História Sentimentos Cruzados - Capítulo 29


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Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Canário Negro, Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Rainha Hipólita, Selina Kyle (Mulher-Gato), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Wally West (Kid Flash)
Tags Amor, Batman, Bruce, Diana, Liga Da Justiça, Mulher Maravilha, Superman
Exibições 246
Palavras 2.892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, meus queridos!

Para aliviar minha irritabilidade com o início do horário de verão só postando capítulo novo. (Vocês que não têm que lidar com esta mudança de horário são privilegiados.)

Eu sei que todos estamos loucos por um lobby, um hobby e um love entre Diana e Bruce, mas, aguardem. ;)

*Quero deixar manifestado aqui meu agradecimento à Thatá, minha staff do 5º capítulo até o anterior. Gratidão sempre pelo incentivo e aprendizado.❤

Vamos, em frente.

Tenham uma ótima leitura!

Kisses❣

Capítulo 29 - Visita indigesta


Fanfic / Fanfiction Sentimentos Cruzados - Capítulo 29 - Visita indigesta

 

As primeiras quarenta e oito horas na mansão Wayne não foram tão aflitivas como Diana imaginava. Apesar de ter partilhado apenas de uma pequena fração de minutos com Bruce durante sua breve estadia, ela via como ele se esforçava para deixa-la o mais confortável o possível através de gestos implícitos. Alfred fora providencial neste intento, aliás, o fiel mordomo não fez o menor esforço para esconder sua enorme satisfação em ter a princesa como hóspede de seu patrão.

Diana e Alfred já haviam se encontrado algumas vezes e, desde o primeiro contato, a simpatia mútua foi evidente. Alfred via nela a última e segura aposta para uma possível continuidade da descendência Wayne. O atento mordomo conhecia bem demais seu patrão para ter certeza, desde o primeiro comentário que Bruce fizera sobre a princesa, quando ela se juntou à Liga da Justiça, que ele se encantava cada dia mais pela bela amazona.

Com o passar do tempo, mesmo que o playboy de Gotham se recusasse a admitir para si próprio o quanto estava envolvido pelos encantos da Mulher Maravilha, Alfred notava cada vez mais que o herdeiro de Thomas e Martha Wayne estava, enfim, se apaixonando verdadeiramente por uma mulher incrível e que ele jamais conhecera outra igual.

― Senhorita Diana. – A voz do mordomo soou suavemente atrás da princesa, concentrada nas pesquisas que fazia com afinco no computador da batcaverna.

Diana encarou Alfred com um de seus sorrisos encantadores e o mordomo não pode deixar de fazer um comparativo com seu estimado patrão. Sempre que interpelava Bruce em suas pesquisas, estava acostumado a receber respostas monossilábicas ou resmungos mal criados que ele sabia perfeitamente discernir, enquanto o mesmo permanecia concentrado na tarefa em que empregava o seu tempo.

― Posso servir o seu jantar? – Ele perguntou, enquanto a princesa olhava para um dos monitores verificando o horário. Ela não havia se dado conta que já estava ali há horas tentando encontrar conexões para suas suspeitas em relação aos ataques que sofrera.

Aliás, fora uma surpresa para Diana o livre acesso que Bruce lhe concedera na batcaverna para pesquisar sobre Circe e os demais vilões envolvidos no roubo das pedras místicas. No fundo, ela sabia que ele queria evitar que ela fizesse isso na Torre da Liga, temeroso que ela lhe omitisse alguma suspeita ou descoberta concreta. Conhecendo-o bem, ela tinha certeza que, quando ela não estivesse por perto, ele teria total acesso a cada informação por ela levantada.

O fato de Bruce querer ter controle de tudo, e não deixar que ninguém se intrometesse ou tomasse parte dos assuntos que diz respeito ao Batman, lhe irritava profundamente, mas era cedo demais para discutirem sobre isso, aliás, era cedo demais para discutirem sobre qualquer coisa. Ela acreditava que Bruce estava, de fato, se esforçando para caminharem para algo concreto, portanto não iria interromper o ciclo que eles precisavam percorrer para que tal feito fosse possível.

Mesmo tendo tido contato mínimo com ele, nas primeiras quarenta e oito horas como sua hóspede, jamais iria se esquecer da porta de seu quarto sendo aberta durante as madrugadas e a sensação de estar sendo fitada por alguns instantes, após a volta de suas rondas como Batman. Foi difícil, nas duas ocasiões, não ceder a tentação de mostrar-lhe que estava acordada e força-lo a uma explicação por estar ali, mas ela tinha que reconhecer que fora mais sensato ter se contido. Bruce era imprevisível e, mesmo estando convencida do seu amor, confrontá-lo em momentos assim era mais certo de causar uma evasiva do que uma perca de controle.

