História Sense of Life 2 - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Original, Yaoi
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Muito obrigada pelos comentários e por lerem.
Boa leitura!

Capítulo 20 - Forgive and Carry On


Meu coração estava acelerado dentro do peito e as mãos dele continuavam em mim, me segurando com cuidado e força ao mesmo tempo, como se eu fosse cair a qualquer momento. Me sentia frágil assim, especialmente por estar olhando tão profundamente em seus olhos. Comecei a me ver pensando em todos os anos que passaram, como a Mia estava crescendo e como eu tenho vivido e como tinha vivido antes.

Como Tate voltou e tudo o que deve ter passado.

O nosso casamento e todas as outras coisas-ruins que dissemos um ao outro e como ele me deu forças quando fiquei desesperado ao ter Mia doente, e como ele propôs -apesar de hesitar- se casar comigo para evitar que mamãe cumprisse suas chantagens e que apesar de tudo, de tudo mesmo, ele está aqui. Ainda está aqui quando poderia ter simplesmente ido embora ou poderia ter tentado tomar Mia de mim, mas ele não fez, ficou ao lado dela e do meu. Mesmo com tudo o que estava acontecendo a nossa volta.

E de alguma maneira, saber que ele tinha finalmente entendido, compreendido quão profundo foi o erro que nos trouxe a esse caminho, começou a mexer comigo, sentimentalmente falando. Ela falhou comigo, mas não falhou com a Mia e o que estava errado, foi consertado, e por isso que cabe a mim agora decidir o perdoar ou não. Reconhecer meus erros ou não.

Uma decisão que para ser sincero, não se passou pela minha cabeça no tempo em que ele ficou longe. Só voltei a pensar nisso quando ele voltou, quando passou a morar comigo e apesar de todas nossas desavenças, talvez guardar rancor e mágoa dele, não o perdoar, seja uma maneira muito tortuosa de me prender ao passado.

De fato, sempre que olho para ele só vejo decepção e dor, mas agora, olhando em seus olhos, vejo como que se pudesse o perdoar, como se pudesse finalmente me libertar de parte que carrego dentro de mim. Algo que pesa e que ainda machuca, especialmente por o ter por perto e mesmo que não machuque tanto quanto antes, o sentimento ruim ainda existe e ainda fere, e não apenas a mim, fere a nós dois de certa forma.

Tate soltou um breve suspiro e me afastou, passando a me olhar nos olhos diretamente. Ele estava esperando uma resposta da minha parte.

-Não sei direito o que pensar sobre isso. — Me encontro estarrecido demais para afirmar ou dizer alguma coisa sobre isso, para dar uma resposta quando esta parece tão simples e tão complicada ao mesmo tempo.

-Sei que não fui uma boa pessoa para você nesse meio tempo, mas me importo com você. Muito.

-Por que você realmente quer isso agora, Tate? — Perguntei. Sabia dentro de mim que estava mais tentando fugir de dar a resposta, como que ganhado tempo para decidir o que no fundo, sabia que acabaria fazendo, especialmente por ser algo que nós dois precisamos, acho até que eu preciso mais do que ele.

-Como eu disse; comecei a pensar e comecei a ver algo que pensei e que estava completamente errado sobre você e sobre o que pensei.

-E o que você pensou?

-Passei muito tempo pensando na vida que você tinha e não via o que viver assim está significando para você.

-Não é o bem material, Tate... E sim essa redoma que eu nunca quis para mim, mas depois de todo esse tempo, acabei me acostumando a isso, só não quer dizer que eu goste. — Admito, repensando e pensando sobre como me sentia anos atrás e como me sinto agora, realmente mudou muita coisa, para pior. — Quando eu vivia com você, quando eu vivia em meio a tantas dificuldades, eu era mais feliz do que nunca tinha sido antes e apenas isso.

-Não, é mais. — Disse ele, parecendo saber mais do que eu e sabia provavelmente, especialmente porque agora que paramos para nos ouvir, temos mais a que nos entender do que antes.

-Não importa, o que importa é que quero saber por que você quer isso de mim agora.

-Não acredita quando digo que meus sentimentos são sinceros?

-Não é isso. — Digo honesto. — É mais que simplesmente não conseguir entender, sabe?

-Com razão provavelmente.

-Me diz uma coisa, Tate... Por que você não pediu o divórcio e foi embora depois que acabou o tempo que estabeleci?

-Posso te fazer a mesma pergunta. — Devolveu ele, se afastando em alguns passos, me dando espaço para pensar, respirar.

