História Sense of Life 2 - Capítulo 28


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Original, Yaoi
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Palavras 3.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Esse é o penúltimo capítulo dessa temporada, obrigada por lerem.
Boa leitura!

Capítulo 28 - Interior Growth


O que antes era para ser só uma ideia que estávamos simplesmente tentando, algo que no fundo, não acreditava muito que iria dar certo, acabou se tornando com o tempo, algo muito desejado por nós dois e que começamos a tentar com frequência. Dessa vez, não foi tão fácil como quando engravidei da Mia, mas depois de dois meses tentando, fiz outro exame só para ter certeza, mas no fundo, eu já sabia. Reconheci de imediato o inchaço, os enjoos, cansaço e mudança de humor, enfim, tudo o que passei com a gravidez da Mia.

Não contei a Tate sobre isso ainda.

Estava esperando o exame chegar para contar a novidade. Mas tenho certeza que o meu desejo, que nosso desejo tinha sido realizado, e tive mais certeza ainda, quando abri o envelope do exame que o médico meu deu. Ele não parecia concordar muito com a ideia, só que isso nem me importa, pois o que importa é que estou esperando um bebê novamente e tirei as minhas dúvidas sobre a gravidez e tudo mais, no fim ocorreu tudo bem e eu voltei para casa, com o exame guardado na bolsa.

Enquanto voltava para casa, fiquei imaginando como seria contar para ele que vamos ter mais um filho, já que não foi muito fácil. Por esses dois meses, tivemos que fazer muito sexo sem camisinha que tinha mais intenção de engravidar do que ter prazer e isso acabou deixando o sexo não ruim, e não bom também.

Literalmente, me senti como uma mulher nesse tempo que passou e que passei tentando ter essa gravidez e agora que tenho essa gravidez, esse saber que tenho esse filho/filha dentro de mim, mesmo que ainda seja só um embrião, me sinto muito bem em saber disso, em saber que o bebê vai se desenvolver dentro de mim e daqui exatos oito meses vou ter o bebê nos braços, ter um novo bebê em casa.

Claro que isso vai ser uma loucura quando o bebê nascer, uma confusão muito grande e vai dar muito trabalho, pois teremos duas crianças e pode ser que Mia fique com ciúme depois que nascer, mas não importa, sei que com a experiência que já tenho como pai e tendo Tate ao meu lado, vou ficar bem. Vamos todos ficar bem.

Dirigi de volta para casa, cheio de felicidade. Estacionei o carro na garagem de casa e desci, com a bolsa e os exames que comprovam a minha gravidez. Entrei em casa e fui direto para o nosso quarto. Estava louco para contar para ele, mas ao entrar lá, vi ele não estava ali.

Saí do nosso quarto e fui olhar na cozinha, também não estava lá, fui então para a sala de estar, finalmente o achei. Tate estava sentado no chão ao lado de Mia, os dois brincavam com um quebra-cabeça da Frozen, da Disney. Antes de me aproximar deles, fiquei os observando por alguns segundos, pensando em como ter a nossa filha aqui, e como viver essa vida, vale a pena mais do que tudo, pois me traz uma grande felicidade.

Enfim, me fiz ser visto e me aproximei deles.

Andei primeiramente a Mia e dei um beijinho na sua testa. Penso como ela vai reagir quando souber da novidade. Será que vai aceitar bem? Acho que sim, afinal, ela estava louquinha para ter um irmãozinho e não é de agora que havia comentado isso algumas vezes com Tate, só comigo que ela não comenta muito sobre, nem sei porquê. Talvez seja um segredinho de pai e filha que eles têm.

-Como está, lindinha? — Perguntei a ela, fazendo um leve carinho na sua cabeça.

-Bem, papai. — Respondeu ela, me dando uma breve atenção, mas nem tanto, pois parecia muito empenhada em montar o quebra-cabeça de cem peças que nem parecia tão difícil assim, olhando de cima, mas olhando as pecinhas tão diferentes de cores uma da outra, tive uma base da certa dificuldade.

-Está tudo bem, Eno? — Tate questionou-me, provavelmente, estranhando um pouco as minhas ações, de ficar ali em pé, sem me juntar a brincadeira e sem ir embora também, só olhando para eles dois montando o quebra-cabeça que estava já montado pela metade, dava para ver que o desenho era da tal de Elza, que era a personagem favorita dela.

-Claro, tudo ótimo. — Respondi tranquilo. Me afastei da Mia e passei perto dele. — Tate, podemos conversar? — Chamei ligeiramente discreto.

