História SEND ME A PICTURE (Larry Texting) - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, One Direction
Personagens Camila Cabello, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Zayn Malik
Tags Camila Cabello, Descoberta, Gay, Harry, Larry, Larry Stylinson, Larrysmut, Lauren Jauregui, Lemon, Liam Payne, Louis, Nick Grimshaw, One Direction, Sexting, Sexualidade, Smut, Stan, Styles, Texting, Tomlinson, Universidade, Zayn Malik
Visualizações 295
Palavras 2.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Estranho e Gostoso


Fanfic / Fanfiction SEND ME A PICTURE (Larry Texting) - Capítulo 30 - Estranho e Gostoso

“Então, sobre o que você quer conversar?” temo quebrar o silêncio, mas o faço mesmo assim, com meu olhar preso no de Harry e o dele preso sobre o meu.

“Qualquer coisa”, ele sorri, fazendo-me sorrir de volta. “Me conta alguma coisa”.

Sugo o beiço inferior para conter minha vontade de beija-lo enquanto penso em alguma coisa.

“Tantas noites já fizemos isso”, me lembro, “ficar acordado de madrugada apenas conversando… mas nunca desse jeito”.

“Não”, ele balança levemente a cabeça. 

“Você gosta…” aproximo-me um pouco, “disso?”

“Estar aqui com você… desse jeito?”

“Uhum”, assinto.

“Eu amo…” Por alguns segundos, não falamos nada. Harry treme os lábios e eu espero que ele fale mais alguma coisa. “Engraçado… Nós nunca precisamos de um motivo pra isso, mas eu sempre pensei que sim… como naquela vez no check in do hotel em LA, quando eu precisava de uma desculpa, mas… tudo que eu queria era dormir ao seu lado…” Harry se aproxima um pouco e faz o meu coração saltar, “…acordar ao seu lado…”

“Harry”, toco seu rosto e me aproximo mais ainda, esfregando meu nariz no dele e fechando os olhos, “você sabe quantas vezes eu já imaginei que estaríamos assim e você me diria essas coisas?”

“Quantas?”

“Eu perdi a conta…” 

Nossos lábios naturalmente colidem um contra o outro e iniciamos um beijo preguiçoso, mas muito gostoso. É como provar o sabor de algo novo e desfruta-lo.

“Me desculpa”, Harry sussurra, fazendo-me levemente abrir os olhos. Posso sentir sua respiração em meu queixo. “Eu não tinha certeza se você… ou nós…”

“Hum?” encosto o nariz dele, fazendo-o levantar o olhar e o encorajo a falar.

“O que estamos fazendo um com o outro?” ele mostra um pouco de confusão.

“Acho que estamos… nos declarando!?” faço movimento circulares com o indicador próximo de sua orelha.

“Eu só tenho essa… necessidade de estar perto de você o tempo todo… e de te tocar”, sem pensar, ele põe a mão no meu peito, “e de te olhar”, ele move os olhos por todo o meu rosto.

“Todas aquelas brincadeiras que fazíamos… era só um disfarce, não é? Porque tínhamos medo de assumir o que nós realmente queremos…”

“O que você quer?” ele me pergunta.

“Eu quero você”, lhe dou um selinho e lhe acaricio. “E você?”

“Eu quero você também…” ele me beija, dessa vez com um pouco mais de fervor, “quero tanto…” sua mão sobe pelo meu pescoço e vai até minha nuca, me segurando com força enquanto sua língua adentra minha boca e nossos corpos se movem para o mais próximo possível um do outro.

“Touch my body”, canto baixinho em seu ouvido, lembrando da nossa brincadeira. Ele abre os olhos surpresos e me encara. Estou sorrindo para ele.

“Hã?” ele ainda não entendeu.

“Put me on the floor”, continuo. Ele sorri após meio segundo. Acho que já entendeu. “Wrestle me around…”

“Play with me some more”, ele finaliza e ri.

