História Sense of Life 2 - Capítulo 27


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Original, Yaoi
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Obrigada por lerem.
Boa leitura!

Capítulo 27 - Support that Counts


Ainda que fosse aos poucos, começamos a restaurar a nossa vida, recomeçamos de verdade. O começo não estava sendo nada fácil, nem para mim e nem para minha filha e nem para Tate. Acho que nenhum recomeço é realmente fácil e é algo que não devemos dispersar. Nossas vidas estão evoluindo e eu vi tudo praticamente tudo, melhorar incrivelmente com essa mudança.

Eu me sinto melhor, me sinto mais leve e menos pesado, vejo que as coisas não estão mais tão ruins como eram antes, é muito bom ser dono do meu próprio nariz, ter um casamento que não pareça o peso de um contrato e uma vida na qual, realmente posso ter liberdade, sem ter que morar numa casa que odeio e ter um emprego que odeio.

O emprego que arrumei está incrivelmente bom. E o meu conhecimento sobre economia está vindo bem a calhar. Com a experiência que tenho sobre o mercado financeiro, empresas e tudo mais, consegui um bom espaço na coluna de negócios e economia o jornal e estou me saindo muito bem. Estou contente, mesmo que não seja bem o que eu queira, é um bom começo, mas o que eu quero mesmo é ser repórter investigativo e acho que posso conseguir esse espaço, com o tempo. Não posso querer demais, quando já consegui tanto.

Tate também mudou um novo emprego, num restaurante renomado da cidade, conhecido por fazer comida caseira com cara de comida Gourmet. Ele está contente com o novo trabalho, ganha bem e, é praticamente um chefe de cozinha e além de estar trabalhando, está fazendo um curso numa escola de culinária para se tornar Chef profissional. Apoio ele totalmente, pois é o que ele quer e eu também fico contente por ele fazer o que quer.

E nossa lindinha continua fazendo as aulas de balé e já está até mesmo fazendo alguns recitais. Ela está se adaptando muito bem na nova escola e incrivelmente, ganhou novas amigas e olha que só faz seis meses que chegamos aqui. Mia se tornou uma criança diferente, mais animada e um pouco mais extrovertida, tem amigas nas aulas de Balé e na escola. Ela está contente, pois está fazendo tudo o que deseja e seus sonhos estão se desenrolando.

Nossa vida está quase perfeita, quase, afinal toda família têm suas dificuldades e também temos a nossa, como qualquer outra família, mas isso não nos fazem menos felizes do que estamos e olhando para mim mesmo e para minha vida agora, sinto orgulho de ver como tudo melhorou depois que saí daquela cidade. Até mesmo com os vizinhos nos damos bem. Tudo está correndo bem e eu acho isso incrivelmente bom, pois eu estou contente com isso.

Nossa casa também é algo que me agrada muito, é uma casa com dois quartos, sala, banheiro e uma cozinha. Tudo em tamanho normal e decorado conforme o meu gosto e o quarto da Mia está decorado conforme a vontade dela.

A sala de estar tem dois sofás de veludo com dois lugares, uma rack com aparelhos eletrônicos e uma tevê embutida na parede e alguns bibelôs que enfeitam os móveis. Uma mesa de centro com um vaso com uma flor de verdade em cima da mesma e um carpete bem simples para que Mia não fique resfriada quando está correndo pela casa descalça. A cozinha tem um móvel embutido em cor marrom e preto, onde dá para guardar as peças de cozinha, um balcão de mármore no centro e uma pia também de mármore e o fogão.

O banheiro tem um box simples e uns móveis também embutidos de parede que já vieram com a casa e o vaso sanitário, um cesto de roupa suja, e um apoio de toalha, além de um suporte para toalhas. O quarto que divido com Tate, tem um armário de casal, metade dele está com as minhas coisas e metade com as coisas dele.

Tenho uma escrivaninha com meu notebook de trabalho e coisas que uso para trabalhar, uma cama de casal e dois criados mudos para separarmos nossas coisas. Tem um carpete no chão também e uma cômoda para dividir coisas como perfumes, cremes de baba e etc. E o da Mia tem um guarda roupa, baú de brinquedos, uma cama de solteiro, e uma escrivaninha. Todo o quarto dela é decorado com personagens da Disney que ela adora tanto e a lavanderia fica na parte de baixo.

