História Sencond Chance - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, Austin Moon, Dez, Patricia "Trish" Maria De La Rosa, Personagens Originais
Tags Ally, Austin, Romance
Exibições 76
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OIIII voltei ...
Sei la, a história é bipolar assim como eu , então se prepara que ta triste.

Capítulo 3 - A dor precisa ser sentida


                      '' Mesmo sabendo que um dia a vida acaba, nunca estamos preparados para perder alguém " - Nicholas Sparks 

 

 

      

O banco na praça em frente á escola.

             Já faz duas semanas que Austin Moon está morando em Miami e estudando na nossa escola. Aparentemente ele desistiu do plano para fazer Brady se apaixonar por mim. O que é um alivio.

            Ele também desmarcou todos os encontros e ta mais focado nos estudos. Eu realmente julguei ele pela capa, aquilo só foi pra chamar a atenção. Ou tem algo muito estranho nessa história.

            E agora ganhei uma sombra. ADVINHA QUEM É MEU NOVO AMIGO!? Se pensou no Austin está redondamente... Certo.

            O cara é um chiclete. Ele se senta comigo no refeitório. Ele fica me contando sobre a vida dele, e fica tentando arrancar algo sobre a minha. Mas o problema é que ninguém sabe. Nem mesmo Brady que é meu  “meu melhor amigo” . Ele nunca perguntou, e mesmo se perguntasse eu iria inventar uma mentira das boas, porque uma coisa que não gosto é que sintam dó de mim. Não é orgulho, mas é que a maioria das pessoas não quer ver teu bem, ou só querem fofocar sobre a sua vida. Eu sei que eles são meus amigos e poderiam me ajudar, mas eles já tem seus problemas, não acho justo jogar os meus pra cima deles, prefiro me afogar sozinha...

                    “ Eu tinha seis anos quando ela foi diagnosticada com leucemia. Meu pai entrou em desespero, ele começou a trabalhar como nunca para pagar os tratamentos. Eu era uma criança inocente, achava que seu problema era como uma febre forte onde nós ficamos na cama descansando. Foi horrível aquele ano. Eu passei a morar com minha tia Helen, na verdade ela que veio do Texas morar na nossa casa para cuidar de mim.Dois anos depois eu achei que ela tava melhor, já entedia um pouco mais sobre seu câncer e tinha me acostumado com a rotina. Todos nós achamos que ela tava melhor. Faltando uma semana para meu aniversário de nove anos ela faleceu.Foi o pior aniversário de todos. Trinta anos é um numero muito pequeno para se viver, nove é um menor ainda para ver a mãe morrer. “

 

             - Ally? Ta chorando?

                Austin me olhava com uma expressão de preocupação e dó. Eu não tinha percebido mais estava mesmo chorando, era sempre assim, é tão constante que eu não tenho controle mais. É o que sei fazer de melhor.

          - Há. É ... Oi Austin! -  coloquei um sorriso forçado no rosto e sequei as lágrimas – Faz muito tempo que você ta ai?

          - Não. Acabei de chegar.

         - Hum... Perdeu nada.

         - Perdi sim. Não sabia que meu passatempo preferido é ver garotinhas fofas chorar? – ele é um idiota bonitinho

         - Achei que era ser um babaca. Mas então quer dizer que me acha fofa?

        - É. Acho. Já ouviu falar em DUFF ?

        - Desengonçada, útil, feia e fofa? Já sim.

        - É isso que tu é Allyzinha. Uma DUFF.

        - Obrigado por me fazer sentir melhor.  Eu adoro fazer seu irmão se parecer mais bonito e atraente. – rimos, Austin tem uma risada muito gostosa de se ouvir.

         - Aquele nem ao lado da moça do chamado fica mais bonito.

        - O mais legal é que vocês são idênticos. – ri da cara que ele fez

        - Tanto faz. Mas ele não tem esse tanquinho.

       Austin ergueu a blusa e começou a fazer movimentos de sobre e desço com os bíceps. Eu tive que rir, por mais que eu o odiasse, tinha que admitir que era tentador. Austin Moon era tentador, mas ele não vai me ouvir falar isso em voz alta.

          -  Obrigado por me fazer sorrir. – é chato ter que confessar que nessas duas semanas ele quem deixou meus dias melhores.

           - Sobre isso. Quer me contar o que ouve?

          - Não.

          - Certo. – ele se sentou ao meu lado e começou a batucar.

          - Você não fez amigos? Do seu tipo.

          - Do meu tipo? Ally você é minha amiga e faz meu tipo. – ele passou a mão envolta da minha cintura, e apoio a cabeça no meu ombro. – Viu somos amigos.

           - Só na sua cabeça somos amigos. Você só se aproximou de eu pra executar seu plano idiota.

          - Ofende. Mas esse é um dos motivos. E  eu realmente te considero uma amiga.

          - Não vou fazer parte disso, já disse. Não vou tirar ela do Brady só porque você quer ela.

