História Send my love. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Marco Reus, Mario Götze, Robert Lewandowski
Personagens Marco Reus, Mario Götze, Robert Lewandowski
Tags Borussia Dortmund, Gotzeus, Gotzeuski, Leweus, Marco Reus, Mario Gotze, One-shot, Robert Lewandowski
Visualizações 92
Palavras 1.404
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CALLING ALL THE MANAS QUE SHIPPAM LEWEUS/GOTZEUS

Manas, pode-se dizer que essa é a minha primeira experiência com fanfic, resolvi fazer uma one de Gotzeuski (?) sos
Essa one é uma SONGFIC, inspirada na música Send my Love (to your new lover) da Adele. UM HINO!!!!!!!!
Confesso a vocês que estou começando agora a entender melhor sobre futebol e até mesmo sobre o Borussia, então paciência e perdoem por favor alguns erros e enganos que eu possa ter cometido no enredo.
Espero pelo retorno mesmo que seja negativo SOSSSS Mas estou torcendo que seja positivo. <3
Se flopar, pelo menos eu tô aqui chorando vendo fotos desses 3 KKKKKKKK
*Sentindo-se muito escritora em Dortmund.*

Edit1: Pras manas que gostam de Tokio Hotel também: vamo fecha
Edit2: Me avisem quando André Schürrle se encontrar solteiro rssssss

Capítulo 1 - This was all you, none of it me.


Fanfic / Fanfiction Send my love. - Capítulo 1 - This was all you, none of it me.

Eu me lembro exatamente de como eu me senti a primeira vez que eu te vi. Eu tive certeza como nunca antes na minha vida eu estive tão certo de alguma coisa. E a minha certeza era de que eu faria de tudo pra me aproximar de você, que nos apaixonaríamos e ficaríamos juntos. E por muito tempo eu tive essa certeza. Eu sentia isso toda vez que olhava pra você e seu olhar se cruzava com o meu, algumas vezes eu te flagrava olhando pra mim e sorrindo… ah, esse teu sorriso… Tão lindo, nem parece que o dono de um sorriso tão belo colocaria minha vida de cabeça pra baixo. Nossa primeira conversa está na minha mente ainda, você sempre tímido, de poucas palavras, garoto misterioso de riso difícil… mas comigo esse riso foi tão fácil. Ah loiro, tudo foi tão bonito e intenso pra mim, nem parecia que eu ia tomar no cu.

Nunca fui de me envolver profundamente, nem mesmo com amizades ou família, mas com você eu nem percebi quando fiz isso. Eu só percebi tarde demais. Tarde o suficiente pra fazer com que você ficasse. Ou que eu ficasse.

Você chegou no clube depois de mim, e mesmo que eu estivesse lá antes, parece que você que sempre esteve. Você sempre foi super querido e admirado por todos ali, principalmente por mim. Lembro quando eu brincava com você que você era o próprio Borussia Dortmund em pessoa e você apenas ria e revirava seus olhos castanho-esverdados, dizendo que eu era bobo (e talvez eu seja mesmo). Eu ficava o tempo todo perto de você, te perseguindo, até parecia sua sombra, tentando estar sempre por perto, sempre buscando conciliar meus horários juntos dos seus, meus exercícios juntos aos seus, acompanhando-o em cada passo que dava, em cada passe de bola, em cada cobrança de falta, em cada gol que você fazia, em cada comemoração. Eu comecei até a frequentar sua loja preferida só pra tentar te encontrar “por acaso”, pra ter uma desculpa de te chamar pra jantar, sabe? “Uau Marco Reus fazendo compras. O que vai fazer depois daqui? Estou livre depois daqui, estou com fome também… me acompanha em um jantar?”

