História Sentenced to Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time, Supergirl
Personagens Alex Danvers, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Maggie Sawyer, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Ouat, Supergirl, Swanqueen
Visualizações 89
Palavras 2.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi pessoas, capítulo fresquinho... Obrigada a todos que acompanham e indicam a fic *-* desde já, desculpem os erros... Ah, só lembrando, a imagem da capa eu peguei no Google!

Capítulo 3 - Astros que se encontram


Fanfic / Fanfiction Sentenced to Love - Capítulo 3 - Astros que se encontram

Point Of View Regina

“Ela é a cliente”. Eu repetia isso na minha cabeça, tentando afastar outros pensamentos, percebia que seus olhos me secavam a distância e sabia que era errado, mas meu olhar permanecia fixo ao seu.

- Ela é linda não é, Gina? Tão linda que você não para de olhar! – a Ruby provocou.

- Nossa! – era só o que eu conseguia falar.

Até que vejo dedos estalando em frente ao meu rosto e percebo que é a Mary me chamando.

- Regina! Volta ao normal! – Mary falava em tom de reprovação.

- Deixa ela, Mary, a Regina já está a tanto tempo sem pegar ninguém que pelo jeito só olhar já satisfaz – Ruby provocou novamente, dessa vez me fazendo corar.

- Continua provocando – falei tentando me recompor discretamente – eu iria te ajudar com a solicitação da patente, mas não vou mais – falo saindo e escuto os risos de Mary e Alex.

- Regina, era brincadeira! Alex, fala alguma coisa, você é a sensata, poxa – a Ruby falava em um desespero constrangedor.

Quando me mudei para Seattle eu não tinha ninguém aqui, passei um bom tempo procurando emprego e também não consegui, até que comecei o curso de direito e conheci a Mary, nós discutíamos muito em relação a trabalhos e grupos de estudo, até que ela precisou de alguém para dividir apartamento e perguntou se eu me interessava. Bem, a princípio pensei: “ela é louca, nós brigamos desde o bom dia até o boa noite e ela quer dividir um apartamento!?”, mas a Mary era uma boa pessoa, e achei que valia a pena arriscar, eu precisava de alguém para manter minha sanidade. Quando comecei a morar com Mary conheci a Ruby, a amiga desbocada e louca que todo mundo tem e se não tem quer ter, ela passou a ser a alegria da casa – e a bagunça também – era aquele tipo de amiga que chega, come, suja e corre na hora de limpar, mas nós a amávamos mesmo assim. Até que um dia, descobrimos que uma firma de advocacia estava contratando pessoas que estavam no seu último ano de faculdade para se tornarem aprendizes, então nos inscrevemos e a dez meses estamos aqui. Foi na Nolan Glass que conhecemos a Alexsandra Davies, ela começou a trabalhar conosco dois meses depois. Nós nos unimos muito rápido; eu, Mary e Ruby já tínhamos um convívio maior e um tempo de amizade por causa da faculdade, mas nosso trio se tornou um quarteto rapidamente, depois da Alex. Cada uma de nós possuía características essenciais para essa relação dar certo, a Alex era a sensata, aquela amiga tímida e reservada que te dar uma lição de moral quando abre a boca, era a nossa consciência; Mary era a preocupada, aquela que te lembra de todos os prazos, trabalhos e contas com pelo menos um mês te antecedência e não te deixar esquecer, era a nossa agenda; Ruby era a louca, aquela que nos arruma os encontros mais desastrosos, nos leva para as piores baladas, tem os pensamentos mais impróprios e a boca mais suja, mas era aquela que melhorava o astral de qualquer pessoa, era a safada divertida; e eu, bem, eu era a misteriosa, aquela que não fala muito de si mesma ou do passado, mas também aquela que rir de tudo, esses estereótipos nos faziam rir até hoje. Pra ser sincera, eu achava que tudo que passei na vida havia me endurecido, me feito esquecer de como é bom sorrir, mas depois que essas três entraram na minha vida, tudo mudou.

- Você ainda vai me ajudar, certo? - Ruby perguntava com um olhar de súplica.

- Vou, você arquiva esses documentos - digo entregando uma pasta - e eu faço a solicitação da patente, depois que eu fizer eu te ensino, ok!?

- Arquivar documentos em troca de uma patente!? - ela pergunta surpresa.

- Pelo sorriso no rosto eu acho que ela aceitou - Mary fala rindo - agora podemos voltar para a Regina!?

- Você quer dizer, voltar a falar da seca que a Regina se encontra - Ruby caçoa com um tom que me faz rir.