A rotina de casa é mantida por nós dois. Tate faz a comida para nós, já que ele usa de treino para o trabalho e eu cuido dos afazeres de casa, os domésticos. Ele claro, que me ajuda nisso também para que possamos manter as coisas equilibradas. Nossa vida é corrida, ele trabalha bastante e eu também, mas conseguimos nos dar muito bem vivendo assim e fica mais fácil com Mia já grandinha que não precisa depender tanto de nós como quando era pequena.

Sei que é cedo para dizer, mas a vida que levamos agora está ótima e tenho certeza que vale muito a pena viver essa vida. Cada vez mais, tenho certeza que tomei a decisão certa quando decidi mudar para essa cidade com ele, pois aqui, podemos viver a nossa vida com tranquilidade e simplicidade, podemos ser felizes de verdade e eu me sinto melhor. Muito melhor por poder viver o que eu quero, sem ter o impedimento de ninguém, pois eu simplesmente sou livre agora e estou muito bem assim.

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-Ah, estou exausto hoje. — Bufei ao me escorar na porta do quarto que se fechou com o meu peso. Fechei os olhos e senti o corpo me vencer com o cansaço completo. Passei todo o dia trabalhando e depois que voltei para casa, tirei um tempo para brincar com Mia. Não importa o quanto ocupado esteja, sempre tenho que tirar um tempo para minha filha e também um tempo para Tate.

-Estou vendo o seu cansaço pela sua cara. — Disse Tate. Ele estava sentado na cama, com as mãos sobre os joelhos e uma expressão séria de quem queria falar alguma coisa.

-Obrigado pelo elogio. — Fui irônico. Posso imaginar a minha cara de quem está morto de cansaço.

-Não foi um elogio. — Retrucou, sorrindo escárnio.

-Foi o que então? — Devolvi, só para provocar.

-Um comentário. — Disse simples.

-Ok. — Me desencostei da porta e pus a mão na maçaneta, pronto para me virar e ir para o banheiro, relaxar o corpo um pouco. — Vou tomar um banho.

-Hum... Eno, eu queria falar com você sobre uma coisa e acho que você sabe o que é.

Suspirei.

Tate e eu temos conversado bastante nos últimos meses pelas possibilidades de termos um filho, ou melhor de termos mais um filho. Ele comentou isso várias vezes e eu mesmo comecei a também ter esse desejo e até mesmo a Mia, que começou a falar que queria um irmãozinho. A ideia -com o passar do tempo- começou a me parecer boa. Mas tinha algo que estava contra e era eu mesmo, quando fui me lembrar dos enjoos, dores de chutes e a mais terrível, a dor das contrações.

Ter que passar por tudo isso de novo, não me parece algo tão bom assim. Mesmo que no fim, acabe valendo a pena, quando penso na dor e também nas responsabilidades seguintes e muito mais gastos e no trabalho de cuidar de outra criança e de tudo o que se envolve esse longo processo.

-Sobre termos mais um filho. — Digo completando para ele.

-Isso. — Confirmou. Claro que eu já sabia disso.

-Acha mesmo que isso é uma boa ideia? — Pergunto sério.

-Você não acha? — Retrucou com outra pergunta.

-Acho, até quero para ser sincero, mas fico preocupado.

-Preocupado com o quê?

-Das coisas darem errado, sabe. — Encolho os ombros. Sei lá, até quero quando penso nisso, mas ao mesmo tempo a ideia me assusta de certa forma.

-Não vai dar errado e acho que um filho planejado pode dar ainda mais certo entre nós e agora, temos mais experiência, a nossa vida e tudo mais. Vai ser uma coisa boa.

-Você realmente quer isso? — Indaguei sério. A ideia não me parece ruim, mas pensar é muito diferente do que viver e eu sei como é criar uma criança e Tate não sabe, não totalmente, pois passou a maior do tempo longe e a fase mais importante dela, ele não viveu infelizmente. Talvez por isso, queira mais um filho, como uma chance de viver tudo o que não viveu com a Mia.

-Claro que quero, mas óbvio que você tem que querer também. — Disse sério, me encarando.

Comecei a pensar em como seria ter mais uma criança na minha vida, uma pessoazinha a mais para cuidar. Acho que vai dar um trabalho do caramba ter mais um filho, mas não quer dizer também que não vá valer a pena. Claro que acho que, não posso ficar criando muitas esperanças. Não tenho certeza se realmente engravidaria de novo depois de tanto tempo, passaram muitos anos, mas acho que a ideia boa para se pensar e também para se viver, ao menos tentar.

-Não sei direito sobre, não sei se engravidaria de novo nessa idade.