Ele parou de brincar com Mia e disse a ela que já voltava, levantou do chão e veio logo na minha direção. Peguei a mão dele e o levei comigo até o nosso quarto. Minha ansiedade por contar a novidade, estava quase me matando de tanta alegria. Levei ele comigo para o quarto, louco para contar a novidade.

Entramos no quarto, e eu fechei a porta, soltei a mão dele.

-Aconteceu alguma coisa? — Perguntou curioso, me observando atentamente.

O ignorei e passei por ele. Peguei sobre a cômoda o envelope, segurei aquele papel cheio de expectativa. Sei o quanto ele queria isso e sei o quanto esperava que acontecesse e eu agradeço muito, pois além de receber a notícia com muita alegria, fico um pouco aliviado por não ter que fazer mais sexo sem camisinha. Nada contra isso, mas acho muito incômodo particularmente.

Me virei para ele e me aproximei, entreguei o envelope para Tate, que o pegou meio desconfiado. Pareceu perceber que eu estava diferente do habitual, mas para a minha alegria que queria manter a surpresa, não percebeu o porquê.

-É só abrir e ver, que você vai entender o que está acontecendo. — Digo simples, me contendo o máximo que posso. Sinto-me ansioso em contar a ele sobre a novidade, sobre o nosso filho, ou filha. É muito cedo para dizer o sexo e eu pretendo deixar assim futuramente, pelo menos até o quinto mês de gestação que tenho certeza que será tudo ótimo, pois para a minha sorte, minha saúde está ótima, em todos os sentidos da palavra.

Tate me encarou por dois segundos e abriu o envelope, dando total atenção para o mesmo. Abriu os exames de ultrassom e olhou para a ultrassom impressa num papel simples de sulfite. Seus olhos cresceram de tamanho e um sorriso se alargou de felicidade ao ver o embrião que está dentro de mim, que significa que vou ter outro bebê.

É muita alegria saber disso, mas com certeza, será esse nosso segundo filho/filha e o último, não vou engravidar de novo de maneira alguma, nem que ele implore e nem que eu queira. Futuramente, se nós quisermos mais filhos, só por adoção, pois o sofrimento, mesmo que vala a pena, tem lá seu limite também, ainda mais com tantas responsabilidades.

-Isso quer dizer que você está esperando outro filho nosso? — Sua felicidade estava o absorvendo de modo que até mesmo o fazia ficar meio tonto, atordoado.

-Sim, burrinho. — Confirmei sorrindo.

Deixou os papéis caírem no chão e veio até mim, quase que correndo. Me tomou em seus braços e deu vários beijos no meu pescoço. Sua felicidade era contagiante e só fez aumentar a minha. Nunca pensei que essa alegria de ter mais um filho, pudesse me tomar desse jeito, acho que porque quando tive a Mia, o sentimento foi outro.

Não me arrependo de nada que tenha a ver com a minha lindinha, mas fico pensando agora que teria sido muito melhor, se pudesse ter tido essa mesma sensação de felicidade, de sucesso, quando se planeja um filho e o vê entrar na minha vida devagar, como ainda só um embrião.

-Quantas semanas? — Indagou ao separar o abraço para poder olhar nos meus olhos e para o meu corpo.

-Quatro. — Respondi, sem me conter com sorrisos e risos.

-Oh...  — Foram poucas vezes em que o vi tão radiante. Levou a sua mão até minha barriga e tocou devagar, como se já pudesse sentir o bebê dentro de mim. Senti um pouco de incômodo com a mão dele se esfregando ali, na minha barriga ainda reta, por causa do atrito da roupa, mas acabei não falando nada para não estragar o momento de felicidade dele, pois eu também estava muito feliz com a nova notícia. — Te amo tanto, gatinho.

-Só porque vamos ter outro filho? — Inquiri.

-Não, porque você é o homem da minha vida. — Disse docemente.

Não aguentei essa declaração tão romântica, e eu mesmo pulei de volta nos seus braços e colei nossos lábios, iniciando um beijo de língua entre nós. Fechei os olhos ao sentir os seus braços me rodearem. Ele fez o mesmo comigo.

Acho que esse era o último estágio da nossa vida, para que tudo fique perfeito, para que tudo continue indo tão bem e apesar de todo o sofrimento, de todos os anos de dor, o perdão e a felicidade de agora, me fez esquecer quase que completamente desse tempo, desses dias de dor que finalmente ficaram para trás.

Sinto muito gratidão por isso.