“Touch my body…”

Harry põe a mão em meu peito e desliza rapidamente de cima a baixo várias vezes, mas não tira os olhos do meu rosto, nem o sorriso da boca. 

“Tô tão feliz por você estar aqui”, digo.

“Eu também. Eu esperei tanto por isso”, ele volta a mão para o meu rosto.

“Feliz por estarmos, finalmente, tendo essa conversa. Eu quis te contar várias vezes como me sentia, mas eu sempre achei que você fosse me rejeitar. Que tudo não passava de uma brincadeira pra você…” confesso.

“Não… Pode ter sido brincadeira em algum momento, mas depois... estava tudo se tornando tão sério e eu nem percebi…”

“Nem eu. Quando foi que você começou a se sentir assim por mim?”

“Eu não sei, exatamente… Eu acho que… desde sempre? Eu só demorei para admitir pra mim mesmo”.

“E quando foi isso?”

“Quando…” Harry abaixa a cabeça por alguns segundos e sorri. Ao me encarar novamente, ele responde: “Quando você me beijou”.

“Então, estou feliz por ter feito isso”, digo, fazendo-o rir. “Adoro o som da sua risada”, penso em voz alta. Harry fica vermelho e eu não contenho a vontade de lhe apertar a bochecha por isso.

“E você? Quando foi que percebeu?” ele pergunta.

“Eu… Bem, foi pouco depois de saber que você ia morar em outro estado. Eu tava na academia nesse dia…”

“Academia…” ele olha para o lado por alguns segundos tentando se lembrar disso. “Ah, aquela que você frequentou por…”

“Três semanas”, dizemos juntos.

“Essa mesma”, confirmo enquanto ele ri de mim, pois nunca consegui ser uma pessoa fitness. “Estava pensando sobre você ir morar longe e já estava sentindo sua falta antes mesmo de você partir. Um monte de coisa passou pela minha cabeça, momentos que tivemos juntos, coisas que aprontamos… que vivemos… e, então, eu percebi que você era uma pessoa única… singular… Eu jamais conheceria alguém tão bonito e legal como você, Harry Styles”, passo a ponta do dedo pelo seu rosto, apreciando cada detalhe. “Jamais me conectaria com uma pessoa como me conectei com você”.

“Ah, mano…” ele puxa meu rosto e começa a me beijar. Um beijo apaixonado, quente. E ele continua a me puxar, puxar meu rosto, puxar meu corpo… e assim, eu ponho o meu sobre o dele e nos beijamos avidamente, sem parar.

Meu pênis se força contra minha roupa e eu sinto que Harry também está excitado. Encaixo-me nele e começo a me esfregar, arrancando suspiros e gemidos em meio ao beijo, ainda intenso. Levanto meu torso e olho para Harry. Seus olhos estão brilhando e seus lábios estão rosados. Mas o melhor é a sua expressão de prazer.

Retiro minha camisa e a jogo pro lado. Me mantenho ainda sobre Harry e deixo que ele olhe meu corpo, deixo que ele passe a mão por ele e o aprecie de uma maneira que nunca pudemos fazer antes. 

“Gosta?” sussurro.

“Aham”, Harry geme e morde o lábio. Isso me alucina. Jogo-me novamente sobre Harry e volto a beija-lo. Do mesmo jeito que aconteceu no carro, sua mão passeia pela minha costa e se limita somente a essa área. Não… eu quero mais que isso. “Põe a mão em mim, Harry”, sussurro em seu ouvido e mordo sua orelha. “Sou seu…”

Começo a lamber e mordiscar seu pescoço, sentindo seu perfume e seu sabor. Suas mãos, timidamente, deslizam para baixo e apalpam minha bunda. Isso é quase um alívio. Sinto vontade de tirar a calça agora e deixar minha pele livre para Harry acaricia-la. Sinto vontade de arrancar a roupa dele. Sinto vontade de toca-lo.

