História Senhora Agreste - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Visualizações 166
Palavras 1.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Relações familiares são complicadas!


Fanfic / Fanfiction Senhora Agreste - Capítulo 13 - Relações familiares são complicadas!

Xangai - China

Depois de tantas confusões por Paris, a família Agreste voltara para Xangai, porém, Marinette estava preocupada com Lila desde a "reunião" com os outros heróis e mais a ligação da modelo, no dia seguinte. 

.

.

.

"- Hawk Moth apareceu na minha casa, me disse coisas perturbadoras... estou mais confusa e aflita que antes, não sei o que devo fazer com as minhas memórias... 

- Lila... -Marinette engolira seco quando Adrien lhe dera o celular para falar- nada do que ela disse, é mentira. 

- O quê? 

- Nós nos encontramos com... -olhou atentamente a casa de Alya, a amiga dava atenção ao filho enquanto Adrien e Nino conversavam sobre um bendito jogo. Foi até um local mais afastado para continuar- nos encontramos com a Criadora dos miraculous, seu nome é Kami. 

- Kami? Ela se autoproclama uma Deusa? -ironizou- sério, Cheng? O que essa maldita fedelha quer comigo?! Já não basta esse colar ficar voltando todo dia pra minha gaveta, como se eu jamais tivesse tentado me livrar dele? Não basta eu estar com as memórias bagunçadas? E ainda por cima, estou cuidando do Satoru sozinha! Eu não tenho a mínima condição de aguentar gente como ela de novo! 

- Lila, se você não consertar a rachadura no colar, você vai morrer de novo. 

Silêncio do outro lado da linha... Um longo arfado e o barulho de algo quebrando, a chinesa assustara-se. - Lila, o que houve?! 

- Por que é sempre essa praga de borboleta que me mata?! 

- Eu sinto muito por isso. 

- Pare de lamentar, você não é uma heroína? Devia fazer algo! 

- A única coisa que a Ladybug pode fazer por você agora, é rezar, você é a Escolhida do miraculous da Raposa, eu não posso interferir na Escolha, nem mesmo a Criadora pode. -suspirou- se quiser continuar vivendo com a sua família, tudo vai depender da restauração da pedra, caso contrário, você irá perder todas as suas lembranças, inclusive as atuais. 

- Tsc... por que simplesmente não me matam de uma vez? Isso tá ficando ridículo! 

- Ridículo é você querer desistir da sua vida por causa de uma pedra! -exaltou Marinette- Lila, o mundo é cheio de problemas e você não é exclusiva disso; se quer proteger o Satoru, não vejo melhor forma, agora pense bem no que fará, não sou que irei te dar resposta das coisas!"

*

*

- Ah... -Marinette suspirou triste, é sempre tão chato quando se desentende com seus amigos... 

- Ficar se remoendo por conta disso não fará as coisas melhorarem. -ouvira Tikki lhe tirar do transe- se anima, Marinette! 

- Como se fazer fosse fácil... -bufou- por que a Lila tem que sofrer tanto? 

- Eu também não entendo muito, mas, olha, a Lila é uma pessoa muito forte, ela vai conseguir superar isso rápido. 

- Sendo sincera, acho que desta vez, eu realmente não posso ajuda-la.

- Entendo, entendo, mas... você não tinha que ir buscar a Kumiko na escola? 

- EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHH?! 

*

*

*

*

Xangai, uma cidade grande e bastante tecnológica. Não deixa de ter seus encantos, mas Marinette acha que o local que mora tem o ar agradável o suficiente para se respirar com decência. 

A noite já estava para cair em toda China e neste exato momento, a jovem Cheng estava ajudando a filha com a lição de casa. 

- Até que foi fácil, não é? 

- Não mesmo... -a menina exclamou num sorriso mínimo. 

- O que foi, Croissant? Aconteceu alguma coisa na escola?

- Não. 

- Kumiko... -Marinette insistira. 

- Não aconteceu nada! -a loirinha dispersou da mesa da sala de jantar, correndo pro quarto, deixando uma Marinette confusa e preocupada. 

