História Sentimentos estranhos - Capítulo 31


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Categorias Felipe Z. "Felps", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Felps, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Tags Cellps, L3ddy, Mitw, Pklango
Exibições 177
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui, jovens.
Nessa noite linda, trazendo mais um capítulo.
Vocês são demais. Postei um capítulo d e aviso essa semana, e o carinho que recebi de vocês foi foda. Me senti importante, amada e renovada para continuar a escrever.
Hoje tirei um tempinho para escrever.
Quero informar que meu tempo, ultimamente, anda apertado. Minhas aulas estão me matando, as provas estão chegando. Dia 22 entro de férias, daí tenho que fazer um monte de provas antes disso. Resultado: Estou pirando, deixando minha familia e amigos loucos, deixando meu namorado para escanteio (Ah, só para deixar claro, desencalhei sabagaça), estou sem tempo para escrever, mas tenho muitas ideias, agora tempo para botar em prática não tenho.
Então, não se preocupem com a demora eu posso até demorar, mas NUNCA vou deixar de postar. Vocês são como uma familia para mim, amo receber esse carinho e afeto. Sou muito grata a todos vocês, por tudo que fizeram, comentaram, mencionaram.
Vocês são fodas e eu amo todos!
Ps: Deixarei os link's para as outras Fanfic's e Oneshot's nas notas finais.
Sem mais enrolação, por que eu sei o que vocês estão ansiando...
Bora ler..

Capítulo 31 - A surpresa


Fanfic / Fanfiction Sentimentos estranhos - Capítulo 31 - A surpresa

Capítulo 31

Ele me olhou, eu o olhei. Sorrimos.

-Por que isso agora? Achei que nunca mais ia me beijar.. –falou erguendo uma sobrancelha

Nossas mãos continuavam nos mesmos lugares, nossos corpos colados, respirações fora de compasso.

-Não sei. Seu beijo, talvez tenha algum tipo de droga, sei lá. Apenas quis te beijar, como um vicioso.

-Tá me chamando de traficante ou drogado?! –cerrou os olhos e me olhou incrédulo.

-Idiota, você também gostou. –sorri de lado

-Eu não. –deu de ombros

-Então, quer dizer, que não posso mais te beijar? Que você não quer isso?!

Dei um selinho nele, um demorado. Quando ele quis aprofundar para um beijo, sai.

-Que foi? Não foi você que disse eu não gosta do meu beijo?! Pois bem, esse foi o último que te dei.

Tirei minha mão da sua cintura, mas ele a colocou lá de novo, antes de me afastar.

-Tá, eu gosto do seu beijo. –revirou os olhos

-Agora? Mudou de ideia tão rápido?!

-Mudei. Vai me beijar ou vamos ficar só conversando? –falou fazendo bico

-Não gosto muito de conversar... –sorri

Cellbit tomou a iniciativa dessa vez, iniciou o beijo. Novamente, estamos nos pegando, nos beijando loucamente. Mas dessa vez, estamos sóbrios, então não é errado e não sou aproveitador de inocentes.

Beijos calmos, tranquilos e sem pressa.

Beijos avassaladores, quentes e sedentos.

Nos beijamos de todas as formas. Até partir para o pescoço.

-Posso? –dessa vez pedi permissão

-Pode. Não deixa muita marca, por favor. Até hoje o Mike tenta descobrir quem foi que deixou essas que ainda estão ai.

-Acho que daqui a pouco ele descobre. Já contei para o Pac, em pouco tempo ele acaba contando ao Mike. –falo enquanto dou leves beijinhos e mordidinhas no pescoço cheiroso.

Fui o empurrando até chegar a cama, nos sentamos e continuamos á nos beijar. O loirinho pode ser idiota, mas que sabe me enlouquecer, ele sabe. Pode ser nas brigas ou nos beijos. Ao final de mais uma beijo, ele morde meu lábio inferior e puxa.

-Golpe baixo, loirinho.

Ele sorri.

-FILHOOOO, CHEGAMOS.

-Já estamos indo, mãe. –falei

-Acho melhor irmos, antes que venham aqui.

-Tudo bem. Vai na frente, vou guardar esses curativos.