Minha mão desliza pelo seu corpo enquanto sugo seu pescoço e me sinto mais a vontade agora para apalpar seu pau. No entanto, quando chego lá, Harry me impede novamente. Ele hesita e chama por mim. Suas mãos largam a minha bunda e ele fica parado me encarando.

“O que foi?” encaro-o com o olhar mais inquisidor possível.

“Eu não sei se nós…” ele passa a língua pelos lábios, sem saber o que dizer.

“Você nunca fez isso?”

“Com um homem, não…” Dá pra ver que ele realmente está confuso. “Você já?”

“Hã? N-não!” respondo automaticamente. “Claro que não”, minto, pois sinto que é o melhor a se fazer. “Mas eu te quero tanto… você não quer?”

“Q-quero”, ele assente. “Mas eu não tenho certeza do que fazer…”

“Isso é o de menos”, volto a beijar seu pescoço. “Vamos descobrir”.

“Yeah”, ele geme. “Mas vamos devagar”, ele sussurra aproveitando meus beijos, minhas lambidas.

“Aham”, tomo seus lábios e o distraio enquanto minha mão novamente tenta alcançar seu pau. E, dessa vez, ele permite. Grito ‘finalmente’ em meus pensamentos e aproveito essa sensação. O que é isso que estou sentindo? Já vi Harry somente de cueca algumas vezes, mas nunca pude realmente reparar nele dessa maneira — para não dar bandeira, sabe? Agora, estou sedento por isso. Quero, preciso vê-lo, senti-lo. “Tira essa camisa”, puxo-a para cima e Harry se ergue para me deixar remove-la.

Do mesmo jeito que Harry fez comigo, agora eu que fico passando o olho e os dedos pelo seu torso. Os quatro mamilos que ele tem… adorável. E essa pele branquinha coberta por algumas tatuagens que fizemos juntos… Eu quero marca-lo também. 

Volto a beijar Harry, mas não me demoro muito em sua boca. Direciono-me para seu pescoço e vou descendo pelo peito, dedicando certo tempo para cada um dos mamilos. Minha língua desce até seu umbigo e se encaixa ali, dando algumas voltas enquanto minha mão massageia o grande volume que estou sentindo e que estou sedento para libertar. Rapidamente, abro o botão da calça e puxo o zíper para baixo.

“Mano?” Harry fica tenso e me chama. 

“Relaxa, maninho”, digo. “Eu só quero cuidar de você”, massageio-o com mais força e beijo seus gominhos. “E te dar prazer”.

“O que você vai fazer?”

“Shh”, peço silêncio. “Não se preocupa com nada… Apenas relaxa…”

“Hum”, ele geme. 

Quando sinto que Harry já está bem tranquilo, puxo sua calça levemente para baixo junto com a cueca, somente o suficiente para poder liberta-lo. 

“Mano”, ele arqueia seu corpo e tenta me impedir, mas agora é tarde demais. Antes que ele possa fazer qualquer coisa, antes que eu mesmo possa admira-lo, envolvo sua glande me minha boca e o sugo com força. “Aaaaaaah”, Harry geme de maneira rouca e cai na cama novamente.

Ajeito-me e começo a engolir Harry o máximo que consigo. Seguro o talo com umas das mãos, masturbando-o levemente enquanto minha boca está cuidando de sugar os outros centímetros. Oh, como Harry é gostoso… Seu pré gozo veio todo em minha boca assim que o envolvi, fazendo-me latejar por senti-lo tão delicioso. 

Harry se contorce na cama e geme constantemente, o que é um agrado em tanto para os meus ouvidos e para o meu ego. Saber que finalmente estamos fazendo isso e que estou lhe dando tanto prazer é mais do que suficiente para mim. É tudo o que sempre quis para nós dois.