-Não custaria tentar, se você quiser é claro. — Falou como um incentivo.

Olhei para ele com seriedade.

Parei para pensar sobre esse desejo e sobre isso que temos conversando a alguns meses já, quase um ano, pois esse assunto está entre nós desde que Tate me propôs mudarmos e deixarmos tudo para trás. Pensei na nossa vida e como tudo está agora, existe estabilidade emocional entre nós como casados, com a nossa filha e com a nossa situação financeira e trabalho. Tudo está perfeitamente bem e até que parece um bom momento ter mais um filho e ainda que possa ser uma decisão um pouco precipitada, pode até ser uma coisa boa para nós dois, aumentar a nossa família.

Resolvi andar até ele depressa, chegando perto dele, apoie as mãos na cama e fixei o olhar no seu, quase roçando nossos lábios. Tate devolvia o olhar com extrema intensidade e sua boca chegou até mesmo a entreabrir, esperando que eu o beijasse.

-Você fala em fazer sexo sem proteção? — Disse levemente malicioso. Nem sei dizer se era a ideia de fazer sexo, ou se a ideia de fazer sexo para tentar engravidar, mas uma parte de mim, se excitou por completo.

-É, se você estiver afim. — Sua voz saiu rouca e baixa, coberta de excitação.

Mordi os lábios, uma onda de prazer me encheu.

-Vou tomar banho e volto para te dar a resposta. — Respondi meio excitado, demostrando isso em grande questão. Me afastei dele e fui tomar um belo banho para ver se relaxava um pouco e se conseguia me decidir.

Deixei o quarto sem pegar nenhuma roupa limpa para vestir posteriormente, acho que porque no fundo, a possibilidade de brincarmos hoje, já está me aquecendo e bem, acho que vale a pena tentar algo do tipo. Como Mia já tinha ido dormir porque ela tinha uma excursão para ir pela manhã, poderia tomar banho sem o menor problema.

Entrei no banheiro, fechei a porta e me despi depressa.

Senti um arrepio de frio por conta da noite que está um pouco fria hoje, mas nem precisei me preocupar com isso. Liguei a torneira do chuveiro e esperei alguns segundos para a água ficar quente, entrei debaixo do mesmo de cabeça e fechei os olhos, sentindo a água cair totalmente pelo meu corpo.

Enquanto tomava banho e me limpava por completo, fiquei pensando sobre o que Tate estava me propondo sobre o que eu queria, sobre que decisão tomar e antes que percebesse estava com duas certezas; tinha ficado excitado durante o banho e que queria tentar acrescentar mais uma pessoa a essa pequena família.

Saí depois de ter terminado o banho, peguei uma toalha e sequei o meu corpo e os cabelos. Enrolei uma toalha envolta da cintura, só para cobrir a parte de baixo do meu corpo, e saí do banheiro, sentindo a minha ereção ficar mais perceptiva. Voltei logo para o quarto, Tate estava ainda sentado na cama, sem o casaco e sem os sapatos.

-Decidiu? — Perguntou ao me ver chegar no quarto e fechar a porta.

-Com certeza. — Vou logo na direção dele e início um beijo ardente.

Nossas línguas se juntaram imediatamente, movia meus lábios envolta dos dele. Tate agarrou os meus ombros e me puxou contra a cama, me fazendo deitar na cama, quebrando o beijo. Sem demora, ele subiu em cima de mim e tirou a camiseta que estava usando e também abriu as calças. Mordi os lábios desejosamente ao olhar o seu corpo malhado e meio esguio. Ele voltou a me beijar e deslizou a mão direita por meu ombro, me empurrando de leve contra a cama, me fazendo afundar um pouco mais no colchão.

O beijo foi partido com a falta de ar, mas ele não parou, passou a beijar o meu pescoço com toda a força que podia, deixando chupões por todo o meu pescoço, deixando marcas por onde passava, chegando até mesmo a beijar o meu peito, deixando leves mordidas sobre o tórax e leves marcas na minha pele, se abaixando por meu corpo até meus mamilos. Ele mexeu neles com os dentes até que estes ficassem duros e eriçados.

Gemi deleitoso com o prazer de sentir o meu corpo sendo tocado com os beijos e mordidas dele. Apertei o lençol com força, me deleitando sobre o prazer que estava sentindo. De propósito, Tate começou a se rebolar um pouco sobre a minha ereção coberta pela toalha e comecei a gemer mais alto.

-Você já está duro. — Comentou malicioso.