O loiro foi na frente. Eu guardei o material e logo em seguida desci as escada para chegar a cozinha. Todos estavam sentados á mesa. Minha mãe estava servindo o almoço.

-Senta, filho.

-O cheiro está maravilhoso. –falei ao sentir o aroma vindo das panelas

-Eu estou usando um perfume novo, comprei essa semana. Que bom que percebeu. –Pac debochou, rindo em seguida.

-Hahaha muito engraçado. –dei a língua a ele

O Pac não se controlou e agiu feito um menino, me devolvendo a língua. Eu não podia deixar barato, novamente dei a língua e fiz careta. E assim, iniciamos uma briguinha de criança.

-Senti falta dessas brigas. –uma voz feminina se fez presente no cômodo.

Eu e Pac nos viramos para olhar a dona daquela voz. Nos surpreendemos com a figura loira, de óculos, sorridente e com os braços abertos.

-Malena! –eu e Pac falamos juntos e corremos ao seu encontro.

Nos abraçamos, sentindo aquele velho perfume adocicado, aquele abraço apertado que há tanto não sentia.

O abraço em trio foi separado e nos olhamos sorrindo.

-O que faz aqui? Quando chegou? Por que não me contou que tinha voltado?

-Calma, meninos. Deixem a Malena respirar. Teremos tempo para perguntas durante o almoço.

-Então essa era a surpresa, Tia? -Pac

-Era. Por isso fiz questão que os dois viessem para esse almoço.

-Eu vim para ficar, meus amores. –a loira se pronunciou.

-Eu não acredito. Sério?

-Mais sério do que nunca. E quem são esses garotos? –se referia as visitas que até agora ficaram se entender nada.

-Ah, esse é meu namorado, Mike. Essa é a Malena, minha amiga.

-Prazer Mike. –apertou a mão do de óculos. –Não sabia que você era gay, Pac. E que mais escondeu de mim? –falou se fazendo de ofendida.

-Muitas coisas mudaram desde sua partida.

-Estou vendo.

-Esse loiro azedo aqui, é o Rafael, meu colega de quarto e melhor amigo do Mike. –apresentei o loiro

-Prazer, Rafael.

-O prazer é meu.

-Agora que estão todos apresentados, vamos comer.

-Oba. Estou morrendo de fome. –Pac

-E quando você não está? –revirei os olhos.

-Ele continua chato do mesmo jeito? –Malena perguntou a Pac e a minha mãe, se referindo a mim.

-Sim. –responderam

-Isso é complô? –perguntei indignado

-Só a verdade. –dessa vez, o loiro respondeu.

Olhei incrédulo para ele. Além de ser visitante, ainda e destrata na minha própria residência?! Que audácia.

 

Pov Cellbit

O clima estava ótimo, primeiro doou uns beijos no Felps, depois como a comida deliciosa da mãe dele. Pena que a parte da tarde não está sendo tão divertida. O Felps não me deu um real de atenção. A todo momento fica conversando com aquela loira, distribuindo sorrisos para todo lado, se abraçando por qualquer coisa. Que porra está acontecendo?

Se ganhou, suspire.
Se perdeu, aprenda,
porque é hora de ser.
Não demore ou...
Vai perder sua aposta.
Agora é a hora.
Escolha bem suas cartas.
O seu jogo já vai começar.

-Parece que o tempo e a distância não apagou as coisas entre vocês. Ainda continuam com os antigos namorados.

É o que???? Namorados?

-Ah, tia. O Felpinho sabe que só terminei com ele porque tive que me mudar. Se não fosse isso, já estaríamos casados. Não é, Lipe? –sorriu e o moreno sorriu de volta.

O lance está no ar,
é só você gritar bem alto, alto.
Mas se prepare, prepare,
porque nada no mundo é de graça.
Você pode até ter medo, mas ande, caminhe,
só não pare, não pare.

Que porra foi essa? Que historia de casamento foi esse? E esses sorrisinhos?

-Acho que não. Você não aguentaria minha chatice por muito tempo. –sorriu sarcástico.

Agora é oficial. Odeio esse imbecil.

Uma hora está no quarto comigo, quase me devorando com a boca. Outra hora, está pensando em casamento com uma loira oxigenada.

