História Sentimentos proibidos - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor Proibido, Assassinato, Drama, Novela, Romance, Tortura
Exibições 18
Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi galera, mais um cap, depois de mto tempo de espera né? Me perdoem por estar muito ausente...
Mas vamos lá, espero que vocês gostem do cap. de hoje e bom eu mudei a sinopse da estória e fiz pequeninas mudanças em alguns caps. ent se quiserem ler do comecinho só pra relembrar a estória...fica a critério de vcs!
Aproveitem, bejookaas!!! <3 <3 <3

Capítulo 5 - Sobrevivendo...pensando...conhecendo...


Anne on

Saí da escola após ter uma breve conversa com o professor Lucas. E me lembrava a cada minuto daquela conversa.

~

-Acho que a melhor solução seria morrer . Pra que viver se a felicidade não vive em você? Pra que viver se você não gosta da vida? Porque a vida só gosta de quem gosta de viver. Sacou?

~.

As palavras dele ecoavam na minha cabeça. Será que mais uma vez eu teria de fazer aquilo? Da ultima vez por pouco deu certo, mas e agora? Será que eu falharia de novo?

...

Estava chegando em casa. Andava tranquilamente na rua olhando as casas. Uma coisa interessante de Amsterdã é que as casas não eram iguais umas ás outras. Algumas eram mais altas e com telhados quadrados, outras mais baixas e com telhados triangulares e cada uma tinha uma cor vibrante e especial. Os quintais eram cheios de Tulipas, amarelas, vermelhas, laranjadas. De todo tipo. Eu gostava daquele lugar, ele transmitia paz, as pessoas eram alegres e amigáveis.

Parei em frente ao meu quintal e olhei para a casa de Dyonatas vendo ele sair pela porta e vir em minha direção.

-Olha só, você chegou!-Disse ele parando em minha frente

-Você estava me e-esperando?-Gaguejei um pouco pois fiquei surpresa com a frase dita

-Na verdade eu estava preocupado. Não é normal uma garota ficar horas extras na escola e ainda mais na biblioteca.

-Como assim?-pergunto confusa

-Ah sei lá. Não são todas as garotas daqui que gostam de ler, ou escutar uma música. Elas preferem sair fazer compras e se arrumar para "encantar" os garotos, de acordo com elas.-ele riu fraco e prosseguiu- Por que será que o fato de você ser diferente me deixa interessado?

-I-interessado por que?

-Nunca tive uma amiga assim, exceto pela Katy, ela é a única amiga que tive. Nos conhecemos desde o Jardim de infância. Estou afim de fazer novas amizades então estou aqui para te fazer um convite.

-Ah claro pode falar.

-Hoje darei uma festa na minha casa, se você quiser aparecer, não é muito longe daqui é só você sair pela porta da sua casa dar 50 passos e já está lá!-ele riu assim como eu!

-Claro, eu vou falar com minha mãe daí quem sabe apareço.

-Okay, então até mais, gatinha.-ele me abraça e sei que corei pois senti um fervor nas maçãs do rosto.

O vi entrar em casa e logo me dirigi a minha porta. Entrei, fui ao meu quarto trocar de roupa e guardar os materiais. Fui até o banheiro e lavei o rosto. Me olhei no espelho e lembrei da mensagem de minha mãe, sabendo que ela ia demorar por estar comprando drogas, lembrei das palavras de Lucas e por fim lembrei que não tinha ninguém com quem desabafar. Me pus a chorar mais uma vez. Eu não tinha pra onde correr, era só eu e a minha inútil vida. Eu não estava feliz. Via minha mãe se destruir a cada dia. Sentia que era por minha culpa. Se aquilo não tivesse acontecido, ela não trabalharia tanto, não tentaria esconder as tristezas nas drogas.

Aproveitei que estava sozinha e liguei a banheira. Deixei até que enchesse por completo. Simplesmente entrei, de roupa e tudo. A água estava quente, meus músculos relaxavam. Peguei uma lâmina de um velho apontador que quebrara uns dias atrás. Os cortes não eram tão fundos, mas ainda sim, doloridos. Á medida que minhas lagrimas caiam na água, o sangue também escorria. Mergulhei os machucados e podia sentir toda aquela mistura de sangue e lágrimas adentrarem meu corpo, era como se toda dor voltasse mesmo eu tentando me livrar dela.

Estava com os olhos fechados, quando escutei a porta da sala bater;

-ANNE?! ESTÁ EM CASA?- Minha mãe chegara mais cedo!

-S-sim  mãe eu estou t-tomando banho!-ela estava subindo e não poderia me ver naquele estado então levantei e tranquei a porta.

-Está tudo bem?-ela estava na porta

-Sim, eu estou bem.

-Okay. Quando terminar desça e venha almoçar.

-Está bem.- Respirei aliviada quando ela se foi. Tirei as roupas molhadas com dificuldade pois meus braços doíam e finalmente tomei um banho descente.

Terminei meu banho, coloquei um moletom para esconder os cortes e desci para almoçar.

Conversei com minha mãe a respeito da festa e ela tinha adorado a ideia de eu ter amigos. Obvio que me deixou ir, mas na verdade quem estava insegura era eu.

 

 


Notas Finais


Bom, foi isso! espero que tenham gostado <3
Bjokas e até Semana que vem <3


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