Ele pode me fazer sim, essa mesma pergunta e eu também, assim como imagino que seja com ele, não tenho uma reposta para dar e nem o que dizer exatamente, porque nem eu sei exatamente por que acabei deixando que as coisas ficassem assim, quando posso simplesmente acabar com esse casamento por acordo, já que ele não é mais necessário, mas nem ele e nem eu tomamos esse passo e nossa decisão de deixar assim, acabou se tornando de alguma forma, um pouco do que acho que pode ser comodismo de ambas as partes, de nós dois.

-Eu não tenho uma resposta para dar. Não sei o que responder para ser sincero. — Digo depois de um tempo.

-Eu sei. É porque eu não quero te deixar novamente, porque quero ficar ao se lado. — Diz ele.

-Não é tão simples assim, eu acho. — Digo ainda incerto sobre o que pensar.

-Sei que não, mas eu quero que me dê uma segunda chance de provar que eu posso ser a pessoa que você precisa, que eu não consegui ser antes. — Pediu com calma, olhando sincero nos meus olhos.

Olhei para ele e comecei a pensar; a lembrar de como era antes, antes de tudo, antes da Mia, antes era tudo mais simples, era tudo mais fácil quando nos conhecemos, mas aconteceu tudo tão rápido com a gravidez e tudo mais. Tudo acabou se juntando rápido demais, como se fosse duas peças que não tem como se encaixarem de forma tão exageradamente rápida e foi o que nós fizemos de nós dois e acabamos desse jeito.

Quando penso nisso, só consigo pensar que não quero mais que as coisas sejam como antes, não sei consigo deixar que o que aconteceu antes, aconteça novamente e não falo dos erros, mas sim, de nós dois.

Do casal que nós não somos e que apesar dele estar me oferecendo esse possível futuro, simplesmente sinto que não posso viver isso nesse momento. Acho que nenhum de nós pode de verdade, é mais parte de remorso para tentar consertar o que está errado, e os danos causados foram tão grandes que eu sinceramente acho que não há mais conserto de certa forma, ou talvez, possa haver. Já não sei mais...

-Eu posso te perdoar, só...  — Parei de falar, temendo o magoar de certa forma, mas a verdade deve ser dita, especialmente quando estamos finalmente entrando em sintonia.

-Só que...  — Incentivou-me a continuar.

Ele queria ouvir o que eu tinha para dizer e eu queria falar, mas ficava pensando em como isso poderia simplesmente o magoar de certa forma e ao mesmo tempo, estava pensando em mim mesmo. No que realmente sinto e como vou lidar com tudo isso, em como vou ter que mudar a forma como lido com todo esse peso, porque do jeito que está agora, não dá mais para ficar.

-Não posso voltar para você, sabe disso. — Digo sincero. Senti meus olhos marejarem de novo, as lágrimas estavam voltando com muita força, sabia que era porque estava expondo meus sentimentos mais internos. Acho que coisas que nunca parei para dizer para ninguém, e nem para pensar de verdade. — Eu não consigo, é muito peso. Muita carga para simplesmente apagar e fingir que nunca aconteceu de uma hora para outra.

-Eu não estou dizendo para você apagar, mas...  — Ele continuou. Sacudi a cabeça para os lados, negando e o fazendo parar de falar imediatamente. Não era só isso que eu estava falando e nem a esse ponto que estava querendo chegar realmente.

-Você teve uma pessoa para te dar apoio, Tate, e eu nunca tive isso. Nunca tive alguém para me estender a mão antes de você e eu pensei que poderia viver as dificuldades de ser pai com você, mas tudo acabou indo pelo buraco, então me pedir uma segunda chance é como pedir uma coisa que eu não posso te dar, que não posso aceitar, entende?

Tate olhou para o lado. Seus olhos estavam marejando, mas ele respirou fundo e voltou a olhar para mim com um pequeno sorriso no rosto. Acho que feliz pelo passo dado e triste por não ir tão longe quanto ele gostaria que fosse.

-Nós sempre seremos pais da Mia, essa é uma ligação que nunca vai ser quebrada, mas eu acho que nós também podemos ter uma ligação, se não for amorosa, então que seja de amizade. — Propôs tranquilo, mas eu podia ver a tristeza nos seus olhos. Sei que ele estava magoado, eu também estou.

Acho que nós dois estamos magoados e feridos a muito tempo, e isso é algo que claramente não se apaga de um dia para o outro, mas acho que podemos dar um grande e valioso passo para frente, nos deixando seguir em frente. Eu especialmente, deixando que as coisas fluam mais naturalmente, sem essas trocas de acusações e tanto remoer de um passado que não volta mais, nem o lado bom e nem o lado ruim.