Quando separamos o beijo, nos abraçamos de novo. Meu coração estava bombeando toda a minha alegria com muita força e cheios de desejo de felicidade e de harmonia para a uma nova e ainda mais completa vida. Sinto que estamos recomeçando de forma mais profunda agora e isso só me faz ter ainda mais desejo de continuar. Tate quebrou o abraço e pegou a minha mão, me levou para sentar na cama. Ele fez o mesmo, ficando de frente para mim, com os olhos grudados nos meus.

-Acha que Mia vai gostar da ideia? — Ele perguntou a mim. Como era com Tate que ela comentava algumas vezes sobre a essa ideia de ter um irmão ou irmã, estranhei que fizesse essa pergunta a mim. 

-Deve adorar. Era o que ela queria também, não era? — Observei, sem aprofundar muito nessa parte do assunto, pois pretendo contar a ela logo e vou ver a reação da minha pequena eu mesmo.

-Sim.

-Só nunca entendi porque ela comenta disso com você, mas nunca falou disso comigo.

-Porque ela tinha medo que você dissesse não. — Disse ele.

-Ter mais um filho não é como um presente. — Digo sério. Crianças sempre tem essa mania de achar que coisas sérias como ter mais um filho, são tão simples como o fato de ganhar um presente.

-Eu sei, mas agora que vamos ter mais essa, sinto que fosse. — Sorriu ainda mais radiante.

-A sensação é diferente, não é? — Comentei. Sinto essa diferente de forma tão significativa que poderia quase dizer que é física.

-Diferente em quê? — Indagou-me como se não sentisse o mesmo, mas sei que sente. Vejo isso nos seus olhos.

-De saber que dessa vez foi planejado. — Falei. Acho que planejar um filho, e saber que vai ter, é diferente e não vou mentir que mais agradável saber que se tem um filho, que se esperava por esse filho do que simplesmente engravidar, sem nem ter ideia do que fazer e nem de como seguir com o futuro, mas digo com muito orgulho e certeza que ambos são as maiores benções e alegrias da minha vida e sempre serão, tanto ela como o bebê que está por vir.

-Acho que só diminui o atordoamento.

-Diminui muito mesmo. — Enfatizei simples.

Diferente ou não, por saber que esse filho foi planejado, a alegria e a emoção, assim como a ansiedade de saber que vou ter em alguns meses um lindo bebê nos meus braços, não muda. É a mesma que senti com a Mia.

A única diferença é que existe alguma muito mais segurança e não tem mais as incertezas que havia antes e isso torna as coisas mais fáceis e não só porque temos um casamento sólido agora, mas porque tenho certeza que dessa vez, vou o ter do meu lado e também que o fato tão simples que tanto eu, como ele, mais eu do que ele, temos experiência com crianças e como cuidar de filho, então acho que isso vai tornar as coisas levemente mais fácil dessa vez.

-Vamos contar para ela agora? — Pergunto louco para ir para a sala e contar para ela a novidade. Fico pensando se ela vai ficar tão animada quanto eu mesmo.

-Agora? — Ficou extremante surpreso com o que eu disse.

-Sim, ela tem que saber. — Digo, argumentando.

-Tudo bem então. — Bati as mãos nas pernas e levantei, animado em contar para ela a novidade.

-Está com medo? — Estreitei os olhos, o olhando desconfiado.

-Claro que não. — Negou prontamente.

-Sei...  — O olhei desconfiado, tinha certeza que ele estava meio incerto sobre contar para Mia a novidade que ela vai ter um irmão, ou irmã. Nossa, acabei de ter certeza da gravidez e já fico pensando em qual será o sexo do bebê.

Peguei a mão dele e o puxei comigo da mesma forma que tinha puxado para dentro desse quarto. Ele me seguiu em silêncio até a sala onde iríamos contar a novidade para nossa amada filha. Ela estava no mesmo lugar, sentada no chão com o quebra-cabeças quase totalmente montado. Acho que ela consegue ser melhor nisso do que Tate. Ainda estávamos de mãos dadas quando ela levantou a cabeça para nos olhar, agora curiosa.

-Mia, querida, nós precisamos conversar algo com você. — Anuncio sério e ela nos olhou ainda mais curiosa. Soltei a mão de Tate e estiquei para ela. — Vem aqui com o papai, vem. — Chamei e ela fez um leve bico, olhando para o quebra-cabeça, mas acabou por me obedecer e levantou, pegou a minha mão.

Trouxe ela comigo para sentar no sofá e Tate também sentou do lado dela. Suspirei, estava na hora de dizer a ela a mais nova notícia. Espero de verdade que ela fique tão contente quanto eu mesmo e o pai dela.

