História Senhor Destino - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 26
Palavras 2.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo II


Eu não podia ter feito aquilo, minha relação com Guilherme iria ficar... Estranha e eu nem sabia se ele gostava de mim de verdade, talvez ele só quisesse satisfazer um desejo. Pensei em como nós éramos amigos, em como conversávamos sobre tudo e nunca tivemos uma briga. Nós tínhamos estragado tudo, nossa amizade, porque eu tinha feito aquilo? Porquê? 

Entendia porque Felipe havia dito aquilo para mim e entendia também porque com dezessete anos eu nunca havia tido um namorado, a resposta é: Felipe. Eu não podia sair sem dizer a ele onde iria,  não podia conversar com meninos que ele não conhecia e sinceramente, isso me irritava. Não que ele era possessivo mais ele "cuidava" de mim e o "cuidar" dele era ficar em cima. Eu até gostava disso, significava que ele gostava de mim, mas ás vezes ele me sufocava. 

As palavras dele da noite anterior ficaram na minha cabeça e eu as entendia. Sentia nojo de mim, me sentia suja por ter feito aquilo independente se era Guilherme ou não, eu tinha dezessete anos e achava aquilo antecipado, muito antecipado e eu nem namorava ele isso que me deixou mais brava comigo mesma. Pensei na possibilidade de estar grávida, mais eu não podia estar. Precisava falar com May, urgentemente.  

Acordei sentindo alguém afagar meus cabelos, abri os olhos e olhos verdes me encaravam. Felipe estava sentado no chão ao meu lado.

_Me desculpa! – Sussurrou e beijou minha testa.

_Tudo bem. – Disse baixinho.

_Já está na hora de ir pro colégio, se arrume e venha tomar café. – Disse se levantando.

_Tá legal. – E saiu.

Me arrumei, peguei a mochila e fui para a cozinha.

_Bom dia mãe, bom dia pai! – Dei um abraço em Mirian e Horlando beijou minha bochecha.

_Bom dia querida! – Tomamos café em paz e em silêncio. – Não querem que eu leve vocês para o colégio? – Perguntou Horlando quando estávamos saindo.

_Não precisa pai. Até o almoço! – Disse Felipe.

_Até!

Felipe estacionou a moto e descemos, ele passou o braço sobre meus ombros e fomos para as mesinhas que era um tipo de praça que tinha dentro do colégio, sempre íamos para lá esperar os outros.

_Bom dia pessoal! – Exclamei quando vi que todos já estavam lá.

_Bom dia! - May respondeu com um sorriso, havia feito uma trança embutida no cabelo, estava linda como sempre.

_Vejo que a Bela Adormecida resolveu despertar hoje! – Lucas brincou, estava com um pé na cadeira e uma mão apoiada na perna.

_Engraçadinho! – Disse antes de me sentar. Olhei para Guilherme, ele me olhava também, um olhar triste como se estivesse pedindo desculpas. 

_Guilherme. – Felipe disse com uma voz incrivelmente grossa, ainda em pé.

_Sim? – Guilherme olhou para Felipe.

_Posso falar com você?

_Claro. – E se levantou seguindo Felipe, lancei um olhar para Felipe que significava “não faça nada de errado” e ele ignorou.

*

Felipe levou Guilherme para uma sala vazia e fechou a porta.

_O que você quer? – Guilherme perguntou numa boa. Mas Felipe simplesmente ergueu a mão e acertou um soco no rosto de Guilherme. – O que aconteceu Felipe? – Guilherme perguntou meio alterado com a mão onde tinha levado o soco.

_O que aconteceu? – Desdenhou. – O que aconteceu foi que você transou com a minha irmã, seu desgraçado! – Ele foi para dar outro soco em Guilherme mais dessa vez Guilherme foi mais rápido, segurou a mão de Felipe antes que ela se chocasse contra seu rosto.

_Ela é sua irmã, não sua namorada! E além do mais não foi uma decisão só minha, ela também quis, então para de bancar o irmão super protetor e vê se entende que ela faz o ela quiser com quem ela quiser! – Disse Guilherme meio alterado e o outro ficou mais furioso ainda.

_Olha aqui Guilherme, você não é namorado dela e não tem esse direito! - Felipe apontou o dedo na cara de Guilherme. - Você com certeza havia acabado de assistir um vídeo pornô e queria alguém para satisfazer seus desejos, e então minha irmã foi na sua casa fazer um TRABALHO e você resolveu usar ela! Como pôde? - Felipe praticamente cuspiu as palavras. - Seu idiota! Como pôde? Com a minha irmã! - Gritou Felipe.

_Ela não é sua irmã! - Gritou Guilherme de volta. - E eu sei o que você sente por ela Felipe, você acha que esse ciúmes todo é porque você a considera irmã? Ou será que não é outra coisa? Eu sei disso Felipe, vi o jeito que você olha para ela. Essa briga não é de hoje e você sabe! - Disse num tom acusatório. - Não vou deixar você se aproveitar dela!

