História Sempre Você... (Camren) - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Exibições 541
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey bolinhos!

É isso mesmo, autora? Att dupla?? Simm!!! Vocês merecem por serem os melhores bolinhos do mundo!

E já aviso, estou completamente A P A I X O N A D A por esse capítulo!

Aproveitem, meus amores...

Beijooooo

P.S. vou deixar nas notas finais o link de uma Fic escrita por uma de vocês, é um bolinho muito talentoso (a) e que está desenvolvendo uma história incrível, e o melhor, Camren! Dêem uma olhada, garanto que vão adorar...

P.P. S. Não pedi, mas espero que não se importe por ter divulgado sua Fic, sua chata... (-;

Capítulo 35 - Lobo Bom


Grávida!

Eu vou ser mãe. Meu Deus, eu vou ser mãe!

Desde que deixamos a clínica médica, eufóricas, diga-se de passagem, Camila e eu estamos tentando acreditar nesse resultado.

Eu vou ser mãe mesmo!

Obviamente que nossa primeira atitude foi ligar para as garotas convidando- as para nossa casa mais tarde, afinal, precisamos comemorar!

Camila está grávida, um bebê finalmente está crescendo em seu ventre e eu não poderia estar mais feliz. Minha própria família, tudo o que eu sempre quis! Bom, tudo o que eu sempre quis com ela.

Lembro-me de quando eu sequer podia ouvir falar em casamento, filhos então! Porém, com ela é diferente, só o que desejo agora é mimar minha esposa, cuidar, fazer todas as suas vontades, isso por que ela está me fazendo a mulher mais realizada do universo.

--- Acorda, tapada! Você tem que festejar, teu filho já tá encaminhado!

--- Cala a boca, sua girafa loira! --- Ally acerta um tapa dos fortes em seu braço direito --- Ela vai ser mãe, tem que dar o exemplo!

--- E desde quando beber é algo ruim, pequeno polegar?

--- Não, não, não, chega! Vocês não vão começar essa discussão outra vez! Dinah, deixe a Laur quieta e eu acho que já tá na hora da senhora parar com isso – Mani diz, devolvendo o copo de DJ à mesa.

--- É! Que espécie de tia você vai ser, hein? Bebendo no dia em que descobre sobre a chegada do sobrinho, meu Deus, que mundo é esse?

E essas são minhas melhores amigas. Dinah que mal se aguenta de pé sendo repreendida por uma Verônica de olhos turvos.

--- Vocês todas, quietas. Não quero que meu filho se assuste com tanta besteira sendo dita – passo meus braços pela cintura de Camila espalmando minhas mãos em sua barriga lisa --- Não é, amor?

Sua resposta se limita a um sorriso largo e um beijo em minha bochecha.

Se existe felicidade maior que essa, eu desconheço.

--- Mas, ele ainda nem pode nos ouvir, Lauren --- Dinah revira os olhos e diz em tom entediado.

--- Pode sim! Eu li que os bebês escutam tudo o que acontece à sua volta, portanto, muito cuidado com o que vai sair dessa bocona quando estiver perto da Camz!

Minha garota que até então se manteve calada não segura o riso e neg com a cabeça falando pela pela primeira vez na última hora:

--- Nem adianta, DJ. A Lolo já se acha a especialista em gestação, você não vai conseguir contradizer o que quer que ela diga.

--- Acabo com isso aí em dois tapas! Ai Lucy! Tá me batendo de graça?

--- Pois eu acabo com a tua graça com menos que isso!

Não preciso dizer a confusão que essa conversa deu início, assim como não é necessário comentar o sorriso gigante que se recusa a deixar meus lábios.

***

--- Quando será que a gente vai poder descobrir o sexo, hein, Camz?

--- Humm acho que vai demorar um pouquinho, Lo. Lembra que certeza mesmo é só depois do quarto mês?

--- Mas então vai demorar demais!

--- Aiii que coisa mais gostosa essa minha esposa! E esse bico? Nosso filho tem que fazer esse biquinho fofo!

--- Boba!

A abusada me mostra a língua, pode isso?

--- Quanta maturidade, senhora Jauregui! O que seu filho vai achar disso?

--- Ele vai achar que – passa as pernas por minha cintura sentando em meu colo --- A mamãe Camila tem uma paciência de santo pra aguentar as birras da mamãe Lolo.

--- Será que ele vai nos chamar assim?

Dá de ombros e inclina-se me dando um beijo longo e cheio de um carinho distinto.

--- Humm... Calma – diz quando tento prolongar --- Já reparou que só falamos “ ele “? Como se soubesse que é um menino.

--- Ahh eu acho que é algo natural. Mas, se isso te incomoda, podemos, sei lá, nos referir só dizendo “ bebê” ou “ criança” ou, não sei, a gente pensa em alguma coisa.

--- Não me incomoda, branquelinha, foi um observação apenas.