- Regina, pode vim até minha sala? - escuto o sr. Nolan falando

- Eu ri, mas isso não quer dizer que achei graça - falo apontando para a Ruby e tentando me manter séria

- Salva pelo gongo, Ruby - Alex completa em risos

Vejo Ruby dar de ombros e sigo para a sala do sr Nolan; quando entro, vejo que ele me faz um sinal para fechar a porta, obedeço e a fecho.

- Regina, o sindicato dos trabalhadores está entrando com um processo por demissão injusta e nos contrataram, se ganharmos essa causa existe a possibilidade do sindicato nos contratar para casos futuros e isso nos daria um bom lucro. Conversei com o Robin e quero que ele assuma esse caso, mas ele vai precisar de uma associada jr, pensei em você porque já vi os dois juntos e vocês fazem um bom trabalho, mas depois dos últimos acontecimentos queria ter a certeza disso. - David para de falar e me encara como se esperasse uma resposta para uma pergunta implícita.

- Sr. Nolan, eu e Robin estamos bem, saímos uma vez e não deu certo, ponto final - falo decidida

- Sei que isso não é da minha conta, mas acredito que não foi apenas uma saída. Vocês realmente estão bem? Não vou me arrepender de colocar os dois juntos? - ele fala com receio

- Estamos bem, Robin entendeu que somos amigos e o sr não vai se arrepender, pode ter certeza - digo em meio a um sorriso.

- Então pode ir, Robin te espera na sala dele - ele diz me apontando a porta

Levanto e vou direto a sala do Robin. Entro e ele começa a me explicar o caso. Nossa! Teríamos muito trabalho, com certeza. Robin era uma ótima pessoa e um advogado melhor ainda, ele foi o último encontro desastroso que a Ruby me arrumou, mas isso é um longa estória. Não posso negar, grande parte desse desastre foi minha e não dele, já faz algum tempo que não consigo me relacionar com ninguém, as vezes passamos por situações que nos marcam e isso acaba nos mudando. As horas se passaram rapidamente, levantamos alguns pontos importantes e almoçamos ali mesmo, terminamos essa primeira reunião e fiquei com a missão de ligar para o sindicato e para o cliente, marcando uma reunião o mais breve possível. Saiu da sala do Robin e dou de cara com a Ruby me esperando apreensiva.

- Detalhes sórdidos depois, Mills. Solicitou a patente? - ela pergunta num desespero notório

- Nossa, Ruby! - falo arregalando os olhos

- E ela falou "nossa, Ruby" como quem esquece de algo - Alex completa meus pensamentos

- Ai Deus, tô frita! É agora que o Cassidy dar pedaços do meu fígado pra os lobos - Ruby sussurra desesperada.

- Sem pânico, vou ligar agora e resolvo isso, só enrola ele - digo e saiu antes que a Ruby surte

O Neal não era conhecido por ser o melhor chefe e nem por ser a pessoa mais sociável do mundo, isso era motivo suficiente para causar surtos na Ruby. Consigo fazer a solicitação da patente e entrego o documento e protocolo para a ela, que por sua vez sai correndo para a sala do Neal. Minutos depois ela chega com um sorriso aliviado no rosto, como quem diz "muito obrigada, você é a melhor advogada que conheço, simplesmente te amo", mas o que sai da boca dela foi "quem topa beber hoje?". Bom, essa era a nossa Ruby, fazer o que!? Deixamos a bebida para o fim de semana e nos contentamos com pizza e refrigerante enquanto estudávamos para provas, seminários e pensávamos no julgamento simulado. Isso nos tirava o sono, estávamos próximo do fim do curso e esse julgamento poderia abrir ou fechar muitas portas, não preciso nem falar que a Mary estava em pânico, pensando em todas as possíveis possibilidades.


“Bang bang into the room (I know you want it)

Bang bang all over you (I'll let you have it)

Wait a minute let me take you there (ah)

Wait a minute tell you (ah)”


- Droga! - alguém resmunga

Desligo o despertador e me viro para ver quem é, dou de cara com a Ruby deitada no chão, ainda tentando abrir os olhos; Mary, por sua vez, estava em uma poltrona e Alex em outra... Dormimos na sala, isso é sério!?

