História Sentimentos Descobertos - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~ruh_ch

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Kagome, Kagura, Kikyou, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Tags Sesshoumaru - Rin
Exibições 192
Palavras 3.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muiiito obrigadaa Amoores, ficamos muito feliz por todos os comentários <3 <3
Por nos dar forças para continuar e com certeza não iremos parar :)
Agradeço vcs por estar gostando da historia <3 :)
Amamos vcs <3 <3
Beijos Amooores
Boa leitura <3

Capítulo 6 - Capítulo 6


Sesshoumaru on

Já me encontrava em minha sala revendo alguns casos, vi meu pai entrar, não estava com uma cara tão boa, se sentou na cadeira ficando em minha frente.

Inu no Taisho: Sesshoumaru já conseguiu alguma coisa de Naraku?

 - Ainda não pai, por quê? Aconteceu alguma coisa.

Inu no Taisho: Shippou foi atacado ontem. A mesma pessoa que assassinou a mãe dele, esta tentando por um fim em Shippou. E você tem que tirar alguma coisa de Naraku.

- Vou hoje mesmo encontrar com ele.

Inu no Taisho: Certo então.

Ele se retirou da sala, fiquei pensando em como conseguiria arrancar alguma coisa de Naraku. Enquanto pensava, Rin apareceu em minha mente, me lembrei que ela conhecia Naraku.

- Pelo jeito ele é professor dela. – Me escorei na cadeira.

Estava chegando a hora do almoço, sai antes para ir a escola para encontrar com Naraku, eu apareceria de surpresa, pois se eu avisasse ele inventaria alguma desculpa.

Chegando à escola pode perceber que todos os alunos já foram embora, então resolvi entrar, como eu já estudei nessa escola não teria problema algum.

Fiquei um pouco perdido nos corredores ate que encontrei uma conhecida.

- Oi Kikyou. – Chamei a atenção dela

Kikyou: Oi Sesshoumaru há quando tempo.

- Não sabia que trabalhava aqui.

Kikyou: Sou professora de ciências.

-Humm...  Eu queria saber se você sabe se o Naraku já foi embora?

Kikyou: Ele ainda esta na sala. – Vi que ela não estava confortável. – É logo naquela sala.

- Obrigada... – Vou até a sala que ela me indicou.

Chegando à porta que estava escorada pode ouvir uma voz que eu conhecia, resolvi abrir a porta, vi uma cena que fiquei com ódio puro não sei porque mas naquela hora tive vontade de socar a cara de Naraku, ele estava quase em cima de Rin observando ela de cima para baixo, ela se encontrava sentada na cadeira, de frente dele, ela parecia assustada pela aproximação dele. Até que ele percebeu que eu tinha entrado.

Naraku: Oi Sesshoumaru não vi que você tinha entrado. – Que idiota.

Vi que Rin ficou surpresa por eu está ali, mas vi também um pouco de alivio no olhar dela.

- Estava pensando se você queria comer algo. – Ou poderia socar sua cara agora.

Naraku: Claro. – Vi olhar para Rin. – Rin pode ir embora, em casa eu termino.

Rin: Tá bom. – Pegou sua bolsa. - Tchau Professor, tchau Sesshoumaru. – Ela estava um pouco envergonhada.

- Tchau. – Há vi passar por mim, a observei ate ela virar o corredor, ouvi a voz daquele desgraçado.

Naraku: Bonita não é.

- Não muito.

Naraku: Você é cego. – Cego é você que vai ficar. – Você a conhece?

- Sim, meus pais são amigos dos pais dela, mas nunca conversamos.

Naraku: Humm... Ela é uma boa garota, e tem aquele corpão. – Disse mordendo os lábios, queria tanto quebrar a cara desse imbecil.

- Ela é sua aluna. – O repreendi tentando ficar calmo.

Naraku: Eu sei, mas a tentação é maior. – Disse rindo.

- Podemos ir.

Naraku: Deixa eu arrumar essa papelada aqui e pronto. Agora podemos ir. – Disse sorrindo, tive vontade de arrancar cada dente dele.