--- Branquelinha é?

--- Humhum...

--- Mas, você me ama assim mesmo, né?

--- Acho que principalmente por isso....

--- Ahhh sua chata, então é assim é?

--- Coisinha mais fofa! Minha latina linda!

--- Obrigada, Lauren. Eu tô tão, tão feliz!

--- Não mais que eu, meu amor – seguro sua cintura encarando seus olhos grandes e brilhantes como eu não via há tempos --- E sou eu quem precisa agradecer. Você está me dando o presente mais lindo de todos.

--- Esse aqui – coloca minha mão em seu abdômen --- Esse pedacinho de nós duas, já é meu amor maior, assim como você.

Isso me deixa sem palavras. Não somente pelo que ela disse, mas a forma como o fez, com toda verdade em sua voz.

--- Você é perfeita, Camila. Perfeita.

--- Humm... De fato...

--- Convencida!

--- Realista!

--- Claro, claro...

Volta a me beijar, e, bom, eu não sou assim tão forte.

Aperto meus dedos em seu quadril trazendo- para mais junto de mim, ouvindo seu gemido arrastado.

--- Eu ia adorar fazer nossa própria comemoração agora...

--- Eu também, acredite – beijo seu ombro enquanto busco acalmar minha respiração --- Maaas...

--- Mas nós precisamos nos abster por um tempinho... É, eu sei...

--- Vai passar rápido, Camz, você vai ver...

--- Sabe que eu tô tão contente que quase nem me importo com isso?

--- Ah não? Então essa coisinha aqui – aponto para baixo --- Nem chegou e você já tá me deixando de lado?

--- Ainda bem que entendeu.

Estreito meus olhos e tudo o que consigo é um sorriso com a pontinha da língua presa entre os dentes.

--- Eu não te vejo assim há tanto tempo...

--- Só porquê nunca fui tão feliz em toda minha vida.

Ficamos assim por minutos intermináveis até que sinto seu corpo enrijecer sob meus dedos.

--- Que foi?

--- Quando você vai contar pra sua família?

Penso por instantes, tentando eu mesma encontrar uma resposta.

--- Quando você quiser. Taylor e papai ficarão enlouquecidos de tanta felicidade, já tô até vendo.

--- Mas, e a sua mãe?

--- Eu não sei, amor. Sinceramente, espero que um neto seja o bastante pra que ela perceba como tem agido de forma ridícula esses anos todos, contudo, eu não poderia me importar menos com isso. É claro que eu gostaria de tê-la comigo, ou melhor, com a gente, mas, você é nosso bebê são tudo o que eu preciso pra estar bem. Se ela escolher ficar longe, quem perde não somos nós.

--- Você acha que ela pode tentar impedir seu pai de estar próximo à nós?

--- Ela que nem tente. Primeiro porque meu pai jamais aceitaria isso é segundo que aí sim ela arranjaria uma briga das grandes comigo. Eu nunca vou deixar que ninguém faça nada à nossa família, nem mesmo minha mãe. Eu posso ainda ter dificuldades em enfrentar Clara Jauregui, mas eu sou uma mulher, vou ser e tenho responsabilidades. Vou cuidar de vocês.

Se soubesse que os olhos de minha esposa transmitiram tantas emoções de uma única vez, com toda certeza teria arrancado forças sabe Deus de quê lugar para tomar uma atitude muito tempo antes.

Fui omissa demais ao longo dos anos e não posso dizer o quanto permite que Camila fosse machucada, tanto por minha mãe quanto por mim mesma ao não me posicionar e isso é algo imperdoável. Minha menina já sofreu o inferno pra que eu fosse a covarde que sempre neguei ser. Entretanto, hoje tenho total consciência de quê, se minha própria mãe não pode se alegrar por mim e aceitar meu casamento como a benção que ele foi e é em minha vida, bom, é ela quem já não terá um lugar ao meu lado.

--- Obrigada.

Sua voz baixinha e embargada toca em algum lugar bem fundo dentro do meu peito.

--- Só... Camila, só me perdoe por ter sido tão fraca.

--- Você é o que eu preciso, Lauren. Sempre foi. Quando eu fui fraca, você me olhou e viu algo bom, algo que merecia ser resgatado e isso, eu nunca vou conseguir agradecer. Você me olhou quando nem eu mesma conseguia. Você cuidou de mim quando nem eu conseguia acreditar que aqui dentro – aponta o dedo para o próprio peito --- Existia algo que podia ser salvo. Você juntou todos os pedacinhos, Lauren, e colou cada um deles com paciência e carinho e cuidado e com seu jeito leve de viver e amar. Você cuidou do lobo bom que eu mesma ajudei a ferir.

Essa sempre foi sua metáfora preferida, a dos lobos com os quais todos convivemos...

O que Camila não sabe, é que foi ela quem me salvou... 


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...