          - Ally esquece a Taylor. Eu só quero ver os dois juntos, adoro juntar os casais. Vou ser o melhor cupido depois disso. Tem que deixar eu ajudar. Eu sei que você já tem esse seu jeitinho de seduzir naturalmente, mas não custa nada eu dar uma mãozinha.  Você é super interessante e tal, mas...

           - Super interessante?

       - Sério? Esquece isso vai, nunca ia dar certo mesmo, mas meu irmão quem sai perdendo. Vamos pra aula. Eu preciso recuperar meus pente com a senhorita rabo de cavalo, e nos tem um trabalho em grupo pra fazer lembra. Nossa olha aquela gata ali, não é tão gata assim. Ally já viu ....

         Austin começou a falar sem parar. Ele é pior que vizinha fofoqueira, tem que ter muita paciência com ele. E eu fui encarregada de agüentar isso.

 

                                                                    ~ -~

 

           Estamos na Easy Stret. Austin voltou a falar sobre ser meu cupido.

         - Eu já marquei um encontro Ally!

         - EU NÃO AUTORIZEI !

         - Eu não entendo a lógica desse plano. É fazer ciúme para o Brady? Porque se ele não gosta da Ally não vai afetar ele, não é um bom plano Austin. – Trish resolveu entrar na discussão.

         - Não tem lógica nenhuma Trish!!!  Austin só quer sair com a Taylor, mas não sabe a convidar sem me envolver nisso. – eu já tava sem paciência.

         - Eu não quero sair com a Taylor. - ele revirou os olhos.

         - Austin coloque uma coisa nessa sua cabeça. Eu não quero sua ajuda, não quero a ajuda de ninguém . Não quero sair com seu irmão, não sei o que quero de verdade ta! Eu tenho 17 anos só estou confusa sobre meus sentimentos de adolescente. Eu pensei estar apaixonada por Brady, mas não estou, ele só foi meu amigo quando eu precisei, então criei  esse carinho especial por ele. Mas ele não sabe disso, ninguém sabe. Nenhum de vocês me conhece de verdade, só se iludem com a imagem que passo. – eu já não tava mais me controlando, as lágrimas caiam descontroladamente e as palavras estavam sendo cuspidas. – Eu tenho uma historia muito dramática, ou nem tanto assim, porque gosto de acreditar que tem gente em situação pior que a minha. – eles estavam assustados – Então esquece esse seu plano idiota, me desculpa frustrar seus planos de ser um cupido. Até porque é uma péssima profissão nesse século , sabe porque? O AMOR NÃO EXISTE. Pelo menos não na minha casa, na minha vida, e sinto em dizer que talvez não exista no meu coração... E se a dor precisa ser sentida, OTIMO! Eu sinto. Sinto todos os dias quando lembro daquele caixão descendo para dentro daquele buraco, sinto quando lembro de uma infância infeliz, sinto todos os anos quando falta exatamente uma semana para meu maldito aniversario. Porque foi nesse dia que tudo mudou. Foi faltando sete dias para meu aniversario de nove anos que minha mãe morreu. E sem querer levou meu pai junto com ela para o tumulo, e sabe, eu gostaria que ele tivesse morrido de verdade á ter que viver uma vida miserável,tendo que conviver com uma filha idiota que todas as vezes que olha na face vê a mãe refletida no rosto, achando que colocando uma  vadia que chama mulher dentro de casa, iria tapar o buraco que ela deixou, vai substituir a imagem da mãe que eu perdi.

           Já era tarde de mais, eu tinha jogado tudo pra fora. Por um descuido das minhas emoções joguei tudo na cara deles. Que agora estavam sem reação.

          - Eu vou embora – disse e sai dali.

        Peguei o primeiro ônibus que vi passar e quando percebi estava descendo em frente a escola. Corri para a praça e sentei não no banco de sempre, mas no balanço de madeira velho. Como previsto meu celular estava lotado de ligações e mensagens.

 

                                “Ally qndo tiver melhor me liga.’’ – Trish

                             “ Ally eu sinto muito mesmo, eu não queria te chatear. Espero que  me perdoe, e que possamos conversar direito” –  Austin

                              ‘’ Allyzinha pode me enviar por email as questões de química?’’ – Brady

                             ‘’ Deixa quieto, Taylor já me mandou, com as respostas ainda! Não é um amorzinho de pessoa? – Brady

                            “ Ally precisamos conversar, sério.Me liga’’ – Brady

                          “ MORREU??? ME RESPONDE SUA CHATA!” –Brady  

                         “ Olha tenho um segredo para te falar, é coisa séria. Ve se me liga, eu to com saudade. Agora que me trocou pelo Austin nem deve ta sentindo tanta falta assim, sei como é. Mas eu ainda te amo muito e te perdôo.” – Brady

         

                Um segredo? Agora estou bastante cuiriosa. Brady não guarda segredos, eu quem sou a mentirosa aqui...

               Segredo .         

                                           

     

 

 

  


Notas Finais


Acho que saiu meio bugado isso ai. Eu não sei bem o que ouve, então peço perdão por isso.

COMENTEEEEEEEEEEEEEEMM....


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