Não sei o porquê estava estressando, naquele momento só queria socar a cara de Naraku até ele morrer, mas não podia fazer aquilo.

 

Rin on

Tinha chegado em ponto na escola, encontrei com todos já na sala, se passaram as aulas até que chegou a hora do intervalo, onde todos se encontram no pátio. Vi que Jakotsu me olhava então resolveu falar.

Jakotsu: E ai Rin como foi estar com o gostosão ontem.

- Ele só me levou em casa e mais nada. – Falei um pouco nervosa.

InuYasha: Não foi o que pareceu, Sesshoumaru estava sorrindo ontem, e olha que ele nunca rir.

Sango: Olha, ai tem coisa. – falou rindo abrasada em Miroku.

- Já falei que ele só me levou pra casa, nem gosto daquele idiota.

Sango: Não falei que você gosta dele rs, só disse que tem coisa, isso deve ser porque você goste dele.

- Nem morta.

Kohaku: Dá pra vocês pararem. – Falou um pouco nervoso.

Kagome: Calma Kohaku, foi só uma bricadeira.

Kohaku: Uma brincadeira de mau gosto. – Se retirou logo em seguida. Não gostava desses ciúmes besta de Kohaku, não tínhamos nada e ele continha esse ciúme.

Jakotsu: Mas você não o acha bonito Rin? – Falou meio atrevido, não queria responder a pergunta dele, pois saberia o que vinha a seguir.

- Acho que um pouco, não sei. – Falei meio sem graça, pois não queria que eles pensassem besteiras.

Kagome: Então pelo menos você o acha bonito. – Disse com um sorriso nos lábios.

Tinha acabado o intervalo, fomos para sala. Depois que acabaram as aulas fiquei com o professor Naraku, eu tinha prometido que ficaria ajudando com os trabalhos dos alunos, eu teria que ficar arrumar os trabalhos de cada turma. Antes disso Miroku tinha falado que não gostava que eu ficasse as sós com o professor Naraku, mas como sempre não dei ligança. 

Ficamos em silencio por um tempo, fiquei pensando no que Miroku disse, fiquei me perguntando do porque ele não gostar do professor Naraku. Ele resolveu quebrar aquele silencio que eu estava adorando.

Naraku: Você é muito inteligente sabia?

- Obrigado.

Naraku: Você tem namorado?

- Não. – Estava achando aquela conversa tão estranha, pois todas as vezes que o ajudava ele nunca tinha falado desse jeito, fiquei meio desconfortável. 

Naraku: Uma garota tão inteligente e bonita como você não tem um namorado, que estranho. – Estava com algumas folhas em mãos, sentia que ele me observava bem próximo, queria que alguém chegasse ali agora, não estava me sentindo bem, perto do professor Naraku, até que eu ouvi a porta abri, vi que era o sesshoumaru, fiquei surpresa ao vê-lo ali parado, mas ao mesmo tempo aliviada.

Percebi que ele estava um pouco nervoso, olhava para o professor Naraku com um jeito estranho, fiquei meio sem jeito, até que o professor Naraku disse que eu poderia ir embora, fiquei aliviada, senti que se eu ficasse mais perto dele algo não seria bom.

Depois que cheguei em casa fui comer, pois estava morrendo de fome, não tinha comido nada na escola tinha comida pronta, mas teria que esquentar, fazia dias que não almoçava com meus pais, pois eles não tinha tempo de vim pra casa e depois voltar, já estava acostumada com esse rotina, comi e fui para o meu quarto, me deitei  um pouco, tirei um pequeno cochilo, acordei era quase duas, tinha me esquecido que iria sair com Izayoi, me arrumei rápido e fiquei esperando até ela chegar. Seria bom sair da rotina.

A campainha tocou sabia que seria Izayoi e foi atender.

Izayoi: Oi Rin, pronta pra sair.

- Sim. – Disse com um sorriso no rosto.

Foi divertido estar à tarde com a Izayoi, parecia coisas que as mães faziam com as filhas, fizemos algumas compras, fomos ao cinema, tudo que poderíamos fazer nós fizemos, não quero dizer que a minha mãe não faz isso comigo que ela não quer, ela trabalha e eu a entendo, pois o trabalho toma muito tempo dela e não consegui tirar um tempo pra nós duas.