_Eu não quero me aproveitar dela e você sabe disso, fique longe dela! - Disse irritado.

_Me empeça! - Provocou Guilherme.

_Eu não estou brincando!

_Nós somos amigos Felipe e você sabe que ela não vai ficar longe de mim assim como não vai ficar longe de você!

_Ainda bem que você sabe! - Cuspiu Felipe e se retirou da sala deixando um Guilherme raivoso para trás.

Eles sabiam que no fundo nunca foram amigos de verdade, Bela sempre esteve no meio deles impedindo que aquela amizade evoluísse. Aquela não foi a primeira discussão e, provavelmente, não seria a última. 

*

Ficava pensando sobre o que Felipe e Guilherme haviam conversado no começo da aula, quando voltaram pareceram normal mais eu sabia que não. Nem prestei atenção nas aulas.

_Isabela e Guilherme, o trabalho por favor! – Peguei a redação que havia feito e Guilherme pegou o desenho, por causa daquele bendito trabalho aconteceu algo que não devia. - Linda letra Isabela! - Elogiou a professora e eu agradeci.

O sinal do intervalo bateu e eu sai com May, fomos para a nossa mesinha. Guilherme ficou em outra me encarando e Felipe ficou em outra conversando com Lucas e olhando para mim de minuto a minuto.

_O que aconteceu entre Guilherme e Felipe? – May perguntou baixinho.

_Muita coisa, vai lá em casa hoje umas duas horas e vamos dar uma volta, precisamos conversar.

_Ok, vamos aproveitar nosso último ano sem trabalhar. – Brincou.

O resto da manhã foi do mesmo jeito, mas quando estava saindo para encontrar Felipe para irmos embora Guilherme me chamou.

_Bela! – Gritou no meio do bolo de aluno, eu parei e me virei. – O que acha de a gente sair amanhã? Podemos andar de jet-ski, chupar sorvete, ir no BoB’s. O que acha?

_Ok, mas com uma condição! - Ele sorriu.

_Lá vem...

_Você vai ter que experimentar sorvete de açaí, é sério, você não sabe o que está perdendo! – Brinquei.

_Ok senhorita, vou experimentar isso, vemos o horário amanhã.

_Tá legal. – E me deu um abraço para depois ir embora.

Segui meu caminho e encontrei Felipe já montado na moto, me esperando.

_Porque demorou tanto? – Perguntou numa boa.

_Conversei com Guilherme. – Disse pondo o capacete e montando na moto.

_Hum, e o que ele queria? 

_Ele me convidou para dar um passeio amanhã. – Deu partida na moto e saímos do colégio.

_E você vai?

_Sim...

_Hum...

O resto da viagem foi só silêncio. Chegamos em casa e Felipe não falou muito comigo, mal chegou e foi para o quarto, ele com certeza havia ficado enciumado por eu ter aceitado o convite de Guilherme. Eu me troquei e fiquei na sala encarando a TV até May chegar.

_Então você transou com Guilherme e Felipe ficou puto? – Perguntou May assim que contei a história. – Você é tapada ou o quê? – Ela me olhou incrédula. – Felipe gosta de você! Ou você acha que isso é ciuminho de irmão? É claro que não! Você está no tão temido “triângulo amoroso” e vai ter que escolher entre os dois.

_May, Felipe me ama como irmão e eu não vou escolher entre os dois. Um é meu irmão e o outro um dos meus melhores amigos. Isso n]ao existe! - Disse, Felipe não podia me amar de outra forma.

_Pense bem Bela, talvez os dois gostem de você de outa forma e você é tapada o suficiente para não acreditar nisso. Vamos sentar um pouco. – Sentamos num banquinho de frente para o mar. – Vamos simplificar, feche os olhos! – Mandou, lancei-lhe um olhar e ela ignorou – Anda logo! Agora pense, qual dos dois é o Aspen?

_Você tá zuando né? – Olhei para ela incrédula, ela não podia estar querendo comparar minha vida com a de uma protagonista de um livro, uma fantasia! A minha vida era real.

_O que? Você ama essa trilogia ok? E isso vai te dar as respostas, feche os olhos. – Fechei-os novamente. – Pense no seu Aspen e no seu Maxon, quem é quem?

_Eu... Eu não sei May. – Disse de cabeça baixa e ela afagou meus cabelos.

_Tudo bem, desculpe, só queria levantar seu astral. – Ela disse e eu a abracei e ficamos assim por um bom tempo. – Quer um conselho de irmã mais velha?

_Você só é três meses mais velha que eu!

_Mais mesmo assim eu sou mais velha. Meu conselho é que você tente conviver com eles, passe um tempo com Felipe e com Guilherme, saia com eles e quando souber quem é o mais amado escolha. – Disse ainda afagando os meus cabelos.