Tikki aparecera do nada e lhe encarou com atenção. 

- Acha que ela está escondendo alguma coisa? 

- Minha filha nunca reagiu assim antes, Tikki. Com certeza algo deu errado. 

- E o que vai fazer? 

- Vou conversar com a professora dela amanhã. 

- Mas se fizer isso, a Kumiko pode ficar brava com você. -a joaninha suspirou- 

- Não importa, é pro bem dela! 

*

*

*

*

Dito e feito! No dia seguinte, Amélie foi pra escola e deixou Marinette sozinha na entrada, mas pareceu não se importar com isso. Logo depois que ela entrara, a Agreste fora recebida por um coordenador, que gentilmente lhe acompanhou até a sala de reunião. 

- Bem, Senhora Agreste, no que posso ajudar? 

- É que a minha filha tem se comportado estranho em casa nos últimos dias, mas ontem, quando perguntei se algo havia acontecido na escola, ela não me respondeu e saiu correndo de mim. Isso nunca aconteceu antes então quero saber se ela está tendo problemas aqui. 

- Amélie Kumiko, não é? -ele encarava a ficha da pequena- Bom, aparentemente, não tivemos nenhum relato de problemas entre alunos ou com os professores, ao menos, não na sala dela. Devo dizer que a Amélie é uma criança muito amorosa e simpática, mas sendo sincero, ás vezes ficamos preocupados com seu comportamento. 

- Como assim? 

- Bom, ela não interage com ninguém da própria sala, apenas com alunos da sala vizinha. -o mesmo dissera pensativo- a Professora Liu disse que Amélie é tão quieta que é quase como se nunca estivesse lá, apenas durante as atividades práticas. 

- Isso é ruim? 

- De certa forma. Ela mesma recusa interação com os colegas de classe, então, se ela está tendo problemas com eles, nós não estamos visualizando-o. 

- Olha, eu não me preocuparia tanto se fosse uma discussão o até briga, mas como eu não sei o que está havendo, gostaria que me informasse da situação. Não posso deixar minha filha estudar num lugar onde não está sendo bem cuidada e tratada. 

- Entendo, Senhora Agreste. -o homem suspirou apreensivo- Lamentamos muito por isso... -fez mesura respeitável. 

- Mas agradeço por seus esforços. -ela sorriu meiga, retribuindo o gesto- por favor, mantenha-me informada. 

- Claro! 

*

*

*

Paris - França

Wei Jiang estava encantada pelo sorriso bobinho do filho Auguste, que tinha seus pés gordinhos sendo agarrados e beijados por ela. Gabriel estava trabalhando numa nova coleção para a edição ouro que será lançada no Festival das Amoras, na Itália. 

No mesmo instante, Nathalie aparecera no quarto da criança, trazendo o telefone para Jiang. 

- Senhora... -entregara-lhe o aparelho- é o Adrien. 

- Adrien?... Mas já deve ser meio tarde em Xangai, será que aconteceu alguma coisa? -indagou assim que pegara o aparelho- Alô? 

- Jiang! 

- Adrien, querido, você está bem? -sorriu animada- 

- Sim, estou bem, como vão as coisas por aí? 

- Muito bem, seu pai está trabalhando, como sempre.

- E meu irmão? 

- Ah, está bem aqui, sorrindo bastante! -olhou Auguste de canto- o que houve, querido? Você não ligaria a essa hora se não fosse tão urgente. 

- Pois é, é que preciso de ajuda numa coisa. 

- O que é? 

- Como posso convencer a Marinette a ter mais filhos? 

...

- EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHHH?! 

- B-bem, é que... Amélie parece tão sozinha... E... eu quero ter mais filhos, acho divertido ter uma família grande! 

- Adrien, você tá com febre por acaso? 

- Não, por quê? 

- Porque isso não é algo em que eu realmente possa ajudar. -ela riu nervosa- escute, quando for a hora, eles virão, não tem que ficar apressando as coisas desse jeito. 