Estávamos saindo do shopping com algumas sacolas.

Izayoi: Rin você não quer ir até em minha casa. Depois você vá para casa.

- Não quero incomodar.

Izayoi: Não será nenhum incomodo minha querida. Vamos lá, em casa tem torta de limão. – Parecia que ela sabia que se falasse torta de limão me convence-se a ir, e ela conseguiu.

- Se você enciste tanto eu vou. – Vi abrir um sorriso enorme.

Izayoi: Vocês se parecem mesmo.

- Como?

Izayoi: Você e o Sesshoumaru. Quando ele não quer fazer algo que peço eu acabo convencendo ele com a torta de limão, com isso ele acaba cedendo.

- Não acho que somos parecidos.

Izayoi: Ele pode parecer frio, mas ele é um amor de pessoa.

Seguimos para o carro, Izayoi dirigia para sua casa, chegando à sua casa levei minhas compras junto, entramos e fomos direto até a cozinha, comemos a deliciosa torta e conversamos. Não tinha notado que já estava anoitecendo e não queria pedir que me levassem de carro para casa.

- Izayoi, acho que esta ficando tarde, é melhor eu ir antes que meus pais fiquem preocupados.

Izayoi: Espera mais um pouco Rin, não acho adequando você sair agora, posso pedir Sesshoumaru te levar quando ele chegar.

- Não quero incomodar vocês, dá tempo de eu pegar um ônibus ainda.

Izayoi: De jeito nenhum, você é uma mulher e é perigoso você andar sozinha. – De fato ela estava certa, era um pouco perigoso, mas não queria ficar perto de Sesshoumaru.

- Olha Izayoi, eu sei que é perigo... – E foi ai que o nome de poste de luz foi anunciado por Izayoi.

Izayoi: Sesshoumaru você poderia levar a Rin para casa dela.

Vi ele olhando pra mim, parece que não estava confortável na minha presença. Então resolvi falar.

- Não precisa se incomodar Sesshoumaru eu...

Sesshoumaru: Levo sim, só vou levar as coisas lá em cima e já desço. – E o vi subir.

Izayoi: Tá vendo menina ele não se incomodou nem um pouco – Me olhou com um sorriso no rosto.

Depois de alguns minutos ele desceu as escadas, estava com a mesma roupa, mas sem o palito que usava, estava com uma camisa social branca e uma calça social, parecia que estava mais bonito, não conseguia desvia o meu olhar dele, até que ele tira dos meus devaneios.

Sesshoumaru: Podemos ir?

- Aah, sim podemos.

Fomos até o carro, mas antes agradeci Izayoi pela tarde que passei com ela, foi até bom esta com alguém, quando entrei no carro estava com o pressentimento ruim, não sei por que mais queria voltar pra casa o mais rápido possível.

Coloquei as minhas compras no bando de traz do carro, Sesshoumaru colocou o carro em movimento, ficamos em silencio até que eu quebrei o silencio, estava curiosa em saber se ele conhecia o professor Naraku.

- Ée.., Queria saber de onde você conhece o professor Naraku?

Sesshoumaru: Amigo de infância.

- humm.

Sesshoumaru: Porque você quer saber?

- Nada não. Só estava curiosa. – Ficamos em silencio de novo, não me sentia confortável, e dessa vez ele quebrou o silencio.

Sesshoumaru: Qual a sua relação com Naraku?

- Não tenho nenhuma relação com ele só o ajuda com algumas atividades no final da aula.

Sesshoumaru: Não acho bom você ficar tão perto dele. – Oi! não agredido que até ele não gosta que eu fique perto de Naraku, e quem é ele pensa que é.

- Por que eu tenho que me afastar dele, não vejo motivo. – O vi apertando as mãos no volante.

Sesshoumaru: Ele não é uma pessoa confiável. – Olhou para me e retornou a olhar para a pista. – Você é muito ingênua menina.

- Para mim ele não me parece uma pessoa ruim.