_Todos são queridos... – Comecei.

_Só lhe resta saber quem é o mais querido! – Dissemos juntas, era uma citação de A Seleçao que nós duas amava.

_Mudando de assunto, quando você vai deixar de mimimi e dizer que está gostando do Lucas?

_Fica quieta Bela, eu não gosto dele! – Defendeu-se.

_Não? No dia do meu aniversário Lucas teve que levar uma certa pessoinha de cavalinho porque essa pessoinha dizia que estava cansada demais. Me engana que eu gosto Mary May! – Provoquei-a.

_Feche a matraca, eu estava cansada! – Disse mais seus olhos dizia outra coisa, eu juntaria esses dois até o fim do ano.

_Uhum, sei!

Ficamos mais um tempo lá e depois fomos para nossas casas, May realmente era minha irmã mais velha. Tudo que acontecia comigo eu lhe contava e lhe pedia conselhos e ela também, nosso laço era forte e nada poderia quebra-lo.

Cheguei em casa eram quase cinco horas da tarde, Mirian não trabalhava desde que casou com Horlando. Antes ela era contadora e era ela quem paga as contas, organiza o dinheiro e essas coisas. Quando cheguei ela estava mexendo nas papeladas na varanda, disse um oi e fui ver onde Felipe estava.

Encontrei-o no quarto assistindo TV e comendo brigadeiro.

_Bonito, que bonito. Comendo brigadeiro sem mim? Considero isso um insulto a minha pessoa! – Brinquei e ele riu.

_Eu não te achei, não estava em seu quarto. Aonde estava?

_Fui dar uma volta com May. Estou toda suada, vou tomar um banho e já venho. – O fiz e voltei ao quarto de Felipe, já com o meu pijama de joaninha.

_Já de pijama?

_Claro! – Ele estava assistindo a primeira temporada de Gossip Girl. – Gossip Girl? Sério?

_Qual o problema? Nunca esteve nessa fase? – Brincou.

_Ok Ok, admito que já estive nessa fase, e essa série até que é legal!

Assistimos dois episódios antes dele desligar a TV e me encarar, já estava de noite.

_O que foi? – Perguntei.

_É que no próximo final de semana eu vou na casa da minha mãe, em Curitiba. Quer ir comigo? Desde quando você foi lá no ano passado ela vive me enchendo o saco para te levar de novo, ela gosta de você! – Disse, e eu gostava muito dela. A mãe dele era um amor de pessoa, loira, de olhos castanhos e perfeita. E era obvio que eu iria de novo lá. - Nath também.

_É claro, eu gosto muito delas!

_Certo, bom acho melhor dormimos. Boa noite Bela! – Ele beijou minha testa.

_Boa noite! – Beijei-lhe as mãos para depois ir para o meu quarto e capotar na cama.

No outro dia Mirian veio me acordar, achei estranho pois sempre era Felipe que vinha. Ele arreganhava as cortinas e começava a gritar “Vamos, Bela, cê vai se atrasar, vamo, vamo, vamo! ”.

Tomamos café juntos como sempre e depois eu e Felipe fomos para o colégio, eu fiquei com May, Guilherme estava com Lucas e Felipe ficou sozinho, sentado em uma mesa olhando os outros indo e vindo, seus cabelos loiros estavam mais longos e mais lindos. Os olhos dele estavam opacos, ele estava infeliz, estava triste, era novidade para mim vê-lo triste. O Felipe sorridente e brincalhão havia sumido, eu havia exilado aquele Felipe e isso era a última coisa que eu queria.

_Eu vou ver o que Felipe tem. – Disse a May, ela estava conversando sobre roupa com Leticia e nem notou quando eu sai. – Oi! – Disse a Felipe sentando a seu lado.

_Oi! – Seus olhos brilharam ao me ver o que me fez sorrir igual uma idiota.

_Porque está aqui sozinho? Não estou te reconhecendo mais, você era tão sorridente. – Comentei.

_Eu não sei. Estou me sentindo... Sozinho. – Ele olhou para mim e era verdade, Lucas era amigo de Guilherme e Felipe mais não era a mesma coisa, e eu que era irmã dele o estava abandonando.

_Desculpa, eu tenho te deixado sozinho.

_Não tem problema Bela, entendo você. – Pausa – Vamos dar uma volta! – Ele se levantou e me estendeu a mão que a peguei de imediato.

_Quais são seus planos para depois do colégio? Te perguntei isso quando tinha quinze anos e você disse que faria faculdade de advocacia. – Ele disse.

_Advocacia dá dinheiro mais deve dá também muita dor de cabeça, então não. Bem, eu não sei se é uma boa ideia mais eu queria fazer um curso para ser fotografa, é algo que eu amo e dá um dinheiro bom.