Vi diante de mim uma balança em que todos os pesos e contrapesos já foram balanceados e tudo o que precisava ser dito sobre o passado, já foi dito, expressado e sentido. Me vi melhor, me sentia um pouco melhor e mesmo que meu peito ainda doesse de certa forma -mesmo que minha alma estivesse machucada- me vi certo de que posso deixar essa parte para trás, preciso deixar para conseguir seguir em frente, ter mais forças para vencer a depressão e viver com um pouco mais de paz.

-Está bem, eu te perdoo, Tate. — Falo e sinto um peso começar a deixar meus ombros. — Me perdoe por ter te machucado também... Nós podemos ser amigos então, só não me cobre o que eu não posso te dar... Não agora. — Deixei algumas lágrimas caírem. Não sabia se era de alegria ou se era de tristeza, mas tinha certeza de que me sentia muito mais leve, emocionalmente falando e isso também aconteceu com Tate que abriu um sorriso leve, face suavizou completamente.

Tate abriu os braços, esperando que eu fosse até eles e eu fui, com lágrimas nos olhos. Seus braços me rodearam com força, apoie a cabeça no seu peito e fechei os olhos brevemente. Ele beijou o topo da minha cabeça e me apertou um pouco mais em seus braços.

-Obrigado, Eno. — Sussurrou baixo. — Também te perdoo.

Só assenti, sem dizer em palavras mais nada, não era mais necessário.

Depois de tanto tempo, nós dois nos acertamos.

Nós dois finalmente remendamos uma parte de nós dois, uma parte que estava muito quebrada e que ainda está, mas essa ferida fechou um pouco e assim, acho que nossa convivência pode ser bem melhor daqui em diante, e deve melhorar se conseguirmos estabelecer essa relação de amizade entre nós, algo que pode recuperar tudo o que foi perdido, e talvez até mesmo consertar todos os erros que foram cometidos.

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Não me sentia tão diferente assim. Não tão leve como gostaria e ainda é difícil lidar com a depressão, o trabalho, o estresse e tudo mais que tanto me incomoda, mas ao mesmo tempo, a convivência com Tate se tornou melhor.

Se torna melhor a cada dia, mais branda e simples.

Não é um acontecimento tão rápido e nem uma coisa tão simples assim, mas sinto que aos poucos, estamos conseguindo a lidar um com o outro, sem que nossas mágoas se coloquem no meio de tudo e acho que até Mia notou essa boa diferença e claramente, gosta de ver como nós dois nos acalmamos de certa forma, e ficou mais fácil viver, sem estar sempre brigando e nos magoando.

Definitivamente, era algo que estávamos mesmo precisando e de verdade, sinto que mesmo devagar, estamos nos unindo e uma parte de mim, está começando a deixar de ter medo, a deixar de ter medo disso acontecer, principalmente como ter um convívio melhor, mais calmo, como o jantar dessa noite.

Estamos nós três reunidos na mesa da cozinha, enquanto esperamos que Tate termine o jantar que ele deu de fazer para nós. Não vejo o cozinhando tão animado a bastante tempo, é quase engraçado. Tate montou o último prato com alguma dificuldade, pois estava tentando equilibrar todos os pratos, desligando o fogão e vindo nos servir.

Mia estava sentada na cadeira e eu estava ao dela, sentado na outra. Ela estava se divertindo em ver o pai cozinhar de forma tão atrapalhada por causa da estranha pressa que estava tendo e eu só observava tudo, achando alguma graça, mas sem dizer nada, não achava necessário.

-Espero que a comida esteja boa. — Tate serviu a Mia e a mim, e depois a si mesmo, se sentando na nossa frente com um sorriso simples no rosto.

-Melhor não estar ruim. — Digo, olhando para o prato. Nele tinha espaguete caseiro, carne marinada no forno com um molho que desconheço e outras coisas que não sei o nome.

-Nossa, falou o cozinheiro do ano. — Riu baixo, quase debochado.

-Eu cozinho melhor do que você. — Rebato, me deixando ser um pouco infantil.

-Os dois cozinham bem. — Mia rebateu antes que uma ´´discussão´´ nascesse entre nós, mas eu também percebi certo risinho vindo da parte dela. Claro que ela está feliz, afinal o clima estava tão ruim antes e agora está melhorando de forma visível até mesmo para ela.

-Obrigado, Mia. — Agradeço simples.

-Os papais pararam de brigar? — Ela pergunta, olhando para nós dois.

Olho para Tate e depois olho para ela.

-Seu pai e eu somos amigos agora. — Respondo da melhor forma que acho possível.

-Como eu e a Rita? — Exemplificou contente.