― Alfred, me desculpe. Eu perdi a noção do tempo aqui embaixo. – Alfred não pode conter o riso com a preocupação da princesa. ― Eu não quero interferir na rotina da casa, eu prometo me adequar aos horários. – Ela se justificou, ainda se sentindo desconfortável por acreditar estar dando um trabalho em excesso ao mordomo.

― Senhorita Diana, rotina é um termo que não cabe a esta mansão há muitos anos, dado os hábitos do patrão Bruce. Só a interrompi porque imagino que a senhorita mantenha hábitos mais saudáveis que os dele, mesmo sendo uma heroína.

― Não tenho a sorte de ter um amigo tão cuidadoso se preocupando com a minha alimentação, mas não nego que, se comparada ao seu patrão, mantenho um padrão de alimentação e de noite de sono bem mais satisfatórios. – Diana admite e os dois sorriem.

― Enquanto a senhorita for hóspede do patrão Bruce, vai ter sim um amigo que se preocupe com o seu bem estar por completo, e não apenas por ter recebido ordens expressas para isso. – Alfred, toma a mão da princesa na sua com afeição.

― Obrigada, Alfred! Bruce tem muita sorte de ter você ao lado dele.

― Um pouco. – O mordomo reconhece, sem falsa modéstia. ― Sorte mesmo, ele teve de ter conhecido a senhorita. – Alfred esboça um sorriso de admiração para a princesa, que retribui timidamente. ― Se a senhorita me der licença, vou me retirar e colocar a mesa.

― Fique à vontade, Alfred. Eu subirei logo em seguida.

O mordomo se retira satisfeito, novamente fazendo comparativos entre a princesa e seu patrão. Raramente Bruce fazia uma refeição decente e se sentava à mesa para tal. A princesa estava na mansão apenas há dois dias e Alfred não podia deixar de vislumbrar uma pequena mudança na rotina, mesmo que futuramente, enquadrando seu patrão. Ele sabia que Diana precisaria ter muita paciência e sabedoria para lidar com os rompantes e os fantasmas de Bruce Wayne/Batman, mas determinação era um brilho perfeitamente legível no olhar dela. Ainda que houvesse impasses, Alfred acreditava em um futuro para esta relação, e para se certificar, intensificava suas preces pessoais para o acerto do casal.

 

***

 

Na sala de jantar da mansão, Alfred colocava dois pratos à mesa, na esperança que seu patrão não tivesse nenhum atraso na reunião que participava na WayneTech e pudesse fazer companhia à Diana. O mordomo fizera profundas críticas à falta de hospitalidade de Bruce, por não estar dando atenção devida à princesa. Desde que ela se instalara na mansão, envolvido com os problemas empresariais e à missão de Batman, Bruce sequer fizera uma refeição junto dela. Obviamente, os argumentos que Alfred usara com o herdeiro Wayne sobre etiqueta, boa educação e afins, eram fracos demais para persuadi-lo a ceder, mas quando Alfred disse que convidaria um dos amigos da Liga para o jantar, Bruce ficou extremamente incomodado, mesmo sabendo que não haveria interesse amoroso por parte deles. Porém seu ciúme alcançava um nível que se estendia até mesmo à amizade especial que Diana tinha, por exemplo, com Clark.

Bruce não prometeu nada quanto a se atrasar, mas, ao seu modo, garantiu que estaria presente no jantar. Por precaução, Alfred achou por bem não criar expectativas na princesa, era melhor abrir espaço para uma surpresa, do que para uma leve decepção, mesmo que Diana compreendesse perfeitamente os motivos de Bruce.

Concentrado na disposição dos talheres e distraído em seus pensamentos, Alfred apenas se deu conta que não estava mais sozinho na sala quando virando-se, se deparou com uma figura conhecida atrás de si, sorrindo pretensiosamente.

― Olá, Alfred! Já faz um tempo que não nos vemos. ― Usando uma peruca de cabelos longos e avermelhados, Selina Kyle sorri, ante a feição surpresa do mordomo. ― Espero que meu disfarce não esteja tão ruim assim ao julgar pela sua expressão. – Ela fala, enquanto o mordomo recompõe sua postura típica.

― Senhorita Kyle! – Alfred suspira, surpreso. ― Vejo que a velha resistência em utilizar a porta como via de acesso permanece intacta.

― Qual é, Alfred?! Desta vez, só quis fazer uma surpresa. – Ela se aproxima do mordomo, enquanto corre os olhos pela mansão, trazendo à tona sua memória da última vez que estivera ali.

― Confesso que não era o tipo de surpresa que eu esperava para esta noite. – A voz de Alfred não escondia a sua preocupação.

Selina estudou minunciosamente as feições do mordomo. Ela sabia perfeitamente que sua postura tensa escondia algo além da insatisfação por revê-la. Obviamente, ela iria descobrir do que se tratava.

