História Sensitive - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Kiznaivers, Namjin, Taeyoonseok
Visualizações 8
Palavras 1.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaa, meninas/meninos turubom?

Bem, gente essa é minha primeira fic... Então me dê uma chance.

Ela é inspirada num anime, que pra quem não sabe é uma animação japonesa, o nome dele, pra quem quiser assistir, é Kiznaivers, não tem muita coisa de lá não, só os fatos que vocês vão descobrir mais pra frente.

Críticas construtivas e elogios aceitos com amor.

Desculpem os erros ortográficos.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


 

Jungkook estava novamente tendo uma crise. 

Enfermeiros seguravam seus braços com força na maca, impedindo o mesmo, tanto de se machucar, como de machucar alguém, enquanto o moreno se contorcia e grunhia em dor. 

Era como se seu corpo fosse internamente preenchido com fogo, ele era lenta e torturosamente despejado em suas veias, percorrendo seu corpo com rapidez, fazendo o pobre garoto convulsionar violentamente sobre a maca. 

Seus olhos quase saiam das órbitas e tudo que o moreno conseguia pensar era naquela dor sufocante lhe consumindo aos poucos. 

Os médicos entraram rapidamente, os semblantes sendo apenas um. Puro desespero.

— Ele está com 42º de febre, pulso fraco, quase inexistente, ele teve falta de ar e suas pupilas estavam completamente dilatadas. Tudo isso além das convulsões. Já o medicamos devidamente, ele deve acordar em breve. 

— Obrigado, Yuijo. 

Após todos os enfermeiros e algum médico que havia ajudado saírem, os dois médicos se entreolharam. 

— Precisamos descobrir o que ele tem, o garoto está sofrendo, foi pura sorte ele não ter parada cardíaca igual as outras vezes. — o médico disse, sentando na poltrona perto do rapaz. 

— Sim, mas hyung... Isso com certeza não é normal. A doença dele é constante, ele diz que sente coisas que não são suas sensações, sua realidade. Isso nos leva a crer que seja uma doença neurológica... 

— Mas já fizemos exames e não há nada, Mihai. Exatamente, nada. — ele suspirou cansado. — Vou terminar a visita no senhor Hoaijin. — disse e olhou a garota assentir.

A bela garota morena aproximou-se de Jungkook. Afastou os cabelos negros grudados do rosto do garoto e fez um leve carinho em sua bochecha. 

— Parece que você vai continuar sendo um mistério, Jeon. — sussurou baixinho, afagando os cabelos com delicadeza e lhe lançando um olhar afetuoso. 

Eu discordo. — disse, a médica deu um pulo, se assustando. Virou-se na direção da voz. 

— Quem são vocês? — perguntou, olhando os dois garotos em frente a si, da cabeça aos pés. 

— Nós? Somos aqueles que tem as respostas para Jungkook. — disse abrindo um sorriso de lado. 


[...] 

"Aconteceu de novo."

Foi a primeira coisa que percebi.

Sentia meu corpo todo formigar, minhas roupas colavam-se a minha pele por conta do suor. Minha garganta ardia e parecia estar fechada, em um grande nó, meus olhos estavam doloridos e minha cabeça iria com certeza explodir

A segunda coisa que eu percebi, foi que diferente das outras vezes, eu não estava em uma sala de paredes brancas dentro de um hospital. Era um quarto. 

Estava deitado em uma cama de casal, de lençóis completamente brancos, a parede atrás da cama era de tijolos cinzas e as outras paredes eram todas de um cinza claro, quase branco. 

Do lado esquerdo da cama, uma janela mal coberta por uma cortina escura, dava a visão de árvores embaçadas pelas gotas de chuva. 

Do lado direito, havia um guarda-roupa branco, com um espelho de corpo na porta central e do lado dele uma porta de madeira escura. 

De frente para a cama, um armário escuro com alguns livros e canetas, em cima do armário uma televisão média. Do lado da cama um criado mudo com um abajur. 

"Aonde diabos, eu estou?"