Sesshoumaru: Quem seja só estou avisando por seu bem.

Não sabia o que falar pra ele, ficamos em silencio novamente um silencio horrível. Ainda sentia uma sensação ruim, queria ir pra casa, só isso que vinha em minha mente naquele momento.

Quando chegamos ele não disse nada, então resolvi ser educada com ele.

- Obrigada pela carona. – Me virei pra pegar as minhas sacolas que era só três, abri a porta do carro pra sair, até que ele puxa o meu braço, fiquei assustada com aquele toque, senti meu corpo se arrepiar.

Sesshoumaru: Só quero falar que não é bom você passar muito tempo com Naraku, ele não parece à pessoa que aparenta ser.

De repente o meu celular começa a tocar, peguei ele da bolsa e voltei a sentar no banco do carro e atendei.

- Oi Mãe...?

Sara: Rin você já chegou em casa?  - Estava com a voz de tremula.

- Estou indo pra lá agora, por que? – Fiquei preocupada com o tom da voz dela

Sara: Vem para o hospital agora?

- Hospital? – Olhei para Sesshoumaru que estava observando. – O que aconteceu mãe?

Sara: Seu pai sofreu um assalto. Vem pra cá que eu vou te explicar melhor.

- Já estou indo mãe, qual é o hospital?

Sara: O hospital central filha.

- Ok, já estou indo pra ai.

Encerrei a ligação. Olhei para o Sesshoumaru e ele entendeu que era pra ir o mais rápido para o hospital. Estava ficando muito preocupada com meu pai, meus olhas estava começando a lagrimejar tentei segurar o choro passei as mãos em meus olhos para tentar não chorar, e foi quando senti uma mão em minha cabeça, olhei para Seshoumaru que estava me olhando.

Sesshoumaru: Não se preocupe Rin seu pai vai ficar bem.

-hum hum.. – Concordei, parecia que aquele toque e as palavras de Sesshoumaru me acalmaram um pouco.

 Chegamos ao hospital, sai o mais rápido daquele carro, queria encontrar com minha mãe o mais rápido queria saber a situação do meu pai.

Vi que Sesshoumaru vinha logo atrás, cheguei e passei da recepção do hospital, naquele momento só queria saber onde estava minha mãe.

Sesshoumaru perguntou onde estava a minha mãe e logo veio ao meu encontro..

Sesshoumaru: Rin sua mãe esta logo à frente, vamos. – concordei com ele.

Estava aos nervos de preocupação, parecia que estava ficando louca até que senti as mãos de Sesshoumaru pegando nas minhas mãos, senti uma sensação estranha novamente ao toque dele e por incrível que pareça conseguiu me acalmar.

Logo avistei minha mãe que andava pra lá e pra cá, então a chamei.

- Mãe! Onde esta o pai?

Ela olhou para mim, ficou surpresa por ter visto Sesshoumaru comigo, notei que estava de mãos dadas com Sesshoumaru, fiquei vermelha e me soltei o mais rápido da mão dele.

- E como pai esta? – Voltei a perguntar, pois estava já começando a ficar aflita.

Sara: Ele está passando por uma cirurgia agora mesmo.

- Mas o que aconteceu exatamente?

Sara: Eu e seu pai estávamos chegando do trabalho, quando estávamos na porta de casa fomos abortados por um cara de mascara, seu pai não reagiu, pois o cara pegou uma arma e apontou para mim e quando ele ia tirar seu pai ficou na minha frente e tomou o tiro no meu lugar, o cara ia atirar novamente até que viu que varias pessoas estavam saindo de suas casas para ver o que era, ele fugiu. Fiquei paralisada olhando o seu pai no chão, até que um vizinho veio até nós e ligou para uma ambulância que trouxe o seu pai. Ele agora esta passando por uma cirurgia para tirar a bala. – Minha mãe começou a chorar.

No momento que ela terminou a historia eu fui abraça-la, minha mãe estava em choque viu tudo que aconteceu e eu disse as mesmas palavras que Sesshoumaru me dissera no carro quando nos estávamos indo para o hospital.

- Vai ficar tudo bem com papai. – Estava chorando junto a minha mãe.