― Tudo bem, Alfred. Sei que você tem uma pequena mágoa em relação à minha pessoa e que não faz questão de esconder que não está feliz com a minha presença. Mas, vamos dispensar as formalidades, eu preciso falar com o seu patrão, agora. – Selina assumiu rapidamente uma postura séria e ligeiramente impaciente.

― O patrão Bruce não está. A senhorita deve se lembrar que encontra-lo por aqui não é algo comum. – Apesar de estar dizendo a verdade, Selina não poupou o mordomo de um olhar desconfiado.

― Eu sei, mas não posso me arriscar a cruzar com o Batman agora, por isso estou aqui.

― Sugiro então que deixe um recado, eu o direi para entrar em contato, caso ele tenha interesse. – Alfred é objetivo e encara Selina sem nenhum traço de cordialidade.

Selina apenas sorri. ― Acho melhor esperar, já que estou aqui. Suponho que ele deve estar chegando, já que a mesa está posta. Aliás, com dois lugares. Previu minha visita ou seu patrão tem companhia para hoje? – Selina puxou uma das cadeiras e sentou-se à mesa, demonstrando claramente que não sairia dali sem conseguir o que queria.

Antes que Alfred pudesse responder e se livrar da Mulher Gato, Diana surge na sala de jantar, sendo encarada por um olhar nada amigável da ladra.

― Acho que a presença dela responde a minha pergunta. É impressionante como Bruce consegue enfiar o juízo entre as pernas às vezes. – Selina cospe as palavras com ira.

Diana apenas a observa à distancia, reconhecendo a ladra aos poucos apesar do disfarce.

― Senhorita Kyle, peço por gentileza que se retire. Direi ao patrão Bruce que a senhorita precisa falar com ele. – Alfred intervém, no intuito de conter um embate inevitável.

― Não, Alfred. – Diana se adianta, se aproximando dos dois. ― Não mande a visita embora, acho que eu tenho um assunto para tratar com a Mulher Gato enquanto Bruce não chega.

As duas mulheres se medem de cima a baixo. Os olhares mistos de questionamentos e fúria.

 ― Não seja patética, amazona. – Selina debocha, se colocando de pé, sem se deixar intimidar pela heroína.

― Ainda ousa a se dirigir a mim com afronta?  Você fez parte de um plano audacioso para atentar contra a minha vida, temos contas a acertar. – Os traços serenos do rosto de Diana estavam sobrepostos pelos traços firmes que só uma amazona possui.

― Querida, quando eu aceitei o “trabalho” que me ofereceram, sequer sabia que você era o alvo, apenas me interessou a recompensa e o fato de manter Bruce em segurança. Sim, porque quem contratou os meus serviços sabia que eu conhecia bem o Batman, e não queria atrair a atenção dele. – Selina revela, não no intuito de se explicar, mas de provocar a princesa.

― Proteger o Bruce? – O brilho de dúvida no olhar da princesa desperta uma satisfação pessoal em Selina.

― Exatamente. Seus reais inimigos estavam dispostos a tirá-lo do caminho, caso ele se intrometesse. Bem, isso eu não poderia permitir.

Diana logo liga a informação ao fato de Circe está envolvida na história. Quando a deusa viera atrás dela no passado, percebera algo além de amizade entre Bruce e Diana. Certamente, esta percepção fora repassada para quem articulou todo o plano por trás do ataque que ela sofrera. Até o mais poderoso dos inimigos sabia que o Batman nunca deveria ser subestimado e, ciente deste cuidado por parte de seus inimigos, Diana sentiu uma onda de preocupação ainda maior tomar conta de sua mente. Contudo o que precisava agora era lidar com Selina Kyle.

― Ainda assim, isso não diminui a sua culpa. Você é uma criminosa, deveria estar presa.

― O Batman não pensa assim, afinal, ele sempre me deixa sair ilesa dos meus pequenos atos. – Selina esboça um sorriso de falsa inocência, provocando ainda mais a princesa das amazonas.

― Eu não sou o Batman, então, talvez eu possa começar mudando isso. – Diana ameaça, se enfurecendo ante a postura debochada de Selina.

― Senhorita Diana, não caia nas provocações da senhorita Kyle. – O mordomo que até então apenas observava tudo, perdido em meio a uma tensão tangível entre as duas mulheres, resolve tentar apaziguar os ânimos. ― Acredite em mim, o melhor é deixa-la ir agora. Se detê-la pudesse ajudar a desvendar o mistério que envolve o ataque que a senhorita sofreu, o patrão Bruce teria cuidado disso. – A voz de Alfred já havia perdido toda a habitual entonação cortês e suave, e demonstrava grande apreensão pelo rumo que o embate tomava.