-Sim, amor. — Confirmo e a mesma sorriu.

-Que bom.

-Pois é. — Digo simples, olhando para o prato que estava na minha frente.

-E aliás, eu estava pensando... Nós poderíamos dar um passeio amanhã, que tal? — Propôs, se voltando para mim.

-Eu não sei, tenho que trabalhar. — Corto logo os planos dele, sem dizer muita coisa porque não estava entendendo direito o porquê essa vontade tão repentina.

-Em que dia você vai estar livre? — Tate perguntou.

-Talvez no final de semana. — Digo simples, começando a comer e estava muito bom mesmo, só não disse nada sobre.

-Então vamos todos passear no final de semana. — Tate decidiu por mim, antes de que eu pudesse dar alguma resposta mais certeira.

-Eba! — Mia ficou muito feliz.

-Quer ir para o parque de diversões? — Ofereceu, se voltando para mim de novo. Ele não deveria fazer essa pergunta para a Mia?

-O que você está fazendo? — Perguntei, sibilando baixinho. Não entendi direito qual era o seu objetivo com tudo isso, e bem, estava desconfiado.

-Estou querendo levar você e nossa filha para dar um belo passeio, não gosta da ideia? — Sussurrou, respondendo com um sorriso simples no rosto.

-Vai ser legal, papai. — Mia incentivou, como uma forma de me fazer aceitar. Eu sei que era isso que ela queria e que Tate também queria, e acho que não vai ser tão ruim assim.

-Tudo bem. Vou ter que reagendar algumas coisas, mas tudo bem. — Acabei concordando, mesmo que meio incerto sobre a ideia.

-Oba, oba! — Bateu as palmas toda contente, quase pulando da cadeira de tanta alegria.

Entendo a felicidade dela, especialmente porque mesmo que seja vergonhoso de se dizer, nós nunca saiamos juntos para passear como família mesmo, e isso aconteceu por causa dos nossos problemas, para evitar que acabássemos discutindo na frente dela e além do mais, só iria acabar em confusão antes, mas agora é diferente.

 -Coma todo o seu jantar, por favor. — Pedi, cortando parte da sua comemoração. Não era irritação, só que ninguém gosta de comida fria, especialmente criança.

-Claro, papai. — Mia olho meio desconfiada para o prato e pegou o garfo que estava ao lado deste. Remexeu levemente e começou a comer, começando só por uma beliscada. Ela não gosta muito de provar comida nova, mas tenho certeza que vai gostar desse que ele fez.

-Está gostoso? — Tate perguntou a ela assim que a viu começar a comer. Ela estava fazendo muitas caras e bocas quando começou a comer, até que passou a se apressar e comer depressa, como se a comida fosse fugir do prato.

-Sim. — Mia respondeu toda feliz, comendo com tanta avidez que parecia estar comendo doce.

-Aonde aprendeu a fazer isso? — Indaguei por não me lembrar em nenhuma das vezes que ele cozinhou, de ter feito esse prato em específico que nem sabia que existia para ser mais exato.

-Com um amigo do trabalho. — Respondeu simplesmente. Ele voltou a comer e a comer com muito gosto, bem orgulhoso do que tinha feito.

-Ata, está bom. — Levo mais um garfo cheio a boca e como, ficando calado. Não quero dizer em voz muita coisa em voz alta que faça muito alarde, mas estava bom mesmo, só achei que não eram necessários tantos elogios sem o menor sentido de serem ditos de certa forma.

-Obrigado. — Tate sorriu todo contente com o elogio recebido por mim, que acabou tornando unanime, com os elogios vindo da Mia também.

Nós jantamos em paz e foi até divertido porque Tate estava fazendo certa graça para Mia e ela estava se divertindo de certa forma, assim como eu mesmo. Eu estava me soltando um pouco a ponto de me divertir bastante no meio do jantar e foi até legal. Eu me sentia muito mais leve e via isso também na forma como Tate estava me olhando e também na forma que eu mesmo olhava para ele.

Acho que do jeito que as coisas estão agora, vão poder melhorar para nós dois.

Especialmente porque agora, não estamos apenas fazendo isso por causa da Mia, mas por causa de nós mesmos e isso é algo que deveríamos ter feito desde do começo e acho que se conseguirmos fazer isso, talvez haja um futuro melhor. Uma forma melhor de me relacionar com o Tate e mesmo não sabendo o que isso pode trazer ou aonde vai acabar, sei que estou fazendo a coisa certa por nós, e também para mim. Algo que faz muito tempo que não fazia por ele e nem por mim e vejo que agora está na hora de começar a fazer esse algo por nós. 


Notas Finais


Até o Próximo!


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