_Você tem que fazer esse curso! Sério, você arrasa nas fotos, tem um talento incrível! – Elogiou-me.

_Obrigada! – Agradeci meio vermelha, fico toda sem graça quando alguém me elogia. - E você? Quais são seus planos?

_Ah, eu pretendo fazer engenharia civil e ficar por aqui mesmo! - O sinal bate.

_é uma ótima profissão! - Pausa. - Vamos antes que aquela professora chata nos deixe para fora!

_É a professora Marli hoje? Ah, não. – Reclamou ele e eu dei risada.

As aulas passaram lentamente, tivemos uma aula com a Marli e duas de história, ela deu um trabalho muito importante e poucas pessoas conseguiram terminar. Quando bateu o sinal eu terminei e Felipe terminou logo depois, os outros já haviam saído. Andamos juntos até as mesinhas, May, Lucas e Guilherme já estavam lá. No começo teve um clima meio tenso, Felipe sentou do meu lado e colocou o braço por trás dos meus ombros como fazia as vezes, Guilherme olhava para o nada, Lucas estava sentado de frente para May.

_A gente podia ir na praia amanhã depois do colégio, o que acham? – Perguntei.

_É uma boa ideia. – Disse May.

_Fechou então. – Afirmei.

_Então, vocês estão sabendo da festa que vai ter na casa do Alex Muller? – Perguntou Lucas.

_Vamos? – Perguntei.

_Precisamos de convite e o Alex é do time de futebol, não irá nos convidar. – Disse Felipe.

_Ele é do time de futebol mais ele não brigou com vocês naquele dia. – May disse e olhou para mim com aquele olhar de “você sabe como conseguir o convite”.

_Está pensando no que eu estou pensando? – Perguntei a May devolvendo o mesmo olhar.

 _Eu fico aqui, você vai lá! – Sorri para ela e levantei.

_Estou bem assim? – Perguntei olhando para minha roupa, tênis All Star preto, calça jeans rasgada nos joelhos, camisa azul xadrez e os cabelos pretos até metade das costas solto.

_Com esses olhos meu amor você conquista qualquer um! – Incentivou May.

_Você vai seduzir um deles? – Perguntou Guilherme sorrindo.

_Precisamos de cinco convites meu amor e eles não caem do céu! – Respondeu May por mim. Eu andei em direção a mesa dos jogadores, sentia meus amigos me observarem.

_Eai pessoal? – Disse quando estava perto e todos olharam para mim.

_Eai gata? – Disse um garoto musculoso e gato que me puxou fazendo eu me sentar em seu colo, o reconheci como Pedro Torres, o melhor amigo de Alex Muller.

_Eai, o que vai fazer sábado à noite? – Perguntei na maior “inocência”.

_Vou na festa do meu amigo ali! – Ele apontou para outro garoto musculoso e gato, Alex. – Quer ir também princesa? – Perguntou beijando meu pescoço.

_Eu adoraria mais para isso preciso de um pretexto para sair de casa, se você convidasse meus amigos eu conseguiria! – Fiz cara de bebê querendo chupeta.

_Quem são seus amigos?

_Eles! – Apontei para a mesa em que meus amigos estavam. – Sei que vocês não gostam muito deles mais se eles não forem eu também não vou, cuidarei para que eles não arrumem encrenca! – Prometi.

_Você cuidará de mim princesa! – Disse Pedro maliciosamente.

_Então tá legal, te vejo no sábado à noite! – Dei-lhe um selinho para depois levantar.

_Pegue! – Disse Alex me entregando cinco pulseiras transparentes. – Para entrar você precisará disso!

_Obrigada Alex! – Peguei-as e sorri. Caminhei até minha mesa e quando cheguei lá distribui as pulseiras. – Consegui! – Disse alegre.

_Arrasou! – Elogiou May.

_Verdade, precisava ganhar o prêmio no Melhores do Ano que passa no Domingão como Atriz Revelação! - Disse Lucas.

_Mandou ver! – Disse Guilherme e batemos as mãos.

_Pelo menos o esforço valeu a pena! – Disse Felipe guardando sua pulseira no bolso da calça jeans. Logo bate o sinal. – Vamos para a sala pessoal, assistir a aula da professora Demônio, vulgo Marli!

_Tá mais para demônio.

As ultimas aulas passaram rápido, saímos da sala e fomos para o estacionamento, Lucas e May foram para a casa a pé pois moravam perto (o que facilitaria meu plano de juntar os dois até o fim do ano).

_Até amanhã cara! – Disse Guilherme batendo na mão de Felipe.

_Até amanhã!

_Bela, te pego hoje as cinco pode ser?

_Claro! – Dei-lhe um abraço, ele montou na moto e foi embora.

Peguei o capacete na mão de Felipe, montei na moto e fomos embora.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...