: Quero que me explique o porquê.

Sango: Não consegui me controlar. A culpa é toda minha, então não faça nada contra o Miroku. – O youkai respirou fundo

InuYasha: San, o que você fez foi muito grave. Sabe o que a marca significa para nós e ai você diz que perdeu o controle?

Sango: Mas eu realmente não consegui me controlar. O meu lado youkai estava fora de controle e, quando vi, já tinha feito.

Os dois platinados fecharam os olhos e respiraram bem fundo. Rin e Kagome se entreolharem e ficaram esperando pela reação dos dois.

Sesshoumaru: Não vou matar o seu namorado. – Respondeu ainda de olhos fechados – Estou com muita, muita, muita, mas muita raiva mesmo. – Abriu os olhos, que começavam a ficar vermelhos – Mas vou me controlar e não farei nada com o Miroku.

InuYasha: Quer que eu faça? – Permanecia de braços cruzados e de cara amarrada

Sesshoumaru: Não! Querendo ou não, agora Miroku faz parte da família. Nós temos que nos acostumar com essa ideia e aceitá-lo. InuYasha, quero que vocês dois se dêem bem. Nada de brigas e não tente bater nele.

InuYasha: Kêh! Não prometo nada.

Sesshoumaru: Pelo menos prometa que vai tentar. – O hanyou revirou os olhos

InuYasha: Ok, eu posso tentar.

Sesshoumaru: Ótimo! Agora, se todos me dão licença, vou pro escritório e vou beber.

Levantou-se do seu lugar e caminhou lentamente, sem olhar pra ninguém, até o seu escritório. Abrindo a adega e pegando uma garrafa de bebida, nem precisou de copo, bebeu o líquido de cor âmbar direto do gargalo.  Desceu amargo em sua garganta, mas ele não se importou, apenas continuou bebendo.

Para um Dai-Youkai como ele, ficar bêbado é muito difícil, por isso as horas foram se passando, as garrafas foram ficando vazias e Sesshoumaru Taisho continuava sóbrio. Sua mente estava um pouco mais leve, porém ele não estava alcoolizado. 

Miroku ainda estava na casa da namorada e tinha que aguentar o olhar irritado do seu cunhado. Kagome precisou arrastar o hanyou para longe, só assim o rapaz ficaria mais a vontade. Rin continuava na sala e ficou sem saber o que fazer. Ela sabia que o youkai precisava do seu tempo, por isso não foi incomodá-lo, no decorrer das horas que se passaram.

Já passava das 13h da tarde e ela decidiu fazer o almoço. Quando tudo ficou pronto, ela chamou a todos e até chamou o namorado, mas ele nem se deu ao trabalho de olhá-la, só continuou bebendo.

Já estava anoitecendo, quando Miroku voltou para casa. InuYasha foi levar a Kagome e em poucas horas Naraku e Kagura voltariam do trabalho. Rin não queria ir embora sem se despedir do namorado, então voltou até o escritório.

Ela bateu na porta, mas não teve resposta, então entrou mesmo assim. Sesshoumaru estava em pé, olhando pela janela, enquanto mantinha uma garrafa em mãos. No canto daquela sala, várias garrafas vazias estavam largadas ao chão.

Rin: Sesshoumaru, não acha que já bebeu demais?

Sesshoumaru: Esta é a última garrafa.

Rin: Vou voltar pra casa. Meus pais vão chegar daqui a pouco e quero recebê-los.

Sesshoumaru: Tudo bem. – Permaneceu de costas para ela

Rin: Só vai falar isso? Não vai se despedir de mim?

Sesshoumaru: Estou cheirando a bebida, não acho uma boa ideia. – A menina suspirou

Rin: Tudo bem.

Ela já estava se virando para ir embora, porém olhou para a parede do lado direito e viu, a cima da lareira, duas espadas penduradas horizontalmente em paralelo. Aproximou-se devagar e ficou observando-as.

Sesshoumaru: Essas são Tenseiga e Bakusaiga.

A menina o olhou e viu que ele estava a encarando.

Rin: São mais bonitas do que eu imaginei.