- Levantem - digo tentando encoraja-las e me encorajar - vamos perder a hora

- Droga! - Ruby resmunga novamente

- Para de falar droga e levanta logo Ruby - Mary fala sonolenta

- Ou cala a boca - Alex diz impaciente

Ao escutarmos isso sair da boca Alex nos entreolhamos com surpresa, era demais imaginar que nossa menina recatada deu como bom dia um cala a boca. Como era esperado a Alex corou quando nos viu a encarando e foi a primeira a levantar. Apesar de não ser da mesma faculdade, Alex sempre nos ajudava com os estudos, não sabíamos muito sobre o que ela fazia e nem tínhamos contato com os amigos da faculdade dela, mas adorávamos as dicas de estudo que ela nos dava. Ali começava mais um dia, nos arrumamos, tomamos café da manhã e seguimos para o trabalho, Alex e Ruby sempre deixavam uma muda de roupa limpa no nosso apartamento, servia para dias como esses em que passamos a noite estudando e elas não teriam tempo de ir em casa. Chegamos na firma e logo fomos surpreendidas, ao saírmos do elevador demos de cara com a cliente do dia anterior, Emma Swan, na verdade a Mary deu de cara com ela quase que literalmente; quando estávamos saindo a Emma estava entrando e acabou batendo na Mary que derrubou sua pasta, a srta Swan prontamente se inclinou para pegar e entregou nas mãos da Mary com um sorriso enorme no rosto.

- Me desculpe, não costumo ter encontros desastrosos com estranhos - ela falou sorrindo

- Não se preocupe, a culpa também foi minha que conversava e não olhei pra frente - Mary falou envergonhada

Por um momento vi seus olhos encontrar os meus e me senti corar, puxei de leve o braço da Mary como quem faz um pedido desesperado para que ela saia da frente da porta do elevador, para que ela feche logo. Mary parece entender, mas quando a porta estava fechando vejo que ela abre novamente.

- Meninas, vim cedo com o Nolan e não tomei café, sabem de um bom lugar aqui perto? - ela pergunta me olhando

- Aqui ao lado tem uma cafeteria,  mas não vai nela, tudo é bom, menos o café - Ruby fala empolgada até perceber que ela está falando sozinha, pois a Emma estava focada em outra pessoa.

Escuto risos fracos e isso é o suficiente para me tirar dos meus pensamentos enquanto olhava aquele belo par de olhos.

- A srta pode comprar o café no carrinho aqui em frente e comer no Majestic, que é a cafeteria que a Ruby falou; ou pode fazer a refeição completa no food truck da esquina, ambos são ótimas opções - falo olhando para todas as direções menos para ela.

- Obrigada - ela diz com um tom de voz risonho

Pude ver a porta fechar e olhei para as meninas com receio, mas, pra minha surpresa, as três estavam tão hipnotizada quanto eu.

- Vocês sabem que sou hétero, certo? - Mary pergunta - mas essa mulher me confunde sexualmente! - ela completa antes mesmo de ouvir nossa resposta

- Isso pra mim foi novidade - Ruby olha chocada pra Mary

- Essa mulher não é a mais bonita que já vi, mas que charme hein!? - Alex fala ainda boquiaberta

- Uau! Alex acordou com as manguinhas de fora - Ruby solta em um tom sarcástico que nos rouba risos.

Decidimos sair da frente do elevador e seguir cada uma para seu cubículo, não tínhamos sala, como associadas jr, nos era dado um cubículo em um ambiente que dividíamos com todos os outros jr; me sento e pego o telefone, liguei no dia anterior para o sindicato, mas não consegui falar com a cliente sobre a reunião, depois de algumas tentativas consigo confirmar com ela o horário e imprimo alguns documentos que o Robin solicitou. Levanto e vou em direção a sala do Robin quando ouço gritos e começo a andar mais devagar, aquela é a Ruby? Por que o Neal está gritando com ela? Até que escuto a palavra patente e imagino: o que fiz de errado?

- Se você realmente solicitou a patente quando mandei porque outra pessoa conseguiu? – Neal falava aos gritos.

- Sr, eu-eu realmente... Eu... – Ruby tentava falar, em vão

- Eu solicitei a patente, o que fiz de errado? – falo entrando na sala – a Ruby não tem culpa de nada.

- Quem você acha que é para entrar na minha sala assim? E o que pensou que estava fazendo ao interferir no meu trabalho? Não me lembro de pedir nada a você – Neal dizia ainda em gritos.

- Eu tentei dizer que não sabia solicitar a patente, mas o sr não me deu ouvidos e a Regina se prontificou a me ajudar – a Ruby falava ainda sem jeito.

O Neal parecia está se preparando para mais um de seus gritos quando o David entra na sala perguntando o que estava acontecendo, como era de se esperar, o Neal contou sua versão da estória enquanto cabia a mim e Ruby ir contando a versão original dos fatos.