-Ah... Estou... — Gemi arrastado, fechando os olhos para aproveitar mais o prazer. Ele se ergueu um pouco e tirou a toalha da minha cintura, se abaixando para roçar os lábios por minha glande. Estremeci com o prazer que sentia com a boca dele me tocando naquela área tão sensível.

Lambeu o pré-gozo e me fez estremecer novamente de prazer, cheguei até mesmo a babar um pouco com tudo o que estava sentindo. Cheguei até mesmo a erguer um pouco o corpo da cama com tudo o que estava sentindo, louco e necessitado para que ele continue, que ele se aprofunde nesse prazer que estou sentindo em cada toque dele.

-Aahh Tate, vai logo com isso. — Pedi manhoso.

Tate então esticou a mão e pegou na gaveta do crido mudo só o lubrificante, abriu e encheu os dedos. Coloquei dois dedos para dentro e gemi. Abri os olhos para o ver. Sua face estava coberta de malícia e luxúria. Seus dedos se moveram dentro de mim, abrindo os dedos dentro de mim, os afundando até que chegasse perto do meu ponto de prazer. Adicionou mais um dedo e me fez deleitar com o prazer, me fazendo ter necessidade ainda maior sobre tudo o que estava sentindo.

Sua preparação não durou muito, logo tirou os seus dedos e abaixou totalmente as calças, até o meio das suas coxas, junto com a cueca e preparou o pênis para me penetrar, se encaixando entre mim. Mordi o lábio inferior, estava me enchendo de expectativa de estar fazendo sexo com ele, sem camisinha. Era um pouco estranho para mim, pois a única vez que isso aconteceu, eu estava bêbado e na outra, necessitado demais para pensar.

Tate me penetrou devagar, senti uma leve ardência com a pouca lubrificação do gel, mas foi o bastante para que me penetrasse sem problemas e logo começasse a me estocar, indo devagar de primeira mão para não me machucar, aumentando de pouco a pouco. Lentamente foi se afundando um pouco mais dentro de mim, até que tocasse a minha próstata. Quase gritei ao sentir a sua glande me tocar lá dentro, indo profundamente, me dando um prazer intenso.

Abri um pouco mais as pernas e puxei o seu corpo para mais fundo de mim, apertando o seu membro que investia dentro de mim. Segurei os seus braços e fechei as pernas nas suas costas, para que se afundasse dentro de mim ainda mais. Fui sentindo o seu pré-gozo escorrer dentro de mim, assim como escorria de mim, como a prova e sinal de prazer que sentia. Todo o meu corpo se estremeceu, se contraindo com o arrepiamento de cada célula de mim.

-Nossa.... Eno, você está... Uhh... — Tate aumentou os movimentos dentro de mim, me fazendo ter ainda mais deleite ao sentir ele todo dentro de mim, tanto que chegava até mesmo a sentir o calor dele, as veias dele se contraindo dentro de mim. Enfim, eu sentia tudo e por mais que fosse um pouco incômodo era bom.

-Vai mais... Aah... Rápido. — Pedi entre um gemido e outro.

Ele me atendou e foi ainda mais rápido, chegando a fazer a cama balançar diante de cada movimento que fazíamos juntos. Joguei a cabeça para trás. O suor até mesmo escorria de mim para os lençóis como se fosse água.

Fechei os olhos quando comecei a sentir que iria gozar, o meu membro começou a pulsar, assim como sentia a glande inchada dele me estocar, me tocar a fundo até que se contraísse totalmente e me fizesse gozar, assim como ele gozou dentro de mim. O líquido quente me preencheu, foi um pouco estranho e levemente incômodo, mas o meu orgasmo expandido me deixou esquecer disso.

Tate quase caiu sobre mim e me fez sentir o seu corpo suado dele se grudar o meu, assim como o sêmen. Estava ofegante, ele também estava. Nos abraçamos mesmo assim, e nos beijamos calidamente. Quando nos acalmamos, retirou o seu pênis e se deitou ao meu lado, ainda me abraçando. Olhei para o teto e retomei a respiração aos poucos, comecei a sentir o gozo dele escorrer de mim entre minhas pernas.

-Acho que vou precisar tomar outro banho. — Comentei bufando.

-Eu também. — Disse ele e me beijou.

Não sei o que vai acontecer agora, mas sei que as coisas não vão ser tão ruins assim, mesmo que tenhamos mais um filho, podem até serem boas. Seja como for, sinto-me incrivelmente bem por saber que posso contar com o amor e o apoio dele.       


Notas Finais


Até o Próximo!


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