Sara: Eu acredito nele minha filha, sei que ele sairá dessa. – Retribuiu o abraço com um aperto mais forte, ficamos um tempo abraçadas, retiramos do abraço e minha mãe foi agradecer Sesshoumaru.

Sara: Obrigada Sesshouamru por trazer Rin até aqui.

Sesshoumaru: Não precisa agradecer.

Sara: Você poderia avisar aos seus pais sobre o ocorrido.

Sesshoumaru: Claro. – Vi o pegando o celular e saindo perto de nós.

Fiquei preocupada, não entendi direito do por que avisar os senhor e senhora Taisho, não quis perguntar minha mãe, pois sabia que ela não falaria nada sobre o por que.

 

Sesshoumaru on

De novo não consegui nada de Naraku, ele fugia do assunto. Fiquei muito puto, esse cara já estava me dando nos nervos lá na escola e no almoço.

Voltei para o trabalho sem nenhuma paciência pra nada. Estava em minha sala quando meu pai entrou e se sentou na cadeira em minha frente.

Inu no Taisho: Conseguiu alguma coisa de Naraku?

- Como você sabe que estava com Naraku?

Inu no Taisho: Isso não interessa, e então? – Meu pai sempre sabia das coisas, parecia que ele tinha os olhos em todo lugar. Deixei pra lá, pois ele não iria falar nada.

- Não consegui nada, ele não fala nada sobre o assunto, sempre fica mudando.

Inu no Taisho: Ele é esperto, só fico preocupado com Bankotsu, Sara e a pequena Rin, eles podem sofrer algum ataque.

- Verdade, pelo o jeito pode até atacar eles, pois eles sendo advogados de Shippo.

Inu no Taisho: Hum hum... Então ta bom. – Se levantou da cadeira e foi para a porta parando em seguida. – Sesshoumaru quero te perguntar uma coisa.

- Pois não?

Inu no Taisho: Você gostou da Rin né?

- Por que da pergunta. – Levantei um sobrancelha, senti que ele estava aprontando.

Inu no Taisho: Só responde.

- Ela é insuportável, mas gosto sim. Agora pode falar o do por que dessa pergunta.

Inu no Taisho: Nada de importante pode voltar ao seu trabalho filho. – Saiu antes de eu questiona-lo.

Passei o dia inteiro na minha sala, por uns momentos fiquei pensando na baixinha, me lembrando do jeito que ela estava intima de Naraku, não sei o do por que, mas aquilo estava me deixando com muita raiva, não queria senti, mas era inevitável. Balancei a cabeça para espantar os pensamentos sobre Rin, uma baixinha irritante que me descontrolava com uma simples atitude infantil que sempre demostrava como poderia me irritar tão fácil assim.

Depois que eu terminei o trabalho, peguei o meu carro e fui para casa, estava cansado queria deitar e dormir. Cheguei em casa estacionei o carro e entrei pra dentro de casa, estava na sala, ouvi uma voz que reconheci na hora, resolvi ir até lá.

Minha mãe foi ao meu encontro. Ela me pediu para que levasse a Rin para casa, olhei para ela me lembrando que  ela estava junto com Naraku em uma sala sozinha, estava com raiva, mas mesmo assim aceitei em leva-la, parecia que ela não estava confortável, mas mesmo assim aceitou. Subi as escadas e fui deixar a minha maleta em meu quarto e também tirei o palito.

Fomos para o carro, ficamos em silencio quando estava a levando, senti a necessidade em perguntar se ela tinha algo com Naraku, quando ela falou que não tinha nada parecia que algo dentro de mim tinha se acalmado, me senti completamente estranho com essa sensação. Resolvi falar pra ela que afastasse dele, pois sabia quem era de verdade Naraku, ela acreditava que ele era uma pessoa boa, mas como essa menina é ingênua pensei no momento quando ela falava. Tornamos ficar em silencio desconfortável novamente.