― Pelo visto, ela é sua queridinha agora, não é Alfred? Como se Bruce não fosse apenas se divertir e despedaçar o coração dela como sempre fez com as outras. – Com um brilho cruel e provocativo nos olhos, Selina encara Diana. ― Ele já a levou para cama? Se já, não demora muito para que você seja apena mais uma na coleção do playboy de Gotham.

― Fala isso por experiência própria, não é? – Diana responde com um nó na garganta, mas sem demonstrar fragilidade.

A gargalhada que Selina emitiu em seguida provocou um furor súbito até no centrado mordomo inglês.

― Eu sou a única que nunca sai de fato da vida dele. – Selina sabia transitar do deboche à persuasão com maestria. ― É de dar pena ver como você sabe tão pouco sobre Bruce. O que você que pode oferecer a ele? Uma princesa guerreira, vinda de uma ilha sem homens, inexperiente, ingênua... Por favor, se poupe.

A tensão corporal de Diana era evidente perante as incisivas provocações de Selina. A princesa respirou fundo mais de uma vez para não ver suas mãos erguer a ladra pela garganta e fazê-la engasgar com as próprias palavras. Mas, ela não daria a Mulher Gato o prazer de vê-la perder o equilíbrio devido aos venenosos argumentos que lhe eram dirigidos.

― Eu sou muito mais que os rótulos que você sugere e o que eu sei sobre Bruce é o suficiente. – Diana podia não saber dominar tão bem suas expressões, mas o olhar sincero que ela transmitia era o suficiente para ferir Selina. ― Sobre o que eu posso oferecer a ele, certamente algo que você não pode, do contrário você ocuparia o lugar que eu conquistei em sua vida.

― Só o que você pode oferecer a ele hoje é risco, quem está atrás de você não vai parar e eu temo pelo Bruce. Isso é amor, sabia? – Selina tremia de raiva ante a petulância da amazona. ― Todas as vezes que fui embora é porque era o melhor para ele. Agora a princesinha quer viver seu conto de fadas, mas saiba que Bruce Wayne não é um príncipe encantado, e se de fato você nutre sentimentos por ele, poupe a vida dele. Enquanto você estiver por perto, ele estará correndo risco. Às vezes ele enfia o bom senso entre as pernas, como se não bastasse ser teimoso e cabeça dura, então seja sensata você.

Diana caminhou até Selina, diminuindo o máximo possível a distância entre elas. Se encarando, ambas demonstravam um olhar altivo e feroz. Alfred apenas as observava sem saber ao certo se deveria tomar alguma atitude e rezando para que seu patrão continuasse atrasado para não piorar a situação.

― O que é que você descobriu e veio contar ao Bruce? – Diana desistiu de rebater as investidas e tratou de ser objetiva.

― Tudo que eu sabia o seu amigo marciano já viu em minha mente, eu só vim tentar evitar que Bruce se envolvesse mais neste problema que não é dele. Mas, pelo visto, ele trouxe o problema para casa.

― Não tente me enganar, eu sei que está mentindo.

― Claro, a dona da verdade também. Só me faça um favor, caia na real e resolva os seus problemas, sozinha. Bruce já tem tragédias demais nas costas, uma aventura amorosa não é o suficiente para valer à pena ele carregar mais uma.

Selina virou as costas e se dirigiu à janela que dava para o jardim. Ela daria um jeito de encontrar com Bruce depois. Por hora, estava satisfeita pelo que descobrira e por ter lançado argumentos precisos para que a amazona se afastasse.

Diana fez menção de detê-la, mas a mão firme e gentil do mordomo sobre o seu ombro a fez hesitar.

― É melhor deixa-la ir, senhorita Diana. – A voz de Alfred era quase suplicante.

Diana respirou fundo, fechou os olhos por alguns instantes, tentando se controlar e conter o ímpeto de ir atrás de Selina.

― Eu vou para o meu quarto, Alfred. – Ela falou, quando enfim conseguiu encarar novamente o mordomo inglês. ― Me desculpe, mas esta visita foi um tanto indigesta.

― Como quiser, senhorita Diana. Eu vou lhe preparar um lanche para mais tarde. Apenas, não se deixe impactar pelo despeito da senhorita Kyle. Patrão Bruce e ela já não se relacionam há anos, mas ela parece não ter superado. – Alfred tenta amenizar a situação, temendo o impacto das palavras de Selina sobre a princesa.

Diana apenas refletiu e se dirigiu ao seu quarto, flutuando sobre os degraus da escada. Ela sabia que em certo ponto, Alfred tinha razão, mas, ainda assim, as palavras de Selina lhe deram muito sobre o que pensar.


Notas Finais


Continua...

(P. S. Suportar Selina como leitor (a) é difícil, mas como autora, devo confessar, é maravilhoso contar com esta personagem).


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