- Eu quero mesmo ter mais filhos, mas... a Marin acha que é cedo demais. 

- Talvez ela só precise organizar melhor o tempo dela, afinal, quantas vezes por semana vocês estão juntos? 

- Bom... acho que estaria mentindo se dissesse que "aquilo" acontece mais três vezes no mês. 

- D-Deus, eu poderia morrer sem saber dessa informação... -Jiang bateu a mão na testa- enfim... -suspirou- entende o que digo? Esta é a prova de que agora, não é momento para apressar as coisas. Marinette está focada em terminar o Mestrado, não é? 

- E como...

- Bem, faltam só quatro meses, então tenha paciência, Adrien.

- Ah... tá bom, você venceu! -a chinesa sorriu altiva- Mas eu não desisti da ideia! 

- Não tem que desistir, tem que esperar, seu cabeça dura! 

- Hehehehehe... 

- Ah... você levou na maldade, não é? -falou com tédio. 

- Desculpe, é costume. 

- Pois desacostume então, mocinho! -riu a mulher- quer falar com o Gabriel? Ele está um pouco ocupado, mas com certeza irá te atender.

- Ah não, melhor não, ele vai se desconcentrar no que está fazendo e depois vai descontar a raiva em você, não quero isso. 

- Bom, então espero que melhore logo dessa sua... crise. 

- Haha, engraçadinha! -ele ironizou com tédio. 

- Voltem logo pra Paris! 

- Ok.

Ao desligar o telefone, Jiang sorriu docemente e devolvera o aparelho para Nathalie. 

- Está tudo bem com ele? -a assistente indagou- 

- Sim, está tudo ótimo!

*

*

*

*

Xangai - China

Na casa da família Agreste, Adrien havia acabado de se jogar em sua cama, estava confortavelmente agradável. Marinette observou-o num sorriso calmo e suspirou em seguida. 

- Como foi o dia, Princesa? -o loiro indagou com a cara espatifada no travesseiro- 

- Amélie está com problemas na escola. 

- O quê? -de imediato, se endireitara na cama, encarando a esposa sentada ao lado- Como assim? O que houve? 

- Também queria saber, ela não me conta nada  e ainda foge do assunto. Eu tive que ir na escola hoje de manhã para conversar com o coordenador. Ele me disse que a Amélie não interage com os alunos da própria sala, mas está sempre com os alunos da sala vizinha. 

- Até aí... 

- O problema é que ela não reage bem quando um dos colegas da sala dela tenta conversar. É como se ela os rejeitasse sem motivo nenhum. 

- Pra tudo tem motivo... -ele pensou sério- e ela está agindo estranho desde então? 

- Pois é... e pra variar, estou sendo uma mãe ruim. 

- Não diga isso, Princesa. -Adrien lhe puxara para seu colo, beijando sua testa- essas coisas acontecem sempre, nos só não podemos deixar que continuem. Podemos conversar com a Amélie amanhã, o que acha? 

- Mas você tem reunião na Le Mode

- Minha filha é mais importante que uma reunião. -Adrien distribui beijos pelo rosto da esposa- então não fique assim, nós vamos resolver isso juntos, ok? 

- Ok. 

- Legal, então me dá um beijo. 

Ela riu, simplesmente não se cansa de ama-lo. Beijou-lhe com toda tranquilidade do mundo, apertando um pouco mais o abraço. Romperam o contato quando Adrien resolveu encarar seus olhos com fixação. 

- O que foi? 

- Quero te falar uma coisa. 

- O quê? 

- Eu quero mais filhos. 

... 

- B-bom, já sabe minha opinião sobre o as-

- Mas... -cortou-a- entendo que por agora, não é possível. Então... pode me prometer que vai pensar mais nisso no fim do ano? 

Quando foi que ele ficou tão maduro? Marinette não se lembra. Num sorriso sincero, assentiu com a cabeça e os encolhera nas cobertas. Realmente não precisam de pressa para isso, afinal, eles sempre se amaram... Em todas as vidas...

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...