Até que eu finalmente consegui te chamar pra jantar. Depois de 7 meses que você estava no Dortmund, eu criei a coragem de te chamar pra sair comigo. E você foi. E você foi fantástico no nosso primeiro encontro. Engraçado dizer isso, pois nos encontramos tantas vezes dentro do clube, em eventos voltados para o futebol, até mesmo na casa de amigos, mas nunca haviamos tido um momento para nós dois. Um encontro a sós. Eu dei um jeito de descobrir o seu restaurante preferido para que eu te levasse, e me surpreendi quando descobri que você era fã de massas. Como pode um rapaz tão magrinho assim comer tanto carboidrato? Até nisso nós dois combinávamos… massas são meu prato preferido também. E eu ainda descobri seu vinho favorito, e caraca Marco Reus, quem gosta de vinho tinto seco? Cruzes. Mas lá estava eu, bebericando um vinho tinto SUPER seco apenas pra te surpreender, nas minhas tentativas bobas de conquistá-lo. E acabei gostando do vinho. Acho curioso o modo como eu acabo gostando de tudo que você gosta e de tudo que se refere a você. Talvez seja porque eu gosto de você. Eu amo você. E naquela noite de nosso primeiro encontro, quando íamos seguindo para o meu carro, sem querer (querendo) nossas mãos se tocaram. E eu senti aquilo. E sei que você também sentiu. Aquela corrente elétrica que percorreu todo nosso corpo, aquele arrepio, a arritmia instantânea que nossos corações entraram naquele momento e que intensificou quando meus lábios tocaram o seus ali. Eu ainda me lembro do gosto. Me lembro de seus lábios finos e extremamente macios, e de como nossas línguas dançavam em sincronia; parecia até que tinhamos ensaiado para aquele momento de tão perfeito que foi. E nós fomos pra minha casa. E na minha cama, eu te fiz meu pela primeira vez. E me fiz seu… e continuo sendo seu. E foi ali, com teu corpo debaixo do meu, conectados, com nossas mãos enlaçadas umas nas outras e os lábios ora se beijando, ora se entreabrindo em busca de ar, a pele quente e suada, em movimentos incessantes que nós tornamos um só. E desde esse dia, seu cheiro continua aqui na minha cama. O cheiro de seu shampoo continua no meu travesseiro… o mesmo que quando eu deito minha cabeça a noite eu caio em lágrimas me lembrando de você com o peito doendo pela falta que você faz.

Era tudo tão bonito e perfeito entre nós dois… eu e você contra o mundo. Era assim que gostavámos de falar antes de cada jogo, lembra? “Somos nós dois contra o mundo”. E você me prometia que eu nunca caminharia sozinho. Até que ele chegou. E tudo entre nós dois mudou. O nosso “nós dois” acabou quando o Mario chegou e virou “vocês dois”. Na verdade, ele sempre esteve ali. Se não me engano, ele estava ali antes de mim. Será que eu que era o “que chegou depois” na história? Vocês dois criaram um laço tão forte e único que ninguém e nada seria capaz de destruir, nem mesmo eu, nem mesmo meu amor por você, ou o teu amor por mim. Logo você estava trocando os fins de semana para ficar comigo para sair com ele. Era com ele que você comemorava os gols. Com ele que você saía depois de cada vitória nossa. Ele que era seu confidente, a sua pessoa no mundo. E eu? O que eu me tornei? E então a amizade de vocês virou amor. E foi aí que eu te perdi. No começo, eu tentava dizer pra mim mesmo que era tudo fruto da minha imaginação fértil, mas não, estava ali o tempo todo e eu não queria enxergar. Eu não queria enxergar o meu menino, o meu Marco Reus estava apaixonado pelo seu melhor amigo Mario Götze. Eu não queria aceitar também que era recíproco.

Quando você estava aqui, Marco, eu me mantia em pé mesmo na maré mais turbulenta. E quando você foi embora, eu me afoguei. E você foi embora sem ao menos me dar explicações. Você só foi. Foi mudando seu humor comigo, deixando de me ligar, se esquecendo de atender as minhas ligações, parou até me procurar até mesmo na cama que a gente se entendia tão bem. Você partiu meu coração.

E quando eu recebi a proposta do Bayern München, embora fosse muito tentadora, não era lá que meu coração queria estar. Eu queria continuar no Borussia juntamente a você. Eu só... queria estar perto de você. Mas eu aceitei a proposta dos Bávaros para tentar dar início a uma nova fase da minha vida. Uma fase sem você. Ah, Marco... como eu queria que você tivesse me pedido pra ficar. Eu teria ficado. Eu faria qualquer coisa que você me pedisse. E eu quero voltar para o BVB, quero voltar pra você. Mas eu sei que é errado. E que eu não deveria pensar dessa forma.

Foi tudo sobre você, e eu te dei tudo, Reus. Você me disse que eu seria seu único amor, mas eu não era. Eu estou desistindo de você, de nós dois, mas eu te perdoo. Eu te perdoo por não ter medo de se arriscar como eu tenho. E nós não somos mais crianças para continuarmos sendo assombrados por nossos fantasmas, nós temos que crescer, e você está fazendo isso muito bem. Você virou um homem maravilhoso.

E aqui, sentado na sala da casa que um dia você também já chamou de sua, eu estou escrevendo essa carta. 1 ano depois de eu ter recebido o convite de seu casamento com Mario. E eu estou enviando para o seu endereço, mesmo sabendo que agora você está casado e provavelmente se mudou e ao menos me passou teu novo endereço. Mas eu continuo torcendo muito para que um dia estas palavras cheguem até você.

E estou enviando todo meu amor para o seu novo amor, espero que você o trate melhor. E que vocês dois cresçam juntos. Eu vou ficar bem.

E um dia eu conseguirei te agradecer por ter me libertado. Mas hoje eu apenas continuo preso em minhas lembranças de você.

 

“You’ll will never walk alone”,

Robert Lewandowski.


Notas Finais


Obrigada por terem chegado até aqui KKKKKKKKKK Pra quem não gostou, aceita que dói menos #pas -n


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