Paro um pouco para recuperar o fôlego e fico masturbando-o enquanto isso. Finalmente posso ter uma visão do que estava abocanhando e perco o ar novamente. Oh, como Harry é bonito. Gostoso. Reparo em suas coxas também e subo o olhar por todo o seu corpo até encontrar seus olhos.

“Gostando?” um fio de voz lhe pergunta isso.

“Ah… Continua, mano!” Sua mão vem até a minha cabeça instantaneamente e um rápido sorriso se forma em meus lábios ao notar o quanto o enlouqueço.

Sem pensar duas vezes, volto a chupa-lo, a sentir sua pele gostosa sendo engolida pela minha boca. Sua mão se mantém em minha cabeça, bagunçando meu cabelo e fazendo algumas caricias. Em determinado momento, ele me empurra para baixo, fazendo com que eu engula o máximo possível. Isso quase me entala. 

Cada gemido de Harry se transforma em uma estocada que ele defere levemente dentro de minha boca. Sua mão ainda comanda minha cabeça, fazendo-a subir e descer. Eu não sabia que ele poderia me dominar dessa maneira. E isso me excita tanto…

“Ai… vou gozar… vou gozar”, ele anuncia, fazendo-me chupa-lo mais rápido ainda. Logo, um liquido viscoso e salgado começa a inundar minha boca e eu preciso me retirar para não engasgar. Aproveito para observar os últimos segundos de Harry gozando e gemendo. Engoli parte do sêmem e o resto o sujou um pouco. Olho para ele e o vejo se contorcer de tanto prazer. Passo a língua pelos meus lábios, sugando o resto de gozo que ainda tinha ali um pouco antes de Harry retomar os sentidos e me encarar. 

“Ah, vem cá!” ele ergue seu corpo para puxar o meu para cima. 

Caio deitado ao seu lado enquanto Harry cuida de, velozmente, retirar tanto a sua roupa quanto a minha. Sinto um grande alívio quando meu pau encontra a liberdade e um grande prazer quando a mão de Harry o envolve. Seus lábios vem até o meu e ele começa a me masturbar com força e velocidade. Oh, Deus… eu vou perder os sentidos.

Harry passa a língua pelos meus lábios em plena provocação e me masturba o mais rápido possível. Meu peito desce e sobe velozmente, meus gemidos se tornam cada vez mais constantes e sôfregos. Tento recuperar um pouco a sanidade e alcanço o pau de Harry para masturba-lo também. Abro meus olhos e vejo que Harry está me encarando com uma grande luxúria. Seu lábio está branco pela força com que ele o aperta entre seus dentes.

“Vai me fazer gozar?” pergunto.

“Aham”, ele trava a mandíbula e me olha de uma maneira muito safada. Aposto que ele sente quando meu pau bomba em sua mão por causa disso. 

“Me beija”, peço, puxando-o para cima de mim. Ele para de me masturbar e esfrega seu membro contra o meu assim que começa a sugar minha língua para dentro de sua boca. Levanto as pernas, envolvendo seu corpo com elas. Os movimentos de Harry se tornam mais intensos depois disso. Seus lábios tomam meu pescoço e meus sentidos se perdem. 

“Aaaai”, eu murmuro no ouvido de Harry, deixando-me explodir. Ele não para de fazer os movimentos e eu o agradeço por isso. 

Minhas pernas deslizam pelo seu corpo, se acomodando na cama logo em seguida. Harry não sai de cima de mim e eu não gostaria que ele saísse. Eu o abraço com força. Não quero que ele saia daqui. Não quero que ele me largue. “Não quero que você me deixe nunca mais”, digo.

“Não vou”, ele respira pesadamente. Nossos peitos colidem um contra o outro graças a isso. Seu suor se soma ao meu. 

“O que você acabou de fazer…” Harry sussurra.

“Eu sei”, fico vermelho instantaneamente. 

“Tão bom… boca gostosa”, ele geme e me dá um selinho. 

“Foi bom?”

