História Sensível - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana
Exibições 43
Palavras 1.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Senhoras e Senhores tenho o desprazer de informar a vocês que o capítulo foi apagado pela minha irmã, pois sai e deixei a página aberta e ela excluiu em vingança a uma das coisas que eu fiz recentemente com ela, e agora eu estou respostando.
Recados que me lembro de ter colocado antes:
Esse aqui é provavelmente o penúltimo capítulo e talvez tenha um bônus.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Um Pouco de Bebida


Tocou na tela do celular suavemente e a ligação começou, a cada toque no telefone um suspiro de Nayeon, com a mão livre acariciava a garrafa quase vazia soju, perto dela, outras sete, todas vazias, e do outro lado outras quatro ainda lacradas, o pequeno banheiro estava lotado pelo corpo esparrado de Nayeon e garrafas de soju.

— Alô? –ouviu a doce voz de Chaeyoung, não sabia dizer se tinha a acordado, estava bêbada demais para pensar, quem dirá para reparar no tom de voz da garota.

— Olá amor da minha vida. –saudou animada— Como vai querida?

— Nayeon unnie? –perguntou.

— Não é que ainda se lembra do meu nome! –comemorou— Afinal faz realmente muito tempo que eu não te vejo... A última vez foi mês passado, quando Jeongyeon estava indo embora de volta para a casa da sua avó, ela realmente se preocupa muito com você, voltou para um lugar que odeia só pra te manter o mais longe do seu amor unilateral e a colega de quarto que tem sonhos pervertidos com você.

— Unnie são quatro da manhã agora.

— Não, não, essa não foi a última vez. –Nayeon se recordou— Foi semana passada, você estava rondando aqui perto na esperança de ver Mina passeando com a Momori, você fingiu que não me viu, e eu fique parada na sua frente, droga Chaeyoung essa merda me machuca só de lembrar.

— Nayeon eu vou desligar!

— Cale a boca e me ouça! –Nayeon mandou frustrada— Você sabia o quanto eu te amava e foi indiferente, preferia que tivesse batido em mim em vez de fazer isso, eu recusei Mina tantas vezes por não querer te magoar, mesmo você nem estando perto, a idiota aqui se preocupava com você 24 horas por dia!

Nayeon tomou o resto da garrafa de soju.

— Não sei quem for pior nessa situação, Mina ter te contado sem a minha autorização, ou você sendo indiferente, os sentimentos das pessoas não importam pra você? Você não teve um pingo de consideração por mim, como eu queria que você me rejeitasse, assim eu teria quebrado a cara logo e não estaria te ligando agora, porquê estaria fodendo com a Mina.

Chaeyoung desligou, Nayeon colocou o celular com calma em cima do seu colo, fechou os olhos, fingiria que isso foi um sonho ruim, que não ligou para Chaeyoung enquanto estava bêbada e com saudades de ouvir a sua voz, da mesma forma que fingiu que a garota não quebrou de vez o seu coração quando Nayeon perguntou se ela ainda voltaria para a casa mesmo depois de Jeongyeon ter voltado pra casa e ela lhe respondeu “Não tenho motivos para voltar aqui”.

— Boa noite. –desejou para si própria, relaxou o corpo e se esforçou para dormir.

XxXxX

Seus olhos arderam quando os abriu, a luz do sol que entrava pela janela aberta estava mirada no seu rosto, resmungou quando sentiu sua cabeça doer e a garganta seca, olhou a hora, 13h49. Levantou da cama tonta e foi até o quarto das japonesas, bateu na porta e abriu esfregando os olhos.

— Unnie. –chamou aleatoriamente na esperança que qualquer uma das japonesas respondesse.

— A única unnie aqui é você. –ouviu a voz de Momo.

Fechou a porta atrás de si, Momo estava com o notebook de Sana no colo e dividia a cama com Momori que mordiscava uma bolinha de tênis.

— Minha cabeça está doendo. –reclamou se aproximando da estrangeira.

— Sana fez um bom trabalho com você. –comentou— Não está mais fedendo e não tem vomito seco pelos seus braços. –Nayeon torceu o rosto em imaginar a cena.

— Não me lembro de ter vomitado. –contou.

— Quando achamos você estava suja de vomito e quando eu trouxe para o quarto tomar banho você vomitou em mim, eu xinguei todo mundo e deixei você para Sana.

— Onde Sana está e por que você ta aqui? Não deveria estar na academia de dança?

— Remarquei as minhas três turmas para vir para casa mais cedo, tenho que organizar as coisas para a minha viagem, já a Sana deve estar dando.

— Viagem?

— Minhas férias são daqui duas semanas e eu vou voltar para o Japão... Gostaria de ir?

— O que?