Levantei da enorme cama, e escorregando até o chão, sentindo um tapete peludo e macio em meus pés. Sem fazer barulho e descalço, abri a porta, dando de cara com um enorme corredor, as paredes de uma cor azul escura e sem contar a "minha", mais sete portas. 

Vi uma escada de madeira, e desci rapidamente por esta, parando em uma grande sala. Do meu lado esquerdo, uma parede branca, onde uma televisão consideravelmente grande estava fixada, quadros decoravam o restante das parede. Embaixo da televisão, um pequeno armário com mais livros, um tapete marrom escuro contrastava com o chão de madeira clara. 

Do lado direito, encostado em uma parede também branca, com um espaço de visualização para o que eu julguei ser a cozinha, estava um sofá branco, ele era enorme e tinha várias almofadas marrons. Nele havia uma coberta branca de pelos meio bagunçada, e em frente ao sofá, numa mesa de centro de madeira, além de algumas decorações, havia um copo cheio de um líquido escuro, aparentemente chocolate quente, num pequeno puff branco, um sobretudo creme de crochê estava jogado de qualquer forma. 

Havia alguém ali. 

De frente para mim, uma enorme parede de vidro, dava a visão de uma floresta, as árvores grandes e de galhos grossos e cheios de folhas, completamente embaçadas pela chuva. Uma porta, também de vidro, fazia-se presente ali e não pensei duas vezes em correr até ela. 

Tentei abri-la, mas estava trancada, frustado apenas joguei meu corpo contra o vidro com força, sem causar nenhum efeito na porta. Uma forte dor se espalhou pelo meu ombro, fazendo-me levar a mão até o mesmo. 

Já ia repetir o ato, quando uma voz me para. 

— Para onde exatamente o senhor pensa que vai numa chuva dessas? — me virei na direção da voz, dando de cara com um garoto. 

Ok. 

Preciso admitir. 

Que puta garoto lindo

E por mais que eu estivesse confuso, com medo e sem fazer ideia do que estava acontecendo, minha mente teve o descaramento de lhe analisar dos pés a cabeça. 

Ele usava uma bota preta com cadarços, uma calça jeans da mesma cor, ela era apertada e delineava muito bem suas coxas roliças e grossas, uma blusa de mangas branca caía lhe perfeitamente pelo tronco, se esticando até a metade das suas coxas – vale reforçar – grossas. 

Ele usava uma corrente de prata, com um anel na ponta. Uma touca cinza de fazia presente em seus cabelos loiros repartidos ao meio e bagunçados. O rosto angelical, os lábios rosados e fartos, o nariz médio e os olhos. 

Céus, os olhos.

As duas orbes azuis me olhavam divertidas. Azuis como águas cristalinas. Ele esboçou um sorriso amigável e não consegui mais ver seus olhos. 

Que sorriso lindo. 

Em um click, minha mente parou de comer com os olhos o garoto a minha frente. Eu ainda estava preso em uma casa, no meio de uma floresta com um desconhecido. 

— Onde eu estou? – perguntei, ainda lhe encarando. 

— Na sua casa. — disse me deixando mais confuso, provavelmente meu rosto denunciou minha confusão já que ele riu e se aproximou. 

Ou pelo menos tentou.

— Não se aproxime! — peguei um vaso de vidro que decorava o armário e ameacei jogar-lo nele. Seu sorriso morreu. 

— Tudo bem. Não vou sair daqui, eu só preciso que você se acalme e me escute. — disse levantando seus braços. 

— Quem é você?

— Eu sou um Sensitive e você também. — disse voltando a sorrir. 

Hã? 


Notas Finais


Eeeeeeetaaa, foi isso.

Bem, gente o capítulo foi pequeno porque ainda é só o prólogo.

NÃO FIQUEM CONSTRANGIDOS.

MANDE AS TEORIAS QUE EU ADOROOOOO.

Quem acha alguma coisa sobre esse tal de "Sensitive" pode falar a vontade.

Espero que vocês tenham gostado e é isso, beijos.


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