“Muito… muito… muito bom”, ele beija meu rosto diversas vezes. 

“Hum”, sorrio largamente. Não pelo elogio, mas pelo que estou vivendo agora com ele. “Você tá feliz?” pergunto.

“Muito feliz”, ele me encara. “Se eu pudesse, eu pararia o tempo… pararia o mundo… para ficarmos aqui pra sempre”.

Rio.

“Eu também”, lhe dou mais um selinho. E um beijo. E um carinho.

“Como você se sente?” Ele pergunta.

“Me sinto bem….”

“Você se sentiu estranho quando…” ele faz menção ao sexo oral.

“Foi bom, Harry”, sorrio e assinto. “Muito bom”.

“Ok”, ele sorri. “É estranho… mas é gostoso.”

“Muito… gostoso. Você é gostoso!” lhe dou um tapa na bunda e rio.

“Não, você é gostoso!” ele ri.

“Não, você é gostoso! Delicioso…”

“Você é mais do que eu”, ele enrosca seus dedos nos meus e beija meu pescoço.

“Nós dois somos”, minha resposta é quase um murmuro. 

“Sabe o que eu gosto na gente?”

“Hum?”

“Isso… nosso companheirismo. Nossa lealdade…” ele sorri.

“Às vezes você diz as mesmas coisas que eu pensei…”

“É”, ele sorri largamente e assente.

“É a nossa conexão… Fomos feitos um para o outro”.

“Somos almas gêmeas”.

“Por favor, não diga ‘versão homem’,” imploro, fazendo-o soltar uma risada divertida. “Você diz umas merdas de vez em quando”.

“Me perdoa… eu sei que sou idiota demais de vez em quando.”

“Não vamos mais falar disso”, lhe dou um selinho.

“Você trancou a porta?”

“Hã… não”, tapo a boca e Harry esbugalha os olhos. Começamos a rir.

“E se a sua mãe acordasse e entrasse aqui?”

“O quarto dela é longe…”

“Não é tão longe assim”.

“Agora ela só vai acordar amanhã…”

“Aham”, ele assente e torce o nariz. “Mano, podemos trancar a porta?”

“Por que?” Fazemos carinho um no outro.

“Porque eu não quero colocar as minhas roupas… e eu quero dormir abraçado com você…”

“Oh”, aperto-lhe as bochechas e sinto meu coração amolecer. “Eu também… mas não quero te soltar, então, tranca você a porta”.

“Eu também não quero… tranca você a porta”, ele ri.

“Se eu for, você vai ter que se levantar mesmo assim, tranca você a porta”, reluto.

“Eu me jogo pro lado e você tranca a porta, ok?”

Reviro os olhos e lhe aperto a bochecha de novo.

“Tudo bem, chorão”.

“Yay!” ele comemora e se joga para o lado. Ao fazer isso, sentimos o líquido grudento ainda em nossos corpos e ambos soltamos um gemido de nojo. Havíamos nos esquecido disso.

“Quer saber? Por que você não liga o chuveiro enquanto eu tranco a porta?” sugiro.

“Vamos tomar banho juntos?” ele sorri.

“Uhum”, assinto, olhando para nada além de seus olhos.

“Ok…”

E é isso que fazemos. Ah, os benefícios de se ter uma suíte… 

Tranco a porta e encontro o corpo nu de Harry sob o chuveiro. Fico alguns segundos admirando-o de cima a baixo e ele faz o mesmo ao me ver. Ele puxa-me para dentro da ducha e brincamos de passar sabonete um no corpo do outro. Trocamos mais alguns beijos, várias carícias, abraços. Secamos o corpo um do outro e há tanta intimidade nisso, tanto prazer, tanto amor. 

E, o mais importante: há bastante companheirismo e lealdade, como Harry falou. É por isso que eu sei que daremos certo. É por isso que valeu a pena todo esse tempo que esperamos.



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