História Sempre Você... (Camren) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Exibições 1.781
Palavras 926
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey bolinhos! Não, eu não morri, só tem sido muito difícil escrever. Lembram daquele motivo sobre o qual comentei capítulos atrás? Pois bem, ainda é responsável por me impedir de escrever como antes e eu nem posso reclamar pois tem sido perfeito...
Contudo, sei que estou em falta com vocês, de modo que decidi lhes dar a famigerada maratona... Sendo assim terão de esperar alguns dias, mas receberão vários capítulos de uma única vez e isso deve acontecer na próxima sexta ok??
E se posso lhes dar um conselho é... Aproveitem enquanto podem... Ou não???
Beijoooooooooooooooooooo

Capítulo 21 - Entendimento


―Estava com saudade...

—Passamos o dia juntas Lo.

―Eu sei, mas...

Como explicar que eu sentia falta dessa Camila que está aqui entre os meus braços? Como poderia dizer que meu coração se apertava pela saudade da minha Camz?

—Continue...

―Você estava diferente, amor. Distante, sabe? Mas hoje eu senti que você se entregou de verdade, senti que todos os seus pensamentos estavam comigo e não apenas seu corpo.

Vejo o entendi tomar conta de seus olhos ao longo de minha fala e logo um sorriso discreto se forma em seus lábios.

—Acho que é o efeito Miami.

Sei que ela detesta essa cidade, contudo, foi aqui que nos conhecemos e iniciamos nossa história, então algo de bom deve permanecer né?

―Quer sair? A gente pode dar uma volta, jantar em algum lugar, o que acha?

Passamos um dia incrível na praia e tudo o que mais quero é que terminemos a noite bem, o que eu não sei se é possível, visto que teríamos companhia logo mais.

Obviamente que minha mãe convidou Alexia com o intuito de provocar Camila, entretanto, essa casa é dela, não posso simplesmente lhe dizer quem deve ou não frequenta-la.

—Já ficamos fora o dia todo e viemos aqui pra você aproveitar um tempo com seus pais.

―Então...?

—Então por mais que eu queira com todas as minhas forças sair por aquela porta e não voltar eu vou agir como a adulta madura que sou e passaremos boas horas com sua família e com quem mais estiver à mesa.

Confesso que senti um alivio imenso tomar conta de todo meu corpo que até então estivera tenso sem que eu sequer notasse.

―Obrigada...

Segura meu rosto em suas mãos e junta sua boca a minha num beijo calmo que me faz suspirar e pedir a Deus que durasse por toda uma eternidade.

—Você é o meu mais e não há nada que eu não faça por você.

—Porque tenho a impressão de que essa frase quer dizer muito mais do que realmente parece?

―Porque você vive tendo impressões erradas ̶ sorri caminhando em direção a saída do quarto— Eu tô morrendo de fome. Você vem ou não?

Só o que consigo fazer é olhar encantada para a garota parada com sua mão estendida em minha direção.

Você vem ou não?

Devo estar ficando louca. É isso explica, afinal, porque mais estaria vendo ou mesmo escutando mensagens não ditas em tudo ao meu redor?

―Lauren?

Só então percebo que ela continua a me encarar.

—Dormindo acordada é?

Balanço a cabeça para afastar esses pensamentos e aceito sua mão sentindo meu coração se aquecer ao sentir seus dedos se encaixarem entre os meus.

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―Acho que você deveria tentar Alexia. Com certeza você seria bem sucedida.

—Ah eu não quero arriscar tanto. Preciso pensar em muitas coisas antes de me decidir, porém, estou muito inclinada a recusar essa proposta. Não posso agir impulsivamente. Não mais, pelo menos.

Desde que nos sentamos à mesa Alexia e minha mãe têm monopolizado a conversa e o tema de agora é a possível mudança de minha ex-namorada para Seattle.

Pergunto-me porque estariam falando sobre isso justamente agora quando ninguém mais além delas parece estar interessada.

―Lauren não pensou duas vezes antes de arrumar as malas e nos deixar para trás. Abandonou toda a vida que já tínhamos planejado para ela desde que era uma menininha e tudo por uma paixãozinha inconsequente.

Estava demorando!

—Mãe, jura que a senhora quer começar com isso? Outra vez?

―Lo...

—Não Camila. Nada de Lo, eu não vou aceitar isso. Não mais.

Talvez fosse exagero de minha parte, contudo, permitir que minha mãe comece sua ladainha exaustiva é algo fora de questão.

―Veja como fala Michelle. Temos visita.

—Pois a senhora devia ser a primeira a pensar nisso antes de iniciar uma conversa que já tem um roteiro todo pronto não acha? Será que a senhora não percebe que isso é chato? É cansativo mãe, ninguém mais suporta essa sua conversa, deixe de ser egoísta uma vez na vida, pode ser? Eu tô feliz isso não lhe basta não?

Todos os outros só faziam observar como se estivessem diante de um acontecimento épico e único.

Na verdade, mesmo eu estava surpresa com minhas palavras. Sempre tive receio de enfrentar Clara Jauregui, tanto por respeito como por medo de ser rejeitada, mas se for esse o preço que eu preciso pagar por um pouco de tranquilidade em meu casamento, então estou mais que disposta a aceitar.

―Você está em minha casa Lauren e eu exijo que você me trate com o devido respeito. Eu ainda sou sua mãe.

—Foi você quem me quis aqui, portanto, saiba tratar minha esposa e eu como se deve.

Ela estava prestes a dizer mais alguma coisa quando Alexia, cuja presença eu nem me lembrava, se adianta:

—Clara, estamos entre amigos, querida, não há razões para nos exaltarmos não é? Sei que concorda comigo.

E no mesmo instante minha mãe que já ficava vermelha parece pensar melhor e se põe a pedir desculpas.

Desculpas!

Não não não!

Aí tem!

Um entendimento mudo, foi isso o que acabei de presenciar, o que só podia significar uma coisa. Uma única e pequena coisinha.

Vero e Dinah estavam certas desde o princípio.

Alexia não voltou por acaso. Ela não esteve naquele restaurante por acaso e muito menos nos ignorou por acaso e só há uma razão plausível para isso tudo.

Ela voltou disposta a qualquer coisa e minha mãe não apenas sabe disso como está por trás de cada um desses acontecimentos.


Notas Finais


Como estamos?????????


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