Quando chegamos na casa dela, vi que ela se arrumava para descer do carro, a vi abrir a porta, no momento meu corpo mexeu sozinho a parando com a mão quando abriu a porta. No momento pude só dizer aquilo, e foi quando o celular dela tocou, ela voltou a se sentar novamente, notei que a ligação era importante, dei pra escutar que tinha alguém no hospital e pelo jeito seria o pai dela.

Quando ela terminou de falar no telefone já sabia para onde ir, liguei o carro e fomos até o hospital. Vi que Rin se encontrava triste e com vontade de chorar, não sei por que aquilo mexeu comigo, resolvi acalma-la um pouco dizendo que tudo ficará bem, e pelo jeito vi que ela pode se acalma.

Chegando ao hospital Rin simplesmente saiu correndo e fui atrás dela. Parei na recepção e perguntei a moça sobre a senhora Sara e ela logo disse onde se encontrava, vi Rin novamente preocupada, então resolvi pegar na mão dela, senti algo estranho quando a toquei parecia uma choque, pareceu que ela já se acalmou um pouco.

Seguimos para o local que a mãe dela se encontrava, quando Rin chamou a atenção dela, ela ficou um pouco surpresa por esta com Rin, quando percebi ainda estavamos de mãos dadas ainda e foi quando Rin soltou as mãos. Ouvi que Sara dissera, parecia que nada daquilo foi um simples assalto. Quando terminou o historia Sara veio me agradecer por ter levado Rin até o hospital.

Ela me pediu que eu ligasse para os meus pais, não entendi para que, mas fiz o que pediu.

- Oi pai, já chegou em casa?

Inu no Taisho: Já sim filho por quê?

- É que estou aqui no hospital.

Inu no Taisho: Aconteceu algo com você, você esta bem? – Estava preocupado.

- Não pai. E que a senhora Sara me pediu para lhe informar que o Bankostu esta no hospital.

Inu no Taisho: Como isso aconteceu?

- Eles foram assaltados em frente de sua casa e Bankotsu foi baleado.

Inu no Taisho: Avisa a Sara que já estou indo ai. Quero saber direito o que aconteceu.

- Esta bem. Mas tem certeza que quer vim?

Inu no Taisho: Tenho sim, mas por que você esta ai?

- Eu fui levar a Rin pra casa e Sara ligou pra ela para ir para o hospital então resolvi dar carona pra ela.

Inu no Taisho: Fique me esperando ai então.

- Esta bem.

Desliguei o telefone e fui até as duas mulheres, que estavam angustiadas.

- Avisei o meu pai e ele falou que está vindo pra cá.

Sara: Não precisa ele vim, mas mesmo assim o agradeço pela preocupação.

Depois de algum tempo meus pais chegaram, eu estava perto de Rin que não chorava mais, e ainda não tínhamos noticia do pai de Rin ainda, meus pais já veio perguntar sobre a situação de Bankotsu.

Inu no Taisho: Nenhuma noticia ainda Sara?

Sara: Nada ainda.

Meu pai perguntou como o que aconteceu e ela explicou. Depois veio um medico em nossa direção, e pelo jeito foi o responsável pela cirurgia. Rin que estava sentada se levantou e foi ao encontro do medico junto a sua mãe.

Medico: Sra. Usami?

Sara: Sim, sou eu... E como está o meu marido?

Medico: A cirurgia ocorreu bem, ele agora está dormindo.

Sara: Ainda bem. – Respirou aliviada. – Obrigada por salvar a vida do meu marido.

Medico: Estou aqui pra isso.

O medico saiu logo em seguida, Rin parecia mais aliviada, fiquei a observando por um tempo, quando meu pai veio até a mim.

Inu no Taisho: Sesshoumaru se quiser pode ir.

- A-a claro. – Tirei meu olhar de Rin e olhei para o meu pai.

Inu no Taisho: A Rin parece mais aliviada né?

- Parece sim. – Voltei a olha-la.

Inu no Taisho: Ainda bem que você estava com ela, se não ela poderia ser atacada.

- Verdade.

Depois que eu conversei com meu pai fui embora, não me despedir de ninguém, peguei o meu carro e fui pra casa.


Notas Finais


:)

*Próximo Capítulo sem previsão*
Beijos Amooores <3


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