Olhou um pouco mais pra baixo, especificamente para a prateleira que fica a cima da lareira, e viu uma redoma de vidro. Dentro estava um objeto, que fez a espinha da garota gelar.

Rin: Uma adaga?

Sesshoumaru: Pertenceu a minha falecida esposa. Dei a ela como presente de aniversário.

Rin: E tem uma inscrição nela. – O youkai arqueou a sobrancelha

Como ela sabe disso, se a inscrição fica na parte de trás da adaga? – Pensou um pouco confuso

Sesshoumaru: Sim, tem sim. – Aproximou-se dela – Gostou dela? – A menina concordou com a cabeça – Quer segurá-la?

Rin: Eu posso? – Ela não desgrudava os olhos do objeto a sua frente, pois não conseguia acreditar que aquela adaga realmente existia

O prateado pegou o objeto e o entregou a menina, que sentiu um choque percorrer seu corpo. Olhando para a inscrição, ela conseguiu ler o que estava escrito, mas ela pensou que soube fazer isso porque já sabia o que significava.

Algumas imagens, um pouco borradas, começaram a aparecer em sua mente e ela sentiu uma pequena dor de cabeça. Fechando os olhos, ela conseguiu ver tudo nitidamente.

Flashback on

Rin: Sesshoumaru-sama! Sesshoumaru-sama! – Ela corria, euforicamente, pela floresta, a procura do youkai

Descendo do topo de uma árvore, ele apareceu repentinamente na frente dela, assustando-a.

Sesshoumaru: Por que de toda essa animação? – Perguntou com seu tom frio habitual

Rin: O senhor não sabe? – Tentou não demonstrar, mas ficou um pouco triste

Sesshoumaru: Não sei o que?

Rin: Não, não é nada. – Abaixou a cabeça – Deixa pra lá.

E então ela sentiu braços a envolvendo em um abraço.

Sesshoumaru: Feliz aniversário, Rin! – A menina sorriu abertamente e o abraçou forte

Rin: Obrigada, Sesshoumaru-sama. Sabe? – Afastou-se e sentiu seu rosto queimar de vergonha, por isso decidiu não olhar para o youkai – Eu faço quinze anos hoje e queria te pedir um presente.

Sesshoumaru: Pode me pedir o que quiser, Rin. Este Sesshoumaru irá realizar seu desejo.

Rin: Eu queria... – Sentiu seu rosto esquentar ainda mais – Bom, eu queria um beijo.

Ele estava surpreso, não podia negar, mas também estava feliz.

Sesshoumaru: Eu disse que iria realizar seu desejo, não disse?

Imprensou o corpo da garota contra uma árvore e a viu suspirar pesadamente. Aproximou seus rostos e então veio um beijo cheio de paixão e desejo.

Sesshoumaru esperou por anos, para sentir aqueles lábios carnudos contra os seus novamente, então o youkai estava se sentindo no paraíso por finalmente estar beijando sua amada. Ele sabia que era o primeiro beijo dela, então a guiou sem pressa.

Ela sentia borboletas em seu estômago. Quando pediu o beijou, pensou que o youkai fosse recusar, mas aconteceu o contrário. Ele realmente a estava beijando. A menina continha uma felicidade enorme em seu peito. Aquele belo homem roubou seu coração e, ao que parece, ela também tinha roubado o dele.

 Ambos estavam apreciando aquele momento, até que a falta de ar chegou para eles.

Sesshoumaru: Sempre que quiser presentes como esse, basta me pedir e te darei. – A menina corou

Rin: Obrigada pelo presente, Sesshoumaru-sama. – Sorriu para o Dai-Youkai, que retribuiu o sorriso

Flashback off

Sesshoumaru: Rin! Você está bem? – Perguntou preocupado, ao ver que a menina estava muito pálida

Rin: Acho que já vou voltar pra casa. – Devolveu a adaga para o youkai e saiu correndo dali 


Notas Finais


Admito, o próximo capítulo se tornou o meu preferido até agora. #Chorei 💔💔
Se preparem para grandes emoções e esclarecimentos no próximo capítulo.

Obrigada pela presença de todos. Bjs e até o próximo. *Sem previsão*


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