Qual é o seu limite?
Até onde aguenta?
Se tudo aqui tem prazo,
qual é o seu?
Pois tudo aqui tem um porquê.
A vida é o cassino e você, a ficha.
Nunca permita que a sua
felicidade dependa de algo que possa perder

Eles não param de conversar, pior é que ela não larga o pescoço dele. A todo momento abraçada com ele, cochichando, rindo.

-O que você tem? –Mike se aproximou de mim

-Nada. –respondi ríspido

-Fala logo. Você não me engana.

-Ok. Olha lá eles. –apontei para os dois que estavam conversando com a mais velha.

-O que tem? A Malena está conversando com o Felps. –falou a novidade

-E olha o jeito que ele está quase entrando dentro dele, olha o jeito que eles sorriem um para o outro, olha o entrosamento que os dois tem. Ele, simplesmente, esqueceu que estamos aqui. Toda a atenção dele é direcionada a ela. –revirei os olhos.

O lance está no ar,
é só você gritar bem alto, alto.
Mas se prepare, prepare,
porque nada no mundo é de graça.
Você pode até ter medo, mas ande, caminhe,
só não pare, não pare nunca.

-Eu não consigo entender. Por que isso te irrita?

-Eu estou com ciúmes, entendeu agora? Ele nem está ligando se eu estou aqui ou não. –falei olhando o chão.

-Espera? Você está com ciúmes do Felps? Por quê?

-Por que eu estou afim dele. Eu acho que estou me apaixonando por esse imbecil. –suspirei pesado, fechando os olhos.

-Você o quê? –falou surpreso.

-Mike.. –ouço o Pac vindo

-Depois te explico.

-Mike, você quer sorvete? –Pac pergunta ao chegar onde estamos. –E você, Cellbit, quer?

-Eu quero.

-Ok. Vou pegar. Já volto.

O namorado do meu amigo saiu, e o Mike não parou de olhar abismado para minha pessoa. Ótimo, por que fui contar? Agora tenho mais um problema.

Todos querem uma fatia
da sua glória.
Todos, todos querem apostar
a sua vida,
sua graça,
sua culpa,
sua calma,
sua alma.

-Aqui. –Pac voltou com três sorvetes.

-Posso ficar aqui com vocês? Acho que o papo ali está muito bom para ser interrompido. –olhou em direção aos outros três.

-Acho que está. Quem, realmente, é ela? –perguntei curioso.

-Essa é a Malena, ela era nossa vizinha, amiga e primeira namorada do Felps.

Ok. Se controla, Rafael.

-Namorada?

-É. Ela teve que se mudar para outro estado. Fazia três anos que não nos víamos. Eles terminaram por causa dessa mudança. Depois disso, perdemos o contato com ela.

-Por quanto tempo eles namoraram? –Mike parece eu tirou as palavras da minha boca.

-Por um ano. Começaram aos quatorze anos, aos quinze, ela foi embora.

-Acha que tem algumas chances deles retomarem o relacionamento? –Mike perguntou me observando preocupado com a pergunta

-Não sei. Já se passou algum tempo, mas parece que nada mudou entre eles. Olha lá. –apontou e olhamos para os dois rindo e fazendo cócegas um no outro.

Aquela simples imagem dos dois se divertindo, me deu uma vontade de levantar e ir embora, sem nem ao menos me despedir de ninguém. Mas não podia fazer isso, a dona Renata tinha sido tão legal e acolhedora. Não podia fazer essa desfeita a ela. Só por causa dela, somente dela, ficarei.

O lance está no ar,
é só você gritar bem alto.
Mas se prepare, prepare,
porque nada no mundo é de graça.
Você pode até ter medo, mas ande, caminhe,
e só não pare, não pare.

Nada no mundo é de graça.

 

-Vou no banheiro. Licença. –me levantei e fui até o banheiro.

Ao chegar na cômodo, fechei a porta, parei em frente a pia. A minha imagem no espelho estava diferente. No lugar de um belo sorriso, tinha uma cara emburrada e ciumenta.

-O que está acontecendo comigo? –me pergunto em voz baixa, quando percebo a merda em que me meti. 

                                   continua..


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Se quiserem e puderem, favoritem e deixem um comentário.
Sempre leio todos e tento responder o mais rápido possivel.
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