-Bem, em primeiro lugar saiba que o amor que seu pai e eu temos por você é especial e ele nunca será diminuído, não importa o que aconteça e você sempre será a nossa filha amada, sempre, entende? — Comecei, amaciando o terreno. Digamos assim.

-Sim, papai. — Assentiu, me dando espaço para continuar.

-Pois então, o pai e eu queríamos te dizer que nós estávamos querendo muito ter mais um filho e hoje eu descobri que estou esperando um bebê. Tem um bebê dentro de mim agora assim como você também esteve um dia. — Expliquei de modo mais simples que pude.

-Onde? — Inquiriu.

-Dentro da minha barriga. — Respondo. — Como eu já disse antes, apesar de ser um homem, eu posso ter bebês porque sou especial e você vai ganhar um novo irmão ou irmã dentro de alguns meses.

-Vou ter um irmãozinho? — Perguntou, acho que só para confirmar.

-Sim, só não sabemos o sexo ainda, querida. — Tate falou por mim.

Ela olhou para Tate e depois para mim, abaixou os olhos para a minha barriga e voltou a olhar para mim.

-Mas não tem nada aí. — Disse sem rodeios. Quase senti vontade de rir com isso.

-É porque o seu irmãozinho/irmãzinha ainda vai crescer até que possa nascer. — Explico simples. Mia voltou a olhar para a minha barriga, levou a mãozinha até a minha barriga e tocou-a, pousando a mão ali devagar. — Quer ver a ultrassom? É como uma foto. — Acrescento logo, antes que ela me pergunte o que é.

Mia tirou a mão da minha barriga e assentiu.

-Vou pegar. — Tate falou antes de que eu chegasse a pedir. Me lembrei nesse segundo que ele acabou deixando os exames caírem no chão e nenhum de nós pegamos. Ele saiu depressa e voltou mais depressa ainda com os papéis nas mãos. Sentou no sofá e mostrou o mesmo para Mia.

-O que é isso? — Indagou, estranhando o pequeno embrião no ultrassom.

-É o bebê. — Digo simples.

-Ele é feio. — Comenta sem pudor. Ri com o comentário bem honesto dela, honesto demais, eu diria.

-É agora, mas ele vai crescer e um dia, vai ficar tão grande como você. — Digo para ela.

Quando isso acontecer, ela já vai ser adulta, mas vai ser a maior alegria da minha vida e de toda essa família, tenho certeza que vai ser, assim como será de Tate e minha também. Acho que esse é último estágio, depois de tanto sofrimento, para seguirmos nossas vidas completamente, com dignidade plena e felicidade completa pôr o nosso amor gerar esse fruto de vida e nos transformar numa verdadeira família, pais de uma linda menina e de um bebê que ainda vai vir ao mundo.

Mia ficou olhando para a foto e torceu o nariz, se afastando por não querer mais olhar para o mesmo, se aproximou de mim e encostou a cabecinha na minha barriga. Parecia querer ouvir alguma coisa. Olhei para Tate que também observava atentamente as reações dela.

Acaricie a cabeça dela com a mão direita.

-Ainda não dá para sentir nada, mas em alguns meses, você vai poder sentir ele/ela. — Digo a olhando carinhosamente. — Está feliz com isso? — Quis eu saber. Claro que a esse ponto, não dá mais para voltar atrás, mas saber que Mia também fica contente com a chegada de um bebê, me alegra e sei que alegra Tate, pois é sinal de união na nossa família e da nossa felicidade, um sinal de poder seguir em frente. Ela assentiu.

Tate tocou o ombro dela.

-Nós te amamos muito, viu filha?! — Falou para, como uma certificação para que ela não esqueça como é importante para nós. Ela só assentiu e tirou a cabeça da minha barriga e me abraçou, se esticou e deu um beijinho a minha bochecha e depois na de Tate.

Ele se aproximou de nós dois e apertou um pouco mais o abraço.

-Amo vocês, papais. — Disse ela. — E já amo o irmãozinho feinho.

Aquilo era a coisa mais doce de se ouvir dela, de ouvir da nossa filha e isso foi para mim o selar de saber que tudo vai ficar bem agora. Mia aceitou bem essa gravidez, Tate ficou feliz e eu também. Será muito bem-vinda a vinda de mais uma criança nessa família, pois eu sinto que estamos no momento perfeito de fazer com que nossa família cresça e se torne ainda mais unida, transformando o nosso amor em crescimento pessoal e amoroso. 


Notas Finais


LEIA, POR FAVOR-:> Vai ter uma 3 temporada e eu vou a postar junto com o final desta aqui.
Até o Próximo!


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