História Sempre Você... (Camren) - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Exibições 626
Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, bolinhos!

Viram como sou boazinha?? Quando posso eu nem os faço esperar, então, me amem, ok? Ok...

Aproveitem o capítulo, eu gostei e aviso logo que no próximo " o mistério", como alguns de vocês têm chamado, acaba... Esse é o "capítulo" ponte...

Beijooo

Capítulo 30 - Portland


Pouco mais de 230 km separam a cidade de Seattle e Portland, o que significa mais de duas horas dentro do carro.

Eu realmente não me importaria em ficar esse tempo tão próxima de Camila, se ela ainda fosse a minha Camz. É notável seu desconforto, bem como sua batalha interna, o que me rende pensamentos frenéticos e inúteis sobre como distraí-la, o que, naturalmente, é impossível.

Nunca entendi exatamente o que aconteceu, mesmo depois de minha própria esposa ter me contado “sua estória". Óbvio que eu sei a ordem dos fatos, mas a razão para Camila agir assim, isso eu nunca fui capaz de compreender. Ela não tinha como evitar, afinal, não passava de uma...

--- Lauren, eu quero que você fique no carro.

?

--- Eu vou entrar com você. Eu disse que...

--- Você disse que viria comigo e você veio. Mas isso eu preciso fazer sozinha.

Conflito interno é o que se passa dentro de mim.

Eu sei que ela precisa de espaço, sei que será um momento duro, mas é exatamente por isso que eu quero estar ao seu lado.

--- Não acho que seja uma ideia muito boa, Camz...

E pela primeira vez em horas, Camila me permite encontrar seus olhos e tudo o que posso ver é dor, o que me causa uma agonia tão grande que sinto vontade de toma-la em meus braços e leva-la para bem longe daqui.

--- Por favor...

Sua voz tão fraquinha tem o poder de me fazer afundar no lugar.

O que eu não daria para tomar essa angústia toda para mim?

--- Tá... Eu vou fazer o que você quer...

Recebo somente um aceno e logo seu rosto volta-se para a janela, descansando a cabeça no vidro gelado.

Mais um pouco e estaciono frente a uma casa com muros enormes e um portão que permite enxergar um gramado verdinho e espaçoso, além de flores e árvores espalhadas. Um lugar bonito.

--- Tem certeza de que quer ir sozinha?

--- Humhum...

Desço e dou a volta para abrir sua porta e com um beijo em seu rosto posso sentir como sua pele está fria.

--- A gente pode voltar mais tarde, bebê. Ou outro, quem sabe...

--- Não - afirma--- Melhor fazer isso de uma vez.

Concordo e com um aperto familiar em meu peito observo minha menina caminhar a passos rápidos até a entrada guardada por um segurança de rosto cansado.

Sim, agora ela já não é a mulher da noite anterior. Essa Camila é a minha menina. Quanto aquela que sairá dessa casa... Bom, nessa parte eu espero estar enganada...

...................................................

Camila

Os corredores largos e bem iluminados me são tão familiares que eu poderia encontrar facilmente o caminho de olhos fechados. E, se não fosse algo que chamasse atenção, era exatamente o que eu faria. Isso talvez ajudasse a aliviar as pontadas dolorosas em meu peito a cada passo que dou e a cada detalhe que meus olhos reconhecem.

--- Camila! É bom te ver aqui- cumprimenta um enfermeiro que está aqui desde que me lembro--- Você não veio nos últimos meses. Ela sente sua falta.

Um forte tremor percorre meu corpo antes que eu possa conter, ou ao menos tentar, o que lhe chama a atenção.

--- Você está bem? Sua esposa não veio com você?

Anos e anos de “ convivência “ costumam dar às pessoas a falsa impressão de intimidade.

--- Onde ela está?

Entendendo que não desejava me prolongar apenas me indica a direção e buscando acabar de uma vez com toda essa aflição apresso ainda mais meus passos até estar no gramado que fica parte de trás da construção.

Mal piso na grama quando a vejo pouco adiante, sentada em companhia de uma enfermeira, bem mais jovem que as outras funcionárias, e que falava encarando seus olhos inexpressivos e distantes.

Engolindo o nó que se formara em minha garganta retomo meu caminho até que a mulher me vê, e deixando um último carinho no braço de sua paciente se levanta e sem dizer palavra nos deixa sozinhas.

Depois do que me pareceu um minuto inteiro, tomo seu lugar e estendo minha mão segurando a sua, e só assim, ela parece se dar conta de que alguém está ao seu lado.

Seu perfume tão familiar invade minhas narinas levando-me de volta no tempo, o que me faz trincar os dentes em busca de algum controle inspirando profundamente.

--- Oi mãe...


Notas Finais


E agora???? Estamos como???


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