— Estou perguntando se você gostaria de ir comigo, seria boa ter uma coreana por perto lá, toda vez que volto do Japão para que é como os meus primeiro dias aqui em Seul, eu sinto que não sei falar nada, minha pronuncia piora e o meu sotaque fica acentuado.

— Não sei, talvez fosse bom eu aproveitar as minhas férias estudando.

— Caso mude de ideia me avise, mas mude de ideia logo se for pra mudar de ideia, já estou organizando as coisas.

Nayeon se sentou na cama a frente de Momo, uma vez as japonesas convidaram Nayeon para se mudar para o quarto delas, já que estava sozinha em um, nos próximos dias Jeongyeon tinha se mudado para lá, e ela não via mais motivos para trocar de quarto, mas se tivesse se mudado teria ficado com aquela cama.

— E a Momori? –Nayeon perguntou.

— O que tem ela?

— Vai deixar ela?

— Momori tem outras duas mães, pode aguentar uma semana longe de mim. –respondeu dando de ombros.

— Vocês sabem por que eu estava no banheiro?

Momo levantou o olhar e sorriu amarelo, colocou de notebook de lado e foi se sentar ao lado de Nayeon.

— Preciso te contar algo. –suspirou— Mina fez algo que não foi legal, e só estou te contando isso porquê não concordei com essa atitude, que a aproposito não é algo que ela faria no seu juízo perfeito... Chegaram algumas flores aqui endereçadas a você, Chaeyoung que mandou, tinha um cartão escrito ‘me ligue quando não estiver bêbada’ ou algo do tipo... Mina queimou o cartão e jogou as flores fora.

Nayeon permaneceu calada, tinha acordado há pouco tempo e não estava em boas condições para pensar direito no que Momo acabara de lhe falar. Momo suspiro e a abraçou de lado, Nayeon encostou sua cabeça no ombro da japonesa.

— Chaeyoung quer falar comigo. –murmurou baixo.

— É, mas acho que não deva falar com ela. –Momo comentou.

— Eu preciso. –falou com pouca convicção.

— E só piorar as coisas? Mina desenvolveu um ódio tão grande por essa garota por sua causa.

— Isso não é minha culpa. –tentou se defender.

— Mina talvez até namorasse ela se não fosse você, mas pegou raiva dela por você gostar e a garota querer ela.

Nayeon resmungou, não queria pensar que tinha culpa em algo naquela situação.

— Vamos comigo para o Japão. –Momo pediu— Assim você foge um pouco dessa situação, pensa sobre isso e podemos nos divertir lá.

— Posso pensar sobre isso?

— Sim, mas tem que se decidir logo. –respondeu se afastando— Você está de ressaca né?

Nayeon assentiu, Momo se dirigiu até o frigobar e o abriu, estava cheio de soju e algumas bebidas diferentes, e com certeza essas bebidas tinham álcool.

— Unnie a melhor forma de se curar uma ressaca é comigo e bebida. –falou sorrindo.

— São duas da tarde e você quer beber?

— Não existe hora para beber Nayeon! –rebateu pegando uma garrafa de soju e jogando para Nayeon que quase a deixou cair— Vamos fazer uma festa particular!

— Momo definitivamente não é hora para isso.

Momo se aproximou e sentou no colo da mais velha, sorriu pervertida e colocou as mãos por dentro da camisa que ela estava usando.

— Vou te ajudar a esquecer um pouco das coisas que estão acontecendo... bom, eu espero que não fique pensando em Chaeyoung ou em Mina enquanto transamos, se fizer isso me avise. –disse sorrindo.

Suas mãos subiram, parando no fecho do sutiã de Nayeon, o soltou com facilidade e beijou a mais velha, Momori latiu, Momo se afastou um tanto surpresa, saiu do colo de Nayeon rapidamente e agarrou a cadela pela coleira, a levando para fora, se virou sorrindo.

— Minha filha não pode ver isso. –explicou se aproximando.

— Ela ainda não presenciou nenhuma vez isso?

— Esse mês foi parado. –contou.

Nayeon abriu a garrafa de soju e de um bom gole, sem largar a garrafa fez Momo deitar na cama e se colocou por cima da japonesa, bebeu mais um pouco então a beijou.

— Fico feliz que tenha aceitado a minha proposta. –Momo disse.

— Um mês parada, será que não deu uma enferrujada. –provocou.

— Não acredito que está duvidando do meu potencial.

Nayeon sorriu e saiu de cima de Momo, se levantou da cama e caminhou tranquila até o frigobar, Momo se sentou na cama sem entender o que tinha acabado de acontecer. Nayeon se abaixou e pegou duas garrafas e se virou para Momo com um sorriso triste.

— Me desculpe Chaeyoung caso eu te ligue, mas eu preciso curar a minha ressaca. 



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