- Você é associado sênior aqui dentro Cassidy, cabe a você ensinar; te coloquei nesse caso acreditando que daria o seu melhor, mas vejo que foi um erro – David falava visivelmente irritado.

- Elas erraram David! A Regina pôs o caso a perder – Neal tentava se justificar.

- Você poderia dar seu sermão, mas na frente dos clientes Neal? E se você tivesse ensinado com certeza isso não teria acontecido, saia do caso e chame o Robin, quero ele aqui agora – David falou colocando um ponto final na situação.

Neal saiu da sala bufando. Essa briguinha dele com o Robin era antiga e ver que mais uma vez ele foi substituído por Robin, nossa, isso matava o Cassidy por dentro.

Point Of View Emma

Eu sinceramente não sabia de quem tinha mais raiva, do Cassidy por ter feito tudo errado ou da srta Mills por ter colocado meu caso a perder. Mas uma vez a Kristin puxou meu tapete e pelo o que vi dessa vez ela conseguiu, talvez levar o caso a justiça não foi uma boa ideia, maldita hora que não aceitei o acordo. Pensar em tudo isso me dava ainda mais raiva e ver que ela ainda estava na sala só fazia esse sentimento aumentar.

- Eu não quero mais essa mulher no meu caso, David! – falei com a voz alterada olhando para a srta Mills que me encarou surpresa.

- Regina, sai daqui, depois conversamos – o David falou.

Vi a moça assentir com a cabeça e sair, David pediu para a Ruby fazer ligações e descobrir quem conseguiu a patente, na minha cabeça não existia dúvidas, Kristin ficou com a patente. Ruby saiu na mesma hora que um homem entrou na sala, David o apresentou como Robin Locksley; Nolan colocou o Locksley a par da situação, que pegou rapidamente o telefone e ligou para alguém, não fazia ideia de quem era, mas ele parecia muito empolgado ao telefone, até que em determinado momento ele cobrou favores e pediu para marcarem uma audiência de urgência.

- David, pergunta a Ruby se ela já descobriu quem ficou com a patente e manda ela ir atrás de uma liminar que detenha quem a conseguiu, quando você fizer isso manda ela me entregar no tribunal, estou contando com isso para a audiência – Robin falava empolgado e o David assentia com a cabeça.

- Ok Locksley, vá para o tribunal e do resto eu cuido – David falou saindo da sala – Ah, Locksley, não se acostuma a me dar ordens! Pode não parecer, mas eu ainda mando nisso aqui!

David nos fez sorrir com o comentário e logo o Robin nos informou que não precisamos comparecer ao tribunal, poderíamos esperar na firma ou ir embora e ele nos avisaria da decisão do juiz, mas eu estava apreensiva demais para está em qualquer outro lugar, então eu e Killian decidimos ficar e esperar. Não demorou muito para que uma secretária nos levasse água e café, se apresentando como Ariel Garcia, agradecemos e ela saiu. Aproveitamos a espera e ligamos para a Zelena, nesses momentos ela era nossa salvação. Já estávamos cansados de esperar quando o Nolan entra na sala e nos diz que a audiência não funcionou, não consegui conter minha raiva e apesar das explicações do David eu estava furiosa.

- Eu tenho uma ideia – uma moça falou da porta, me viro e vejo que é a Regina, isso só aumentou minha raiva.

- Regina, não é uma boa hora, saia daqui antes que piore a situação – David diz quase fechando a porta.

- Eu tenho uma ideia e pode ajudar, falo sério! – a moça não esperou os próximos gritos do Nolan e entrou na sala fechando a porta – Robin levou o caso ao juiz e o pedido de anulação da patente foi negado, certo? – ela pergunta, mas não espera nossa resposta e continua – possivelmente o advogado da defesa derrubou nossa liminar dizendo que eles conseguiram a patente primeiro e mostrando o documento eles convenceram o juízo, certo?

- Até agora você acertou tudo, mas não entendi onde você quer chegar – Nolan diz aproveitando uma pausa da srta Mills para respirar.

- ISSO!! Isso é perfeito – ela diz animada – minha ideia vai funcionar.

- E qual é sua ideia afinal!? – pergunto impaciente.


Notas Finais


PRÓXIMOS CAPÍTULOS
“ – Calma srta Mills, tenta respirar, eu estou aqui! Eu estou com você! – ela falou me abraçando e afagando meus cabelos.”

GEEEENTE, gostaria de saber se vocês preferem capítulos como esse (um pouco maior) ou não!


Se alguém quiser saber como foi a troca de olhares no elevador hahaha

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